História Save Me - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 16
Palavras 2.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volteii, junto do meu pc hehehehe Gente quanto tempo eu dormi? ja estamos em 19 favoritos :o Obrigada a todos que favoritaram e que estão comentando isso só me incentiva. Se você ainda não favoritou aproveite e ja favorite.
Sem mais delongas, bora pro cap.

Capítulo 12 - In Search Of Answers


Fanfic / Fanfiction Save Me - Capítulo 12 - In Search Of Answers

Tentei ficar o mais surpresa possível, na verdade nem precisei tentar.

-Eles voltaram? Por que estariam te perseguindo?

-Esquece... – Ele disse parecendo confuso. – Deve ser efeito dos remédios.

Ele me lançou um sorriso como se quisesse me acalmar, mas estava nítido em seu rosto que ele estava confuso.

-Mas você está bem? Eles te fizeram alguma coisa? – Disse me aproximando e colocando minha mão em seu rosto.

-Não se preocupe Ali, eu estou bem! – Ele segurou minha mão e beijou minha testa.

Ele se afastou e sorriu. Novamente ele se aproximou e quando nossos lábios estavam quase se tocando ouvimos alguém falar.

-Jin, a comida está pronta? – Reconheci a voz como sendo de Hope.

Jimin se afastou de mim e murmurou:

-O que preciso fazer para ter um pouco de privacidade nesta casa?

Dei uma leve risada e me levantei. Guardei o kit de medicamentos e fui até a cozinha a tempo de ver Jin expulsando Hope da mesma.

-O que está acontecendo? – Perguntei arqueando uma sobrancelha.

-Hope quer roubar a comida, nada demais. – Jin falou tentando fazer cara de bravo o que o deixou mais fofo.

-Eu tô com fome! – Hope protestou e eu apenas sorri.

Jin finalmente conseguiu expulsar Hope da cozinha. Ficamos ali conversando sobre assuntos do dia enquanto eu ajudava Jin a preparar tudo.

-Ali, você pode ir chamar Suga? Sei que é meio perigoso, mas ele gosta de você. E é mais provável que ele não te de um soco na cara.

Concordei e me virei. Subi as escadas e fui em direção ao quarto de Suga e Tae. Abri a porta devagar.

-Suga? – O chamei um pouco alto.

Ele se revirou na cama e atacou um travesseiro em mim, mas me desviei com sucesso.

-Vai embora! – Ele disse com voz de criança mimada.

-Mas a comida está pronta.

-Ah, Ali, é você. – Ele se espreguiçou e se sentou na cama. – Desculpe o travesseiro, já estou descendo.

Concordei com a cabeça e quando estava me virando para sair do quarto ouvi Suga me chamar.

-Ali, volta aqui.

Olhei para ele e o mesmo estava fazendo sinal para eu me sentar na cama ao lado dele. Me aproximei e me sentei. Ele ficou me encarando com uma cara maliciosa.

-O que foi? – Perguntei sem entender o porquê daquela cara.

-E então qual dos dois? Jimin ou JungKook?

Olhei para ele confusa.

-Como assim?

-Escolha, Jimin ou JungKook?

-Escolher em que sentido Suga? – Perguntei arqueando uma sobrancelha.

-Qual dos dois você está afim?

-Por que JungKook está nessa pergunta?

-Você é lerda? Ele está afim de você né.

Olhei surpresa para ele.

-Claro que não! Ele apenas me ajudou quando eu fiquei mal.

-Ali, Ali, o que você tem de bonita você tem de anta. – Maravilha, um segundo Namjoon na minha vida. – Agora vamos, ou eles vão acabar com a comida.

-Eu já vou. – Falei pensativa.

Suga apenas deu de ombros e se levantou indo em direção a porta. Antes de sair ele se virou novamente em minha direção.

-Prefiro você com JungKook. Vocês formam um belo casal de crianças. – Neste momento peguei um travesseiro e joguei em sua direção, e o mesmo saiu correndo.

Pensei um pouco no que Suga havia dito. Bobagem Emily. Balancei a cabeça me livrando destes pensamentos e desci para me juntar aos outros.

O único lugar vago na mesa era entre Jimin e JungKook. Me aproximei da cadeira e me sentei. Olhei Suga que estava a minha frente me olhando com uma cara maliciosa, apenas o ignorei e comecei a comer. Assim que todos terminaram Jin se pronunciou.

-Taehyung, a louça é sua.

-AAAH NÃO! – Tae protestou.

-Nem vem que hoje é seu dia sim! – Hope falou e Tae assentiu fazendo bico.

-Então galera, vamos para a sala de musica para a Ali mostrar seu talento? – Suga sugeriu.

-Não exagere, Yoongi! – Falei. E quando o chamei de Yoongi ele fez uma cara de azedo me fazendo rir.

Fomos para essa tal sala de música. Ela se encontrava no final do corredor no andar de cima. Ao entrar me deparei com uma sala clara, com pufes colorido, um sofá de couro preto, uma bateria, um violão, uma guitarra e um teclado. Peguei a partitura das mãos de Jin e logo me sentei de frente ao teclado para começar a tocar. A melodia que Suga compôs era calma, suave e ao mesmo tempo profunda. Conforme meus dedos tocavam as teclas revelando seu som harmonioso, Jin e Hope compunham a letra. Em certo momento Suga começou a fazer um rap, no mesmo instante parei de mover meus dedos sobre as teclas e o encarei.

-O que foi? –Suga perguntou me encarando. – Faz parte da música. Está ruim?

-Não, está muito bom na verdade, só estou surpresa. Não sabia que você fazia rap tão bem.

-Efeitos de um Namjoon na vida.

Começamos a rir, até que ouvi meu celular tocar em meu bolso. Olhei para a tela e vi que era Namjoon.

-Alô?

“-Emy, corra aqui, você precisa ver isso.”

-Tudo bem, já estou indo! – Disse me levantando.

“-Seja rápida.”

Desliguei o celular e voltei minha atenção para os garotos.

-Preciso ir, Namjoon não está se sentindo bem.

-Quer que eu te leve? – JungKook se voluntariou.

-Não precisa, mas obrigada. – Falei já indo em direção a porta. – Até mais garotos.

Eles se despediram e fui o mais rápido possível para casa.

Cheguei ofegante e fui para o quarto de Namjoon.

-O que foi que aconteceu? – Perguntei abrindo a porta.

-Emy, veja isso! – Namjoon disse me dando espaço para olhar o computador.

Na tela pude ver um mapa de Seul e um ponto vermelho parado em meio à rodovia.

-É o carro que eu coloquei o rastreador?

-Sim, ele não parava de se mover, até agora. É melhor verificarmos?

-Sim, eu vou me trocar e vou para lá. Me dê as chaves do carro. – disse estendendo minha mão.

-O que? Não vou te dar as chaves do meu bebê.

Suspirei impaciente e me aproximei dele colocando minhas mãos no encosto da cadeira, prendendo-o na mesma.

-Namjoon. Ele está parado no meio de uma rodovia deserta. Não há como chegar lá sem ser de carro e a não ser que você tire a bunda desta cadeira e me leve, o que eu sei que você não vai fazer, porque você não faz trabalho de campo, você tem que me dar as chaves. Agora me dê elas antes que as pegue por mim mesma.

Ele pegou as chaves no bolso e me entregou de cara feia. Assim que as peguei me afastei dele.

-Você pareceu seu pai agora. – Ele disse cruzando os braços.

-Eu posso ser muito pior do que ele. – Disse saindo do quarto.

Coloquei minha roupa de trabalho e fui para o carro. Como ainda era dia, ativei os óculos escuros. Liguei o carro e dei partida. Liguei o GPS e acionei a rota que Namjoon havia me mostrado. Dirigi o mais rápido que pude pelas ruas super lotadas de Seul.

“-Será que dá pra você tomar mais cuidado?!” – Ele disse quando virei uma rua bruscamente.

-Será que dá pra você calar a boca. Estou tentando me concentrar e ir o mais rápido possível, antes que ele saia do lugar.

“-Já percebi que está de mau humor.

-Se você não for falar nada importante e apenas ficar me importunando eu juro que arranco este ponto e você não vai mais falar comigo.

Enquanto dirigia vi o semáforo do cruzamento ficar amarelo, pisei fundo no acelerador passando pelo semáforo quando o mesmo mudou de amarelo para vermelho.

“-L você por algum acaso QUER MORRER? Quer saber nem responda, é bem capaz de você falar que sim.”

- Informações úteis, por favor.

“-Eu procurei se havia alguma coisa no local, um prédio ou casa, porém não há nada lá.”

-É isso que vamos descobrir.

Pisei no acelerador indo o mais rápido possível. Virei uma rua indo de encontro com a rodovia. Eu andava na velocidade máxima do carro, e só desacelerei quando o GPS anunciou que eu havia chego em meu destino.

-Monster, você disse que não havia nada aqui, certo?

“-Sim.”

-Então por que eu vejo um prédio de pelo menos doze andares, que parece ser equipado com a mais alta tecnologia?

“-Como assim? Isso é impossível, aqui não consta nada.”

-Irei ficar um tempo por aqui para analisar melhor esta situação.

Namjoon concordou e estacionei um pouco distante do prédio. Ativei o zoom do óculos que Namjoon havia me dado e percebi cinco homens de terno na porta principal, e havia pelo menos um deles em cada janela do prédio, porém nada fora do normal, aquilo parecia uma grande empresa.

Como nada acontecia comecei a ficar entediada e pensar na minha vida depois que vim para a Coréia. Tudo aconteceu tão rápido, porém de um jeito bom. Conheci seis caras incríveis que sei que poderia levar comigo pelo resto da vida... Mesmo eu não podendo. Me lembrei do que Suga havia me dito, e parando para pensar, até fazia sentido. Já está mais do que claro que Jimin tem sentimentos por mim, mas JungKook... Ele sempre me tratou muito bem, realmente diferente do jeito dos outros garotos. Haviam vezes que ele me tratava até melhor que Jimin... Não Emily, ele é só um amigo que se importa, talvez se importe um pouco demais...

Me livrei destes pensamentos quando ouvi um barulho de motor aumentando. Olhei para o prédio e um carro com apenas um homem saiu de lá.

-Monster, irei segui-lo!

“-Faça isso, qualquer problema te aviso!”

Assenti e comecei a segui-lo, mantendo sempre distância para não ser percebida. Depois de um bom tempo dirigindo, algumas paradas em pontos específicos da cidade, e uma parada para comprar comida, o cara parou em um beco, provavelmente para comer. Neste momento tive uma ideia de como conseguir respostas.

-Monster, você se lembra da missão Moscou na Rússia?

“-Lembro, mas por que você esta lembrando de algo assim?”

-Você se lembra do que eu fiz para conseguir respostas?

“-Lembro, mas... Você está pensando em fazer isso de novo?”

-Talvez.

“-Se você acha melhor fazê-lo, então faça.”

-Aquele lugar ainda está disponível?

“Sim.”

Assenti e estacionei o carro uma rua antes do beco. Saí do carro e subi no telhados, ao olhá-lo de cima o vi fora de seu carro, apoiado na porta comendo um hambúrguer. Pulei do telhado caindo na sua frente, ele se assustou e quando me viu tentou pegar a arma, mas antes que pudesse fazê-lo acertei um soco em seu rosto e depois atingi um ponto em sua nuca fazendo-o cair desacordado.

O amarrei e o coloquei no porta-malas do carro. Dirigi até um galpão abandonado em meio a ruas industriais desertas. O sol já ameaçava se pôr transformando o céu azul em negro.

Retirei o homem do porta-malas e o levei para dentro do galpão o amarrando em uma cadeira. Arrumei meu lenço em meu rosto e liguei o aparelho que alterava a voz. Remexi seus bolsos e achei sua carteira com sua identidade seu nome era Bon-Wha.

Ele começou a se mexer na cadeira a abrir os olhos lentamente. Me aproximei e o encarei.

-Que bom que acordou. Tenho algumas perguntas.

Ele olhou o ambiente a sua volta antes de me encarar de volta.

-Sem nem perguntar meu nome antes? Achei que você fosse mais educado. – Ele disse pondo um sorriso no rosto.

-Eu não preciso perguntar seu nome, Bon-Wha. – Disse atirando sua identidade em seu colo. – E você já deve ter uma ideia de quem sou.

-Você é o protetor de Park Jimin. E o cara que deu uma boa surra em Joon-Ho. Mas você poderia ser mais educado e me dizer seu nome.

-Meu nome não interessa. Mas me diga Bon-Wha, quem é seu chefe?

Ele me olhou antes de começar a dar risada.

-Então você já sabe sobre nós? Você é bem eficiente. Poderia usar toda essa eficiência e me comprar um lanche, estou morrendo de fome. Você meio que me atrapalhou.

-Eu não sou seu servo. E não estou aqui para brincadeiras. Quem é seu chefe?

-Se eu continuar calado, o que você vai fazer?

Dei risada e me virei de costas para ele e quando me voltei novamente em sua direção, dei-lhe um soco no rosto fazendo-o cuspir um pouco de sangue.

-Quem é seu chefe?

-Vamos lá, você pode fazer melhor que isso!

Dei um soco na boca do estomago fazendo ele se curvar para frente de dor.

-Aii, isso doeu.

-Vou perguntar mais uma vez. Quem é seu chefe?

-O diabo! – Ele disse sorrindo deixando amostra seus dentes sujos de sangue.

Eu sinceramente perdi a paciência. Retirei uma faca de meu bolso e a finquei em sua perna fazendo-o gritar. Sua respiração ficou pesada, mas ele continuou calado. Segurei a faca que atravessava sua carne e perfurava seu osso e comecei a girá-la, fazendo-o gritar e se contorcer na cadeira, além de me xingar. Parei de girar a faca e o encarei.

-Está pronto para me contar?

-Vá pro inferno.

-Mas nós já estamos, porém este é o seu inferno, não o meu.

Comecei a girar a faca novamente em sua perna, ele gritou, esperneou, mas mesmo assim não disse nada. Retirei a faca de sua perna e cortei um dedo de sua mão esquerda fazendo sangue esguichar e ele gritar mais, era possível ver lágrimas de dor caindo de seus olhos. Sim, eu cortei um dedo dele, eu já perdi minha paciência.

-Se você continuar calado será mais um dedo.

Ele suava e respirava com dificuldade, além de me olhar com ódio. Cortei outro dedo de sua mão, fazendo gritar mais, e mais lágrimas escorrerem de seus olhos.

-EU FALO. Eu falo... Apenas pare.

Me abaixei na sua frente e larguei a faca.

-Qual é o nome de seu chefe?

-Seu n-nome... S-seu nome é...

Quando ele estava prestes a dizer uma bala vinda do lado de fora atravessou a janela e perfurou seu crânio, fazendo-o cair morto.

Me levantei e olhei para a janela de onde o tiro havia passado mas não vi nada.

- NÃO! – Não contive o grito. - Droga, eu estava perto!

“-O que você irá fazer com o corpo?”

-O que eu sempre faço.

Após fazer todos os preparativos, sai do galpão e fui em direção ao carro. Olhei para trás a tempo de ver o galpão explodindo, destruindo o corpo e tudo mais o que havia nele. Entrei no carro e dirigi de volta para casa.


Notas Finais


Eiiita minha gente, Emily ta revolts.
Essa torturazinha ficou meio ruim? Com certeza. Desculpa por isso, prometo melhorar. Até quarta.
Capitulo novo toda quarta e sexta


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