História Savior - Capítulo 13


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Aurora de Martel, Aya, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Freya Mikaelson, Gia, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Jackson Kenner, Klaus Mikaelson, Lucien Castle, Mikael Mikaelson, Personagens Originais, Tristan de Martel
Tags Gilijah, Haylijah
Visualizações 35
Palavras 1.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello pessoinhas, sei que devem estar achando miragem, mas realmente é capitulo de Savior, sei que me ausentei bastante, mas fiquei com zero de inspiração para a fic, pensei até em exclui-la e tudo pelo desespero, mas voltei e avisando que está em reta final, aproveitando que The Originals chegou no final da quarta temporada e vou finalizar no maximo em 2 caps, eu acho...mas me perdoem de coração! Eu realmente, amo muito essa fic e desejo termina-la, mas tambem sempre termino minhas fics!! ♥
Kiss Kiss

Capítulo 13 - Things that can't be repaired


Fanfic / Fanfiction Savior - Capítulo 13 - Things that can't be repaired

" Na vida, simplesmente existem situações, momentos e relações que não podem ser reparadas...e dói..."

Lobisomens, que á luz da lua cheia, eram conhecidos por acabar com seres que nem vampiros, com um piscar de olhos, se bem que ele era Original, mas nada que podia ralá-lo menos, bem que podia ser o seu fim, ele realmente naquele momento não sentia que quisesse continuar vivendo aquela morte miserável a que fora condenado, a um milénio atrás.

Toda sua vida vinha em sua cabeça, desde Tatia e seu sorriso lindo, dizendo que o amava e que o escolhia, do seu olhar de terror e medo quando ele a atacara, os olhos sem vida- ao menos acreditava ele- que ela possuía quando a carregava para perto da mãe, desde o início, ele havia sido assim.

E tantos outros atos que não ousava falar, não ousava repetir em voz alta, com medo de libertar o seu eu mais primitivo que ele queria bem preso dentro daquela porta vermelha.

Não, naquele momento, Elijah não pensava que tinha família, tinha uma promessa para honrar, ele queria a morte, sim, ele só queria e tudo porque o olhar de desprezo de Sophia lhe corroía a mente.

“Você não me é nada…” , “ nada além de decepção…” , ela que era do seu sangue, que era seu único legado nesta vida sem saber até pouco tempo, sua filha e o odiava profundamente, porque ela sabia com exactidão o que ele era, presenciara seus piores momentos na vida e ele tinha que admitir que não podia negar que ela tinha razão, ele era um monstro e devia de pagar por isso, por todos os seus pecados , por ser aquele pecado sob a terra.

Quando vira lobos peludos virem na sua direcção, com seus olhos amarelados, sedentos de carne e sangue, ele não se movera deixara que se aproximasse, fechara os olhos para não ver, não precisava ver sua morte, realmente.

Mas, a morte fora o que não viera, pois ele ouvira barulho de algo embater com arvores e as quebrar, sentira cheiro de sangue no ar, mas não era o seu , quando abrira os olhos novamente, vira uma moça de tamanho baixo perto de si, de costas para ele, com movendo somente a mão e atirando com todos no ar, um por um, uma matilha inteira como se fosse meros bonecos de pano.

Quando voltara-se para ele, vira Sophia, que tinha uma expressão indescritível na sua direcção, mas algo como surpresa, dominava seus olhos azuis, como se não acreditasse que ele praticamente se suicidara no Bayou e agora que a olhava, ele realmente começava a pensar no que quase fizera.

—Que raio está tentando fazer? Me causar problemas?

—Não, desculpe …- A resposta surpreendera-a, sem sombra de dúvida, pois ela abrira mais os olhos, olhando-o com descrença, até que vê-lo tão serio e sem vacilar em sua expressão vira que era efectivamente verdade, esperara que ele continuasse, mas ele não o fizera.

Pois, fato mais seguido sobre Elijah é que ele raramente fala sobre seus sentimentos e sobre os problemas, porque era mais fácil ignora-los e resolver os dos outros, afinal.

—Que conversa é essa?

Ele não respondera, limitara-se a olhar para ela, com algo de seriedade tão sua característica, aproximando-se devagar dela que encontrava-se ensanguentada em suas mãos, por tê-lo defendido e com a sua conhecida inteligência, ele notara o que ainda não havia notado até aquele momento, o corpo dela estava tenso, levemente tremendo, ela estava preocupada com ele?

—Você pode me odiar, mas uma parte de você ainda se preocupa comigo e não queria ver minha morte…

Ela trincara o lábio com força, como se desejasse refutar a afirmação que ele dissera, mas nada sairá, fora a vez dele ficar surpreendido.

Tocara o braço dela, esta não o afastara, só olhava calculadamente, como tentando prever que ele iria fazer e num ato repentino, nem todos os pensamentos de Sophia a prepararam para o viria.

Ele a abraçara contra o peito, realmente a abraçara num abraço bem apertado, ela pensara afastar-se, mas sentira-o tremer, como se o mero contato, ele não estivesse acostumado e ela ficara quieta e calada, somente naquele abraço e ouvira algo que a surpreendera sem sombra de duvida.

—Eu realmente amei sua mãe, Tatia…foi o primeiro amor da minha vida, o único amor mais puro que eu tive, enquanto ainda era humano, já nem recordo a sensação do que é ser humano, Sophia…mas aqui perto de você e sabendo quem você é…chego perto de sentir o que é…

E a cada palavra sussurrada que se ela não estivesse tão perto não acreditaria, Elijah falava com imensa dificuldade, como se fosse realmente difícil falar, e era.

—Você me faz ter fé, que fiz algo bom nessa vida e não só coisas ruins, sei que me odeia e eu mereço todo o seu ódio, só espero que um dia, possa me perdoar, ao menos um pouco …Adeus Sophia…

E num ato repentino, libertara-a do abraço, sumindo em velocidade vampírica de volta a casa onde sua família estava.

Klaus, Hayley e os outros, olhavam para ele como se perguntando ele teria estado, olhando o sangue em suas roupas, presumiram que imensamente mal e fazendo coisas ruins, pois ele nunca aparecia desajeitado ou sujo de sangue, dera graças aos Ceus, de Hope estar dormindo naquela hora.

Suspirando longamente, Elijah ignorara-os, subindo para os seus aposentos e ficando lá pelo resto da noite, para depois voltar com toda a sua força no dia seguinte a ser o Elijah que todos conheciam, ele realmente precisava fazer isso, sua família precisava, pelo menos a família que ainda precisava dele.

Sophia ficara parada, olhando em frente, vendo os corpos desacordados dos lobos no chão, olhara a Lua Cheia, derramando pela primeira vez em séculos, lágrimas amargas perante o que havia ouvido e irritando-se imensamente por saber que novamente era por seu malogrado pai, Elijah Mikaelson.

E chutando pedras do caminho, apressara-se a voltar em sua mansão, sob o olhar curioso de Gia e das outras, que não sabiam onde ela teria ido e sem olhar nenhuma, caminhara na direcção dos seus aposentos e antes de fechar a porta dos mesmos, atrás de si, decretara.

—Arrumem tudo, amanhã quero estar bem longe de New Orleans…

E com uma rápida olhada para o caixão de Tristan, ela engolira em seco, pensando que infelizmente o tempo não voltava atrás e que nem todo o seu desejo de que isso sucedesse, faria acontecer, haviam simplesmente coisas que não podiam ser reparadas.

Quando era quase de manhã, Elijah ouvira Hayley abrir a porta do quarto, preocupada com ele, voltara a olhar para ela, pensando em tudo que havia acontecido aquele dia e com a volta inesperada de Gia, suspirara longamente, puxando –a na sua direcção ao que ela não se importava, parecia ela mesma em conflito interior com algo e quando a prensara contra a cama e se dedicara a distrair, fazendo sexo com ela, ele sentia que podia voltar ao normal.

Mas, enquanto ela dormia, ele erguera-se indo perto da janela que dava para a avenida principal de New Orleans, qual não foi seu espanto quando viu Sophia observando a sua janela, parada, vestida como toda uma mulher importante, de boina branca, com casaco do mesmo conjunto e coberto por óculos escuros, vira ela erguer a mão como se despedindo, ao que ele dera um leve sorriso, cumprimentando de volta.

Sophia sentia que devia ao menos isso, a si mesma, quando aparecera ali, despedindo –se de Elijah, não devia nada aos outros e muito menos, a ele, mas sentia que devia encerrar o passado da melhor forma possível.


Notas Finais


<3


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