História Save me - Imagine - Capítulo 40


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 171
Palavras 1.027
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 40 - Why..?


Fanfic / Fanfiction Save me - Imagine - Capítulo 40 - Why..?

  Me agarrei ao braço de Tae e tentei ir para frente dele afinal quem aquele homem quer sou eu - Pelo menos eu vou morrer de barriga cheia, bebi bastante refrigerante - falei tentando passar por Tae mas ele não deixava.
  - Sério que você ta pensando nisso? Você não vai morrer.
  -  Eu não vou deixar você se machucar por minha causa igual ao Yoongi.
  O celular do homem toca e ele atende ainda apontando a lâmina para nós dois - Sim, estamos em um beco sem saída... Isso... Xxxxx - ele disse qual o beco e o medo aumentou.
  - Com quem você estava falando? - perguntei receosa.
  - Você acha que eu estou sozinho nisso?
  - Eu nem sei quem é você. - aleguei e ele riu.
   - Ah mas é claro que você se lembra de mim eu só tenho que... Fazer você recordar - pude perceber que talvez ele sorria naquele escuro, mesmo não vendo, sentia.
  - Quem é ele _____? - perguntou Tae.
  - Eu não sei ... Eu juro.
  - Logo vocês vão se lembrar de nós dois - ele riu - até mesmo você Taezinho, ela já vai chegar
  - Que porra é essa? - Tae perguntava.
  Os segundos pareciam séculos, eu suava enquanto me agarrava ao braço de Tae, ele se mantinha de olho no encapuzado que alisava a lâmina da faca.
  O celular toca novamente - Onde você está já era pra ter chegado. - ele falava impaciente. Derrepente ele xinga e desliga - Vocês não pensem que estão seguros de nós - ele começa a correr e Tae vai atrás dele, o que ele pensa que estava fazendo, era perigoso, eu corria atrás de Tae.
  - Tae pare você pode se machucar. - mas ele não me ouvia e continuava a correr atrás do homem, uma viatura passou por mim quando eu ia virar atrás de Tae e do homem.
  Não pensei duas vezes e comecei a gritar por ajuda, eles vieram ate mim perguntando o que aconteceu, eu contava nervosa e rápido, me atrapalhando com as palavras, não demorou muito e eu estava dentro da viatura junto dos policiais falando por onde eles estavam.
  Eles seguiam um pouco lerdo enquanto procurávamos pelos dois - Ali - gritei quando os vi.
  Tae estava parado na frente do homem enquanto ele estava com a faca apontada para ele lhe dizendo alguma coisa enquanto ria
  Não esperei pelos policiais, o carro mal parou e eu sai de lá, correndo na direção dos dois - Tae - gritei e ele virou para trás.
  Eu estava perto, o homem avançou contra Tae que me olhava, foi tudo muito rápido, eu não parei de correr, não desacelerei, a faca acertaria Tae em cheio mas não, ela não acertou, ela me acertou, não doeu, o sangue começou a escorrer mas eu sorri.
  Coloquei a mão no lugar atingido e vi o sangue - Mãos no alto - ouvi os policiais gritando e o som da faca quando atingiu o asfalto.
  - você esta bem? - perguntou Tae.
  - Estou sim, foi só um arranhão no braço, olhe.
  - Você é louca, você podia se machucar, e se você morresse o que eu faria? Você não deveria ter feito isso.
  - Ele ia te machucar e eu não queria te perder Tae, eu te amo de mais pra te ver partir, você não sabe o quanto eu sofri vendo o Suga daquele jeito mas se fosse você eu não aguentaria, eu sucumbiria a todos os meus fantasma e tormentos.
  Ele me abraçou com lagrimas nos olhos enquanto eu pressionava meu braço que sangrava.
  - Você precisa de um hospital - falou um policial quando chegou ao meu lado e tocou minhas costas - e depois precisam prestar seu depoimento.
  Uma ambulância chegou e eu entrei, acompanhada por Tae, fomos ao hospital e eu logo fui atendida.
  Levei 12 pontos no braço mas valeu a pena, onde a lâmina iria acertar em Tae talvez não sobrevivesse.
  Logo meus pais chegaram pois Tae ligou para eles - Ai minha filha que bom que está bem - ela me abraçava e chorava.
  - Me desculpe mãe - lagrimas escorriam pelo meu rosto. Nós nos soltamos e eu sorri acanhada - precisamos ir a delegacia.
  - Nós te levamos , você vem conosco Tae? - ela perguntou e ele assentiu.
  Saímos do hospital e fomos pro carro do meu pai, Tae se ajeitou ao meu lado e pegou em minhas mãos.
  Ele apesar de estar ao meu lado, parecia pensativo, será que tem haver com o que aquele homem nos falou ou o que falou somente para Tae antes de quase esfaqueá-lo? Quem será ele? Nós nem vimos seu rosto, ficamos tão preocupados um com o outro que nem sequer o olhamos.
  Chegamos a delegacia, meus pais desceram do carro mas eu, eu estava com medo, receio, medo daquele homem, receio de quem seria, o por que dele querer me fazer tão mal, quem seria seu parceiro ou melhor dizendo parceira.
  Eu não fiz mal a ninguém, por que eles estavam fazendo isso comigo? Travei sentada naquele carro, eu queria descer mas minhas pernas não me obedeciam, meu corpo não obedecia e minha mente estava longe.
  - Vamos _____. - Tae chamou e eu o fiquei olhando.
  Até que finalmente elas resolvem me obedecer mas eu andava lentamente, entrei o local enquanto minha mãe dava minhas informações eu sequer ouvia qualquer coisa, peguei na mão de Tae e a segurei, era como se me protegesse.
  Tae foi chamado pra depor e eu esperei, ultimamente o tempo estava passando de forma estranha ou melhor, não estava passando.
  Ele saiu e eu fui chamada, entrei e comecei a narrar toda a historia enquanto o escrivão teclava cada palavra minha.
  O delegado me fez algumas perguntas, umas que eu não saberia responder, pedi para ver o acusado com receio ele me deu autorização.
  Um policial me acompanhou até uma sala e eu me sentei, logo a porta foi aberta e ele apareceu, eu não acredito que ele fez isso.
  Abri minha boca e não contive a pergunta  - Por que..?
 
 
 
  



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...