História Scandales Victorienne - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Sakura, Sasuke, Sasusaku
Exibições 414
Palavras 2.945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá queridos leitores!!!

Bem, primeiro quero pedir a todos que acompanham a fic desculpas pela demora na atualização. Precisei viajar e tal, daí ficou ruim pra continuar. Por outro lado, esse cap ficou bem grande e por isso precisei dividir em dois. Postarei a segunda em breve, então não esqueçam de dar um up ai, ok? Comentar tbm ajuda muito, viu gente, e obrigada a todos os que comentaram. Amo o comentes de vcs!! <333333333333

SasuSaku ta demorando pra acontecer? Calminha, isso é o desenrolar da história. Logo logo tem.

Beijo a todos!!

Capítulo 4 - :: Capítulo 4 -


Fanfic / Fanfiction Scandales Victorienne - Capítulo 4 - :: Capítulo 4 -


     O caminho de volta para a velha mansão Senju foi quase que insuportável, talvez pelo fato de que Iruka agora conduzia a carruagem sem o menor tento, atravessando todos os buracos possíveis no caminho e causando fortes solavancos que faziam Sakura chacoalhar dentro da cabine, ou ainda talvez por conta da insistentes broncas de Tsunade, em meio ao seu sermão interminável de como Sakura deveria se portar em público. É claro que o episodio anterior fez a Madame arder de vergonha, dizendo o tempo inteiro que sua reputação como tutora havia sido destroçada, porém, tudo o que Sakura fazia era fingir lhe dar atenção enquanto focava-se na paisagem triste que avistava pela pequena janela de vidro.

  Mantendo a porquinha ainda em seus braços - o que de fato era surpreendente, já que não sabia como havia conseguido convencer Tsunade em levá-la com elas - ela procurava acalmar o inquieto animal, mesmo que a fala constante da Madame lhe enjoasse os ouvidos e a forçasse revirar os olhos, cansada. Tsunade ainda não havia parado de falar. " - Você nunca pensa antes de agir, menina! Lançou o nosso nome na lama! Se continuar assim, vai ficar uma velha encalhada como eu! 
  Sakura bufou impaciente. E o pior é que nem mesmo teve tempo de ir até a livraria como haviam combinado. Tsunade nunca cumpria com sua palavra. Todavia, era até justificável a sua indignação. Como supôs antes, sua ida até o porto não passara de pura artimanha da madame em apresentá-la a Naruto na tentativa de criar um enlace entre os dois. Algo completamente falho. Naruto poderia estar bonito, mas para Sakura ele seria sempre o mesmo garoto irritante de sempre. Ela suspirou desanimada. Quando aquilo tudo iria acabar?

  A carruagem chacoalhou mais uma vez antes de sentir que a velocidade diminuía, e ela já reconhecia as árvores ao redor da estrada estreita, percebendo que já haviam chegado em casa. Irukua conduziu os dois cavalos pelo longo jardim, atravessando os portões e freando os animais em frente a varanda, saltando de imediato para ajudar as duas mulheres a descerem. 
     
  Os passos rápidos ecoaram pelo chão de carvalho, dando passagem para uma assustada Shizune com o avental na mão enquanto limpava-se, olhando esperançosamente para sua senhora. Tsunade, por sua vez, estava de péssimo mau humor. A loira exuberante atravessou a varanda e passou rapidamente ao lado da criada, quase a atropelando enquanto resmungava qualquer coisa de forma incompreensível, o que fez o sorriso de Shizune murchar. Ela lançou um olhar perdido para Sakura que deu de ombros, colocando a porquinha no chão para que conhecesse o jardim.

- Pelo menos trouxe o jantar! - dizia Shizune ainda esfregando as mãos no avental.
- Nem se atreva! Ela é de casa e vai ficar aqui por enquanto. 

  Sakura subia os degraus da varanda, tocando os ombros da miúda mulher a sua frente antes de entrar. Shizune trocou um olhar rápido com Iruka e um sorrisinho meloso já se formavam nos lábios de ambos, quando ela pulou ao ouvir seu nome gritado por Tsunade como um berro. A fiel criada atravessou a varanda quase correndo, pondo-se a atender sua senhora. Mais um dia normal no fim das contas.

xxx...

  Depois do jantar Tsunade se recolheu cedo alegando estar sofrendo com suas dores constantes de cabeça, mas no fundo Sakura sabia que era apenas desculpa para ela tomar de seu licor escondida. Hábito muito comum da Senju, no entanto, ela não a questionou. Sozinha, ficou pela sala de estar em frente a lareira, apenas sentindo o agradável calor que era absorvido por sua pele enquanto relaxava ao som do crepitar do fogo na lenha, algo que sempre arrastava sua mente para longe. Shizune estava ocupada com a cozinha, o que lhe garantia um breve momento de paz em um lugar que não seria seu quarto, e ela reviveu o acontecido no Pump Room ainda de manhã. Realmente era incrível o poder que ela tinha de se meter em confusões. Pensando no escândalo, ela afundou-se na poltrona, mantendo os pés esticados e apoiados sobre a mesinha de centro. Se Tsunade estivesse ali, logo a repreenderia por não estar se portando como uma moça, mas ela não se importava. Portar-se como uma dama era tedioso e cansativo demais. 

  Seus olhos deslizaram para o canto, avistando vários envelopes na mesinha ao lado da poltrona central e percebendo que não havia tido tempo de ler as correspondências, assim apanhando-os e os folheando cuidadosamente ao identificar os remetentes. Entre o bolo de cartas que apanhara, uma apenas tinha seu nome como destinatário, e a rosada logo se animou ao reconhecer aquela letra. Abrindo rapidamente o envelope, ela puxou o delicado papel e o desdobrou, avistando o conteúdo da carta que não poderia ser melhor.

"Querida Sakura.

Cheguei a pouco tempo de minha longa viagem, e estou imensamente animada para lhe reencontrar.
Como sabe, venho para Greenleaf para tratar dos últimos assuntos de meu noivado, e é óbvio que quero aproveitar minha última semana antes do casamento com minha melhor e querida amiga. Tenho tantas novidades para lhe contar, que mal me contenho!Vá ao centro e me encontrarás no mesmo lugar de sempre, onde lhe espero ansiosa! Sei o quanto detesta fazer compras, mas não pode me negar isto, afinal! 

Da sua querida e fiel amiga irmã.
Lady Yamanaka Ino.


  O sorriso a tomou fácil ao se deparar com as palavras da amiga que há muito tempo não reencontrava. Ino era uma jovem da mesma idade de Sakura, e por mais que as duas não tivessem muitas coisas em comum, era ótimo poder conversar com alguém que ao menos procurasse lhe intender, além é claro, de se tratar de uma amiga em quem Sakura poderia confiar. As duas já dividiam longo tempo de amizade e revê-la já lhe melhorava os ânimos. Sakura guardou a carta novamente no envelope e tratou de colocar os outros no mesmo lugar, até que um dos envelopes caíssem no chão, o que a forçou levantar-se para apanhá-lo e perceber pela primeira vez o selo real que continha. Surpresa e levemente tomada pela curiosidade, ela o apanhou e olhou ao redor para ter certeza de que não era observada, já que abrir correspondência dos outros era o tipo de má educação que não costumava cometer. Ao menos não com frequência. Rompendo o selo, ela abriu o envelope e desembrulhou o elegante papel com o símbolo da coroa ainda em seu cabeça-lho, observando atentamente as palavras decorosas e diretas. Era um cobramento informal de impostos atrasados. Sakura suspirou nervosamente e dobrou novamente a carta. Ela sabia que a situação de Madame não era uma das melhores, mas não imaginou que sua dívida tivesse chegado aos chocantes números gravados no fim da mensagem. Era muito dinheiro. Bem mais do que poderia imaginar e o tempo para pagamento era curto. Ouviu seu nome ser chamado pelo corredor e rapidamente guardou a carta no espartilho, mantendo ainda a de Ino nas mãos e virando-se para atender o chamado de Shizune, que apareceu atrás do batente da porta que levava para a sala de jantar.

- Precisa de mais alguma coisa, senhorita Sakura?
- Não, não Shizune. De jeito algum. Já estou me recolhendo. Pode fazer o mesmo.

  Shizune arqueou uma das sobrancelhas eencarando Sakura com a leve sensação de que esta lhe escondia algo, mas ao notar o seu bocejo pensou que suas desconfianças não passavam de fruto da sua imaginação.

- Certo. Sendo assim, boa noite senhorita. Deseja algo especial pro café da manhã?
- Já é bom termos café da manhã... - sussurrou Sakura em meio a um sorriso amarelo.
- Desculpa, o que disse?
- Disse que levantarei cedo amanhã. Voltarei ao centro de Greenleaf nas primeiras horas.
- Que bom, senhorita! Mudou de ideia e irá atrás do Marquês?
- De jeito algum, Shizune!O que acha que eu sou?? Não perderia meu tempo! Irei me encontrar com Lady Ino. Ela está aqui na cidade numa passagem breve e preciso vê-la logo.
- Ah, sim...sendo assim, tenha um bom descanso.
- Você também, Shizune. Um descanso merecido.

  A pequena mulher sorriu de forma meiga e se despediu, saindo vagarosamente da sala e deixando Sakura a sós. Os pensamentos da rosada fervilhavam em sua mente e ela chegou a pensar que teria dificuldades para dormir. Maldita carta. Ao subir em seu quarto, a leria novamente e com mais atenção. Sem dúvidas, medidas precisavam ser tomadas o quanto antes, pois a situação em qual se encontravam não era a das melhores.

xxx...

  Acordou assim que os ofuscantes raios de sol alcançaram seu rosto, virando-se no momento em que alguém puxava bruscamente as pesadas cortinas de seu quarto, tal gesto que lhe surpreendera por um instante. Abrindo com dificuldade um dos olhos, avistou de relance por trás da vista ainda entorpecida pelo sono, o momento em que um vulto grisalho atravessou o quarto, puxando as cortinas da outra janela ao lado da cama.

- Ah, bom dia milorde. Fico feliz que já tenha acordado.

  Franzindo o rosto diante do repentino clarão, agora mais intenso, o jovem Uchiha se viu forçado a sentar-se, coçando os olhos com as costas das mãos enquanto, em meio a uma careta, procurava focar sua atenção no rosto de Kakashi.

- E eu tinha alguma alternativa?
- Me perdoe milorde, mas tenho ordens para incomodá-lo.

  Sasuke arqueou uma das sobrancelhas, tendo sua vista melhorada ao acostumar-se com a claridade, observando finalmente a expressão séria do mordomo. 

- Mas não se preocupe. A Duquesa me pediu para que lhe acordasse e que lhe trouxesse seu café na cama. As ordens dela é para que eu lhe ajude a se vestir e desça de forma apresentável. Temos visitas.
- Não me diga que é Madara que está ai novamente?
- Não, digamos que seja alguém que consegue ser um pouco mais inconveniente que seu tio.

  Sasuke jogou as pernas para fora da cama, tocando o felpudo tapete e mantendo sua atenção sob Kakashi, adotando uma leve expressão confusa.

- Quem?

  Largando o grosso tecido vermelho vinho da cortina, o grisalho voltou seu rosto para Sasuke, abrindo um discreto e forçado sorriso cínico, da qual ele sempre costumava usar para não ser grosseiro ou agressivo com suas palavras ao se referir a alguém.

- Apenas limpe-se, certo? Seu café vai esfriar e a duquesa tem pressa. Seja rápido.

  Ele não esperou que Sasuke dissesse algo mais, atravessando apressadamente o quarto e batendo a porta assim que saiu, deixando apenas um jovem confuso ainda a se perguntar quem o aguardava. Balançando a cabeça negativamente, ouviu seu estômago roncar, percebendo que passara o dia anterior e a noite inteira dormindo, esquecendo-se por inteiro de comer pelo menos algo. A recente perda de seu pai e a noite em claro por conta do velório o deixou exausto. Por enquanto, tudo o que ele precisaria era de um bom banho e uma boa refeição.

xxx...

  Assim que desceu as escadas ele já havia tomado o café, limpado-se e vestia-se de forma adequada. Usava um colete totalmente preto com belos botões dourados nas abotoaduras, com um fino lenço branco com bordados cinzas sob a camisa de tecido leve e num tom negro impecável, o que realçava ainda mais os alinhados cabelos igualmente escuros e penteados para trás, onde apenas algumas mechas recaiam sobre seu rosto pálido. O Uchiha endireitou o lenço - que usava como gravata - amontoado sobre o peito abaixo do colete, e seguiu diretamente pelo saguão até a sala de visitas, de onde já podia se ouvir conversas exasperadas e risinhos baixos, impróprio para quem a pouco enterrara alguém, mas que ele tinha certeza que não viria de sua mãe. Diante da porta entreaberta, suspirou firme e sentiu o ar quente lhe escapar do pulmão na forma de uma baforada, avistando pela fresta da porta o corpo inclinado de uma mulher adiante. Não era a sua mãe. Criando coragem, levantou o pulso e bateu firmemente na porta até que recebesse da duquesa a permissão para entrar. A voz dela soou de forma suave mais autoritária, como costumava ser.
     
  Empurrando a porta com delicadeza, Sasuke teve em foco imediatamente a figura de duas mulheres elegantemente vestidas, que o encaravam com deslumbre, o que o deixou visivelmente desconcertado.

- Bom dia, querido. Que bom que tenha se juntado a nós.

  A voz de sua mãe lhe tomou a atenção, onde ele se virou e a reverenciou, beijando-lhe a mão de forma suave e delicada. Como se esperaria, Mikoto estava belíssima em um vestido preto com rendas, ainda sob o efeito do luto, mas ao menos agora retinha nos lábios um frágil sorriso. Ela e Sasuke trocaram olhares rápidos, mas profundo o suficiente para entender o embaraço do filho, tal como ele podia ver o desconforto dela. De imediato, a duquesa tomou posicionamento.

- Esta é milady Karin Uzumaki, sobrinha da marquesa de Greenleaf. E esta é a senhorita Rin, sua dama de companhia. Mas acredito que você se lembra dela, não é mesmo? Lady Karin é bastante íntima da família e passaram boa parte da infância juntos.

  Sasuke se virou para as mulheres adiante, enquanto estas permaneciam sentadas sobre as elegantes cadeiras da sala de estar, e teve seus olhos focados aos olhos de Karin, num ato que ele poderia considerar como um descuido.

- Sim, eu me lembro. Senhoritas.

  Acenando cordialmente e inclinando-se para reverencia-las, ele desviou a atenção com cuidado, até ser surpreendido pela figura de Karin que levantava-se, ficando bem próxima.

- Que bom que não tenha esquecido minhas feições, milorde. Apesar de que tenho certeza que as tenham se modificado com o tempo.

  O olhar dela estava fixo aos deles, com orbes castanhos avermelhados, mas nada que se comparasse ao intenso ruivo de seus cabelos presos atrás da nuca, onde pequenas mechas despencavam pelas laterais do rosto e sobre os ombros. A pele era imensamente pálida, outra marca característica da família Uzumaki, mas pelo que se lembrava ela tinha muito mais sardas na infância, que agora se resumiam em pequenos pontos discretos sobre o nariz e bochechas ao qual ela procurava ocultar com pó de arroz. Karin não era uma mulher feia, pelo contrário, estava bastante apresentável em seu vestido inteiramente branco, com babados e bordados na parte das mangas curtas e do decote, deixando o resto dos braços nu, e, apesar do nariz ligeiramente adunco, Sasuke podia garantir que seu defeito mesmo estava na inconveniente personalidade que, pelo que parecia, permanecia intacta desde a infância. Teve a certeza disso quando ela estendeu-lhe a mão para que beijasse.
     
  Depois de cumprimentá-la, educadamente Sasuke se virou para sua dama de companhia, mas a mesma parecia bem tímida em seu canto, discreta em seu longo vestido azul marinho de mangas compridas, usando um largo chapéu com plumas e um delicado óculos de lentes redondas. A mulher embaraçou-se por um instante, ainda mais diante do olhar duro de sua senhora, fazendo com que a tímida mulher murchar-se em seu canto.

- Bem, a senhorita Karin veio nos prestigiar com sua nobre condolência, ao qual até já agradeci em seu nome. 
- Sim, sim. Na verdade, cheguei a pouco tempo e apenas fiquei sabendo ontem sobre o triste ocorrido.
- Sim, queríamos reservar o funeral apenas aos mais íntimos.

  Houve um coçar profundo de garganta ao fundo ao qual Sasuke identificou como sendo da duquesa, assim como um visível desconforto por parte de Karin, mas ele queria se livrar de todos aqueles apelativos e ensaiados pesares. Ele já não tinha mais paciência para aquilo.

- Claro, a família tem todo o direito. - contornou Karin, mostrando um sorriso falso em seguida.
- Lady Karin, se me perdoe a intromissão, sei que veio visitar a família e especialmente meu filho, mas ele tem alguns compromissos a tratar junto de Kakashi ao centro, já que chegou muito recentemente e com tudo o que aconteceu não teve tempo de visitar o local e cuidar de seus afazeres. Eu também estou muito cansada com tudo o que tem acontecendo conosco nos últimos dias.

  Sasuke arqueou uma das sobrancelhas ao perceber a tática que sua mãe utilizara para livrar-se da visita. Vendo daquela forma, era muito deselegante, mas nem ela tinha mais paciência para tratar daqueles assuntos. O pior era vê-la armar aquela situação. É claro que a duquesa estava empurrando a companhia de Karin para ele. Em pensar que toda aquela cena de café da manhã na cama não passara de parte do seu plano.

- Bem, sendo assim...se não se importa lorde Sasuke, eu adoraria acompanhá-lo em sua ida ao centro. Vai ser um prazer orientá-lo, lhe mostrar os melhores lugares, além de ajudá-lo a se livrar das presenças incômodas.

  O rosto dela ruborizou enquanto falava e seus olhos ganhavam mais brilho, demonstrando tratar-se claramente de um flerte, o que fez Sasuke engolir seco. No momento, não tinha o que questionar. Estava com a corda no pescoço e, para salvar sua família, ele não podia levar mais tempo, nem se dar ao luxo de escolher uma noiva. De qualquer forma, Karin não era de todo um partido ruim, afinal, carregava o renomado sobrenome da marquesa. Ele lançou um olhar rápido para sua mãe que o contemplava esperançosa de volta. Foi inevitável pensar em seu encontro com o tio no dia anterior e Sasuke se perguntava se sua mãe já sabia do ocorrido. De qualquer forma, ele não podia negar isto a ela.

- Vai ser um prazer ter sua companhia, lady Karin. - dizia ele reverenciado-a de volta.
- Ótimo! - dizia a ruiva apanhando a echarpe sobre a mesinha ao lado. - Será um dia muito agradável, isso eu lhe garanto!



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