História Say GoodBye - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Esquizofrenia, Jikook, Namjin, Psicose, Vhope, Yoonmin
Visualizações 106
Palavras 1.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Antes de tudo : capítulo foi revisado, mas tô com sono então com certeza deixei algumas coisas passar.

Então, eu irei dar recado aqui para ter certeza que vocês vão ler. Eu sei que atrasei a atualização (novidade né? Puff), porém tive motivos sérios.

Antes de qualquer coisa: no capítulo anterior vi comentários das pessoas dizendo que o Jimin, Jungkook e Yoongi já estava chato, e eu sei que está. Eu como autora admito isso. Porém todo esse drama é necessário, eu já deixei claro, principalmente em relação ao Jimin. Espero que entendam.

Segundo: eu demorei porque estava tentando focar minha para terminar de escrever os capítulos dessa fanfic. Não queria dizer assim, mas já dizendo; falta dois capítulos para Say Goodbye acabar, então eu estava tentando escrever algo bom, algo que ficasse explicado e bem feito. Claro que tem partes que vocês irão ficar meio???? Mas é da fanfic mesmo, então não se preocupem.

Agora que os capítulos estão escritos, não irei demorar pra atualizar. Semana que vem volto ok?

Bom, o Spirit atualizou e deu uma bugada na formatação, então ignorem alguns erros. Se eu ver algum irei arrumar, mas não garanto que vão ser arrumado já que o Spirit as vezes buga mesmo.

Espero que gostem desse capítulo. <3

Capítulo 27 - Perseguido.


POV - Park Jimin

Engraçado como o mundo gosta de te fazer otário né? Quando eu penso que está tudo bem as coisas simplesmente desandam e tudo desmorona sobre mim.

Eu não sei mas o que fazer comigo mesmo. Com meus pensamentos, não controlo mais meus atos, eu não penso direito, eu estou sufocado.

Depois daquele episódio na cafeteria com o Yoongi e Jungkook, eu cheguei em casa totalmente exausto e ainda recebi mensagens daquele número desconhecido que fica nos atormentando.

Fiquei pensando em muitas coisas. No que eu havia feito mais cedo, no que estava fazendo comigo, com Jungkook, com Yoongi. Por que eu sou tão errado?

Eu caminhei até o quarto onde o Taehyung fica e conversei com o mais novo sobre o que aconteceu. O mesmo disse que foi totalmente normal o Yoongi surtar por isso, se estressar e bater em Jungkook.

Ele disse que o mesmo nunca bateria em mim e mesmo que eles dois ficassem se alfinetando, comentou que estava ao lado de Yoongi.

Eu perguntei o motivo disso, o mesmo simplesmente olhou para o meu rosto e disse "Jimin, eu sou seu amigo. Porém ver essa situação de fora está ficando bem chata... Ver Yoongi aos seus pés, você aos pés do Jungkook. Esse triângulo amoroso já deu o que tinha que dar.".

Ele não tem noção de como essas palavras me machucaram, acertaram bem fundo no meu peito. Doeu muito, doeu ouvir que eu estava aos pés de alguém e nem ao menos notei, doeu ouvir que Yoongi estava vivendo a vida dele por mim.

Eu deveria ter notado isso antes. Eu teria que tomar consciência que isso está bem irritante e torturante mesmo.

Eu voltei para meu quarto, fiquei lá por um tempo pensando nas coisas que fiz durante esse tempo. Em como fui tolo em correr atrás de Jungkook sendo que o mesmo só estava me ignorando. Acho que Yoongi teve razão ao gritar comigo me chamando de idiota.

Talvez eu realmente tenha me tornado alguém que não merece nem um pouco de respeito por estar agindo dessa forma tão ridícula. Mas ainda sim não consigo parar. Não consigo olhar para Jungkook e pensar em desistir de si.

Também não consigo olhar para Yoongi e pensar a mesma coisa. Maldita hora que fui gostar de duas pessoas, fui me sentir sufocado dessa forma.

Eu amo Jungkook, eu vivi momentos ótimos com ele, momentos nem ninguém fora capaz de me dar e me fazer feliz.

Mas eu também vivi momentos felizes com Yoongi, ele me ajudou muito, ele me olha de um modo tão carinhoso que eu sinto que a qualquer momento posso derreter.

– Jimin, como você está se sentindo nesse momento? – o psiquiatra sentado a minha frente perguntou, fazendo-me respirar pesado como se não soubesse responder. – Eu preciso que você me responda.

– Um idiota. – respondi brincando com minha mão enquanto seu olhar encarava o teto.

– Por que exatamente está se sentindo assim? Só por que Yoongi lhe disse?

– Não. Estou pensando que se eu não tivesse saído naquela tarde, eu não teria encontrado Jungkook e... Não teria me apaixonado. – falei baixo, não tendo certeza de minhas próprias palavras, não tendo certeza que era aquilo mesmo que queria dizer.

Era uma tarde de sábado quando Jimin resolveu sair de sua casa por puro tédio. Era um garoto novo, queria ter algo para fazer, mas parece que a vida não queria ajudar em encontrar algo pra ocupar seu tempo.

Seus amigos estavam fazendo alguma coisa interessante pela rua enquanto o mesmo estava em casa. Nem sabia onde tudo mundo andava.

Por fim saiu da sua casa, caminhou pela rua a procura de uma sorveteria, onde passaria sua tarde toda sem se importar com o mundo ao seu redor.

Desculpa mãe, pai, amigos, mas eu vou me entupir de sorvete e ficar gordinho.

Sorriu com seu pensamento colocando a mão no bolso de sua calça moletom. Não estava frio nem calor. Estava razoável para tomar um sorvete sozinho e observar a paisagem ao seu redor.

Assim que Jimin chegou na sorveteria pode notar que tinha um cheiro bom e que ele nunca sairia dali se dependesse daquele cheiro.

Havia dois funcionários trabalhando no balcão, poucas pessoas presentes na sorveteria também. Ele nem ao menos se incomodou e foi direto até o freezer onde ficava os sabores de sorvete.

Quando já estava com o potinho para colocar o sorvete dentro, o mesmo começou a optar em sabores diversos. Colocando assim quatro bolas de sorvete no pote.

Colocou sua cobertura, granulado, então caminhou até uma mesa onde se sentou e começou a comer calmamente.

Depois de um tempo viu Jungkook entrar, assim que o mais te viu sorriu tão aberto que Jimin se sentiu amado como anos não havia se sentido.

Jungkook escolheu seu sorvete e se sentou com o mais velho, assim os dois começaram a conversar sobre coisas diversas.

Não eram tão próximos, mas depois desse dia ficaram e assim também surgiu o amor que ambos tinha um pelo outro.

— Não mandamos em nossos sentimentos, Jimin. As vezes simplesmente acontece entende? — o psiquiatra rodou em sua cadeira enquanto falava comigo.

— Esse simplesmente acontece ferrou com minha vida. — suspirei pesado fechando os olhos tentando esquecer de qualquer coisa que me fizesse sofrer por Jungkook.

— Mas foi bom não foi? — o homem mais velho perguntou, mas não recebeu uma resposta.

Fiquei com meus olhos fechados enquanto brincava com minha mão e tentava pensar em tudo que fora me dito.

Sim, foi bom, mas ainda sim foi ruim, pois atualmente estou sofrendo por si e eu não queria que isso estivesse acontecendo.

Eu estou tão frágil por causa disso, será que tem como pular essa parte da minha vida?

Eu deixei o escritório do meu psiquiatra quando já estava anoitecendo, nesse dia alguém me seguiu e eu tive medo de olhar para trás.

Outros dias aconteceram também, mas eu nunca tive coragem de me virar, pois se eu virasse iria saber quem estava me seguindo. Eu não queria isso, então tudo que eu fazia era fugir.

Isso não acontecia apenas a noite, era em qualquer hora do dia, para qualquer lugar que eu fosse.

Alguém estava me deixando louco. Me seguia, mas nunca fazia nada, eu estava enlouquecendo e precisava gritar para mostrar que isso era uma grande merda.

Eu parei de frequentar o psiquiatra que me ligou várias vezes, mas eu não atendia nenhuma das vezes. Eu não estava preparado, não mesmo.

Eu sentia que não estava fazendo efeito, eu comecei a duplicar minhas doses de remédio, mas mesmo assim me sentia insuficiente para qualquer coisa.

No colégio as coisas também estavam estranhas, esse deveria ser o momento em que todos nós deveríamos estar unidos, mas não era isso que acontecia.

Nós continuamos a comer juntos, conversar, mas não era a mesma coisa. Acho que todo mundo estava tenso demais com tudo que aconteceu e tem acontecido.

O número privado continuou me mandando mensagem, dizendo que eu era um covarde e que não tinha coragem de enfrentar meus problemas e o melhor jeito que eu achava era sair correndo.

Exatamente, eu sempre corria quando essa pessoa me seguia.

Jungkook comentou que essa pessoa joga pedras em sua janela, Jin disse que viu ela em sua sacada, mas não conseguiu ver se era um homem ou mulher.

Isso tá virando um terror psicológico já, eu não sei o que essa pessoa quer, mas tá conseguindo desandar tudo.

Taehyung continua assustado, tanto que até agora ele nem voltou para o colégio. Há exatamente dois dias Hoseok chega no colégio e não fala com ninguém direito.

Namjoon e Yoongi são os únicos que não relataram nada, mas ainda sentimos que ambos estão tensos.

Eu não comentei sobre estar sendo perseguido, não quero assustá-los. Penso que essa pessoa apenas segue à mim pois sabe do meu problema, sabe que não tenho em mim.

Estou começando achar que realmente eu sou um covarde, que foge de problemas e que não consegue ajudar ninguém.

Eu jurei que procuraria esse ser, fazeria ele pagar por tudo que fez a nós, mas quando ele está bem atrás de mim, nem coragem para me virar eu tenho.

Será mesmo que eu conseguiria ajudar alguém?

Ou melhor;

Será que eu me ajudaria?

Desisti dessa ideia há muito tempo, sinto que estava fora de controle, não consigo nem ao menos pensar em algo que não seja me esconder em meu quarto.

Já pensei na possibilidade de me trancar em casa e não sair maia. Eu ao menos conseguia olhar para os lados, ou andar na rua com medo de ser seguido por alguém.

Eu queria ser normal, queria que isso não estivesse acontecendo, queria que o mundo parasse e que as coisas funcionassem do jeito certo, não de um jeito fodido desse.

Será que é difícil de entender, força sobrenatural que nos guia?

Já estava de noite quando resolvi tomar um banho para relaxar depois de mais um dia exaustivo. Novamente meu celular tocava, mas eu nem fiz questão de ver quem era.

Poderia ser o psiquiatra ou o número privado que insiste em me atormentar. Então o melhor a se fazer mesmo é ignorar, mesmo que não fosse nenhum dos dois.

Vesti uma roupa confortável para dormir, então virei meu corpo de frente para o espelho e fiquei me encarando.

Estou magro, com olheiras profundas e sem ânimo algum no rosto. Talvez quem me olhasse visse que estou bem depressivo, ou não.

Virei meu rosto, porém o voltei rapidamente ao ver uma sombra refletida no espelho, bem atrás de mim.

Arregalei meus olhos de maneira assustada, virei meu corpo para olhar a janela, mas não havia nada ali. Ninguém.

Com muita relutância caminhei na ponta dos pés até a sacada, abri um pouco a cortina e ali, no meio das árvores consegui ver alguém observando minha casa.

Tranquei minha respiração dando passos para trás o que resultou em um Jimin batendo as costas em uma estante com algumas coisas importantes para si, e assim muitas delas foram ao chão causando um barulho alto.

Eu estava com os olhos arregalados encarando a sacada do meu quarto, tentando a todo custo esquecer a imagem daquela pessoa encarando minha casa, encarando justamente a janela do meu quarto.

Ela nunca fez isso. Nunca me seguiu até minha casa, por que agora? Por que isso? Já não estava bom me seguir pela rua e me fazer ter medo.

Escutei passos pelo corredor, então alguém bateu na porta chamando meu nome. Era minha mãe e Taehyung que me gritavam perguntando se eu estava bem.

— Estou bem. Só bati sem querer na estante, está tudo bem!

Depois de um tempo com eles me chamando, consegui responder. Minha respiração ainda estava acelerada, mas eu não queria mostrar que havia algo errado.

Taehyung ainda não se recuperou, ou seja, não quero que ele saiba que o número privado está me seguindo.

Ele disse para mim que recebe mensagens ainda, mensagens que fazem seu corpo se arrepiar, porém nada de grave aconteceu com ele e eu não quero que o mesmo se abale.

— Eu já disse que não quero que você tranque a porta do seu quarto, Jimin! — minha mãe gritou tentando rodar a maçaneta, coisa que não adiantou muito.

— Eu estou bem! — fui simples em responder novamente.

Caminhei em passos largos até minha cama onde estava meu celular brilhando com a notificação de novas mensagens.

Ignorei todas ao entrar na conversa com o número que mandava mensagens mas eu nunca respondia.

Park Jimin (22h56) : Já não basta me seguir na rua, agora ta fazendo ronda em frente a minha casa?

Park Jimin (22h56) : Você quer me enlouquecer? É isso? não está bom pra você me atormentar ou aparecer na casa dos meus amigos? não é suficiente????

Número desconhecido (22h57) : Nunca será o suficiente para o que vocês fizeram á mim.


Notas Finais


Até o próximo capítulo, bye bye 💗


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