História Say You Love Me - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Exibições 17
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


TAN TAN TAAAAN
Gente, se gostarem comentem e favoritem por favor, preciso saber o que vocês estão achando <3 A quem já fez isso, meu sincero obrigada <3

Capítulo 4 - Você pode só olhar


Fanfic / Fanfiction Say You Love Me - Capítulo 4 - Você pode só olhar

Elizabeth's P.O.V

Entro no carro com o caipira depois de muita insistência da minha parte e enrolação da parte dele. Os portões são abertos e ele liga o automóvel, dirigindo pra fora da prisão. Alguns andantes podem ser visto, mas nada que represente uma real ameaça. A estrada em si estava vazia. Parecia mais um filme de faroeste do que qualquer outra coisa. A única coisa que podia ser ouvida eram grunhidos e o barulho do carro andando pelas ruas. Suspiro e me ajeito no banco do carro, encostando a janela no vidro e olhando pra fora. Talvez chovesse. Sorrio ao pensar na possibilidade de poder tomar um banho de chuva e abro a janela, sentindo o cheiro que precede a chuva. Cheiro de esperança. 

-O que foi? -Pergunta Daryl e eu olho pro céu. 

-Vai chover. 

-E...? 

Olho pra ele e abro um sorriso, dando de ombros. 

-E vai chover. Gosto da chuva. 

Ele franze o cenho e continua dirigindo. O caminho em si foi extremamente entediante. Daryl não é um homem de muitas palavras. Quando finalmente chegamos na faculdade de veterinário eu agradeço mentalmente aos céus pela viagem finalmente ter acabado. Pego minha arma e desço do carro, sendo seguida por ele. Olho pro caipira que faz sinal pra eu acompanhá-lo. Reviro os olhos e obedeço, o seguindo. A porta da faculdade estava trancada, então entramos por uma janela quebrada, dando de cara com uma sala. Tudo estava revirado, mas ainda dava pra discernir o que era o que. Pego a mochila e começo a encher com antibióticos enquanto Daryl vai verificar o lugar, sempre com sua besta em mãos, pronto pra atirar. Encontro alguns remédios pra dor também, e vou explorando o lugar, atrás de mais alguma coisa que possa ser útil. 

Chego à sala do reitor e checo as prateleiras, não achando nada além de fotos e alguns troféus. Abro as gavetas, mas as mesmas só tinham documentos e mais documentos, me fazendo suspirar. 

-Achou alguma coisa? -Pergunta Daryl, me pegando de surpresa.

-Jesus, Daryl! -Coloco a mão no peito. -Não, só papéis e mais papéis. -Suspiro e sento na mesa. Uma trovoada pode ser ouvida lá fora e o loiro vai até a janela, olhando pra fora. 

-Vai cair um temporal. É perigoso sair assim. Vamos ficar aqui até a chuva passar. 

-Como quiser. -Sento na cadeira do reitor e vejo uma gaveta que não havia sido aberta. Tento abri-la, mas a mesma estava trancada, me fazendo franzir o cenho. Pego minha faca e forço a abertura dela, encontrando uma garrafa de conhaque.

-O que é isso?

Sua curiosidade é quase palpável, então pego a garrafa e mostro, com um sorriso. Ele vem até mim e pega a garrafa, sentando na cadeira à minha frente. Vasculho o lugar em busca de copos e encontro dois dos mesmos na prateleira. Estes, eram feitos de vidro e tinham entalhes delicados no lado. Deve ter custado uma fortuna. Ele enche um copo e me entrega, levantando em seguida. 

-Não vai se juntar a mim? -Pergunto confusa. 

-Alguém tem que ficar de vigia. 

-Daryl, estamos na sala do reitor de uma faculdade veterinária. Estamos bem. Acredite. 

Ele suspira e tranca a grossa porta de madeira, tirando seu cinto e colocando na porta pra segurá-la. Vou andando pelo lugar e encontro um rádio com um pen drive, o ligando. Tomo um gole do meu conhaque e a melodia conhecida começa a tocar, me fazendo sorrir. Viro a minha bebida e coloco o copo em cima da mesa para que ele enchesse de novo, o que ele prontamente faz.

-O que é isso? 

-Costumava tocar nas festas da faculdade. Robin Schulz. O melhor tipo de música pra você se embebedar e dançar até dizer chega. -Sorrio e ele senta na poltrona, observando cada movimento meu. 

-Você não parece esse tipo de garota. 

-E nem era. -Bebo mais um gole do líquido forte. -Nunca tinha bebido antes disso tudo começar. Mas eu gostava de dançar. Sempre gostei. -Abro um último sorriso e mordo o lábio, virando meu segundo copo de conhaque e sentindo meus sentidos entorpecerem. Não estava bêbada, mas claramente também não estava sóbria. 

A música então acaba e começa a tocar Sugar. Na faculdade, diziam que essa era a minha música. Eu sempre ri e ignorei. Parando pra analisar, eu sinto falta dessa época. Falta do ping pong estúpido que os meninos ficavam jogando e falta do drama por parte das minhas amigas quando eu não ia em alguma festa. Tudo sempre pareceu tão banal pra mim, e eu nunca imaginei que sentiria tanta falta da banalidade. 

-Eu adoro essa música. -Rio com as lembranças e pego a garrafa, bebendo mais um grande gole. -Dança comigo, Daryl. -Peço, mas ele continua sentado com a sua bebida. Indecifrável. -Tudo bem, você pode só olhar. -Sorrio e vou me movimentando no ritmo da música. Jogo meus quadris de um lado pro outro, sentindo o ritmo tomar conta do meu corpo. 

"She's got cherry lips, angel eyes

She knows exactly how to tantalize

She's out to get you, danger by design

Cold blooded vixen, she don't compromise

(Ela tem lábios de cereja, olhos de anjo

Ela sabe exatamente como atormentar

Ela está solta para te pegar, perigosa por natureza

Megera de sangue frio, ela não se compromete) 

Passo as mãos pelo meu próprio corpo, subindo até chegar no meu cabelo. Viro de costas pro caipira e movimento meus quadris de forma sensual, jogando meus cabelos de um lado pro outro, com um sorriso no rosto. 

"She's something mystical in colored lights

So far from typical, but take my advice

Before you play with fire, do think twice

And if you get burned, don't be surprised"

(Ela é uma coisa mística em luzes coloridas

Tão longe de ser comum, mas siga meu conselho

Antes de brincar com fogo, pense duas vezes

E se você se queimar, não fique surpreso)

Sinto dois braços envolverem minha cintura por trás e sorrio, me virando e encarando aquelas duas orbes azuis. Mordo o lábio e seu olhar desce pra minha boca. Ele vai me guiando até a mesa do reitor e me senta lá, parando pra me olhar, como se pedisse permissão. Desço o olhar pra sua boca e ele entende o recado, segurando a minha cintura e chegando cada vez mais perto. 

Tiros então podem ser ouvidos, fazendo com que a gente se afastasse rapidamente. Cada um corre pra pegar suas armas e eu dou um tapa no meu rosto, forçando a sobriedade. Olho pela janela e vejo um cara entrar na faculdade, então tiro o cinto do caipira da porta e jogo pra ele. 

-É só um. -Aviso e ele assente, colocando a besta em posição. Empunho minha arma e destranco a porta, a abrindo com cuidado. 

-Nem um passo. -Falo pro rapaz, que se vira devagar em nossa direção, erguendo as mãos em sinal de rendição. Os zumbis começam a bater na porta da faculdade, que não aguentaria muito. Ele trouxe uma horda pra cá. 

-Temos que sair daqui. -Daryl diz e eu concordo. 

-Vem. Anda. -Mando e o rapaz prontamente obedece. 

Merda.

 



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