História Save My Soul - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Jin, Namjin, Namjoon, Yaoi, Yoonseok
Exibições 14
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTEEEEEEEEE
SHOW SHOW SHOW SHOWWWWW
NA VDD, DOIS SHOWSS
E ADIVINHA QUEM MORA NO RJ E TEM NO MAXIMO VINTE POR CENTO DE CHANCE DE IR??
ISSO MSM, EU.
MAS BOA LEITURA!

(LEIAM AS NOTAS FINAIS)

Capítulo 2 - The Silent Boy


Fanfic / Fanfiction Save My Soul - Capítulo 2 - The Silent Boy

POV JIN

Fiduciam. Vertrauen. Confiance. Confidence. Confiança. Independente do idioma, significa a mesma coisa: É o ato de confiar na analise de se um fato é verdadeiro ou não, devido a experiências anteriores. Em outras palavras, eu descreveria confiança como pôr uma lâmina na mão de alguém e colocar a ponta contra o seu próprio coração.
Eu podia não ser o melhor na escola, mas sempre fui mais adiantado que as outras pessoas ao meu redor em relação a opiniões de diversos assuntos. Um deles, era a ação de confiar em alguém. Eu sou o tipo de pessoa, que sempre espera o pior de tudo, assim, eu não me decepciono, e isso valia para as pessoas também. E tudo corria normalmente, até aquele intervalo, em que aquele garoto veio falar comigo, há dois anos atrás.

Eu sabia que não deveria confiar nele, afinal, ele era o popular da escola, não teria motivos para falar comigo, a menos que quisesse me xingar. E as palavras dele pareciam ser tão verdadeiras, ou no mínimo, era isso com que se parecia, e no início, eu hesitei, mas meus impulsos falaram mais alto, e quando me dei conta, já nos encontrávamos todos os dias, na praça atrás da minha casa. E teve um dia, aquele maldito dia, em que eu lhe contei tudo. Sobre o estupro, os cortes, minha mãe. E ele ouvia atentamente cada detalhe, e quando terminei, com o rosto inchado e vermelho por conta do choro, ele simplesmente me abraçou e disse:

- Não chore, eu vou te proteger, ok? Nada de mal vai acontecer

E quando ele foi deixar-me em casa, eu o convidei para entrar, e nós fomos para o meu quarto e nos beijamos. Nos beijamos tantas vezes que não tenho ideia de quanto tempo demorou até que ambos estivéssemos nus, e com ele por cima de mim. E naquele momento, a personalidade que ele criara comigo até aquele instante se desfez por completo. Estava sendo bruto, e cada marca deixada em meu corpo doía, e quando finalmente aconteceu, ele não esperou que eu me acostumasse, e começou a se mexer. Mas, supostamente, era minha primeira vez, pensava que essa dor era normal e que logo passaria. Mas não passou, apenas piorou. E quando ele acabou, pegou suas roupas rapidamente e foi embora correndo, nem olhou para mim, e inocentemente pensei que ele apenas estivesse envergonhado e que falaria comigo melhor na aula do dia seguinte.
Porém, quando cheguei na aula, todos olhavam para mim, e quando finalmente o avistei, vindo em minha direção, ele olhou fixamente nos meus olhos e eu vi. Eu vi aquele olhar de maldade, de satisfação e ironia.

Entendi o que estava acontecendo quando já era tarde demais, ele e seus amigos me rodeavam e gritavam xingamentos, me chamando de puta e vadia. As lágrimas já escorriam pelo meu rosto quando ele se comunicou diretamente comigo, no meio de todo aquele alvoroço.

- Você não pensou realmente que eu estava apaixonado por você, pensou? Foi tudo uma aposta, para ver se eu conseguia te foder em menos de dois meses. E olhe só, eu consegui! E ainda ganhei um drama familiar e tanto para contar

Eu empurrava as pessoas para sair dali, mas elas não permitiam que eu passasse, quando ele disse:

- Ahh, a vadiazinha vai chorar no colo da mamãe? Ops, espere, a sua mamãe está no colo de alguém gemendo agora, não é verdade?

Foi naquele momento, no meio de todas aquelas pessoas que riam e me xingavam, que eu prometi que nunca mais confiaria em ninguém. Pois no final, elas sempre acabam te decepcionando.

POV NAMJOON

Aquele silêncio dentro do carro estava realmente constrangedor, e toda vez que perguntava algo para Seokjin, ele apenas balançava a cabeça de forma afirmativa ou negativamente. Quando enfim chegamos na minha casa, estacionei o carro na calçada, e desci do veículo, indo a porta do carona para ajuda-lo a descer. Abro a porta e estendo minha mão, e hesitante, ele a pega, se levantando, contorcendo o rosto em dor. Suas pernas fraquejam, e passo meu braço pelo seu tronco para evitar que ele caísse e enquanto estávamos indo em direção a porta, percebo que ele me encara rapidamente e suas bochechas coram.

Quando entramos em casa, o coloco no sentado no sofá e corro até meu banheiro para pegar a caixa de primeiros socorros. Volto para sala, e vejo Seokjin observando tudo ao seu redor.

- Fique calmo, não é como se eu tivesse te trazido para cá e fosse te estuprar - Digo em tom de brincadeira, mas ele me olha com as órbitas arregaladas e se encolhe no lugar. Visto seu estado, logo em seguida me corrijo:

- Ei, se acalme, eu não vou fazer isso, estou aqui para te ajudar, lembra? - Logo visto seu pequeno relaxamento, sento ao seu lado e completo - Deixe-me ver esses machucados, ok?

Ele assente, pego um chumaço de algodão com remédio, e ergo minha mão até a lateral de sua cabeça e limpo aquele lugar. Enquanto limpo seu rosto, aproveito para lhe perguntar:

- Você sabe por que eles estavam te batendo? Você fez algo para eles?

Ele simplesmente nega com a cabeça, e passa a olhar para o chão. Estranho seu comportamento, mas penso que deve estar assustado, então volto a cuidar de seus arranhões e hematomas.

- Eles te bateram na barriga também? - Ele assente - Ok, tire o moletom para eu dar uma olhada

Quando o encaro, vejo um traço de medo em seus olhos, mas mesmo assim, ele levanta o casaco e o tira, ficando apenas com uma blusa de manga, que logo em seguida é retirada. Observo seu corpo, e percebo algo em seus antebraços e identifico que são cicatrizes e cortes por cima. Ele olha para o chão e eu falo:

- Por que você faz isso? Sabe, tem vários outros jeitos de você...

- Extravasar sua raiva e tristeza - Ele fala de forma melancólica me interrompendo, supostamente completando a minha frase anterior

- Na verdade, eu ia dizer resolver seus problemas - Fiquei surpreso por finalmente ele ter me respondido sem ser apenas com gestos, mas para não assusta-lo ou pressiona-lo, resolvo não comentar

Pela primeira vez, ele me encara com uma expressão curiosa, mas logo em seguida direciona seu olhar para o chão novamente. 

- Vou dar uma olhada nos seus machucados, certo? - Digo, e ele assente

Coloco a mão em seu abdômen, e ele automaticamente se retrai com meu toque.

- Se acalme, não vou lhe fazer mal, apenas vou limpar e por alguns esparadrapos para que não sangrem

Encosto em sua barriga de novo, e ele aparenta estar mais calmo. Faço os devidos procedimentos e fecho a caixa de primeiros socorros, e lhe pergunto:

- Está com dor em mais algum lugar - E como fazia antes, ele apenas balança a cabeça de forma afirmativa - Onde? - Ele aponta para sua cabeça - Certo, vou trazer um remédio com um copo d'água - E novamente, ele apenas assente.

Me levanto, vou até a cozinha e pego a água e o remédio quando ouço a porta de casa batendo com força. Rapidamente vou até a sala, e observo o local, percebendo que Seokjin não está mais ali. Bufo em frustração, afinal, eu havia o ajudado, custava dizer um obrigado?

Estava voltando para cozinha com o objetivo de preparar algum lanche para mim, quando localizo um pedaço de pano em cima do sofá. Chego mais perto, e reconheço ser a camisa que Seokjin usava por baixo do moletom.

Aparentemente, terei que falar com ele amanhã de novo.

  


Notas Finais


OIIIIIIIIIIIIIIIIIII GNTT
Dsclp se o cap ficou com uma formatação errada, ou se ficou com poucas palavras, por que eu escrevo direto no spirit então eu não tenho mta ideia de como fica, só depois da postagem
E sobre a demora, o que acontece, eu já to praticamente com a fic pronta, mas eu já tentei postar esse cap 5 vezes e eu achei que não estava realmente bom (sou mto perfeccionista, dsclp) mas eu já to na metade do próximo capitulo então não vai demorar tanto quanto esse
Obrigada pelos favoritos e pelos comentários do cap anterior, e como eu disse, estou sempre aberta a criticas
Bjus da Izzy <4


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