História Save me - Wincest - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Dean Winchester, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Deanmon, Incesto, Padackles, Sam Winchester, Sexo, Supernatural, Weecest, Wincest
Visualizações 269
Palavras 6.079
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeeeei!
Como vocês vão?
Oneshotzinha que eu sempre quis escrever hahah
Não sei se The affair vai sari amn, fiquei ontem e hoje terminando essa aqui e amanhã tenho ENEM again s/z
anyways
Sam não quebrou o braço nessa fic como na série, tá gente. Achei até bem nada a ver eles gravarem quando o Jared ainda tava com o braço quebrado.
Boa leitura !!

Capítulo 1 - Única razão


Não tinha sido nada fácil para Sam encontrar ele. Foram meses de pistas furadas e corridas em círculos, enquanto Dean provavelmente ria da cara dele.

Mas não era o Dean. Não o Dean de verdade. Sam sabia daquilo melhor do que ninguém, porque conhecia Dean melhor do que ninguém. Aquilo era a Marca se apossando do corpo do seu irmão, aquilo era a escuridão enfiando suas garras na alma de Dean e transformando-o naquilo que saiu do bunker com Crowley.

Sam suspirou e tirou o saco de pano preto da cabeça de seu irmão, que estava acorrentado a uma cadeira com algemas entalhadas em enoquiano e dentro de uma armadilha do diabo, no centro daquela espécie de cadeia secreta no bunker.

Dean lhe olhou com pura raiva, parecia que ia espumar pela boca a qualquer momento, mas então suavizou sua expressão, mudando para uma prepotente.

Sam olhou-o, mesmo sabendo que aquele não era o verdadeiro Dean, seu coração disparou. Estava com tanta saudade dele, tinha chorado tantas vezes até dormir pedindo a alguém que trouxesse Dean de volta para ele, mas ninguém o fez. Ele, Sam, foi atrás. Era assim que deveria ser, ele quem deveria salvar Dean.

 – Oi Samantha. Não sabe levar um fora, não? – Dean levantou a sobrancelha e sorriu de canto, arrogante.

Sam bufou e se virou de costas para ele, indo até a mesinha onde tinha deixado a água benta e as seringas e pegando uma delas. Voltou-se ao demônio e jogou-lhe água benta no rosto, cravando a agulha com o sangue bento logo em seguida e ouvindo ele gritar.

– Seu maldito! – Dean franziu a testa e olhou para seu braço, onde o sangue tinha sido injetado. Ele sentia aquilo subir pelas suas veias como se estivesse limpando-o por dentro, mas ele não queria aquela limpeza. Gostava do jeito que estava. – Qual é? Porque fazer isso? Você não consegue lidar com o fato de eu não te querer mais? De eu preferir andar por aí com demônios, Sammy? Eu já sentia isso muito antes de me transformar nisso aqui. Você é um peso pra mim... sempre foi e sempre vai ser. – Dean sorriu sádico ao ver as costas de Sam se tencionando quando disse aquilo, tinha atingido o moreno em uma parte que doía.

– Não é você, é a Marca. – Sam disse quando se virou, com mais uma dose do sangue na seringa. – Não tem a ver só com você ficar comigo, tem a ver com eu saber que você de verdade não quer isso, lá no fundo eu sei que o Dean bom ainda existe...

– Não, ele não existe. Aqui sou só eu. – Dean mostrou seus olhos negros. – Mas é tão ruim assim? Será que você é diferente de mim?

Sam jogou mais água benta nele e enquanto Dean agonizou de dor ele cravou a outra agulha.

– Eu sei o que você fez... eu sei de tudo que você fez para tentar me encontrar. Qualquer baixa no meio do caminho pode ser justificada pelo bem maior do seu egoísmo, não pode? – Dean gargalhou. – Fui eu...

Sam suspirou ao lembrar-se daquele homem que ele tinha usado de isca para atrair o demônio da encruzilhada. Ele iria impedir que ele fizesse qualquer pacto, mas o homem foi mais rápido e agora provavelmente estava morto, o peso da culpa caía sobre Sam o tempo todo.

– Fui eu quem matou ele. Sujeitinho mal caráter e arrogante, mas que não merecia morrer e que provavelmente não iria, não fosse pelo nosso amado Samuel Winchester, o tão correto e moral Sam. O cara que acusa todo mundo, mas não olha para o próprio umbigo.

– Foi um erro! – Sam falou, com os lábios trêmulos. – Não era para aquilo ter acontecido, eu só queria o demônio, mas nenhum vinha para mim. Ele fez o pacto por que quis.

– Não, ele estava furioso e querendo dar um jeito na mulher dele, mas não faria nada se não fosse a sua ajudinha. Provavelmente superaria e teria uma próspera vidinha, e no final iria para o céu. – Dean gargalhou. – Ainda se considera moral depois disso? Você é mais arrogante do que eu! – Dean forçou suas mãos nas algemas, aquelas porcarias realmente estavam prendendo-o com força ali, mas nas pernas elas pareciam mais soltas. – Qual de nós é realmente o monstro, Sammy?

O moreno virou-se de costas para pegar mais uma seringa e mais água benta e seus olhos marejaram, um nó estava em sua garganta, mas ele não iria cair no joguinho do demônio. Era isso que Dean queria, desestabiliza-lo, mas não iria conseguir. Sua vontade de trazer o irmão de volta era maior.

Repetiu o mesmo processo, jogando água benta no rosto do irmão e então cravando a agulha, mas quando foi se virar, Dean agarrou-o com as pernas – que tinha soltado de algum jeito – e fez Sam se desequilibrar, caindo sobre a cadeira em cima do loiro.

Sam sentiu seu corpo se arrepiar com toda aquela proximidade, estava quase no colo de Dean, enquanto o demônio prendia-o com as pernas. Ele tinha uma força absurda.

– Mas eu não ligo, sabia? Eu prefiro você assim. Aquele Sam chato e todo moral é muito entediante, já esse Sam dominador que me amarra na cadeira e mata inocentes, ohhh, esse sim! Esse sim me dá tesão.

Dean sorriu malicioso e se esticou todo na cadeira quando Sam se distraiu, beijando-o nos lábios de uma forma animalesca, sedento, parecia que queria devorar o mais novo.

Sam não teve como não corresponder, seu peito apertou de tanta emoção ao encontrar aqueles lábios tão conhecidos colados aos seus de novo. Mas então lembrou-se de quem era ali e mordeu o lábio inferior de Dean com força, fazendo ele sangrar abundantemente em sua boca e lhe sujar com o seu sangue. Dean soltou um gemido e sorriu ao ver o irmão engolindo o liquido carmim e então lambendo os próprios lábios inconscientemente em busca de mais.

Sam ainda era viciado, só precisava que alimentassem seu vício. Dean pensou.

– Você não é o Dean. – Sam sussurrou, empurrando-o, mas ainda preso pelas pernas do loiro.

– Sim eu sou, e um Dean melhorado ainda. Cheinho da sua bebida favorita.

Sam apertou os olhos quando sentiu-se meio tonto. Devia ter cuspido o sangue, aquela coisa estava entrando no seu organismo e despertando coisas que ele achou estarem apagadas a muito tempo.

– Não, você não é. Eu vou trazer o Dean de volta, me larga! – Sam levou as mãos até as pernas de Dean cruzadas na sua cintura e puxou-as para soltá-lo, e antes que pudesse fazer qualquer coisa, o loiro pulou para frente e o agarrou com os braços, derrubando ambos no chão com Dean por cima.

Sam logo se recompôs e tentou lutar contra os braços do demônio que o prendiam no chão, mas foi em vão, Dean era, obviamente, muito mais forte daquele jeito. O mais novo não tinha ideia de como ele tinha conseguido se soltar das algemas.

Depois que Dean conseguiu conter o irmão embaixo de si, com os braços e as pernas, ficou olhando-o nos olhos por alguns segundos. Sam ainda se debatia e tentava se soltar, bufando frustrado.

– Vai fazer o que agora? Me matar? – Sam disse, olhando Dean nos olhos e sentindo seu corpo tremular.

O demônio abriu um sorriso de orelha a orelha que não poderia ser descrito de outra forma se não malicioso.

 – Te matar, Sammy? Porque eu faria isso? – Dean se aproximou mais do corpo de Sam e o mais novo suspirou, aquele maldito demônio sabia da falta que Sam sentia do contato com o loiro e iria usar isso contra ele.

– Talvez por que você é um demônio sem escrúpulos? – Sam se forçou para se soltar mais uma vez, mas não tinha jeito dele escapar dali se Dean não quisesse.

– Mas a minha intenção nunca foi te matar. Eu amo você, não poderia te matar nem se quisesse. Ele não deixa. – Dean sussurrou um pouco mais baixo a última parte e se esfregou em Sam, estremecendo quando sentiu seus dois paus meia bomba se esfregando por cima das roupas. – Eu também estou com saudade, Sammy. Eu transei com tantas mulheres pra tentar matar essa saudade, mas ninguém pode matar a saudade do meu irmãozinho senão ele mesmo.

Sam franziu a testa confuso, o que estava acontecendo ali? Desde quando um demônio podia ter sentimentos? O mais novo estava perdido se aquilo era o demônio tentando enganá-lo, ou se aquele era um resquício do antigo Dean.

Ouvir que Dean tinha o traído inúmeras vezes e sem nenhum tipo de remorso fez Sam travar a mandíbula e fazer um bico frustrado e magoado. Tudo bem que essa forma de Dean não se importava com quem dormia, só queria sentir prazer, mas então como ele dizia que amava Sam e ao mesmo tempo que havia dormido com várias outras pessoas sem remorso?

– Ah, qual é? É sério que o seu grande problema vai ser eu ter dormido com outras mulheres? Eu posso te contar outras coisas bem mais horríveis que eu fiz, isso não é nem o começo.

Sam engoliu em seco e desviou o olhar, focando em qualquer canto no teto, enquanto Dean movia o quadril lentamente para friccionar suas ereções.

– Com quantos... homens? – Perguntou, depois de um tempo em silêncio olhando o nada.

– Hein? Qual é, eu...

– Quantos?! – Sam perguntou voltando a olhar Dean nos olhos, um olhar que exigia uma resposta e o demônio se viu quase que obrigado a responder.

– Nenhum. Nunca. Só você, é o único homem com quem eu já transei.

O mais novo suspirou e engoliu em seco, menos mal, pensou.

– O que você quer comigo?

Dean sorriu novamente.

– Não está claro? Eu quero você, quero seu corpo, quero matar a saudade e me afundar em você todo. – O demônio disse com os olhos pretos aparecendo, brilhando de excitação, os dois homens já estavam completamente duros e ansiavam por mais contato imediatamente. – Eu sei que você me quer também, eu tô sentindo isso. – Dean riu e olhou para baixo, onde a calça do irmão estava estufada com seu volume duro.

Sam mais uma vez forçou suas mãos e suas pernas do chão, tentando se levantar, um movimento que foi em vão.

– Eu quero, estou morrendo de saudade. – Dean mordeu o lábio, sorrindo vitorioso. – Mas do meu irmão, não de você. Me larga! – Sam esbravejou e Dean rolou os olhos.

– Quantas vezes eu vou ter que repetir que eu sou seu irmão? Não tem mais nada aqui além de mim, Sam. Ou é isso ou não é nada.

– Eu prefiro a opção de dar um jeito de trazer o Dean de volta e ter ele. – Seu rosto se contorceu de raiva, tinha tanta vontade de esmurrar aquele sorrisinho debochado que lhe olhava, mas nunca teria coragem de fazer isso, pois apesar de o interior não ser Dean, o exterior era todo ele.

– Acho que eu posso fazer você mudar de ideia.

– Duvido. – Sam bufou. – A não ser que me estupre...

Sam viu o demônio analisar a opção tentadoramente e eu seu corpo gelou, mas então ele a descartou.

– Nah, não tem graça se você não gemer gostoso pra mim. Vou fazer você gozar tanto que não vai nem se importar se eu sou um demônio ou não.

– Você pode tentar.

Dean gargalhou, ele não iria tentar, ele iria conseguir e sabia disso. Com a sua mente ele prendeu Sam no chão e soltou seus pulsos, levantando do chão e passando a mão pela sua ereção.

– Olha só isso aqui, cara, puta merda que tesão que você me dá. – Disse Dean e suspirou excitado olhando para Sam, que não pode evitar de olhar para o volume do meio das pernas do loiro.

O demônio virou-se de costas e foi até onde Sam tinha as agulhas e a água benta. Uma faca de matar demônios também estava lá e o loiro a pegou, voltando até onde Sam estava e ajoelhando-se em cima do colo dele. Cortou o próprio pulso com a faca e logo o sangue jorrou, mas o corte foi se fechando segundos depois. O sangue que escapou do corte escorreu em grossas gotas vermelho-vivo.

O olhar de Sam estremeceu ao imaginar o que Dean iria fazer, aquilo não!. Ele tinha se livrado do vício no sangue a muitos anos, mas não sabia como iria reagir ao ter aquele liquido que o fazia se sentir o dono do mundo em seus lábios novamente.

– Faz tempo, né? Aposto que ainda lembra o gostinho do sangue daquela vadia, não lembra? – Dean disse com uma pitada de amargura e Sam estreitou os olhos, pensando se aquilo era uma pontada de ciúme no que o demônio tinha falado. – Posso te garantir que o meu sangue é muito melhor e mais forte que o daquela demôniazinha de quinta. – O mais novo sabia daquilo, aquelas únicas gotas que escorreram pela sua garganta quando ele tinha mordido o lábio de Dean mais cedo foram mais deliciosas do que todo o sangue que tinha tomado a anos atrás. E confirmou que sim, seu irmão estava falando com ciúme de Ruby.

Dean se curvou sobre o corpo do mais novo e tomou seus lábios em um beijo faminto e desesperado. Sem ter o que fazer, Sam correspondeu, ansiava por aquilo a meses. Dean estava sentado bem em cima da sua ereção, se remexendo enlouquecedoramente sobre ele a cada movimento que sua língua fazia.

– Você quer? – Dean sussurrou contra seus lábios.

– N-Não! – Sam respondeu vacilante.

– Tem certeza? Não foi gostoso antes quando sentiu o gosto? Da minha boca?’

Sam balançou a cabeça em negação, mas Dean podia sentir a verdade nele. É claro que o mais novo tinha gostado e iria beber agora quisesse ele ou não. Fez novamente um corte no seu pulso e controlou para que ele não se curasse, vendo o sangue escorrer tão escuro que quase parecia preto, e então levou até a boca de Sam.

Sam fechou sua boca e olhou Dean com os olhos implorando, mas o irmão mais velho usou seus poderes de cavaleiro do inferno para abrir a boca do moreno, colocando a fonte do vertedouro de sangue nos lábios dele e sorrindo com os olhos pretos.

O moreno não conseguia controlar seu próprio corpo, nem fechar a boca, e em pouco tempo o sangue de Dean escorria pela sua boca até chegar a sua garganta. Fechou os olhos e tentou se controlar para não deixar aquilo se apossar de seu ser, mas seu autocontrole não durou muito tempo. O gosto era bom demais, a sensação de poder que ele dava o enchia de força e saber que aquele sangue era de Dean o excitava de uma forma que ele nem conseguia descrever.

Não demorou nada para passar a chupar o pulso de Dean guloso, enquanto o loiro sorria e sentia tesão a cada chupada que Sam dava nele, engolindo seu sangue e querendo mais. Sempre mais.

Todo o corpo de Sam vibrou de tesão com aquele sangue delicioso, ele precisava tocar em Dean, precisava beija-lo imediatamente, queria mais do seu sangue e do seu corpo e não ligava mais se era certo ou não beber aquilo.

Dean soltou-o de seu controle e Sam não pensou duas vezes antes de abraçar o corpo do mais velho, que estava sobre o seu colo rebolando em cima do seu membro, e o puxar para um beijo. Sua boca e queixo lambuzados de sangue mancharam a pele alva do demônio e os dois sorriram se olhando.

— Melhor agora, Sammy?

— Muito melhor... eu preciso de você agora mesmo. – Sam gemeu enfiando seu rosto no pescoço de Dean e beijando seu pescoço, enquanto levava as mãos a bunda dele e apertava com ganância.

Dean gemeu e suspirou, agarrando o cabelo do mais novo e o puxando para trás sem nenhuma delicadeza.

— Quem manda aqui sou eu. – Dean disse e Sam sorriu prepotente, pegando a faca, o corte do pulso já havia fechado, por isso ele passou a lamina do objeto no ombro de Dean e sentiu seu pau pulsar ao ver o sangue escorrer.

— Claro, Dean, você quem manda. – Disse Sam e lambeu os lábios, enfiando sua boca no ombro de Dean e chupando forte.

O demônio urrou de prazer, não sabia como alguém chupar seu sangue podia ser tão gostoso, mas era. Sam se alimentou o quanto quis, enquanto o mais velho estava com seus olhos totalmente perdidos na escuridão e com a mão nos seus cabelos, incentivando-o a continuar.

Quando tirou sua boca de Dean, Sam sentia seu corpo todo vibrar com o poder, era tão bom sentir aquilo de novo, estava se sentindo muito mais forte do que quando tomava o sangue de Ruby. Agarrou Dean pela cintura e inverteu as posições, ficando entre as pernas dele e segurando seus braços acima da cabeça.

Dean sorriu malicioso com aquilo, seu irmãozinho queria dominar, se sentir no comando, deixaria ele fazer aquilo. Apesar de Sam ter ficado pelo menos três vezes mais forte depois do sangue, o loiro ainda era um demônio e muito mais forte do que ele.

— Eu é quem mando. Eu é quem vai te foder, do jeitinho que você gosta, pra te mostrar a quem você pertence. Entendeu? – Sam sussurrou no ouvido de Dean e ele suspirou, sentindo sua entrada se contrair. Ansiava por aquilo muito mais do que Sam imaginava.

— Sim. – Respondeu olhando nos olhos do moreno. — Me fode...

Sam mordeu o lábio e tomou a boca do loiro com urgência, como um animal. O beijo não teve nada de carinho, foi tesão e excitação puros, os dois homens se esfregavam enquanto suas línguas dançavam, suas calças mal aguentavam seus membros duros como pedra.

Sam abriu sua calça, sem deixar de beijar Dean, e a abaixou até os tornozelos, tirando as botas e a calça com os pés e acariciando seu membro por cima da cueca.

Mordeu o lábio de Dean com força para fazer ele sangrar e então bebeu o sangue que começou a verter dali, ouvindo gemidos de prazer do mais velho enquanto ele se remexia embaixo de si para tirar suas roupas.

Os dois irmãos deram um jeito de tirar todas as suas roupas apesar de terem pouco espaço, pois não queriam se desgrudar e logo voltaram a se esfregar e se beijar. Suavam e ofegavam um no outro, doloridos de tesão, enquanto se roçavam um no outro.

Sam desceu para o pescoço de Dean e deu um chupão com vontade, queria marcar todo aquele corpo que lhe pertencia, queria escrever seu nome nele para avisar para qualquer vadia que se aproximasse que aquele homem já tinha dono. Mordeu a junção do pescoço com o ombro com tanta força que seus dentes cravaram na pele, mas não o suficiente para sangrar.

Sam sentia seu corpo elétrico, o sangue dele parecia passar mais rápido pelas veias, o deixando quente, o mais novo apetecia se enfiar dentro do corpo de Dean o mais rápido que pudesse, mas antes tinha que prova-lo. Fazia muito tempo que não transavam e o moreno necessitava sentir o gosto do corpo de Dean na sua boca, para ai sim fode-lo como nunca antes.

Desceu mais pelo corpo do irmão, para os mamilos, e chupou gostoso, arrancando um gemido de prazer que veio do fundo da garganta de Dean. Sam sorriu e fez o mesmo com o outro lado, dando um beijo molhado para finalizar.

Dean o agarrou pelo cabelo e o fez vir até a sua boca para o beijar novamente, Sam correspondeu e fez movimentos para frente com seu quadril, roçando mais seus membros entumecidos e arrepiando ambos.

— Para com essa enrolação, porra. – Dean sussurrou contra seus lábios.

— Shhh, eu quero fazer você gozar te dando um beijo grego. – Sam disse malicioso e Dean sabia que ele era capaz daquilo, já tinha feito inúmeras outras vezes, mas precisava de mais do que isso agora.

Sam agarrou o membro de Dean e apertou com força na base, dando duas bombeadas firmes e duras que fizeram Dean perder o ar e então, com uma velocidade inumana, ele desceu pelo corpo de do irmão e abocanhou seu pau, colocando-o todo na boca e encostando seu nariz no baixo ventre, cheio de pelos loiro-escuro, do mais velho.

Não demorou para que Dean perdesse a paciência com a sucção lenta no seu pau e começasse a foder a boca de Sam, que aceitou de bom grado, engasgando quando o demônio enfiava-se todo na sua garganta e o segurava pelo cabelo sem deixar ele se mexer nem respirar.  Em uma dessas investidas, quando Dean o segurava com seu pau metido até o talo na garganta de Sam, ele começou a ficar realmente desesperado pela falta de ar e Dean parecia tão perdido em prazer que nem se dera conta de que estava sufocando o irmão, o mais novo agarrou as bolas de Dean e apertou com força, fazendo ele berrar de dor e mostrar seus olhos pretos, enquanto xingava até o inferno.

Sam limpou a baba que escorria da boca com as costas da mão e olhou para Dean, ofegante.

— Eu preciso respirar, idiota.

— Vadia.

Se olharam faiscando, mas logo toda a situação falou mais alto e o tesão deles retrocedeu a tomar conta.

Sam voltou a chupar Dean, se concentrando na cabeça da ereção dele e fazendo suas bochechas ficarem côncavas, para aplicar pressão e fazer o loiro delirar.

Ele tinha que se segurar para não gozar olhando aqueles olhos que iam do inocente para o totalmente malicioso em poucos segundos e os lábios gulosos de Sam no seu pau, fazendo ele sumir dentro da cavidade quente e úmida que era sua boca.

— Ai, porra, eu gozar desse jeito.

— Não, não, não. – Sam protestou e tirou Dean de sua boca, dando uma última lambida na glande como se ela fosse um pirulito. — Vai gozar comigo lá atrás. Vira.

Dean obedeceu e se virou de costas para Sam, e o mais novo sentiu seu mastro pulsar com aquela visão. Dean era muito branco, com sardas salpicando quase toda as suas costas e um pouco até na bunda. O mais novo tinha uma certa tara pelos músculos de Dean naquele lugar, eles eram bem definidos e dava tesão quando o loiro mexia os braços, pois eles se mexiam junto. A bunda de Dean era grande e redonda, durinha ao toque e deliciosa de ser vista e provada.

Sam respirou fundo para tentar se controlar e não acabar fodendo Dean agora mesmo, antes de lhe fazer o beijo grego que queria, e se deitou sobre ele, beijando a nuca e agarrando os ombros do irmão. Dean gemeu manhoso e virou seu rosto para tentar olhar para Sam, sentia o pau dele se esfregando na base de suas costas e o melecando com o pré-gozo. O mais novo desceu com sua boca e suas mãos, beijando e apertando, acariciando e sentindo cada musculo trabalhado por horas caçando monstros desde a adolescência de Dean

Pegou a faca que estava abandonada do lado deles e abriu um corte do lado direito das costas do irmão, ouvindo ele gemer e vendo o sangue escorrer, então lambeu cada gota, sentindo-se mais desesperado e poderoso do que antes. O corte logo se fechou e então Sam continuou seu trabalho de provar todos os gostos de Dean, chegando na base da coluna e sentindo o gosto salgado do seu próprio liquido pré-seminal.

Sam passou o braço por baixo do quadril de Dean e o levantou, segurando a cabeça dele no chão quando o demônio ameaçou ficar de quatro.

— Quero assim, só com a bunda levantada. Você fica mais aberto pra mim. – Disse Sam e Dean olhou-o por cima do ombro, impaciente e com aqueles olhos negros, ameaçadores, mas o moreno não se intimidou, dando um tapa com força que marcou todos os seus dedos na banda direita de Dean.

— Ai, caralho, vai logo. Vai logo ou eu vou. – O loiro ameaçou.

Sam riu do desespero do irmão, ele mesmo estava desesperado, seu pau estava dolorido e com as veias super estufadas.

Abriu as duas bandas e as separou com as mãos, revirando os olhos de tesão ao ver o buraquinho rosado e pulsante de Dean e dando um cuspe para lubrificar logo em seguida. Enterrou seu rosto ali no meio, raspando o nariz no encontro dos músculos das nádegas e lambendo Dean bem onde queria. O gosto ainda era o mesmo, salgado, meio almíscar e delicioso. Incrivelmente delicioso.

Lambeu e chupou, deu beijos e mordidinhas, forçou sua língua para dentro e o molhou lá, aspirou o cheiro e apertou a carne da bunda dele entre os dedos, deixando marcas e arrancando gemidos suplicantes.

— Porra! Porra! Porra, Samuel! Ahhhh que delicia essa porra... – Dean gemeu e levou uma de suas mãos até o cabelo de Sam, forçando-o contra sua bunda e afastando mais suas pernas.

Sam substituiu sua língua por dois dedos, depois de cuspir neles para facilitar a entrada. Enquanto metia os dedos em Dean e os tesourava dentro dele, abrindo o musculo e o relaxando, Sam se inclinou até alcançar a boca de Dean e o beijou, todo desajeitado pela posição e pelos gemidos que Dean soltava em meio ao beijo por causa de seus dedos.

— É gostoso, Dean? Meus dedos na sua bunda é bom, né? Você é um tesão, caralho! Eu quase gozei só de ver você... eu tava com tanta saudade. – Confessou Sam entre os beijos que dava em Dean, seja na boca ou em qualquer lugar que conseguisse, em suas bochechas ou ombros.

— Eu também tava... hmmm, delicia... – Dean ofegou e mordeu o lábio. – Puta merda Sam, esses seus dedos são tão compridos...

Sam gargalhou malicioso e deu outro tapa na bunda do irmão com a sua mão livre, enfiando seus dedos até a última falange e acariciando a próstata conhecida do irmão.

O mais alto voltou para trás de Dean, tirando seus dedos e os chupando, gemendo de tesão com o gostinho de Dean e voltando a lamber a entrada do mais velho. Ao mesmo tempo em que fazia o beijo grego e Dean implorava por mais, Sam agarrou o pau dele e começou a masturba-lo, disse que o faria gozar só com a sua língua lá atrás e o faria.

Sam sentia as pregas do irmão irem cedendo conforme Dean relaxava mais e ele podia enfiar a língua mais fundo.

Dean gemeu um grito e se derramou na mão de Sam, melando-a e sujando o chão de branco, enquanto arqueava as costas e se empinava mais para o moreno, empurrando sua bunda para trás durante o orgasmo.

Sam sorriu e deu mais um chupão forte no cu de Dean, aplicando pressão nas bochechas e soltando com um barulho molhado.

Dean estava ofegante, corado e com o corpo tremulo quando Sam se deitou sobre ele, fazendo ele baixar a bunda e o sujando com a própria porra.

— Eu disse que ia fazer você gozar só com a minha língua...

Sam sussurrou no ouvido dele e mordeu o lóbulo, sorrindo orgulhoso.

— Que seja, agora dá pra fazer o favor de me comer? Eu tô pegando fogo, caralho...

— Claro, eu sempre faço tudo que você quer mesmo.

Sam sorriu e segurou seu membro, levantando o corpo e ficando de joelhos. Posicionou Dean de quatro e lambuzou sua mão com a porra de Dean no chão, lubrificando a si e a entrada do mais velho e então direcionando seu mastro ao lugar desejado.

A glande entrou lentamente e então Sam esperou, segurando a cintura do irmão e ouvindo ele reclamar para continuar logo. Quando Dean estava prestes a se levantar e ele mesmo foder Sam, o mais novo deu uma estocada certeira do seu imenso pau todo de uma vez, fazendo Dean ir para frente com o tamanho da força que o atingiu e berrar de dor.

— Ahhhhh seu filho da puta miserável, meu...!

Ele gritou de novo quando Sam o mordeu no ombro com tanta força que dessa vez sangrou e o mais novo chupou tudo que pode antes de o ferimento se curar, estocando Dean da mesma forma que a primeira vez. Sam tirava quase todo o seu pau para fora, e então se metia todo de uma vez, soltando um ofego quando suas bolas batiam na bunda do loiro.

— Sam, calma, porra, tá... Ai!

Dean gemeu em protesto quando seu irmão aumentou a velocidade, mas Sam não deu a mínima para os protestos, indo ainda mais rápido, forte e fundo no corpo de Dean, que gritava de dor e prazer.

— Não queria que eu te fodesse? Me deu o sangue, agora aguenta. Era assim que você me queria? Descontrolado por causa dessa porra? – Sam perguntou quando se curvou sobre Dean. O fato dele ser muito forte facilitava os movimentos que ele fazia no irmão em qualquer posição.

Os dois homens suavam, gemiam e ofegavam juntos. Seus corpos pareciam duas brasas prontas para pegarem fogo.

Sam mordeu Dean mais uma vez, mas dessa vez nas costas, até o sangue começar a escorrer e então ele bebeu. Ficou ainda mais doido de vontade e tesão, metendo com tanta força que as nádegas de Dean já estavam ficando arroxeadas de tanto serem espancadas.

Pareciam dois animais gemendo enquanto se ligavam, mas apesar de toda aquela brutalidade existia o amor dos dois. Só estavam fazendo aquilo porque se amavam, caso contrário Dean teria matado Sam, não importava se era ou não seu irmão.

Apesar de toda aquela força e testosterona exalando pelos poros dos homens que se emaranhavam um no outro, existia cuidado e carinho. Quando os dois estivessem acabados, um limparia o outro e um cuidaria das dores do outro, como sempre faziam.

Naquele ritmo não demorou para que Sam gozasse dentro de Dean, gemendo seu nome e abraçado no seu corpo. O moreno sentiu-se tonto com a intensidade do seu orgasmo, e levou a mão até o pau de Dean, sentindo-o duro novamente.

Sam saiu de dentro de Dean e seu sêmen escorreu pelas coxas do loiro, deitando-se no chão de barriga para cima e batendo na coxa do irmão.

— Sua vez. – Ele disse sorrindo e acariciando as costas do loiro, que ainda estava se recuperando. Dean se posicionou entre as penas de Sam, cuspiu na sua mão e se lubrificou, metendo seu pau em Sam e fazendo ele gritar de dor. O próprio suor dos dois corpos facilitou a penetração, e devido ao orgasmo recente Sam estava mais relaxado, mas ainda assim doeu como um ferro quente marcando sua pele, já que Dean não tinha se preocupado nenhum pouco em prepara-lo.

As estocadas foram violentas e bem longe do poderiam ser chamadas de amorosas. Ali agora só existiam dois corpos querendo atingir o prazer como pudessem , não importava se machucariam um ao outro no percurso.

Estava sendo muito diferente de todas as vezes em que os irmãos e amantes já haviam feito sexo. Sempre tinha sido bruto, eles gostavam assim, mas acima de tudo tinha o cuidado, o amor e a preocupação. Mas apesar de seu ânus doer como o inferno, Sam sentia um tesão maior do que a dor quando olhava Dean o foder e retorcer seu rosto de prazer, suando e deixando a mostra os olhos pretos.

— Dean! Caralho... ahhhh!, você vai me...! – Sam respirou fundo sentindo as estocadas ficarem mais erráticas à medida que ele percebia que seu irmão estava chegando ao ápice.

Gozou sobre o próprio peito mais uma vez, Sam não sabia em que momento tinha ficado duro de novo, mas as contrações do orgasmo o fizeram delirar. Dean ainda meteu nele mais algumas vezes e então despejou-se dentro de Sam, urrando alto como um animal e tomando os lábios do mais novo nos seus possessivamente.

Sam abraçou o corpo suado e cansado de Dean, que caiu sobre o seu e sorriu satisfeito.

O poder que o sangue de demônio emanava sobre o seu corpo estava diminuindo, por isso ele precisava agir rápido.

Dean estava distraído, ainda ofegante do orgasmo e beijando-lhe os lábios entretido, quando o mais novo inverteu as posições e pressionou o corpo do loiro para baixo, virado com o rosto para o chão e as mãos presas nas próprias costas.

O demônio deu uma risadinha maliciosa e soltou um pequeno gemido.

— Já mais uma rodada, Sammy? Vai ter que me dar alguns minutos para tomar fôlego...

Sam ignorou o comentário e pegou as seringas com o sangue bento, enfiando-as no braço de Dean, onde a Marca de Caim ficava, todas de uma vez.

Dean se debateu nos seus braços, mas ele estava vencido pelos orgasmos que tivera, além de que Sam tinha uma força maior do que deveria, pois, o sangue de demônio ainda agia no seu corpo. O loiro urrou de dor, e se debateu o quanto pode, batendo as pernas no chão e forçando seus braços.

— Seu maldito filho da puta!

Berrou para Sam e o moreno deitou seu corpo sobre o do irmão, para segura-lo melhor enquanto sentia os espasmos dele diminuírem.

Sam não podia deixar de se sentir meio excitado, mesmo que a ocasião não fosse das melhores – Dean estava desmaiado e suando frio, após Sam ter injetado todas as agulhas nele de uma vez –, sentir seu pênis roçando na bunda de Dean e controlar-se era pedir demais.

Abraçou o corpo de Dean quando notou que ele tinha apagado completamente e saiu de cima dele, envolvendo-o com seus braços e o tirando do chão, para aninha-lo no seu peito.

Longos minutos se passaram, e o moreno estava começando a ficar desesperado. Dean não acordava nem dava qualquer sinal de vida, a não ser pela febre que consumia seu corpo e o fazia suar.

Depois de vinte minutos assim e Sam quase a beira das lágrimas, o mais novo sentiu o corpo de seu irmão voltar a temperatura normal de um humano e parar de suar e então abrir os olhos para lhe encarar.

Num primeiro momento Sam achou que ele ainda era um demônio, pois seus olhos estavam pretos, mas então eles desapareceram e deram lugar as lindas orbes verde-esmeralda e a esclera super branca.

Dean ficou confuso por alguns instantes, mas então Sam o abraçou com mais força, enterrando seu rosto no cabelo do irmão e sentindo o corpo dele estalar.

— Sammy, eu vou quebrar se você me apertar mais. – Dean disse com uma voz cansada e rouca.

— Dean? – Sam perguntou, não estava acreditando que o tinha de volta.

— Sou eu, maninho.

— Dean!

Sam puxou-o para ele sentar-se no seu colo melhor e segurou seu rosto com as duas mãos, fazendo o loiro lhe olhar, e então tomou os lábios dele em um beijo profundo e intenso, cheio de amor e sentimentos. Saudade era um deles.

— Calma aí, tigrão, que você não foi nada gentil lá atrás. Tá doendo pra caralho, então nada de me apertar desse jeito.

Dean disse e olhou o mais novo nos olhos depois que ele o apertou em seus braços com força, colando seus lábios um no outro logo em seguida. Seus corpos grudavam um no outro e o ambiente todo cheirava a sexo.

— Desculpa, eu... – Sam se remexeu no chão e então sentiu sua entrada arder também e então fez uma careta de dor. — Acho que sei do que tá falando.

Os dois sorriram e se abraçaram mais uma vez, ficando cada um nos seus pensamentos enquanto curtiam a presença um do outro de novo.

Sam não era mais viciado em sangue, e provar dele mais uma vez não fizera com que ele voltasse ao seu vício. Só precisava da força para segurar o irmão mais velho. Talvez também tivesse gostado da sensação de poder, mas tinha plena consciência de que aquilo era muito mais ruim do que bom.

Dean não sabia explicar como tinha voltado a ser humano. Lembrava de tudo que tinha feito como demônio e sentia seu peito apertar de culpa por todo o mal que tinha feito, mas sentir o calor de seu irmão tão próximo a ele de alguma forma o reconfortava e dizia a ele que não tinha sido sua culpa, e que ele não podia parar aquilo.

Mas Sam podia e o fez e Dean o amava mais ainda por tê-lo salvo de novo. Ser demônio era mais fácil, ele não precisava lidar com todos aqueles sentimentos dentro dele, e tinha ficado por muitos meses lembrando-se somente dos sentimentos ruins. O amor de Sam com certeza não estava incluído naquele mar de sentimentos ruins, e era a única coisa pela qual Dean ainda lutava.

FIM.


Notas Finais


Eaí, o que acharam?
Comentem! ^^
Se alguém quiser entrar no meu grupo de Wincest no whatsapp, me manda o seu número nas mensagens privadas ^^
Beijos e até o próximo <3


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