História Save Me - SUGA - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais, Suga
Tags Bts, Escolar, Shoujo
Visualizações 25
Palavras 961
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quase acabando...

Capítulo 27 - Bem vinda à realidade


Fanfic / Fanfiction Save Me - SUGA - Capítulo 27 - Bem vinda à realidade

Mundo real (definitivo)

Neri

– Obrigada por me acompanhar até em casa, Won Jae.- sorrio.

– Por nada...- sorri em retorno.- Bom, preciso voltar para o hospital.

– Entendo... Por favor, volte com cuidado.- sorri.

– Não se preocupe, eu voltarei.

Entro em casa, mas espio pela janela e vejo que o mesmo continua parado, olhando para frente da casa por um momento, mas logo retornou a andar.


Dia seguinte...


Desperto ao som estridente do celular que estava tocando. Olho no ecrã e vejo que é Won Jae.


– Alô? Neri? Venha para o hospital, rápido. Aconteceu um milagre!

– Um milagre? 

– Sim! A sua filha acordou! Venha para cá o mais rápido possível!

– Sério mesmo? Já estou indo! Obrigada!- desligo.

[...]

– Então dr. Jung, como ela está?- pergunto, ainda ofegante por ter corrido muito.

– Ela está bem e já acordou.- sorri.

– E-Eu posso vê-la?

– Sim, já pode vê-la. Por aqui.- o sigo.

E lá estava ela, olhando todos os desenhos na parede, até chegar em mim. Não deixo de conter minhas lágrimas quando a vejo sorrir ao me ver.

– Minyeo...- sussurro baixo, soluçando um pouco. Sem pensar duas vezes, corro para abraçá-la e a mesma retribui.

– Mãe...- sua voz sai abafada.

– Senti tanto a sua falta...- choro bastante, desmanchando em seu ombro.


Yoongi

– Yoongi, vamos, precisamos... O que aconteceu? Por que está chorando?

– Ela sumiu, Kook. De novo...- soluço.

– Quem? Quem sumiu?- senta ao meu lado.

– A garota dos meus sonhos... A Minyeo...- abraço as minhas pernas.

– Como assim? Não estou entendendo.- me olha, parecendo confuso.

– Não sei explicar muito bem, mas toda vez que ia dormir, eu via ela nos meus sonhos.- explico, esperando que ele acredite.- Acho que a vi uma vez pessoalmente e desde então eu tenho sonhado com ela.

– Suga, deve ter sido só imaginação...

– Não, não foi só imaginação. Era real...- digo baixo, ainda agarrando as pernas.

– Que tal você descansar um pouco, hein? 

– Pra que se não a verei novamente? Não quero dormir.

– Vamos tirar duas semanas de férias, ok? Vou convocar os meninos.- acaricia os meus cabelos e finalmente sai do quarto.

Era tão real...


Neri

– Mãe, cadê o papai?- pergunta ao não vê-lo junto.

– Minyeo... O seu pai...- dou para trás.

– Deixa, ele está ali.- aponta para a porta do quarto.

– Aonde você disse que o seu pai está?- a olho espantada.

– Ele está ao seu lado.

Reúno forças para ter coragem de olhá-lo, mas com um certo receio. Como ela poderia estar vendo o pai se...

 Minyeo, o seu pai não está aqui...

– Está sim, mãe. Estou vendo ele.- continua olhando fixo para o meu lado esquerdo.

– Querida... O seu pai... Ele morreu...

– O que!? Como assim? Então o que é isso que estou vendo!?- se altera.

– Calma meu amor...

– Minyeo, sou o dr. Jung, o médico responsável por você.- ele inicia e a vejo um pouco mais calma.- O fato de estar vendo o seu pai, deve ser por que ele quis aparecer para você antes de partir completamente.

– Obrigada...- sussurro para o mais velho.


4 meses depois...

Minyeo

– Sim gente, já estou bem.- sorrio.- Mas e a viagem de vocês, como está?

– Vai bem.- Yuna sorri.

– Lamento por não estarmos agora com você, Mi.- Guk diz.

– Sem problemas gente, divirtam-se.- sorrio para ambos.- Até logo.

– Até.- dizem em uníssono.

Fecho o notebook após encerrar a chamada. Deixo-o em cima da cama e viro-me para olhar o teto por alguns instantes.

– Estava falando com quem?- aparece em minha porta.

– Com Yuna e Guk. Eles estão viajando.

– Entendo...- fita o chão por alguns instantes, mas logo volta o olhar para mim novamente.- Arrume-se, hoje é dia de visita.

– Ok, estou indo.

[...]

E cá estamos nós, visitando o túmulo de meu pai. Deposito flores, juntamente de minha mãe.

– É pai...- suspiro.- As coisas aconteceram tão de repente...

Fecho os olhos por um momento, sentindo aquela brisa gelada bater em meu rosto. Aos poucos abro eles e vejo uma figura pálida ao lado da lápide.

– Pai?- encaro a figura e o mesmo sorri. Gelo ao vê-lo e um tremor toma conta de mim.

– Filha, o que aconteceu?- minha mãe ajoelhou-se ao meu lado, tentando me acalmar.

– Mãe, estou vendo o papai...- sussurro.

– A-Aonde ele está?- sinto sua pele gelar.

– Ele está ao lado da lápide, olhando para nós, sorrindo e usando aquela camisa florida que ele tanto gosta.- o olho fixamente.- Pediu para a senhora parar de se culpar pelo acidente e continuar a viver sua vida pois só assim ele se libertará.- a vejo chorar conforme eu falava.

"Minyeo, tente se lembrar..."

Lembrar do que, pai?

"De tudo... Lembre do acidente, do coma, de tudo o que viveu antes de acordar... Lembre-se..."

Fecho os olhos, tentando me conectar com minhas lembranças. Preciso me lembrar... Lembrar... Lembrar...

Yoongi...

Desperto rapidamente do transe, voltando ao estado normal, e vejo que meu pai já não se encontrava mais ali.

– Agora eu lembro de tudo...- sussurro.

– Lembra de tudo o que?- me olha confusa.- Minyeo, o que foi? Do que está falando?

– Eu lembro dele, mãe. Agora eu lembro de tudo... Do Guk e a Yuna, o Jin, o Nam, Hobi, Tae, Jiminnie, Kook e Yoongi... Eu lembro do Yoongi.

– Do que está falando? Não estou entendendo.

– Mãe, olhe para mim.... Eu sei que a senhora gosta do dr. Jung. Papai mesmo disse para que siga sua vida, então vá. Vá atrás da sua felicidade! Vá atrás do dr. Jung!

– Mas e você? Não posso deixá-la sozinha.

– Mãe, não se preocupe comigo, vou ficar bem.- sorrio.- Vá atrás dele.

A vejo levantar rapidamente, correndo o mais rápido possível até o ponto de ônibus mais próximo. Paro quando já não sou mais capaz de ver sua silhueta.

– Pois é... Parece que tudo terminará bem para ela.- sorrio ao lembrar do modo como olhava para o dr. Jung.

[...]

Caminho lentamente, vendo o parque que havia nos meus sonhos. O parque a qual demos o nosso primeiro beijo.






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