História Say You Won't Let Go - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Arianagrande, Camilacabello, Camren, Fifthharmony, Laurenjauregui
Exibições 57
Palavras 2.619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeey baby's, como estão? Espero que bem :3
Primeiramente queria agradecer pelos comentários, sério, fiquei muito feliz que tenham gostado.
Capítulo curto só para esclarecer algumas coisas.
Bom, espero que gostem :3
Qualquer erro conserto depois
Sugiro que escutem Control da Halsey :3

Capítulo 2 - II


Lauren Jauregui Point Of View

"Ás vezes, as mudanças são necessárias. "

Paris - França

"Lauren! Lauren! Aqui, olha para a câmera" - Pediu um dos vários paparazzis que estava me cercando.

"É verdade que você está namorando a Alexa?" - Outro paparazzi perguntou.

"Lauren!" - Continuaram chamando.

Entrei no aeroporto onde Normani estava me esperando, agradecendo aos Deuses por aquele alvoroço ter parado. Tiro o óculos escuro, pendurado sobre a camisa.

- Bem na hora - Disse Normani olhando para o relógio em seu pulso. - Então, é verdade o que estão dizendo? Sobre você está namorando a Alexa?

- O QUE!? É claro que não - Massageie minha têmpora, aquele assunto já estava me dando uma enorme dor de cabeça - Você sabe que isso nunca irá acontecer.

- Então, boa sorte com os boatos - Reviro os olhos e ela começa a rir.

•••

Olhava para a hora pela décima vez naquele dia. Estava cansada de ficar naquele aeroporto a espera do vôo para Miami. Se fosse por mim, já estaria lá há muito tempo, mas como eu era uma pessoa muito ocupada, não poderia fazer isso.

"Atenção passageiros para o vôo 710 com destino a Miami "

Solto um longo suspiro em alívio, ao ouvir a voz da mulher através do alto - falante, quando anunciaram que vôo iria sair naquele momento.

Sabia que não será nada fácil quando retornasse, porém no momento não tinha escolha. A doença de Mike estava em um estado complicado, assim que descobrir que sobre, resolvi deixar nossa diferença de lado e pegar o próximo vôo para Miami.

A cada passo que eu dava, sentia o meu coração saltar do peito. Com uma das mãos carregava uma mala preta e a outra mantinha agarrada ao meu iPhone. Não estava acreditando que depois de quatro anos iria voltar para Miami. Caminhava pelo longo corredor que parecia um túnel para um lugar que eu sabia exatamente aonde iria dar. Meus pés se calaram quando chegou á ala de embarque.

Meu corpo todo estava tenso e quase tive duvidas se estava preparada para voltar á cidade de onde fiquei anos sem retornar.

- Você sabe que não precisa fazer isso, ainda temos tempo de desistir - Ouço a voz de Normani e logo volto á consciência.

- Não, eu quero ir, um dia ou outro iria ser obrigada a isso. Mas agora ele precisa de mim - Ela sorriu assentindo.

- Não esqueça que eu estou com você - Beijou-me no rosto tentando me tranquilizar.

- Nunca me esquecerei disso - Suspiro mais confortada.

Normani é uma das minhas melhores amigas, juntamente com Vero e Lucy, as considero como irmãs. Á conheci em um projeto da faculdade há quatros anos atrás em quanto fotografava. Ela é uma modelo mundialmente conhecida. Não sei bem ao certo quando nós tornamos amigas, só sei que em todos os meus piores e melhores momentos ela estava lá. Assim como ela, Vero e Lucy. Mas com a vero é diferente, nós nos conhecemos desde criança.

Vero era uma pessoa esquentada, de temperamento aparentemente difícil, mas quem a conhece mais profundamente sabe que por trás daquela máscara existe uma pessoa incrível. Seu temperamento era totalmente diferente quando se tratava de lidar com Lucy, era carinhosa e fazia tudo que a mesma pedia.

Lucy por outro lado, tinha uma personalidade totalmente contrária. Era meiga, atenciosa, se apegava fácil ás pessoa e fazia o que podia para ajudá- las. Fazia com que vero andasse na linha sem ao menos se dar conta disso.

Elas sempre me apoiaram em tudo, Lembro quando contei sobre a minha sexualidade, elas riram e disseram que já sabiam, sempre estavam lá quando eu mais precisei.

A voz abafada da mulher soou novamente, olhei nervosa para Normani. Minha situação poderia ser descrita em ansiedade, medo, aflição e um pingo de alegria. Sentia um pouco de cada, mas, o que dominava no meu interior era o medo.

Balanço a cabeça afastando os pensamentos negativos e observo os aviões pousando. Deixamos as bagagens no lugar indicado e fomos para ala de embarque. Não queria se deixar abater, mas, de qualquer forma aquilo não era fácil.

Havia vindo para Paris para cursar administração, mas acabei trancando a faculdade no segundo semestre e resolvi fazer o que realmente gostava: Fotografia. Quando meu pai descobriu sobre a mudança de curso não ficou muito feliz, e isso gerou um grande problema, pois queria que eu assumisse a empresa jauregui's.

A jauregui's industries é uma das empresas mais sucedida no país. Desde pequena ouvia meu pai falar que eu iria cuidar da empresa que ele teve tanto sacrifício para ganhar reconhecimento, e eu seria sua substituta e herdeira de tudo que trabalhou para conseguir.

Acabei me formando em fotografia, ai você pensa que fotografia não dará dinheiro, mas experimente você ter sua própria agência e ser uma das melhores profissionais do mundo, modesta parte. Com certeza seu pensamento vai mudar rapidamente. Não acho que sou melhor que os outros do ramo, mas posso garantir que como eu faço ninguém faz.

Minha família é uma das mais renomeadas e respeitada de toda Miami, por isso às vezes só preciso dizer meu sobrenome para que todos me reconheçam, confesso que não gosto muito disso, apesar de tudo, ainda prefiro minha privacidade.

Coloco meu fone de ouvido, e Ride da Lana Del Rey começa tocar com a música no ultimo volume, fico olhando pela pequena janela do avião ao meu lado. O mesmo agora passava entre as nuvens, exibindo uma bela paisagem.

Normani, que está sentada ao meu lado, capotou mais ou menos há uma hora e eu cansei de ouvi - lá falar enquanto dorme, mesmo não conseguindo entender quase nada do que ela dizia, não queria mesmo saber. Parece que você está invadindo a privacidade de alguém quando ouve os pensamentos de uma pessoa que nem imagina o que está dizendo. Prefiro ouvir minha playlist. 

Quando finalmente consigo pegar no sono, abro os olhos vagarosamente ao sentir alguém tocando meu ombro despertando-me, viro e me deparo com Normani avisando que já havíamos aterrissado. Estava tão inerte que nem percebi quando o avião aterrissou.

Descemos do avião, ela foi buscar as mala enquanto eu comprava um café no Starbucks que tinha ali perto. Passei as mãos insaciavelmente pelos cabelos. Eu estava nervosa e aquilo não era bom. Tento ajeitar meu sobretudo o apertando entre os dedos e bebi um pouco daquele liquido quente.

Sentada em uma mesa mais afastada avistei Normani se aproximando com as nossas malas nas mãos, dei risada quando uma das malas escapou dela, e no momento em que ela se abaixou para pega-la, a que estava em seu ombro escorregou quase a levando junto para o chão: Ouvi bem quando ela murmurou um palavrão e veio ate mim. Sentou-se de frente pra mim um pouco ofegante.

- Você bem poderia ter me ajudado ?! - indagou, apenas dei de ombro.

Eu já havia esquecido como Miami podia ser quente. Acostumada com o frio da Europa, aquele clima para mim agora era um pouco estranho, pensei enquanto retirava o sobretudo que usava naquela manhã. Estava um pouco mais a frente que Normani pois a mesma estava conversando o celular, caminhei entre as pessoas que andavam de um lado para o outro, coloquei meu Ray Ban no rosto e seguir até a saída do aeroporto quando sinto um corpo se choca-se junto ao meu fazendo- me perder um pouco do equilibro.

- Me desculpe - indagou corada.

- Tudo bem, também estava distraída - Tentei Tranquiliza- lá - E você está bem ? - Perguntei tirando meus óculos Ray Ban e colocando sobre minha cabeça. Olho para a mulher em minha frente, tinha uma pele bronzeada, traços latinos, cabelo castanho escuro e comprido, lábios rosados perfeitamente desenhados e olhos castanhos profundos. Ela era realmente muito bonita. Assim que nossos olhares de encontraram, sentir um arrepio sobre meu corpo.

Balanço minha cabeça tentando afastar aquela sensação esquisita e ouço alguém pigarrear, olhei atentamente para a mulher que parece uma cópia da Beyoncé.

- Algum problema ? - Indagou a mais alta vulgo, cópia da Beyoncé. Revesando seu olhar entre mim e a latina.

- Não, é nada não Dinah, só esbarrei nela e estou me desculpando - sorriu sem graça - Me desculpe novamente.

Antes que eu lhe dissesse algo, ela saiu puxando a tal da Dinah.

Segundos depois Normani apareceu, pegamos nossas bagagens e caminhamos em direção a saída do aeroporto. Dei graça a Deus por não ter nenhum paparazzi no local. Encontramos a Taylor e um homem de terno perto com um sorriso amigável para nós.

Taylor é minha irmã caçula, ela tem 16 anos. Assim como a Taylor, tenho outro irmão Chris, esse tem 18 anos.

- Laur! - Tay exclamou assim que chegamos perto o suficiente.

Ela abre um enorme sorriso correndo ao nosso encontro, abraçando- me o máximo de tempo que podia.

 - Mani! - Deu um abraço caloroso na mesma.

- Nossa, isso tudo é saudades !? - Brinquei e ela revirou os olhos.

- Claro, sua idiota - Me aproximei tentando abraça ela,mas a mesma se esquivou.

Abro o porta - malas para guardar nossas malas. Depois de tudo devidamente guardado, nós entramos no carro e seguimos em direção a casa dos Jauregui's.

O caminho só não foi feito em total silêncio por causa de Taylor, que falava sem parar demonstrando toda sua animação, falando sobre tudo um pouco. 

Tudo que eu mais queria naquele momento era dormir sem te hora marcada para acordar, mas isso não seria possível, pois hoje teria um grande almoço em família.   

Observei as ruas de Miami movendo -se rapidamente, estavam pouco movimentadas, o céu azul, sem nenhuma nuvem. Quando paramos no sinal vermelho, olhei em direção a praia e prestei atenção em um jogo de vôlei que rolava entre um grupo de meninas. Sinto o carro parar, a Taylor já estava menos falante e a Normani continuava quieta, mexendo no seu celular. Assim que o carro é estacionado na garagem da mansão dos Jauregui's, ouço as portas serem destravadas Taylor abre a porta e salta do carro.

- Vamos ? - Taylor chama.

- Laur, eu não vou poder ficar, tenho uma reunião em agência agora - Disse com um olhar culpado.

- Tudo bem - Sorrir tentando lhe confortar, e peço para o motorista a deixar na agência.

Olho para ela que está sorrindo. Apenas aceno com a cabeça e abro a porta, sinto a brisa quente bater em meu rosto e respiro fundo. Pela primeiro vez me sinto em casa, confesso que sentir falta do clima de Miami. é estranho lembrar de viver aqui e acordar em outro país diferente, com ruas diferentes, climas diferentes, tudo diferente. 

- Lauren! - Exclama Chris assim que me ver saindo do carro.

Ele faz sinal para que fôssemos em direção a entrada da casa do nossos pais, prontamente o acompanho.

- Não vai falar comigo ? Onde está a educação que te dei ? - Clara Jauregui, aquela voz era inconfundível, me viro rapidamente para ela, que me analisa com um enorme sorriso. Encurto a pequena distancia entre nós, abraçando a mesma.

- Como ele está ? - Pergunto, me referindo ao meu pai.

Apesar de não saber ao certo a doença, ele está passando por vários exames e frequentando bastante o hospital.

- Melhor - Salta um longo suspiro.

Ela nos dá passagem, e o som da porta principal ecoou pela casa ao ser fechada.

O casa era grande, a decoração era moderna e rustica com moveis clássico e repleto de tecnologia de ultima geração, e nas paredes cores claras e fotos emolduradas, diferente do que me lembrava. Subir as escadas indo em direção ao meu quarto, assim que entrei deixei minhas malas logo na porta e joguei- me na cama, estava exausta, decidi tomar um banho e descansar um pouco.

Caminhei em direção ao banheiro, me despir e fiz um coque no meu cabelo. Entrei no Box, liguei o chuveiro e enfie- me embaixo do mesmo. O vapor que saia da água quente sobre o meu corpo inundava o ambiente e me relaxava depois da viajem.

Depois de ficar debaixo d'água o que parecia uma eternidade ate meu corpo parecer o mais relaxado possível, desliguei o chuveiro, peguei minha toalha que estava pendurada em um gancho metálico e fui me secar.

Assim que terminei, sair do banheiro e coloquei uma roupa mais confortável, não demorou muito e logo Chris apareceu para avisar que o almoço já estava pronto.

 O almoço estava sendo tranquilo, claro que quem mais falava era a Taylor.

- Como estão as coisa na agência ? - Indagou clara, puxando assunto.

- A nossa próxima exposição será em nova iorque, daqui há um mês - A expressão supresa e o enorme sorriso dela me deixou feliz por saber que ela apóia minhas escolhas.

- Laur, quanto tempo pretende ficar em Miami ? - Perguntou Chris.

- Ainda não sei ao certo, acabei de comprar um apartamento aqui talvez fique - Dei de ombros.

- Cansou de brincar com a câmera ? - Mike disse sarcástico.

Confesso que não esperava por isso, mas como tudo que é bom dura pouco...

- isso não vai acabar bem - comentou Taylor enquanto revisava o olhar para os dois.

- Eu não quero ouvir mais nada sobre isso - Disse o cortando-o - Pensei que essa questão estava resolvida há alguns anos quando fui para Paris.

- Sempre deixei bem claro que não aprovava você seguir essa profissão. - retrucou grosso

Todos na mesa estavam calados. Mike, nunca ficou satisfeito quando o assusto era a profissão da sua filha, queria que ela, como a mais velha assumisse a empresa.

- Tomo minhas próprias decisões por livre - arbítrio desde que completei 18 anos e sair de casa - Digo ríspida, já sem a mínima paciência.

- Você não tem o direito de falar assim comigo na minha casa - respondeu levantando e apoiando as mãos sobre a mesa tentando me intimidar.

- Quer saber? que se dane, perdi o apetite.

Michael está com as mãos erguidas enquanto massageia suas têmporas

Levanto e antes de sair lanço um para Clara como um pedido mudo de desculpas. Michael está sentado com as mãos erguidas enquanto massageia suas têmporas. Não havia me dado o trabalho de me despedir de ninguém, muito menos  da Taylor. Não queria que ela fosse atrás de mim, o que eu tinha certeza que ela faria.   

Depois de sair sem dar nem ao menos um "tchau" , Pensei e repensei mil vezes no que fazer e só o que me veio em mente e achei o mais adequado é ir para o apartamento que comprei antes de retornar para Miami, tomar um banho e dar um tempo para mim mesma.

Cheguei em casa uns dez minutos depois. O apertamento era grande e moderno, repleto de tecnologia de ultima geração, e nas paredes cores claras. Me joguei no sofá da sala mesmo, por pura preguiça e indisponibilidade de subir para o meu quarto. Ás vezes eu tenho vontade de ter um cachorro, daqueles bem grandes e peludos, só pelo fato de chegar em casa e não ter que ficar sozinha nesse lugar enorme. Sinto meu celular vibrar e vi o nome da Taylor piscar na tela, me recusei a atender. Não iria adiantar de nada conversar comigo agora, como se isso fosse ajudar a colocar toda a bagunça que estavam rodando a minha cabeça para fora. Sempre soube que seria um grande problema pro meu pai aceitar a profissão que escolhi, mas não pensei que séria tão difícil.

Apesar de ser cedo, podia sentir minhas pálpebras pesarem e meus olhos ficarem cada vez menos aberto.


Notas Finais


Até o próximo baby's :3


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