História Save me [jikook] - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Hentai, Jikook, Romance, Slice Of Life, Smut, Yaoi
Exibições 1.076
Palavras 2.778
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como sempre, estou aqui postando de madrugadan pra vcs 😂😂😂😂
Eu simplesmente fiquei doida escrevendo esse capítulo❤❤ Quem esperou eu postar e ainda n foi dormir, prometo q vlw a pena.

Capítulo 15 - Vai Ter Que Implorar Melhor Que Isso


Narrador P.O.V

Jimin ainda estava chocado e sem palavras, uma mistura de ódio com confusão lhe atingiu como uma machadada no peito. Sabia que seus olhos queimavam de fúria, ao mesmo tempo que estava aliviado por Jungkook estar bem, só que agora aquele pirralho estava indo embora bem na sua frente com outro homem. Quem diabos era aquele loiro? Quando Jimin voltou à si mesmo correu para a porta de saída apressadamente, olhou para todos os lados, porém não via ninguém.

- PORRA! - Gritou furiosamente, projetando sua voz com todo o ar que tinha em seus pulmões.

Era uma raiva tão difícil de conter que se sentiu na obrigação de dar um soco no poste mais próximo que conseguiu encontrar. Ele sabia que tinha se machucado, apesar de não estar sentindo dor alguma, sua mente estava focada em outra coisa. Havia um longo tempo que Jimin não se sentia de uma forma tamanhamente perdida. O que ele deveria fazer? Sair pela cidade procurando por Jungkook de novo?

- Merda. - Praguejou com voz vacilante, olhava ao seu redor como uma criança perdida no supermercado.

Aquilo era frustrante e de longe muito assustador. Jimin não tinha a menor ideia do que o rapaz estava pensando, não sabia quem era aquele homem loiro com quem ele estava, não sabia pra onde iriam, não sabia o que fariam, não sabia se Jungkook ficaria bem ou se ele iria voltar.

- Pirralho ingrato do cacete. - Falou pra si mesmo agora sentindo que iria passar mal.

Seu coração batia rápido, ele estava suando, suas mãos estavam frias, era como um pesadelo, contudo dessa vez não tinha ninguém ali para ajudar. Aquela raiva estava se transformando em uma grande massa de puro ódio, assim que Jimin descobrisse quem era o maldito loiro, ele iria acabar com a vida do desgraçado.

Jungkook's P.O.V

Estávamos eu e Taehyung dentro do carro dele, estacionados em uma rua qualquer, bem longe de Park Jimin. Eu sabia que ele me encarava e eu também sabia que ele queria muito me fazer várias perguntas, mas eu precisava chorar mais um pouquinho até me recompor e ele respeitou isso. Assim que me acalmei, respirei e tomei coragem para levantar a cabeça e retribuir o olhar de Tae.

- Desculpa por isso. - Falei referindo-me à confusão em que eu havia o metido.

- Tá tudo bem. - Ele sorriu para me reconfortar e funcionou. - Você quer ir pro meu apartamento e nós conversamos lá?

- Ah… Não me entenda errado, mas acho que não é uma boa ideia. - Fui sincero, depois de do rolo com o Jimin, seria meio tosco da minha parte ir para o apartamento de outro suposto estranho.

- Pelo menos vai me explicar o que aconteceu lá? - Taehyung perguntou com um pouco de receio.

- Jimin ficou irritado comigo. - Suspirei lembrando daquele olhar mortal que o mesmo tinha me lançado, foi assustador demais.

- Ele te machucou dessa forma só porque ele estava irritado? - Taehyung perguntou ao me notar esfregando os ombros por causa da dor. - Hey, me conta o que há entre vocês dois.

- É uma história meio estranha. - Falei olhando no fundo de seus olhos curiosos.

- Adoro histórias estranhas. - Tae apoiou sua cabeça na própria mão como se estivesse esperando eu começar a falar.

Hesitei por alguns instantes, entretanto o olhar de Taehyung me convenceu. Lhe contei tudo que me tinha acontecido naqueles últimos dias malucos, acabei omitindo certos detalhes que seriam constrangedores demais para mim revelar de repente, tipo sobre as coisas pervertidas que Jimin fazia, essa parte eu não deixei clara. A cada palavra que saia da minha boca, Taehyung parecia paulatinamente cair em descrença. De fato era uma situação completamente não usual e muito, mas muito confusa.

- Você disse que a história era estranha, mas isso parece digno de uma fanfic. - O loiro encarava o nada a sua frente.

- Eu...Eu não sei o que é uma fanfic. - Cocei a cabeça, tentando ligar os pontos em relação ao que ele tinha dito.

- Faz sentido. - Disse ainda encarando muitos nadas. - Hoje quando a gente se encontrou você não tinha a menor ideia de quem eu era, tinha roupas caras, mas não tinha dinheiro, comia sorvete como se pela primeira vez e ainda por cima não tem celular e nem sabe o que significa uma fanfic. Ah, e você cantou uma música de ninar como se fosse um hit internacional.

Corei de vergonha, ele não precisava ter posto tudo daquela forma, assim eu me sentia um esquisitão.

- Eu não sei cantar outras músicas. - Resmunguei baixinho para mim mesmo.

- Parece tão impossível acreditar que você era um sem teto. - O loiro chegou perto de mim, apertando minhas bochechas e fitando meu rosto como se tentasse achar algum indício de que eu realmente fora um sem teto. - Mas você é tão bonito.

- Obrigada? - Fiquei um tanto quanto sem reação, então Taehyung se afastou novamente, deixando que eu voltasse a respirar de forma normal.

De repente estávamos eu e ele em silêncio, ninguém se mexia e ninguém ousava falar, parecia mais uma competição pra ver quem piscaria primeiro. Acabei por desviar meus olhos para o lado, já não aguentando mais aquele clima tenso.

- Tem certeza que não quer ir pro meu apartamento? - O loiro perguntou gentilmente e me senti agradecido por estar sendo bom comigo. Mas sabe, Jimin também estava sendo bom, e ele estava sendo bom já há um tempo.

- Tenho. - Respondi com um sorriso suave, recusando a gentileza de Taehyung.

- Não está pretendendo dormir na rua essa noite, está? - O loiro arregalou os olhos e arqueou as sobrancelhas, fazendo-me rir de sua reação.

- Não, eu vou voltar para casa com Jimin. Ele deve estar preocupado e sozinho. - Disse ao mesmo tempo que me preparava para sair do carro.

- Eu não gosto muito dessa ideia, não confio naquele cara, ele parece um babaca. - Tae se incomodou com a ideia.

- Jimin pode parecer um idiota, mas ele é uma pessoa boa. - Respondi rindo da mais pura verdade. - Acontece que aquele velhaco tem sérios problemas em dar conta de seus próprios sentimentos, entretanto isso não é o suficiente para fazê-lo merecer ficar sozinho. Além do mais, eu estou devendo muito à ele.

- Você é um garoto muito interessante, Kookie. - Taehyung sorriu, expondo seus dentes branquinhos e bem enfileirados. - Desde que você fique bem…

- Viu ficar. - Disse pronto para me despedir e sair do carro, quando Tae trancou as portas. Então olhei para ele como quem não estava entendendo.

- Não vai sair andando sozinho no escuro por aí, eu te levo pra casa. - O loiro já estava pondo o cinto de segurança.

- O problema é que eu não sei bem o caminho para lá. - Olhei ao redor e percebi que tinha me perdido de novo.

- O que? Haja neurônios nessa cabeça! - Taehyung reclamou dando-me um peteleco na testa.

Depois de um longo tempo indo para lá e para cá, finalmente achamos o prédio correto, à esse ponto o relógio marcava mais de meia noite. Agradeci Taehyung pela carona e ele me pediu para que o ligasse na manhã seguinte, logo assenti com um sorriso divertido. Saí do carro, andando apressadamente para dentro do prédio, traçando o caminho até o elevador, ficando em agoniante espera pelo andar certo.

No último andar o corredor aparentava mais longo do que de costume, portanto corri até chegar a porta. Feito um desesperado procurei as chaves em meu bolso da calça, não sei se aquele bolso havia ficado mais profundo de repente, pois era essa a impressão que dava. Assim que achei as chaves foi uma eternidade para encaixá-la apropriadamente na fechadura. Qual era meu problema? Eu estava nervoso por motivo nenhum. Desengonçadamente abri a porta e adentrei o lugar com um tropeção vergonhoso.

- Jimin? - Perguntei com um sorriso amarelo no rosto quando o vi debruçado sobre o balcão da cozinha, o fazendo voltar sua atenção repentinamente para mim.

- Porra, Jungkook! - Gritou como se estivesse com raiva, mas seu olhar era de alívio.

Ele começou a andar em minha direção com pressa, primeiro pensei que queria me bater, porém tudo que aconteceu foi seus braços me agarrando com força. Jimin me abraçava com tanta vontade que parecia estar querendo fundir nossos corpos e transformá-los em um só, descansou sua cabeça em meu ombro ainda dolorido e deixei que o fizesse sem ousar reclamar. Notei que ele estava chorando logo que senti as lágrimas mornas escorrendo pelo meu pescoço, tateei suas costas em um gesto de retribuição. Eu não imaginava que tinha o deixado preocupado naquele nível.

- Desculpa. - Sussurrei no ouvido de Jimin, me senti culpado até a garganta.

Não houve resposta por um tempo, ficamos apenas abraçados, dividindo a temperatura de nossos corpos que aos poucos se tornava a mesma. Acho que ele pensou que eu não iria voltar, foi cruel da minha parte tê-lo deixado sozinho e sem respostas.

- Quem era aquele cara com você? - O momento foi interrompido pela voz ríspida de Jimin, que ainda não havia movido de posição.

- Eu conheci ele hoje, somos amigos agora. - Falei com um orgulho desnecessário, eu estava feliz com aquilo.

- Onde foram? O que fizeram? Não lembro de ter dito que você podia ter amigos. - Jimin falava com calma, porém a raiva em sua voz era clara. Engoli em seco.

- Pare de ser exagerado, o Taehyung é muito legal. - Eu não tinha a menor noção do que dizer isso causaria em Jimin, e no que isso significaria.

Jimin soltou-se do abraço e passou reto por mim até a porta, trancou-a e quando se virou novamente andando em minha direção, seu rosto estava rígido como uma pedra.

- O-o que vai fazer? - Recuei assustado, fomos indo para trás e para trás, quando Jimin estava perto o suficiente para tocar seu nariz no meu, deu-me um susto ao me empurrar com força.

Achei que ia tombar com tudo no chão, entretanto caí no macio do sofá e já estava para me levantar no momento em que Jimin me impediu de o fazer ao bloquear-me pondo seu próprio corpo sobre o meu.

- Então Taehyung é legal? - Falou perigosamente perto da minha boca, sua respiração quente me causava arrepios ao se chocar contra meus lábios. - Tenho certeza que não foi ele que te deu as roupas que você está usando. Já que você é tão ingrato, eu vou pegar elas de volta para mim.

Não, não, não, não! Jimin ia começar com aquelas provocações de novo! Eu não podia deixar ele fazer isso comigo, deixar ele mexer com minha mente, meu corpo e meu coração.

- Jim… - Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele me calou com um beijo feroz e inesperado.

O calor ocorreu meu corpo como se tivessem acendido uma fogueira dentro de mim. A boca de Jimin sugava a minha de um jeito que seria doloroso se não fosse tão prazeroso. Senti minha calça apertar na cintura no instante que aquele homem invadiu minha boca com sua língua, a dominando como se a pertencesse. Não havia batalha, Jimin não me dava a mínima chance de luta, então quebrou o beijo e pensei que aquele talvez fosse o momento para o xingar, o afastar ou protestar contra o que estava fazendo, contudo seus toques incessantes me deixavam tonto demais para falar. Eu não respirava bem, Jimin passava suas mãos por baixo da minha camisa, apertando cada canto do meu corpo, brincando e o provocando até decidir retirar minha camisa de vez.

- Está sentido isso? - Jimin sorriu de canto com malícia, forçado levemente seu joelho contra o meio de minhas pernas, onde meu membro recém acordado suplicava por atenção. Deixei um gemido alto escapar, sentindo vergonha por estar perdendo o controle sobre mim mesmo tão descaradamente. - Isso é o que eu posso causar em você.

Jimin que antes estava à apenas um centímetro de meu rosto, agora percorria sua boca pelo meu peito enquanto suas mãos trabalhavam em abrir o zíper da minha calça jeans, alcançando meu ponto mais sensível, agora ridiculamente protegido apenas pela cueca.

- Não… - Protestei como a tentativa mais falha e besta de retomar o controle da situação, coisa que eu jamais conseguiria fazer.

Jimin não parou, continuou a me violar com sua língua cada vez mais baixo, chegando no meu abdômen. Massageava sem dó meu membro ainda escondido pela única peça de roupa, arrancando de mim gemidos que cantavam notas mais altas do que eu nunca imaginei que podia alcançar. Quando eu pensei que eu não podia perder mais da minha razão do que aquilo, Jimin abocanhou meu membro por cima da cueca, fazendo me sentir o toque indireto de sua língua sobre o lugar sensível. Foi então que eu gemi ainda mais alto, arqueando minhas costas em uma curva perfeita, deixando meus olhos revirarem e meu queixo apontar para o teto.

Levei meus dedos até minha boca e a preenchi com dois deles, eu não só precisava como sentia uma necessidade irracional de morder alguma coisa naquele exato momento. Jimin passou a dar leves chupões na região, e juro que estava prestes a começar a babar à esse ponto.

- Ji-min… - Disse o nome dele de forma arrastada e aguda, quase como um bebê balbuciando.

- Sou só eu quem pode te fazer se sentir assim. - Falou antes de finalmente me libertar de minha cueca. - Só eu posso te dar prazer.

Jimin quase fez meu coração para de vez quando passou sua língua quente e molhada por toda a extensão do meu membro. Era inacreditável o como aquilo era bom, todas aqueles beijos, até mesmo o como me torturava ao chupar apenas a glande enquanto a provocava com os movimentos sensuais de sua língua.

- Jimin. - Aquele homem era tão intenso, assim como o prazer que eu sentia.

- Se gemer meu nome mais uma vez não pense que vai sair daqui sem ser fodido. - Sua voz soava mais sexy e maliciosa do que nunca. Aquelas palavras só serviram para me aproximar ainda mais da loucura. Jimin me torturava com seus movimentos lentos, porém fortes, eu já estava todo melado de saliva e pré-gozo.

- Eu q-quero go-zar… - Falei entre meus incontroláveis arfares.

- Então vai ter que implorar melhor do que isso. - Ele disse olhando para mim, fazendo-me morder os lábios de ansiedade quando ele parou de dar atenção ao meu membro.

- Por favor. - Pisei no meu orgulho, tudo pelo luxo de atingir ao ápice de todo aquele prazer, o que agora parecia ser a coisa mais importante do mundo.

- Ainda não é o suficiente. - Jimin sorriu, cruel do jeito que ele era. - Tente desta forma: Eu sou todo seu, me deixe gozar, eu imploro Jimin.

Respirei fundo, negando no fundo da minha alma que eu algum dia diria algo de tão baixo nível na minha vida.

- Me deixe gozar, eu imploro Jimin. - Supliquei quase em desespero.

- Acho que faltou dizer uma coisinha. - Ele provocou e eu soube que seria obrigado a dizer.

- Eu sou todo seu, agora pelo amor de tudo que é mais sagrado me faça gozar! - Assim que eu disse a coisa mais embaraçosa de todas as coisas super embaraçosas que eu já havia dito, Jimin sorriu satisfeito e fez questão de engolir meu membro inteiro com sua boca incrivelmente quente.

Gemi feito um louco, não tinha mais um neurônio em meu cérebro que funcionasse de forma correta, tudo que eu pude fazer era me concentrar naquela sensação deliciosa que me provocava tamanhamente. Sem perceber, minha cintura já se movia acompanhando o ritmo de Jimin e minhas mãos se afundavam em seus cabelos sedosos.

- Por favor, continua… - Pedi, lembrando da forma sacana que Jimin havia sido cruel da última vez, parando antes que eu pudesse chegar ao auge.

Para minha minha felicidade e prazer, Jimin não parou, pelo contrário, tornou os movimentos com a boca e com língua ainda mais intensos. Logo meus gemidos passaram a ser constantes, não pude suportar mais nenhum segundo sequer e me desmanchei naquela boca. Olhei para baixo, para Jimin, lá estava ele, engolindo cada gota do meu prazer. Relaxei meu corpo que ainda sentia o ápice correndo por todo canto, levando meu olhar para o teto. Eu estava esgotado.


Notas Finais


Gente, o primeiro passo foi dado❤❤❤ Daqui pra frente as coisa só vão esquentar mais e mais, então podem ter grandes expectativas para os próximos capítulos.😍
Digam aí td q vcs gostaram ou não gostaram😄😄 td para melhorar a qualidade de leitura pra vcs, negada-san😘😘
Bjocas e pirokas 😈


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