História Save me ( Malec) - Capítulo 2


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Hodge Starkweather, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec Lightwood, Clace, Clary Fray, Isabelle Lightwood, Jace Wayland, Magnus Bane, Malec, Simon Lewis, Sizzy
Visualizações 108
Palavras 1.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo.
Espero que gostem.
Quero especialmente agradecer pelos favoritos e pelos comentários, fiquei muito feliz pelo retorno de vocês.
Espero que continuem comigo nessa nova jornada.
Obrigada por tudo e Vamos a história de hoje.

Capítulo 2 - Capitulo 2.


Fanfic / Fanfiction Save me ( Malec) - Capítulo 2 - Capitulo 2.

Finalmente depois de uma hora naquela fila Alexander pode entrar no pandemonium.

Olhando em volta percebeu que já estava lotada, homens e mulheres circulavam por ali com roupas provocantes.

Alexander via enquanto circulava pelo clube, palco, um bar e mesas espalhadas. Sentando-se em uma das mesas perto do bar. Começando a escutar uma música ficar mais alta. De repente no palco começou a ficar iluminado e as cortinas que estavam entreabertas se agitarem.

Um apresentador pegou o microfone e informou que teria um leilão para quem quiser passar uma hora com as beldades oferecidas.

- Vamos lá, estão preparados, mexendo os bolsos.

- Nossa primeira beldade é uma espécie de rara beleza Latina, vocês já conhecem Tatianna.

Então a morena apareceu estonteante vestida com uma camisola sexy branca e um Poá também branco desfilando sexy.

- Vamos lá eu ouvi 100 dólares!

- 200!- disse o homem de paletó azul.

- 300 por essa bela jovem! - declarou um homem de branco.

Os lances se seguiam.

- 800 dólares vou fechar o negocio dou-lhe uma, dou-lhe duas e dou-lhe três, vendida para esse belo jovem aqui na frente. Pode se dirigir ao caixa. Aproveite! - falou o Apresentador.

 

Alexander estava bebendo uma bebida um pouco forte tentando relaxar, enquanto escutava alguns homens presentes darem valores para aquelas pessoas como se fossem mercadorias.

Conforme o leilão ia acontecendo Alexander olhava para sua bebida ainda meio, o seu cérebro estava lhe avisando para tomar coragem. E um mal estar repentino surgiu, ele pensou ser o efeito da bebida em seu corpo.

O leilão continuou e algum tempo depois o apresentador anunciou um homem. Magnus Bane.

Ele começou a desfilar com uma sunga preta e um esplendor de penas negras feito asas, fazendo com que todos ali presentes ficassem de queixo caído, inclusive Alexander.

 Alexander não piscava literalmente ao ver Magnus seminu desfilando pelo palco.

- Vamos começar com 100 dólares, quem dá mais? - informou o apresentador.

- 450 dólares. - disse o um senhor parecendo ser juiz.

Alexander estranhou a principio conhecia aquela voz.

- 600. - falou Alexander disfarçando a voz.

O homem olhou em volta não descobrindo de onde era aquela voz, ficando um pouco irritado.

- 800. - declarou o tal homem fazendo Alexander ficar perplexo conhecendo de quem se tratava.

- 1.200. - anunciou Alexander causando ira no homem.

- Isso aqui é magnífico. - Anunciou o apresentador.

- 1.200 dólares dou-lhe uma, dou-lhe duas.....

- 2.200 dólares! - disse Robert se levantando da cadeira.

Magnus ficou torcendo para que mais alguém dissesse um valor maior que daquele homem, ele reconhecera aquele homem, deixando-o nervoso.

Robert era conhecido na cidade toda com um juiz linha dura, na corte de Nova York.

- Vendido para esse senhor de terno e gravata! Parabéns, aproveite Magnus.

Magnus sentiu seu corpo se arrepiar ao descer do palco, ficaria com aquele homem desprezível por uma hora.  

Alexander viu seu pai pegar a mão do asiático, auxiliando a descer do palco.

Robert se encaminhou para fazer o pagamento, enquanto Alexander presenciava o asiático tentando disfarçar o seu descontentamento e o nervosismo. Infelizmente era seu cliente e teria que tratá-lo bem. Caminhando em direção aos quartos no segundo andar, o moreno presenciou seu pai pegar na bunda daquele homem o apertando em seguida.

Alexander sentiu seu sangue gelar. Uma hora vendo seu pai traindo sua mãe, comprovando que seu pai que até então tinha conduta ilibada, o senhor da moral. Não estava acreditando no que tinha acabado de presenciar, não tinha bebido demais para distinguir a gravidade dos fatos.

Alexander não sabia o que fazer então decidiu pagar seu consumo e ir para casa. E tentar a sorte de não encontrar com sua mãe. Todos moravam numa mansão de luxo em Nova York. Por fim saiu do clube tentando respirar, pegando o carro em seguida indo direto par casa.

Ainda no Pandemonium. No quarto onde estava Magnus e Robert.

Robert passou a língua entre os lábios, fechando a porta logo atrás de si. Vendo Magnus pirar as assas presas nos ombros. Robert foi na direção de Magnus o empurrado na cama, tirando suas roupas logo em seguida. Magnus parecia atônico, sentindo o corpo de Robert sobre si.

- Olá Magnus Bane está lembrado de mim. - falou Robert com uma voz autoritária.

- O senhor é muito famoso, todos lhe conhecem. - declarou Magnus tentando não soar com em pânico.

- Nós temos uma hora! Eu mando aqui está bem! - disse Robert.

- O senhor é quem manda. O freguês tem sempre a razão. - Afirmou Magnus.

- Muito bem então. Estou gostando disso. Sabe quanto tempo tenho lhe procurando. Desde quando vocês saíram lá de casa. Até hoje minha mulher não sabe o que aconteceu com sua mãe e com você. Acredita. - disse Robert sorrindo tirando a box preta de Magnus, começando a rebolar no colo do mais novo.

- Eu quero que me satisfaça, mexa seus quadris. Sabe acho que a beleza vem de família.- falou Robert.

Magnus estava tremendo ao pensar no seu passado. Vivendo nas dependências da mansão dos Lightwoods. Claro que na parte dos criados.  

-  Magnus Bane! Sabe quantos Magnus existem no Estados Unidos. Eu demorei um bom tempo para finalmente te achar.

- Vou ter finalmente o prazer de ter o seu corpo para mim. Pena que por uma hora. Sabia que você está mais bonito que na sua infância, apesar de ser mais novo um ano do que meu filho mais velho. Você está uma delícia Magnus. Isso é um elogio.

- Escutando você sussurrar e gemer meu nome. Isso deve ser incrível.- completou Robert vendo e sentindo Magnus tremer em baixo de si.

- O que aconteceu com vocês após saírem daquela casa? Sua mãe não conseguiu mais emprego, não foi? Vocês passaram necessidade, por isso veio para aqui. Acertei? - perguntou Robert.

- Por favor o senhor está me machucando.- pediu Magnus.

- Estou pagando por isso. Para você me satisfazer e vai ser do meu jeito, então vamos começar. Que meu tempo é valioso. - disse Robert.

 

Chegando na sua casa Alexander estacionou seu carro na grande garagem, desceu do carro, fechando-o logo a seguir sem apertar o alarme.

Entrou em casa tentando ao maximo não fazer barulho, para que não acordasse ninguém ou trombasse com alguém no meio do caminho para seu quarto.

Sua cabeça estava a mil, além de estar estourando de dor de cabeça.

Vendo que a casa estava escura correu para seu quarto dando graças por não ver ninguém por perto.

Trancando a porta, permitiu respirar fundo abaixando a cabeça e se sentando na cama. Percebeu que seu quarto girava.

Alexander precisava fazer seu corpo pausar. Era tanta informação dada, em apenas um dia.

Ele por sua vez foi até o banheiro tateando a parede, tirando a roupa logo em seguida, se colocando em baixo do chuveiro, queria poder relaxar.

 

De volta ao pandemonium.

Magnus estava mostrando um sorriso enquanto Robert lhe falava que aquela noite era muito melhor do que todas que ele esteve com sua mãe. Causando repulsa, mas tendo que agradar os gostos peculiares do seu cliente, com paciência.  Queria- o esganar mas não podia.

Olhando para o relógio vendo que faltava pouco tempo para se livrar daquele homem. Queria tomar um banho de álcool para tentar tirar tudo o que estava fazendo ali. Queria que um ônibus lhe atropelasse ao ter que reviver tamanha crueldade presenciada por ele, a sua mãe, causado por aquele homem.

Robert por sua vez se satisfazia indo fundo, acertando a próstata do mais novo. Batendo nas laterais de Magnus.

Aquele era definitivamente a pior noite de Magnus Bane e uma das melhores Robert Lightwood.



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