História Scale Spila: Os Procurados - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alienígenas, Drama, Drogas, Família, Nova Chance, Passado, Poderes, Romance, Super-heroína, Vingança
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Palavras 2.936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Cap.3-Meu Nome é Spila


                                                                        Capitulo 03-Meu nome é Spila

 

 

Carla da risadas ao ver Georgia berrando por causa do gás azul. Ela nunca pretendia deixa-la viva queria faze-la sofrer para depois simplesmente mata-la ou ela poderia não sobreviver aos experimentos. Georgia gritava e muito, sentia como se fosse morrer afogada com o gás além da água, viu o sorriso de Carla e não sabia o que ela faria adiante, tinha motivos para sobreviver. Carla se aproximou do casulo que Georgia se encontrava e deu uma gargalhada e depois se voltou para os cientistas levantando sua mão direita dando ordem para parar o gás, o gás cessou e Georgia conseguiu respirar direito e cuspiu muito sangue e água. Ela ficou salva por pouco tempo, logo Carla havia ordenado mais um golpe contra ela. —Continuem agora com raios elétricos! —falou Carla para os cientistas, então uma enorme carga elétrica de mais ou menos 72 volts e Georgia resistiu, mas ficou b em ferida. Só que Carla não havia finalizado com seu projeto 1066. —Agora chegou a hora! —berrou Carla—Laminas e mais uma quantidade de raios elétricos, então Georgia fora ferina em suas pernas por mais duas laminas que estavam já nas pernas dela. Georgia gritou de agonia e não sabia se queria que Carla a matasse ou que virasse uma estranha poderosa para poder mata-la. Seus olhos se encontraram com os de Carla e derramava lágrimas.

—Pare! —chorava ela—Por favor, eu não entendo por quê?

Carla deu um sorriso maligno.

—Não entende? Ou você é burra ou se faz, porque eu ouvi a sua conversa com a minha Mayara e se acha que vou deixar você tirar a minha filha de mim está totalmente enganada sua desgraçada! —berrou ela—Ela não sairá daqui com uma D.Lord, pois ela é uma Fray, ela é minha só minha!

Georgia ouvira as palavras de Carla e para ela as suas palavras e som da voz de Carla a faziam parecer louca, doida, maluca e achava agora que Mayara devia abandonar a família para trás. —Você é Louca! —berrou ela para Carla. —Você não merece a Mayara e muito menos os seus filhos.

Carla riu.

—Sim eu sou louca mesmo e você Georgia D.Lord já era! —respondeu ela com uma agressividade sem tamanho, Carla olhou para os cientistas e deu a eles a ultima ordem no projeto 1066—DNA dos estranhos agora, injetem tudo! Agora! —gritou ela para os cientistas que obedeceram. Carla então decidiu lançar laminas em Georgia e deu esta ordem para os cientistas e a ordem foi acatada por eles. Só via uma grande quantidade de laminas e o DNA dos estranhos indo em direção de Georgia, ela berrou e deu gemidos altos e bem fortes. Ela achava que iria morrer, lembrou-se dos irmãos e de seus amados pais. Lembrava-se das partidas de dama com seu irmão Frank que agora era só uma memoria distante e quase esquecida em sua mente, já que estava prestes a morrer não suportando os DNAs dos estranhos, que contiam os seus poderes e seu corpo estava sugando-os só que não sabia se seu corpo aguentaria os poderes. O corpo dela começou a se contorcer e o vidro do casulo começou a se rachar e então os sinais vitais dela começaram a cair.  —Senhora! —chamou um dos cientistas que era magro e careca—Os sinais vitais dela estão caindo muito rápido.

Outro cientista de cabelos pretos lisos olhou para Carla preocupado. —Ela morrerá minha senhora! —Resmungou ele.

Então o corpo de Georgia se contorceu por alguns segundos ate que parou e Carla ergueu seus olhos para o cientista careca. —E então?

—Sem nenhum sinal senhora.

—Excelente, fiquem de guarda aqui.          

Porém quando ela estava prestes a deixar a sala, o casulo começou a chocar e Carla arregalou os olhos bem assustada. Georgia sorriu olhando para ela. —Vai pagar pelo que fez comigo sua Vaca! —falou ela em um tom sombrio e aterrorizante que deixou os cientistas assustados e com medo. Carla pegou uma pistola e riu, não ia temer uma D.Lord apontou a arma para Georgia. —Não vou temer uma estranha de merda! —Gritou ela apertando o gatilho e atirando contra o casulo de vidro. Só que este ato acabou ocasionando uma coisa, a explosão do casulo e Georgia libertou-se com a sua força de estranha que é o que havia se transformado agora. Os cientistas e Carla olhavam para ela surpresos, Georgia havia mudado e isso não era duvida; os seus cabelos castanhos haviam se tornado azuis claros por causa do gás azul, ela parecia ter crescido uns 10 centímetros e parecia mais forte e corajosa, seu vestido bege estava rasgado e suas pernas estavam sangrando por causa das laminas. Ela sorriu para Carla e emanava uma forte energia rosa em suas mãos. —Eu não sou mais uma garota normal, sou agora uma estranha e o meu nome é Spila! —falou ela—O meu nome é Spila. —Este nome vinha do irlandês que significava ‘’Jogar’’ algo que combina para ela que adora jogar dama. Então Carla irritou-se e atirou novamente, porém Spila se defendeu das balas e soltou uma explosão mental com seu olhar que destruiu a pistola que Carla segurava. —Matem ela! —gritou Carla para os cientistas que avançavam com suas pistolas sobre a cabeça de Spila que não sentia-se ameaçada por eles, olhou para Carla confrontando-a.

—Sério eu sinto muita pena da Mayara por ter uma mãe que nem você! —falou ela em um tom bem serio—Ela e os irmãos mereciam pais melhores que fosse e o seu marido, o Joseph Fray, eu no lugar da Mayara teria vergonha de ter vocês como pais.

—Cale a Boca! —berrou ela—Nem sabe o que seus pais fizeram e nem tente mudar os fatos sua pirralha, pois os D.Lord e os Fray sempre serão inimigos. —ela pareceu que tinha terminado de falar, mas não resmungou uma ultima coisa para Spila:

—A Azumi cairá.

Só que Spila não entendeu o que a Azumi tinha haver com ela. —Azumi? Eu não entendi.

—Os seus pais comandavam a Azumi e agora quem faz isso são os seus irmãos! —berrou Carla toda furiosa.

Georgia não soube como raciocinar sobre esta noticia jogada em seu colo por Carla, na verdade não era uma simples noticia e sim uma enorme bomba que não sabia se suportaria. A Azumi era um grupo maligno que vendia armas e pessoas também, já mataram muitas pessoas e nunca pensou que seus pais que eram certinhos comandariam algo contrario com os valores que ele apresentavam não só para a família mas para os vizinhos também. Parece que tudo o que via em seus amados pais era uma mentira, seus irmãos também que para ela sempre foram pessoas que ela se inspirava a ser, descobrirá que a tal empresa era a Azumi e que matavam pessoas. Wilson e Beta os seus pais não haviam só mentido sobre o que faziam mentiram sobre as pessoas que eram assim como Frank e Don. Spila caiu de joelhos e lágrimas caíram de repente em seus olhos, não sabia como controlar as suas emoções sabia que devia, mas a noticia que sua vida inteira viveu com pessoas que não conhecia de fato doía muito em seu peito.

Então Raio Gama e Vidraça começaram a se aproximar do quarto dos D.Lord. Raio Gama ergueu os olhos para a amiga esperando que ela o seguisse, como ela não falou nada ele resmungou a ela:       

—Temos que ir, se não for agora não vai ser nunca!

Ela concordou e ambos começaram a andar e chegaram a porta do quarto e bateram na porta. Frank ouviu as batidas na porta e levantou-se abrindo a porta. Levou um susto assim como Don, estavam a sua frente os alienígenas Vidraça e Raio Gama os primeiros projetos dos Fray. Frank os deixou entrar e seus olhos falaram com os de seu irmão Don, que eles precisavam dos agentes Evos ali para desarma-los ou estariam mortos. Só que Frank não precisou chamar ninguém, os aliens os encararam e começaram a falar. Raio Gama hesitou um pouco, mas conseguiu falar.

—Nós não somos seus inimigos, estamos aqui para conversar com vocês. Eu Raio Gama e minha amiga Vidraça queremos apenas propor um acordo para vocês, para a nossa liberdade que é o que importa para nós, queremos ser livres dos Fray de uma vez por todas queremos tentar retomar as nossas vidas antes de nossa transformação, voltar para as pessoas que amamos as nossas famílias. Sei que sabem o que falo já que a irmã de vocês estão com eles e é bem provável que ela já tenha sido transformada em uma estranha.  

—Liberdade?

Frank se perguntou se o que eles queriam existia de fato, mas achou melhor concordar. —Deixaremos vocês livres eu Frank prometo, mas quero saber onde está a minha irmã. Onde está Georgia?

Vidraça respondeu.

—Ela está em um bairro chamado de Conferencia de Salvador, em uma enorme casa antiga é apenas assim por fora por dentro vocês podem ver uma instalação é onde os Fray trabalham, onde eles prendem seus projetos e os estranhos além de outras armas perigosas. Nós só queremos a nossa liberdade, nos de a sua palavra Frank!

Don deu um olhar de reprovação para o irmão. Só que Frank já havia tomado a sua decisão.

—Eu sou um homem de palavra, eu Frank prometo que os deixarei livres após resgatar a Georgia e matar os Fray. Eu já sei onde eles estão e é bom não se envolverem na batalha, quero que fiquem aqui que é seguro, eu comprei os médicos quando vim então ninguém chegará perto daqui, eu lhes garanto.

A porta abriu-se e lá estavam cerca de 20 soldados da Azumi e na frente estava Kelly, havia também o grupo de agentes Evos. Kelly trajava uma roupa preta com uma bandana rosa na testa, ela sorriu para Frank. —Nós os agentes da Azumi estamos prontos para a batalha contra os Fray, mataremos a todos ninguém sairá vivo a não ser nós e a Georgia.

Frank sorriu satisfeito e deu tchau para o irmão e para os aliens, indo para o bairro Conferencia de Salvador. Frank estava confiante de que esmagariam os Fray de uma vez por todas afinal tinha um enorme exercito e os Fray não tinham muitos números, a não ser os alienígenas e estranhos, mas tinha certeza que poderia acabar com os Fray e tudo isso era por Georgia a sua irmã.

 

Enquanto isso Spila continuava a lutar contra Carla e os cientistas, ela havia se recuperado após descobrir que os pais e os irmãos eram da Azumi. Confrontava os cientistas com a sua energia rosa e parecia que não iria desistir tão fácil, estava vulnerável de fato, mas tinha um objetivo libertar seus amigos. Carla a confrontou pegando outra arma e atirando contra Spila, porém esta se defendeu com seu poder. E então quanto Carla foi ataca-la, Spila sumiu se teletransportando. Carla e os cientistas a procuraram e não a encontravam. Então de repente Spila chegou atrás dela e deu um  sorriso tocando em seu ombro por trás. —Estou aqui querida!

Carla virou-se para trás e nesse momento, Spila avançou atacando-a com uma enorme quantidade de energia rosa que foi bem forte para o nível dela, foi uma grande explosão que atingiu Carla em cheio e ouviu os berros dela. Não que ria mata-la por causa de Mayara só por isso, não acreditava que ela era mãe de sua colega de sela. Carla foi derrubada no chão, toda ferida, sangue saia de seus lábios e seu uniforme estava rasgado. Ela olhou para Spila com raiva:                                       

—Não imaginei que fosse sobreviver e que ganharia tantos poderes.       

—Não deve me subestimar afinal eu sou a Spila.

Os cientistas avançaram atacando-a com suas pistolas. Varias balas voaram na direção de Spila, porém ela se esquivou de todas elas e com sua energia e sua velocidade   avançou dando vários super socos nos cientistas e por ela estar em uma grande velocidade eles nem sequer perceberam que os golpeava e destruía as suas armas. Eles estavam no chão inconscientes sem forças, não havia ninguém lá além dela e de Carla. Spila sorriu e olhou para o salão. —Mais alguém?

Ninguém respondeu e Spila começou a andar em direção as selas, agora seu objetivo era libertar os seus amigos embora que não fossem amigos de verdade. Tanto Mayara quanto Livia e Sesik haviam escutado o barulho que Spila havia feito e estavam bem preocupados com o que estava acontecendo. Mayara olhou para fora da sela e estava tensa. —Que barulho foi este afinal?

Então Spila apareceu para ela sorrindo e ferida, havia sangue em seus lábios e escorrendo da parte esquerda do rosto. Ela ficou feliz em ver os amigos, estava ferrada, mas estava feliz só tinha que tira-los o mais rápido possível vá que Joseph apareça e seria mais difícil para escapar. —Só fui eu Mayara, eu a Spila. Está pronta para fugir?

—Estou, mas... O que minha mãe fez com você? Os seus cabelos, você está toda machucada, a culpa é minha eu...    

Spila a interrompeu:

—Não importa! Eu tenho poderes superiores a ela, não sou mais uma garota comum eu sou uma estranha agora e eu vou solta-los. —Ela deu uma olhada para Mayara se lembrando de suas famílias. —Nem eu e nem você escolhemos nossas famílias, você os Fray e eu a D.Lord, experiências e mortes.

Mayara pareceu decidida.

—Eu sei e estou pronta para ir com você seja lá para onde você for. Qualquer lugar é melhor que esta sela.

Spila tocou na sela e deu um soco e a derrubou. Mayara, Sesik e Livia saíram e ficaram pensando no que fazer. Sesik resmungou depois que olhou para as vestimentas. —Acho que precisamos de vestimentas melhores.

—Onde vamos encontrar?

Spila não sabia onde eles poderiam encontrar vestimentas, eles andavam hesitantes para que não fossem descobertos pelos cientistas. Então acharam o lugar de roupas e tinham tanto roupas masculinas quanto femininas, pegaram comida, água, kit de primeiros socorros, celulares e outras coisas além de dinheiro. Spila prendeu uma parte de seu cabelo em um trança e Mayara fez o mesmo só Livia deixou os cabelos soltos. Eles começaram a andar e foram surpreendidos por Joseph ao lado de dois alienígenas esquisitos. —Só passaram depois de passar por nós! —falou Joseph furioso e confiante. Os aliens eram feios, um tinha os cabelos pegando chamas brancas e tinha os olhos arregalados e tinha o corpo branco com detalhes azuis claros, tinha a boca enorme com dentes afiados e o outro tinha pelo dourado e um olho só além de uma boca grande. Mayara andou para frente encarando o pai. —Venha nos enfrentar pai, não é mais forte que nós.

—Cala Boca sua bastarda! —berrou Joseph.

—Me enfrente seu puto! —falou ela erguendo seu poder, correntes enrolaram seus braços e seu corpo, sua corrente tinha uma ponta que havia uma imagem de uma caveira rachada. Mayara estava destinada a lutar com seu pai desde que sabia que ele não a amava e que não a queria lá.                                                                            

Joseph a encarou furioso. —Com prazer seu monte de bosta!

—Vai se arrepender por me fazer experimentos seu bosta! —gritou Mayara avançando contra o pai que pegou uma arma e atirou contra a filha, porém Mayara o atacou com suas correntes de fogo vermelho. Então sangue foi derramado e houve uma explosão e só viu-se a corrente atravessando o corpo de Joseph que gritou e soltou sangue da boca. Spila e os demais olharam para o corpo de Joseph, Mayara viu o corpo do pai. —Adeus pai.         

O corpo de Joseph estava no chão ensanguentado e onde a corrente havia atingindo-o havia ficado sem carne e amostra só os ossos. Então notaram que os aliens haviam fugido juntamente com os outros prisioneiros, então Spila e os outros começaram a andar procurando uma saída. Mayara ergueu os olhos para Spila. —Para onde iremos?           

—Para Nova Zelândia, é um ótimo lugar.

Sesik e os demais concordaram. —Eu vou arrumar um carro para nós! —falou Sesik sumindo em um redemoinho. Enquanto as garotas correram e de repente Spila usou seu poder de teletransporte e as tirou de lá e surgiram em outro salão enorme. Mayara olhou para Spila querendo entender o que aconteceu. —O que foi isso Spila?

—Teletransporte.

Então elas viram um casulo estranho, que parecia ser algo alienígena tinha uma cabeça pequena e tentáculos. —O que será isso pessoal?

Então de repente apareceu Carla que ainda estava ferida. —Vocês querem saber mesmo?

Carla sorriu olhando para a filha e as outras garotas. —A Azumi pegou quando um asteroide caiu na terra, é uma criança alienígena. E nós usamos o seu DNA em nossos projetos.

Mayara a encarou. —Mãe você tem que parar!

 

Mayara encarou o casulo ignorando a filha. —Não posso, os aliens são o futuro!          

—Só que não! —falou Frank aparecendo junto com os agentes da Azumi e confrontou Carla. —Nós a Azumi estamos aqui para matar os Fray!

Carla riu. —Não! Só quando você morrer!

Mayara resmungou para Spila:

—Temos que fugir!

—Mas o meu irmão... Ele...

Mayara segurou o braço dela com força:

—Minha mãe causará uma explosão, Vamos agora!

Frank a encarou.

—Venha irmã, vai ficar tudo bem!

—Não posso, eu sei de tudo sobre a Azumi você mentiu para mim e eu não vou voltar nunca mais!

—Irmã posso te explicar tudo...

Spila agarrou os braços de Mayara e de Livia e se teletransportaram dali. Então Carla agarrou o casulo com força e jogou o casulo no chão causando uma grande explosão que levou tudo que se encontrava no caminho.



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