História Sayang Rasiah - Capítulo 1


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justinbieber
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Famí­lia, Harem, Hentai, Lemon, Lírica, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo



● Olivia Lins Vilela ●


-Merda, vocês pegaram a garota errada-escutei uma voz masculina dizer. 


Sequestrada


 Era tudo que eu sabia, tentei me soltar dos braços fortes do homem, ainda mais com a minha boca amordaçada, não conseguia gritar, mesmo se tentasse, o máximo que saia eram murmuros.


-Fazemos o que senhor?-escutei um dos homens pergunta. 


O garoto me olhou por alguns instantes, como se me analisasse e aquilo estava me assustando, ele era tão novo para ter perdido o caminho assim rapidamente, talvez ele nunca tivesse escutado as palavras de Deus por que se escutasse, iria ser um jovem correndo atrás de seu futuro. 


Senti lágrimas descerem pelo meu rosto, provavelmente eles iriam me matar, meu futuro estava arruinado. 


Eu não me casaria. 


Não teria filhos. 


Não vou poder fazer jovens conhecer Deus. 


Não irei ser amada. 


Eu morreria sem ao menos dar meu primeiro beijo. 


-Se bem que seria uma pena matar ela - falou um garoto moreno e começou a passar a mão por minha perna, tentei afastar sua mão do meu corpo, mais era uma guerra inútil. 


-Chega Lil- falou o garoto que antes me analisava. 


 - Não vamos matar ela-falou o rapaz e sorriu para mim 
- Vai fazer o que com ela?-perguntou o garoto chamado Lil


-Ela será minha-falou o garoto e eu entrei em desespero  e o mesmo sorriu maliciosamente para mim.


-A levem para o meu quarto-falou o garoto e eu senti meu corpo se levantar do chão e uma mão apalpar minha bunda, enquanto eu chorava silenciosamente. 
Passamos pela sala onde havia um cara  com um notebook em mãos e outro cara sentado no sofá assistindo TV.O capanga me colocou na cama e saiu do quarto sem falar nada. 


Ouvi o som da porta sendo fechada e ergui minha cabeça vendo o garoto vim até mim e se agachou na minha frente. 


-Meu nome é Justin -ele disse. 


-Se tentar fugir, saiba que meus seguranças tem autorização de mata-lá, você vai fazer tudo que eu quiser, quando eu quiser e da forma que eu quiser, estamos entendidos?-perguntou e eu não falei nada. 
Justin colocou sua mão em minha perna e apertou. 


-Estamos entendidos? -perguntou e eu concordei e me encolhi mais na cabeceira da cama.


-Qual o seu nome linda moça? -perguntou se deitando na cama e eu me afastei devagar do mesmo.
Desde pequena eu fui ensinada que homem e mulher não pode ficar na mesma cama sem ser casados.


- Bem eu vou resolver algumas coisas pode tomar banho,eu gosto que minhas mulheres estejam cheirosas-falou cheirando meu pescoço e aquilo me arrepiou me fazendo senti medo, Justin se levantou saindo do quarto e eu escutei quando a porta foi trancada.


Fui ao banheiro e era enorme, me despi com um pouco de dificuldade por conta do ferimento na hora do sequestro, e tomei um relaxante banho, me enrolei em um roupão. Tinha algumas coisas ali nas gavetas, tirei aquele curativo e improvisei outro. Então me vesti, com uma blusa masculina que tinha no banheiro, que pelo menos era escura e ia até minha coxa.


Deixei meus cabelos lisos e grandes secarem sozinhos fui para o quarto e  me sentei na beirada da cama. Bateram na porta e a abriram, era um garoto que estava com a chave do quarto na mão por sinal, acho que o vi hoje mais cedo sentado no sofá. Ele trazia uma bandeja com um prato de comida e uma bebida.


- Depois venho pegar.  – colocou em cima da mesinha ali perto e saiu novamente.

 


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● Justin Bieber ●


-Você vai gostar do que eu descobri sobre a garota-falou Karl enquanto eu fumava, gesticulei para o mesmo continuar. 


-A mesma é virgem, vai dar um bom dinheiro-falou ele é eu o olhei.


-O que mais?-perguntei. 


-O pai abandonou a mãe quando descobriu da gravidez e a mãe morreu quando tinha 6 anos de idade, nenhum familiar a quis e a mesma foi para um orfanato de garotas recatadas falou risonho 


-Vai ser ótimo descobri cada parte daquele corpo-falei. 


-Você poderia vende-lá-falou Karl, soltei a fumaça que tinha na minha boca e olhei para Karl. 

-Primeiro vou  conquista-lá, segundo prova-lá e depois vende-lá, não vou deixar uma gostosa daquelas escapar assim rapidamente, não sei desfrutar de cada parte de seu corpo-falei e o mesmo revirou os olhos rindo.

 


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Fui até o quarto vendo Olivia sentada na cama com o cobertor em seu corpo. 


-Já comeu? -perguntei como se me preocupasse. 


-Sim- sussurrou sem me olhar. 


-Olivia olha para mim, por favor-disse tentando não bate-lá.A mesma ergueu a cabeça me olhando com seus lindos olhos azuis. 


-Você pode andar pela casa e no jardim e na área da piscina, lógico que você não pode sai da mansão, por enquanto eu não confiou em você, isso leva tempo, ninguém vai machucar você-disse e cada palavra que saia da minha boca era uma mentira.


-Eu preciso de roupas-falou e logo suas bochechas ficaram vermelhas. 


-Amanhã eu compro, você fala seu tamanho e eu conpro-falei tirando meu relógio. 


-E minha roupa íntima?-perguntou baixo e tímida. 


-Eu já vi mulheres peladas Olivia-falei a olhando. 


 - Meu deus... - pronunciou.


-O que foi Olivia? -perguntei confuso. 


- O que tem o senhor? Eu estou perdida, se a madre me visse e ouvisse o que você disse... irei para o inferno. - lamentou.


-Eu vou dormi no quarto ao lado qualquer coisa me chame-falei querendo sai daquele quarto 


Estava quase me sentindo virgem junto com a inocência daquela garota. 


-Esqueci, quando você levantar amanhã você pode descer para tomar café da manhã-falei saindo do quarto sem esperar sua resposta.

 


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● Olivia Lins Vilela ●


Levantei da cama indo para o banheiro, me olhei no espelho e percebi que minha expressão era de cansaço, toquei no meu rosto fazendo uma leve massagem, levantei a tampa da privada e  me sentei fazendo  xixi, enquanto fazia percebi que havia uma  marca em minha coxa pela pancada no carro.


Terminei de fazer o xixi e comecei a me despir, precisava tomar um banho, entrei dentro do box e liguei o chuveiro, para a ducha que demorou cerca de uma meia hora se eu não me engano, me enrolei na toalha branca e muito macia, sai do banheiro e me lembrei que eu não tinha nenhuma roupa, não iria sai nua ou apenas com uma tolha em meu corpo, me sentei na cama com a toalha. 
Eu não posso sai assim. 

 


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● Justin Bieber ●


Esperei Olivia para tomar café da manhã e à mesma não desceu, comi e fiquei a esperado até a 12:45 e nada, me levantei do sofá e desliguei a TV subindo as escadas indo em direção ao quarto que Olivia se encontrava, bati na porta e escutei um entra.


-Por que não foi tomar café? -perguntei.


-Eu não tenho roupa-sussurrou envergonhada.


-Pegava uma camisa minha-disse. 


-Eu não posso andar com roupa curta, não é da minha religião-explicou. 


-Tudo bem, eu vou pedir para trazerem comida para você e vou ir compra suas roupas-falei tentado parecer prestativo e carinhoso. 

 


                                  .....................


-Meu Deus-disse assim que vi as roupas


- O que aconteceu? - Justin perguntou preocupado


- Mi...minha.. - não conseguia falar ainda estava um pouco surpresa.


- O que, Olivia? - ele perguntou um pouco desesperado.


-Essas roupas são indecentes-falei.


-São apenas roupas, decentes. -Justin falou. 


-As mulheres que eu tive relação já vestiam roupa menor-falou e eu corei em apenas me imaginar em uma roupa menor. 


- É pecado, na minha religião não pode vestir roupa assim - falei em tom de desespero


- Olivia, você decidi, eu ajudo a escolher algumas peças, as que você não quiser, guarde na mala. - completou 


- Não precisa surtar.-falou. 


-Tudo bem-falei. 


-O que você usava no Orfanato? -perguntou e eu arregalei meus olhos pelo mesmo sabe minha moradia, mais lembrei quem o mesmo era. 


-Uma blusa sem decote, uma saia que ficava até o pé e meias até o joelho-falei tirando roupas com decote. 


-Até no calor?-perguntou. 


-Sim, eu foi ensinada que o certo é assim-falei lembrado.


-Depois você termina de arrumar as roupas, vamos jantar-falou e eu concordei. 


Olhei algumas roupas que estavam na sacolas que Justin tinha me dado, algumas tinham decotes e eram aquelas que eu não usaria, separei as roupas das quais eu usaria, por fim, escolhi um short jeans largo e um moletom, peguei minha roupas íntimas e adentrei o banheiro, tomei um banho um pouco demorado, assim que terminei o banho me vesti e penteei meus cabelos, fiz um tança que ficava caída em meu ombro, estava passando em frente a minha cama quando olhe meu reflexo ao espelho de parede, dei dois passos para trás novamente e de canto de olho, me admirei, no convento não tínhamos espelho, pois adorar a imagem era um pecado, e agora eu acabará de estar pecando,perdão pai, mas não conseguia desviar o olhar de minha imagem refletida no objeto - desviei de meus pensamentos quando escutei a voz de Justin gritar pelo meu nome, sai do quarto e segui rumo a cozinha,o que foi difícil acha naquela mansão Justin já estava sentado, assim que me viu me encarou, sua expressão me deixa um pouco constrangida.


-Senta, Beth pode servi-falou Justin e sua voz tinha mudado,agora tinha um tom de ignorância.


-Sim Sr-falou a senhora.Senti Justin me analisar e senti minhas bochechas esquentarem. 


-Você é sempre assim?-perguntou. 


-Assim como? -perguntei confusa. 


-Inocente e envergonhada-falou.


-No dia que você me sequestrou, tinha sido a terceira vez que eu saia do orfanato, eu não conheço nada do mundo e você é o primeiro garoto que eu conheço, é normal me senti envergonhada-me expliquei.

-Então você nunca teve contato masculino na vida?-perguntou. 


-Quando minha mãe era viva sim-falei. 


-Digo, você nunca beijou ou fudeu com alguém? -perguntou e eu arregalei meus olhos. 


-O Meu Deus, me desculpe pela palavras ele não sabe o que diz-falei.


Beth trouxe nossos pratos e Justin avançou na comida. 


Juntei os meus braços e comecei a agradecer pela comida do dia. 



-Senhor, obrigada pela comida que você me concedeu, perdoe a alma, de quem não lhe agradece, não fazem por mal, obrigada. - sorri e fiz o sinal da cruz, comíamos em silêncio


-O mercado  concede o alimento - ele disse levantando o dedo


- Mais foi Deus... - fui interrompida novamente


- Estou mesmo discutindo com uma seguidora de Deus – disse indignado.


Terminei da comer, lavei meu prato e em seguida fui para meu quarto. 

 


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-AÍ MEUS DEUS, MAIS FORTE-gritou uma voz feminina desconhecida. 


Já era a terceira vez que eu escutava seus gritos, peguei meu chinelo e sai do meu quarto indo em direção aos gritos. Abri a porta para ter uma melhor visão, assim que tive a visão completa do quarto arregalei meus olhos.


Tinha uma garota de quatro na cama de costas para o Justin, ambos estavam nus e Justin está usando seu órgão para usufruir do corpo da garota. 



-Vocês vão para o inferno desse jeito-falei e sai correndo voltando para o meu quarto me trancando no mesmo, deitei na cama puxando as cobertas junto a mim, encarava o teto assustada, ainda lembrando da cena.

 


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● Justin Bieber ●


Eu nunca deveria ter trazido aquela garota aqui enquanto eu pensava em conquista e fuder a casta, Olivia havia acabado de sair do orfanato a qual a mesma nunca se quer viu um homem, mesmo que minha preocupação fosse mentira eu quero que a mesma se entregue para mim por livre e espontânea vontade e não a força, mesmo  seja difícil resisti a mesma  ela era tão inocente, e nossa, eu tinha vacilado, ela era apenas uma mulher de 21 anos inocente. Levantei da cama peguei uma cueca, calça jeans e uma camiseta preta, tomei um banho longo, quando terminei, fui até a cozinha estava morto de fome. Não sabia nem como Olivia estava, ontem ela só dizia que Deus iria me perdoar por está pecando, mais porra eu só tava fazendo sexo!


Escutei passos e logo Olivia apareceu envergonhada na cozinha e a mesma se sentou na cadeira e desvio o olhar para o prato. 


-Me desculpe por ontem-falou Olivia. 


-Não se preocupe-disse.


-Eu nunca tinha visto aquilo na minha frente, o máximo que eu já vi foi meu corpo, agora ver você é sua namorada daquele jeito eu nunca vi-falou sua frase em sussurro. 


-Ela não é minha namorada-falei. 


-Vocês transam com desconhecidos?-perguntou indignada. 


-Isso é normal agora Olivia, ninguém mais vive na era medieval-falei


-Vocês já estavam errado por fazer aquilo sem serem casados e agora fazem aquilo com desconhecido, meu deus-falou ela gesticulando para mim. 


-Aquilo é sexo Olivia-falei. 


-Você não pode fazer aquilo com qualquer uma Justin, sendo mulher ou não, você tem que fazer aquilo por amor e pensado em ter filhos e ainda depois de casados-falou cruzando os braços.


-Um dia você vai fazer "aquilo" e está bem próximo que você pensa-disse passando geléia no pão. 


Me levantei sentado no seu lado e levei minha boca até seu ouvido. 


-Eu vou ensina você tanto Olivia, como um verdadeiro professor- sussurro no se ouvido o mordendo levemente a venda se arrepiar, me levantei e peguei seu pão o comendo sem ao menos ver sua expressão. 


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Peguei Jade pelos cabelos a amarrei na cama com o lençol sem nenhuma dificuldade afinal tinha duas balas em cada cocha, ela gritou de dor com a violência de meus atos, sua pele parecia mais trancando a circulação dos pulsos.


-Aprende uma coisa, nenhuma vadia me rouba e você será um exemplo para suas amigas-disse apontado para as putas que eu tinha contratado para minha boate. 


-Você realmente acha que iria conseguir me rouba três mil reais e eu não iria notar-disse tanto um soco no estômago  a mesma cuspiu sangue pela boca. 



A garota me olhava em panico, lágrimas escorriam pelos seus olhos, a empurrei para frente das putas e as mesmas grutaram , eu comecei meu serviço, os olhos delas se arregalaram ao mesmo tempo que os de Jade reviram nas orbitas, eu cortei o pescoço dela logo depois arrancando a cabeça do meio dos ombros e tocando em cima de uma das putas.


-Limpem isso-disse saindo do quarto. 


Como era bom aliviar meu estresse. 

 


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● Olivia Lins Vilela ●


-Então você nunca beijou? -perguntou Mark. 


-Não,eu posso apenas beijar meu futuro marido-falei.

 
-Como você pode querer casar com alguém que você nunca nem beijou? -perguntou indignado.


-O amor vale mais do que algo carnal, você pode amar alguém sem toca-ló o resto só torna oficial depois do casamento-o expliquei e o mesmo me olhava sem ao menos piscar. 


-Eu posso fazer uma pergunta constrangedora? -perguntei e o mesmo concordou tomando um cole de sua bebida. 


-Qual é a sensação de fazer aquilo? -perguntei curiosa. 


Por mais que eu não saiba nada eu queria saber a sensação.


-Daquilo o que? -perguntou.

-Você só saberá a sensação do sexo Olivia quando provar e pode ter certeza que eu terei o enorme prazer de ensina você-falou Justin enquanto chegava mais perto de mim a cada palavra dita e por fim deu um beijo casto em meu rosto.


 

(TAG DE HOJE:

#MeuDeus

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