História Save Me? - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Bigbang, Romance
Exibições 36
Palavras 1.849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo Oito!
Desculpa pela demora, por que depois do último capítulo, eu fiquei perdida mas eu me achei e está aí!
Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 8 - Respostas desconhecidas...


Fanfic / Fanfiction Save Me? - Capítulo 8 - Respostas desconhecidas...



Eu estava em um lugar escuro, muito mesmo, eu não via nada. Andei um pouco pelo lugar, até chegar ao um ponto, onde se iluminou rapidamente, onde vi logo alguns metros a minha frente, duas pessoas bem familiares com roupas que eu já tinha visto.

Me aproximei um pouco, até que fui parada por um tipo de barreira que eu não via. Olhei mais para aquelas duas pessoas, onde vi eles sorriem ao ver uma coisa a sua frente.

Que porra estava acontecendo?

Ouvi uma risada de criança, ao me virar, vi uma menina correndo em direção à aquelas pessoas. Eles se abraçavam e riam.

Eu não estava entendendo o que acontecia.

Ao eles se virarem vi na mão de um deles, ou seja, atrás nas costas deles para esconder. Continha uma faca, com uma lâmina brilhante e afiada. Que podia cortar com um simples toque.

Assim eles saíram, sorrindo e rindo.

- HEY! VOLTEM!

Gritei até que eles me escutassem, mas parecia algo um pouco difícil. A criança estava muito feliz. Parecia que tinha ganhado um presente tão querido de Natal.

Eu comecei a me debater dentro daquela "barreira", a chutei, a soquei. Meus punhos estavam roxos e sangravam por ter socado com força demais. Até que vi um trinco, assim continuei até quebrar como uma vitrine. Caíram vários cacos de vidro e minhas mãos sangravam.

Assim, segui aquelas três pessoas. Ao andar, escutei um grito agudo e alto, que doeu em meus ouvidos. Assim corri até a direção onde levou aquele grito, onde vi uma terrível cena, os dois adultos no chão, ensanguentados, sem vida… Mortos…

E a criança no chão, com a faca em seu abdômen. Ela chorava, não por dor pelo ferimento e sim a dor por aquelas duas pessoas.

Eu comecei a chorar junto com ela, eu não sabia o por quê. Mas aparentemente, eu sabia como aquilo doia, como se eu já tivesse sentido. Mas eu não lembrava…

Ao me aproximar da criança, vi um enorme clarão e não vi mais aquela criança. Só um teto, extremamente branco com uma lâmpada branca à cima de mim. Eu estava deitada, ao me sentar, vi que tinha mais três pessoas naquela sala. E o Dr.Park.

- Oh… Sook, você acordou...

Falou o mesmo, sorrindo. Como ele podia ainda sorrir mesmo com o ocorrido antes?

- Eu estava falando com alguns superiores meus, sobre seu caso. E chegamos à conclusão, que você deve vir aqui três vezes por semana, para o tratamento. Eles disseram que quanto mais rápido começarmos o tratamento, será menos frequente esse tipo de "ataque". E será menos perigoso as pessoas ao seu redor…

Perigoso? Mas eu não fiz nada que prejudicasse alguém...

- Perigoso? Eu não fiz nada assim. Eu não machuquei alguém…

- É aí que você se engana, você machucou alguém sim!

Minha expressão de surpresa, foi uma coisa que foi impossível esconder.

- C-Como A-Assim?

Perguntei, trêmula, eu temia o pior.

- Hum… Quando você fica inconsciente pelo seu "ataque", digamos que você fica um pouco agressiva.

- A-Agressiva?

Ele levanta a manga de seu jaleco e me mostra seu braço esquerdo enfaixado e com um pouco de sangue exposto ali. Eu coloquei as minhas mãos em minha boca, para mim aquilo era chocante.

- Viu? Você pegou um bisturi em uma mesa, enquanto estavamos te prendendo, e você me atacou. Para ser mais específico, você se defendeu e acabou me machucando.

- M-Me D-Desculpe…

- Não precisa, você estava alterada pelo choque.

Abaixei minha cabeça, fitando o chão.

- Como vai ser meu tratamento?

Perguntei, ainda me sentindo culpada pelo que fiz.

- Bom… Os antipsicóticos, também conhecidos como neurolépticos, são os medicamentos utilizados no tratamento. São assim chamados por possuírem efeito calmante e por combaterem sintomas como delírios, alucinações, comportamento desorganizado e agitado. Eles atuam sobre um neurotransmissor chamado dopamina, cujo excesso provoca os sintomas positivos e desorganizados da esquizofrenia. Bloqueando canais receptores de dopamina nos neurônios, eles evitam que o excesso da substância atinja as células nervosas, reequilibrando o sistema de neurotransmissão. Esse efeito é essencial para a duração do efeito antipsicótico por longo prazo.
Esse será o primeiro processo do tratamento, conforme o tempo de tratamento, surgirá mais processos. Entende?

Assenti, era realmente muita coisa. Mas se realmente, melhorar minha situação, valerá a pena.

- Tudo bem… Vou te entregar quatro caixas de neurolépticos. Cada caixa apresenta, 60 comprimidos por dia, você deve tomar dois. Qualquer dúvida ou problema, me consulte! Não faça nada sem minha ajuda ou permissão, ouviu?

- S-Sim.

- Obrigado por vir.

Ele me ofereceu a sua mão para apertar, assim eu fiz.

- De onde veio esses cortes em seus punhos?

- Que?

Olhei para eles, onde eles estavam machucados. Mas eu tinha machucado eles no sonho, como poderia ter acontecido isso de verdade?

- Ah… Eu não sei.

- Mas você não vai sair assim, vou pedir para a enfermeira cuidar.

Ele chamou uma enfermeira, onde ela os limpou e os enfaixou. Assim fui embora, voltando para casa. Ao chegar lá, estava silencioso?

- Dong?

Eles deveria ter saído, subi pro meu quarto.

- Preciso esconder isso…

Falei, olhando pros papéis do exame e os remédios, da Anemia e da Esquizofrenia. Coloquei tudo escondido atrás de uma escrivaninha, ao lado da minha cama.

- Pronto... Agora, vou tomar banho.

Me despi e fui tomar banho, assim feito. Tomei banho, sem molhar os curativos das mãos. Ao sair do banheiro, com uma toalha enrolada no corpo.

Escutei um som estranho, vindo lá de baixo.

- Dong?

Falei, em tom audível. Mas ninguém me escutou… Assim, fui até as escadas, desci elas calmamente. Ao chegar lá, olhei em volta, não tinha ninguém.

Ia me virar para voltar pro quarto, para me vestir. Mas alguém me abraçou por trás, por impulso, eu gritei e o empurrei. Ao me virar para ver quem era, era uma mulher que nunca tinha visto na vida.

- Kwan, nós chega…

Vi Dong e outros quatro entrarem na casa e olharem para nós duas.

- O que você está fazendo aqui?

Perguntou, JiYong.

- Aí… Não posso nem te visitar, amor…

Disse a mulher, com um sorriso meigo. O abraçando.

- Amor?

Perguntei, meio confusa.

Ela se virou para mim, com um olhar mortal.

- Sim... Mas quem é você e o que está fazendo na casa do MEU Oppa?

- Para, Mi-Cha… Não é minha casa, é nossa casa!

Falou, JiYong apontando para todos os outros.

- Então… O que ela faz aqui? ELA ESTÁ DE TOALHA!

Falou, a mesma irritada apontando para mim.

- Ela mora aqui.

Se pronunciou, DaeSung. Sério, como sempre. A tal de Mi-Cha, se virou para mim.

- Como Assim? "Ela mora aqui?"

Falou ela, que ainda não tirava os olhos de mim.

- Ela mora aqui, não tem o que explicar.

Falou Seungri, indo se sentar no sofá da sala.

- CLARO QUE TEM! ELA ESTÁ NA MESMA CASA QUE O MEU OPPA!

Eu bufei alto, pelo escândalo da garota.

- Olha aqui… Se você acha que eu pretendo ter algo com esse pervertido aí!

Apontei para JiYong.

- Pois você está muito enganada, eu e ele não somos nada! Só moramos na mesma casa, vê se para de drama, está me dando dor de cabeça, escandalosa.

Falei, me virando para subir as escadas. Até que aquela gota de esperma desperdiçado, conhecido também como Mi-Cha, gritou.

- VOCÊ NÃO É ALGUÉM PARA ME OFENDER!

- Ah é, pois vai reclamar com as vacas, elas têm mais interesse de escutar uma vaca do que eu.

Subi as escadas e fui pro meu quarto, trocar de roupa, aproveitei e tomei os dois comprimidos e os outros seis. Um de cada vez, sem misturar nada. Assim saí do quarto, onde vi JiYong e a Naja, opa, a Mi-Cha, discutindo.

- Mi-Cha, você precisa parar com essas coisas! Assim ninguém vai querer se aproximar de você e de mim...

- Mas Oppa, ela quer tirar você de mim… Eu precisava fazer algo.

- Mi-Cha, vou te dizer de novo. Ela me odeia! Para que ela faria isso?

- Por querer ganhar status, por que você é GD.

Ele começou a rir.

- Mi-Cha, ela odeia atenção. Você precisa ser menos escandalosa!

- Oh… Você também acha que sou escandalosa como ela acha?

Revirei meus olhos, pelo tamanho drama que ela fazia.

- Kwan…

Vi Seungri chegar ao meu lado e escutar a conversa comigo.

- Ela é muito dramática, tão dramática que dá enjoo.

Falei, ele deu uma pequena risada.

- Também acho, eu nunca apoiei o relacionamento dela com o Hyung. Ela sempr…

- Shiu!

Coloquei o meu dedo indicador em seus lábios para ficar calado. Ao me virar para continuar a observar, JiYong estava bufando alto no sofá, enquanto ela ainda fazia drama.

- Vamos descer, Seungri.

Assim descemos naturalmente, para mostrar que nem estávamos ouvindo nada, na verdade até o bairro podia ter ouvido, por causa daquela escandalosa.

Cutuquei Seungri, com o ombro, para sinalizar para irmos para a cozinha. Assim fomos, chegamos lá.

- Quer comer algo?

Perguntei, naturalmente.

- Ah, sim. Pode ser um sanduíche.

- Você vai me ajudar a fazer, folgado!

- Aham…

Assim, começamos a fazer. Mas Seungri, era um,  pouco agitado demais e começou a me melar de maionese.

- Seungri, pare.

Ele continuou, até que perdi a paciência e o melei também.

- Você me paga!

Comecei a correr pela casa, sem querer escorreguei e  derrubei alguém, esse alguém era JiYong.

- Desculpa, vou me levantar.

Falei, para Mi-Cha antes que ela começasse a gritar. Mas JiYong não deixou, ele pegou um pouco de maionese que tinha no meu nariz com o dedo e lambeu.

- Maionese, sério mesmo?

Falou, rindo. Fazendo Seungri rir e me fazendo rir. Onde surepreendeu os dois.

- O que foi? Não pode rir?

Mi-Cha me puxou pelos cabelos. E me jogou de lado.

- Você está me deixando cada vez mais irritada!

Falou ela, vindo para cima de mim. Onde Choi interferiu, ficando na minha frente.

- Saí dessa casa, Mi-Cha…

Falou o mesmo, irritado.

- O quê?

- Saí dessa casa, Mi-Cha!

- Por quê?

- Saí antes que eu te coloque para fora a força.

Ela saiu batendo o pé e bateu a porta com força. Choi suspirou.

- Finalmente que ela saiu, ela estava me irritando cada vez mais. Está bem, Kwan?

- Estou sim…

Me levantei e bati no meu short para tirar a sujeira.

- Alguém quer sanduíche?

Perguntou, Seungri. Animado com sempre, assim foram descendo DaeSung e Dong.

- Queremos!

Falou, todos.

- Vai fazer, Kwan…

Falou, Seungri rindo.

- Folgados, insuportáveis, preguiçosos…

Falei, indo fazer. Assim eles começaram a fazer guerra novamente, onde saímos todos melados, comemos, tomamos banho e fomos dormir.

Ao me deitar na minha cama, refleti um pouco.

Eu estava me tornando próxima deles, amigos afinal, mas Dong é meu amigo a mais tempo, mas todos somos.

Mas, sobre esse sonho que tive, que estava mais para pesadelo, eu ainda quero saber seu significado…

Muitas perguntas e inúmeras respostas…


Notas Finais


Obrigada por ler.
Espero que tenham gostado.
Até a próxima!
Kissus doces 😘💙


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