História Save me - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Bts, Drama, Jimin, Luta, Mma, Romance
Visualizações 10
Palavras 984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


❤Olá! Espero que gostem desta fanfic que estou a escrever! :)
Estará escrito em Português de Portugal, qualquer dúvida não hesite em perguntar ^_^ ❤

Capítulo 1 - Cap I


Fanfic / Fanfiction Save me - Capítulo 1 - Cap I

A caneca rodopiava entre os meus dedos tal com o vento rodopiava perto da chávena de chá que deixei perto da janela para arrefecer mais rápido.
Eram 21h mas o dia tinha sido quente o que fazia com que a brisa fosse agradável e leve.
O telemóvel tocou, era a Jinjoo a minha melhor amiga.
-Nara! Não estava á espera que atendesses a esta hora, pensei que estivesses a dormir – riu ela do outro lado da chamada
-Ah ah – soltei uma gargalhada seca – tiveste imensa piada
-Daqui a 10 minutos passo em tua casa.
-Vens cá? – perguntei um pouco confusa
-Vou, vou-te buscar para irmos sair – respondeu ela – quero que conheças uma pessoa
-Jinjoo estás louca? Eu não quero conhecer ninguém.
-E vais viver para sempre dentro dos teus livros?
Fiz um breve silêncio.
É verdade, eu tenho 18 anos e provavelmente deveria agir mais como uma pessoa da minha idade, mas tenho uma espécie de fobia social e sempre que tento fazer amigos acabo por parecer estranha.
A Jinjoo é a minha única amiga verdadeira, eu admiro-a imenso. Somos opostos! Ela é loira alta e tem olhos claros, eu sou baixa tenho olhos castanhos e cabelo ruivo. Ela é popular e adora sair de casa, eu sou introvertida e se houvesse um ranking de popularidade na escola eu estaria em último.
Não sei como nos damos tão bem, mas a verdade é que fico muito feliz em ter uma pessoa como ela na minha vida.
-E onde vamos? – disse eu após ganhar coragem
-Tu.. tu aceitas-te? – gaguejou – OH MEU DEUS ! vamos ver lutas de mma! Vão haver 5 combates ao ar livre a uns 20 minutos da nossa escola!
-MMA?!
-Não tens como voltar atrás na tua resposta! – disse ela alegremente – ate já!
-Ma..mas – tentei dizer que não mas era tarde de mais, o seu telemóvel já estava desligado.
*O que é que eu fui fazer?* pensei para mim mesma *eu não quero conhecer ninguém, e não quero ter de falar com ninguém* os pensamentos começaram a devorar a minha mente, enquanto pensava o quanto queria ficar em casa a escrever tomei uma inspiração bem funda e fui até ao espelho do meu quarto
-Tu consegues Nara, é só uma saída – disse para mim mesma olhando-me de cima a baixo – ah! Tenho de me arranjar!
Peguei nos meus calções de ganga favoritos e vesti uma camisola azul bebé, prendi o cabelo numa trança e coloquei apenas um pouco de batom neutro nos lábios.
Assim que acabei de me arranjar a Jinjoo apareceu e após elogiar a minha aparência 20 vezes lá entramos para o seu carro.
-Porque é que te lembraste que me querias apresentar a um rapaz? E quem é ele? -perguntei inquieta.
-Ele é amigo do Jun (namorado da Jinjoo) e ontem estávamos a tomar café os 3 e eu lembrei-me que ele seria o rapaz ideal para ti, é educado é bonito é simpático, vais adora-lo! – disse ela bem mais empolgada do que eu.
Assim que chegamos ao parque onde iriam decorrer os combates, senti uma enorme adrenalina percorrer o meu corpo.
Senti-me bem por ter contrariado os meus pensamentos e ter saído de casa.
-Amor! – disse o Jun ao mesmo tempo que corria de braços abertos para abraçar a Jinjoo
Ao seu lado vinha um rapaz, calculei que fosse o tal rapaz que ela me queria apresentar.
-Nara este é o Kwan – Jinjoo piscou-me o olho esboçando um sorriso maroto
-Prazer – estendi timidamente a mão cumprimentando-o.
-Jun vieste! – ouvi uma voz vinda na nossa direção
Quando olhei á procura do dono daquela voz deparei-me com um dos seres humanos mais bonitos que já vi na minha vida, minto, ele não era um dos mais bonitos mas sim o mais bonito de todos. Algo nele prendeu de imediato a minha atenção e foi como se por segundos o mundo tivesse parado e a própria lua estivesse pasmada a contemplar aquela figura.
Ele olhou para mim e eu travei de imediato o contacto visual com ele, colando os olhos ao chão
-Não conheço esta cara – disse ele sorrindo para mim
-Na.. Nara – gaguejei – prazer…
-Jimin – ele estende a sua mão e eu levei a minha mão tremula até á dele
-És nova aqui? – perguntou ele mordendo ligeiramente o lábio fazendo a minha cara ficar ainda mais vermelha do que o que estava
-Não , só não costumo sair muito de casa…
-Já chega já chega! Jimin não tens um título para disputar? Então sai daqui sai… - disse a Jinjoo empurrando-o para o longe
-Vemo-nos mais tarde Nara – sorriu de orelha a orelha criando um sorriso no meu rosto também
-Boa luta – disse eu um pouco mais á vontade
Jinjoo olhou para mim levando as mãos á cintura
-Nem penses – disse friamente
-Não estou a pensar em nada – respondi, mentindo obviamente
-Ele é bonito eu sei, e tem um sorriso encantador, mas não te deixes enganar. O Jimin só te iria fazer sofrer, ele não sabe nem amar-se a si mesmo, nunca seria capaz de amar mais ninguém – disse ela baixinho
-Mas porquê? – perguntei curiosa
-O espetáculo vai começar senhoras e senhores! – gritou em euforia o apresentador dos combates.
As pessoas começaram a chegar mais perto á medida que a música ficava mais e mais alta
-Depois falamos melhor – disse ela para mim – agora concentra-te no Kwan!
Por mais que eu quisesse não consegui deixar de pensar no Jimin. E quando ele finalmente entrou no ringue vê-lo lutar fez-me ficar ainda mais interessada nele.
Havia algo nele que me fez querer desvenda-lo.
Quando o arbitro elevou a sua mão no ar anunciado a sua vitória o seu rosto iluminou-se com um sorriso deslumbrante. E pela primeira vez eu senti que alguém me tirou o chão de baixo dos pés, mas não senti queda alguma pois o meu corpo parecia flutuar… talvez fosse culpa das mil borboletas que senti na barriga.
 


Notas Finais




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