História Save Me - Imagine Park Jimin (BTS) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Revelaçoes, Romance, Suga
Visualizações 59
Palavras 1.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 05


Taehyung está conversando comigo em frente ao colégio enquanto o Jimin não faz a boa ação de aparecer.

Cinco minutos depois, Park Jimin sai do colégio rindo. O que me dá a certeza que ele estava conversando com os seus amiguinhos esse tempo todo.

— Vamos logo, (S/N) — Jimin fala e começa a andar para longe do colégio.

Reviro os olhos.

"Eu tenho que esperar ele ter a boa vontade de terminar de falar com os amiguinhos idiotas dele, mas ele não pode esperar eu terminar de falar com o Taehyung? Aish!"

— Tchau Tae, até mais

Me despeço do Taehyung, e corro para acompanhar o Jimin — porque eu sou trouxa.

Estávamos caminhando um do lado do outro em silêncio. Até que eu paro por lembrar de algo.

— O que foi? — Jimin para de andar e me olha atento.

— Esqueci de uma coisa...

— De que?

— Eu estou proibida de sair de casa por causa do dia que eu fugi de casa — Mordo o lábio inferior.

— Aigoo, onde você arruma tantos problemas? — Pergunta revirando os olhos e logo em seguida, pega o seu celular.

— Também queria saber... — Sussurro.

O Jimin começa a falar no telefone. Acho que ele está falando com sua mãe.

— Pronto! — Jimin fala guardando o seu celular no bolso assim que desliga.

— O que?

— Minha omma irá falar com sua tia para ela autorizar você ir para a minha casa. — Fala voltando a andar e eu o sigo.

— Ah...

[...]

Assim que chegamos na casa do Jimin, a mãe dele veio nos receber. Faço uma reverência.

— Oi (S/N), sua tia deu a autorização de você vir pra cá sempre que quiser. — Fala com um sorriso amigável em seu rosto.

— Obrigada sra. Park. Foi muito gentil da sua parte — Retribuo o sorriso.

— De nada! Eu achei um exagero esse castigo. Afinal, você é uma adolescente. É super normal você querer sair com os seus namoradinhos. — Ela pisca para mim e eu sinto as minhas bochechas arderem.

— Eles não são... — Sou interrompida pelo Jimin.

— Mãe, já chega! — Jimin me puxa e nós começamos subir as escadas.

Jimin abre uma porta que eu chuto ser o seu quarto. E eu estava certa.

Analiso bem o quarto do Jimin, que diferente do que eu imaginei, é super bem organizado — até mais do que o meu.

— Vai ficar aí parada? — Jimin me pergunta fazendo-me sair do meu transe.Sente-se aqui — Fala puxando a cadeira da sua escrivaninha para eu sentar.

Reviro os olhos e vou até sua escrivaninha, e sento na sua cadeira giratória.

— Pode começar a fazer o trabalho — Jimin fala pegando o seu celular e se jogando na sua cama.

— O que? De jeito nenhum! — Falo me levantando da cadeira e encarando o mesmo. — Quem você acha que eu sou? Eu não vou fazer esse trabalho sozinha, se você quiser, me ajude, senão... — Ele me interrompe.

— Senão o que?

— Eu colocarei os créditos do trabalho só para mim. — Sorrio. — Ou seja, 10 pontos para mim, e 0 pontos para você.

Jimin revira os olhos e se levanta da cama.

— Vamos logo fazer esse trabalho!

[...]

Estávamos fazendo esse trabalho a mais ou menos umas duas horas. E também, tá muito calor. E como eu estou? Exatamente, com um casaco moletom super quente.

Resolvo abrir o zíper do casaco, o que me dá mais alívio, mas mesmo assim, não é o suficiente para que o calor passasse.

A mãe do Jimin entra no quarto.

— Jimin, eu irei sair. Na cozinha tem comida para você comer alguma coisa com sua amiga assim que acabarem o trabalho.

— Tá certo, omma — Jimin fala e logo em seguida sua mãe sai.

— Jimin, sua omma é tão legal, nem parece que você é filho dela. — Falo e Jimin revira os olhos.

— Que pena que eu não pedi a sua opinião, (S/N) - Ele fala e eu reviro os olhos. — A propósito, por que você não tira esse casaco? Tá muito calor.

— Porque eu não quero, e muito menos estou com calor. — Minto.

— Mentira, você tá vermelha e suada de tanto calor.

— Eu apenas não quero tirar o casaco Jimin, que saco!

— Mas você com esse casaco está me dando muita agonia. — Jimin revira os olhos. — Ou seja, tira ele agora.

— Não! — Falo por fim.

— (S/N), para de graça. Tira a porra desse casaco agora. — Jimin fala aparentemente sem paciência.

— Primeiro, não é "porra", é esperma. Segundo, e se eu não tirar? O que você vai fazer? Me obrigar? — Arqueio uma sobrancelha.

— Sim! — Ele sorri.

— Ata — Volto a minha atenção para o trabalho.

De repente, sinto alguém segurar os meus braços por trás. Vejo que é o Jimin tentando tirar o meu casaco e me desespero.

— Para com isso Jimin!

Consigo me soltar e tento correr para fora do quarto. Porém o Jimin me segura por trás, e consegue tirar o meu casaco.

"Me fudi!"

O Jimin joga o meu casaco em cima da sua cama.

— Viu só? Não foi tão difícil — Assim que ele fala, e olha para o meu braço direito e arregala os seus olhos.

Ele pega o meu braço para analisar melhor. Puxo o meu braço tentando fazer que ele não veja mais. Tentativa falha.

"Aí não! Agora ele achou mais um motivo para me zoar na escola."

— (S/N), você se corta? — Jimin pergunta ainda analisando meus cortes. — E por que o seu braço está cheio hematomas roxos? Os dois. — Fala segurando o meu outro braço.

— Cla-claro que n-não. — Falo puxando os meus dois braços. — I-isso foi o meu gato. E meus braços estão com esses hematomas, porque eu caí. — Minto.

— Mentira! Primeiro, você não tem gato. Segundo, você não se machuca desse jeito quando cai. — Ele me olha atento e eu respiro fundo. — (S/N), me fala a verdade.

Sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto.

— Quer saber Jimin? Sim, eu me corto. — Falo sentindo os meus olhos arderem pelo choro. — Eu me corto porquê a minha vida é um lixo. Na verdade, eu sou um lixo.

— (S/N)...

— Só me escuta Jimin! — Interrompo ele e o mesmo fica calado. — Você acha que é fácil pra mim? Todo dia acordar e... e perceber que infelizmente eu não morri? — Sinto mais lágrimas rolarem sobre a minha bochecha. — Acha que é fácil pra mim todos os dias me olhar no espelho e pensar; Por que minha vida é um lixo? Por que eu sou um lixo? Por que eu tive que nascer? — Fecho os meus olhos e segundos depois abro os mesmo.

O Jimin se aproxima mais de mim.

— Você não é um lixo, (S/N). Por que acha isso?

— Sou sim, Jimin. Você mesmo já me disse isso uma vez... Se esqueceu? — Vejo o Jimin fitar o chão. — Sério mesmo que você quer que eu desabafe com você? Um dos motivos de eu ter feito isso?

— Eu... sou um dos motivos? — Pergunta finalmente me olhando. Apenas assinto com a cabeça como resposta. — (S/N), você pode ter certeza que nada de ruim que eu falo pra você, é verdade.

— Então porquê você fala?

— Porque eu sou um babaca! — Olho para ele surpresa com o que disse.

— Sério? Park Jimin finalmente admitiu que é um babaca? — Deixo soltar uma leve risada. — Estou impressionada.

— Eu sei que fui. — Ele suspira. — Me desculpa? — Ele me pergunta olhando em meus olhos.

Respiro fundo.

— Tudo bem, Jimin... Eu te desculpo! — Jimin abre um sorriso. — Mas eu só te peço uma coisa...

— O que?

— Não conta isso para ninguém. Nem mesmo para o Taehyung e o Yoongi.

— Eles não sabem disso?

— Sabem sim... Mas eles acham que eu parei.

— Tudo bem! Mas somente com uma condição... — Fico curiosa para saber o que é.

— Qual?

— Você... — Ele passa sua mão direita sobre os meus cabelos e eu estranho. — Vai ter que me contar detalhadamente o que aconteceu para ter esses hematomas, e dizer todos os motivos pelo qual você se corta. — Ele tira a mão dos meus cabelos e se afasta sentando-se em sua cama.

Me aproximo do mesmo e o encaro.

— Tudo bem! — Aceito sua condição. — Eu irei lhe contar tudo do início ao fim.








CONTINUA...



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