História Scarlett - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Gigi Hadid, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Daddy, Filha, Incesto, Justin, Justin Bieber, Pai, Papai, Pecado, Proibido, Scarlett, Sexo
Exibições 1.752
Palavras 2.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


* Fanfic sendo respostada!

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction Scarlett - Capítulo 1 - Capítulo Um

Scarlett sempre ajudava sua mãe a preparar a mesa do jantar. Sua mãe vivia constantemente ocupada, correndo atrás de seus irmãos mais novos e mesmo Scarlett sendo a filha mais velha, ela sentia necessidade de ajudar sua mãe sempre que podia.

Scarlett ainda estava na escola, mas parecia não florescer ainda. Ela ainda estava esperando que seu corpo se transformasse. Ela tinha longos cabelos loiros praia, que se ela estivesse nua, cobriam perfeitamente sobre seus seios, escondendo-os facilmente, os olhos âmbar, assim como de seu pai.

Seu pai estava sempre ocupado, assim como sua mãe.  Ele estava sempre ocupado trabalhando. E sua mãe sempre ocupada com as crianças. Ele geralmente chegava tarde em casa para jantar,  mas está noite diferente das outras ele já habitava seu lugar na mesa de jantar lendo ao seu jornal. Scarlett caminha envolta da mesa colocando os pratos e os talheres sobre a mesma.
Justin olhou por cima de seu jornal de notícias a maneira como Scarlett se inclinou para frente, ele vislumbrou o pego decote e olhou para baixo quando percebeu seus filhos mais novos correndo ao redor e mesa perseguindo um ao outro.

Ele quase não os notou, a visão de sua filha inclinada sobre a mesa dando lhe a oportunidade de ver seus pequenos mamilos bonitos.

Ele era extremamente grato pelo fato deles serem pequenos, porque isso significava que muitas vezes ela passeou pela casa sem sutiã. Justin sempre quis ligar ao ar condicionado da casa, só para ver o quão durinho eles podiam ficar, arrebitados através dos finos panos de suas camisolas. Ele só não queria arriscar que ele quisesse por qualquer roupa por cima de suas camisolas dali pra frente.

Ele direcionou seu olhar pra sua esposa, seu cabelo uma bagunça completa, moletom novamente, e a camisa era o uniforme era da última empresa à qual trabalhará. Apenas uma vez, ele pensa, se ele pudesse chegar em casa e tê-la vestida para ele. Do jeito que ela costumava faze no começo do casamento. Ele olha para sua filha novamente. A alça de sua camisola rosa caída para baixo dando a visão completa do seu busto, a forma que ela se inclinou para parar seu irmão mais novo e chorar no chão. Ele sentiu uma fisgada em seu pau novamente quando viu o relance da parte de baixo de sua camisola.

Ela pegou-o do chão enquanto ele gritava e chutava o ar, sentou-se na cadeira ainda segurando-o. A criança calou-se ao ouvir sua mãe gritar da cozinha.

— Jason você tem que jantar antes de poder ter seu sorvete!

Scarlett sorriu e coçou a cabeça.

— Veja, você pode comer sorvete. Você só tem que comer o jantar em primeiro lugar.

Ela levantou-se, e perseguiu as outras crianças correndo ao redor da sala de jantar e cozinha.

— Para a mesa vocês! Vamos!  — Scarlett riu correndo atrás deles.
Seu pai observando enquanto ela se inclinou em sua camisola. Era uma camisola bonita, não muito longa e bastante solta. Ele desejava que fosse mais curta, ele desejava que fosse mais apertada. Ele desejou que todas as suas roupas fossem mais apertadas, e honestamente o deixou mais excitado pelo fato de ele raramente tem que vê-la em qualquer coisa revelando que não seja durante o verão, quando iam para a praia. Ele estava loucamente querendo ver seu pequeno broto, sem que um short curto o impedissem de ter a visão completa, ou seus pequenos mamilos pressionados por baixo de uma blusa branca apertada. Ele sentiu-se olhando, e não conseguia parar.

Scarlett estava sentada na última cadeira da mesa quando a sua mãe trouxe a comida, da cozinha.

— Mamãe sente-se! Pode deixar que eu faço o resto! — Scarlett diz pra sua mãe.

Sua mãe sentou-se á mesa, exausta, e pegou o copo de água, escovou os cabelos da testa com as costas da mão e olhou para seu marido.

— Como foi o trabalho, querido? — perguntou ela, enquanto tentava repreender um dos seus filhos com as mãos, batendo-lhe nas pernas ao sentar-se ainda em seu assento.

— O mesmo de sempre, você sabe... Só mais um dia chato. Como foi seu dia, vida? — perguntou ele enquanto dobrava seu jornal, depositando-o sobre a mesa.

Scarlett observou seus pais forçarem a mesma conversa de jantar de todas as noites, deve ser chato, ela pensou consigo mesmo. Será que eles não têm mais nada para falar? Ou talvez isso seja tudo que eles falam em nossa frente? Ela finalmente coloca todas as panelas sobre a mesa e começa a servir á todos. E como sempre, seu pai foi o primeiro á se servido.

— Você quer purê papai? — pergunta se pondo ao lado dele.

Ele colocou a mão na parte inferior das costas, sem causar danos…

— Sim querida, por favor — disse.

Scarlett pegou uma porção de purê de batatas em seu prato.

— Feijão? — perguntou ela.

Ele enfiou a mão para baixo sobre sua bunda, sentindo a curva de seu pequeno traseiro apertado, antes de levar a mão de volta para seu colo.

Scarlett sentiu a mão dele, e sabia que não era um acidente, continuou a servir a todos os outros na mesa.

Ela se sentou ao lado de seu pai, e era uma pequena mesa e todo mundo estavam espremidos.

— Justin, nós realmente precisamos de uma mesa de janta maior. — disse a mãe de Scarlett.

— Eu sei, eu sei. Nós vamos ter que olhar os preços em algumas lojas no final de semana — ele disse enquanto cortava seu bife.

Scarlett percebeu como sua mãe evitou lamentar-se sobre a mesa e começou a pedir á seus irmãos e irmã como foi seu dia na escola.

Scarlett sorriu, enquanto observava seus irmãos gêmeos discutiam sobre de quem foi o melhor dia.

Scarlett sentiu algo em seu joelho, e olhou para baixo. A mão de seu pai. Ela olhou para ele, mas seu rosto estava focado na mãe de Scarlett no lado aposto da mesa. Scarlett não teve certeza do que fazer quando sentiu a mão puxar a sua saia para cima sobre o joelho e descansar a mão em sua pele, olhou para frente.

O que ele estava fazendo?

Ela sentiu a mão deslizar de seu joelho até sua coxa, a saia solta apenas suavemente deslizando até seu colo.

Talvez ele não se importasse com as saias solta depois de tudo.

Os olhos de Scarlett se arregalaram e ela agarrou sua mão e o deteve, segurando-a quando sua mãe olhou para ela.

— Como foi seu dia Scarlett? — ela perguntou enquanto cortava seu bife, em seguida, olhando para a filha.

— Bom — ela engoliu em seco — Foi bom — ela sentiu a mão de seu pai se mover para os lados de suas coxas — Bom — ela concordou.

Ela casualmente olhou ao redor da mesa e depois para seu pai, que ao seu lado estava cortando um pedaço de bife para levá-lo á boca como se nada estivesse acontecendo. Como se sua mão não estivesse indo para o lugar mais quente de seu corpo.

— Bem, isso é... Bom — sua mãe riu e estendeu a mão para continuar cortando a carne em pequenos pedaços para os gêmeos.

— Isso é bom — disse seu pai enquanto sua mão ficou presa entre suas pernas, Scarlett apertou as pernas fechadas.

Ela puxou sua mão de entre suas coxas e empurrou-a para longe.
O que estava acontecendo? Scarlett pensou consigo mesmo, obviamente não era um engano, e o que ele estava fazendo? Ela era sua filha

Ele esperou para tentar novamente. Ele cortou seu bife em pedaços, levou algumas garfadas de batatas e em seguida, voltou para ela novamente.

Ele levantou a saia em um só golpe rápido de sua mão por sua perna e descansou em sua coxa apertando-a.

Os olhos de Scarlett arregalaram-se novamente e ela virou a cabeça para ele, pegando um pedaço de carne levando-o a boca.

Um talher de prata caiu no chão do outro lado da mesa e sua mãe se inclinou para pegá-lo debaixo da cadeira de um dos gêmeos.

Justin se inclinou rapidamente sobre Scarlett, empurrando o cabelo para trás com o nariz, respirando em seu pescoço e orelha.

— Abras suas pernas pra mim — ele sussurrou.

Scarlett olhou mais uma vez em sua direção e empurrou a mão dele mais uma vez — Pare com isso! — ela sussurrou.

A mãe dela se levantou e foi até a cozinha para atirar o talher na pia e pegar um novo.

— Você sempre ajudando sua mãe... Porque não ajudar seu pai também? — disse ele enquanto sua mão agarrou sua perna e puxou-a forçando-a abrir, Scarlett tentou fechá-la, e sua mão já estava pressionando o ápice entre suas coxas, contra sua calcinha — Tão quente! — disse ele quando começou a tentar esfregar seu clitóris através da calcinha.

Scarlett se contorceu na cadeira, seus irmãos mais novos na mesa sem saber o que fazer, preocupada com seu irmão mais velho e sua irmã que estava no outro lado do pai dela, e discutiam sobre o que iriam assistir na televisão depois do jantar.

Scarlett agarrou seu pulso com a mão, e ele empurrou a mão para baixo, apalpando sua intimidade através da calcinha esfregando-a, mais ou menos do que ele realmente gostaria, mas Scarlett ainda lutava contra ele. Justin podia sentir a fenda de sua boceta, embora a calcinha atrapalhasse seu pau duro em sua calça.

Scarlett sentiu o formigamento. O mesmo sentimento que ela teve quando seu namorado começou a tocá-la. Era bom ser tocada lá e ela mordeu o lábio e fechou suas coxas novamente, com força, quase fazendo sua mão incapaz de ser mover de forma eficaz.

Ele inclinou-se novamente — Relaxe deixe-me tocá-la. Só por alguns minutos. Então se você quiser, eu paro — ele disse calmamente e voltou a levar pequenas quantidades de comida á sua boca, gritando sobre a mesa para os gêmeos que estavam jogando comida no chão quando sua mãe voltou com o novo talher.

Scarlett se debate por alguns segundos, e depois afasta suas pernas ligeiramente. Ela olhou para ele — Um minuto — ela murmurou. Ela não podia acreditar que ela estava negociando os direitos sobre para sua boceta com seu próprio pai na mesa de jantar.

Ele puxou a mão em sua coxa, abrindo ainda mais as suas pernas, colocando a mão sobre sua calcinha mais uma vez, começando á esfregar seu clitóris onde ele sabia que tinha para fazê-la vir.

Scarlett sentiu-se ficar corada e seu medo dando lugar a excitação, ela podia sentir seu interior ficando molhado.

— Você vai comer seu bife? — seu pai perguntou-lhe, numa voz tão calma como se sua mão não estivesse pressionada contra sua calcinha, ele apertou seus dedos em sua fenda deixando-a ainda mais molhada por seus sucos.

— Sim... Sim... Só... — ela pegou um garfo de batatas e empurrou-o em sua boca enquanto sentiu seu pai empurrar a calcinha com os dedos e colocá-los entre sua fenda. Ela quase se engasgou.

— Você está bem querida? — perguntou a mãe dela, com as mãos sobre a mesa pronta pra correr e salvá-las.

Scarlett assentiu e tossiu, depois engoliu novamente.

— Estou bem só… Engoli de maneira errada

— Pirralha — seu irmão mais velho disse alto e riu para si mesmo enquanto minha mãe revirou os olhos, meu pai riu um pouco, e minha irmã lhe deu um soco no braço.

Scarlett apenas riu, ou ela teria revirado os olhos, o que ela devia ter feito quando sentiu os dedos de seu pai mergulhar em sua vulva. Podia sentir enrolando o dedo dentro. Um minuto certamente tinha se passado. Ele tirou o dedo e subiu para seu clitóris e esfregou-o suavemente.

Tão suave, que ela queria gemer, ela queria exalar seu prazer e deixá-lo saber como é bom senti-lo. Mas ela não fez, e ela agarrou sua mão e empurrou-a e fechou suas pernas.

— O bife está delicioso, mel — disse o pai dele sobre a mesa para sua mãe.

— Obrigado, querido. — ela disse com um sorriso e tomou um gole de água enquanto ela e Scarlett assistiam-o lamber os dedos que acabou de ser enterrado dentro de Scarlett. Scarlett não podia acreditar nele. Certamente sua mãe não tinha idéia de onde os dedos dele estavam, provavelmente ela imaginara que ele estava lambendo uma mancha de molho.

— Tão delicioso... — ele abaixou a mão e apoiou-a sobre o colo de Scarlett, deixando0a saber que ele se referia á ela, mesmo sua mãe sendo quem aceitou aos elogios.

— Bom, eu realmente fico feliz que você tenha gostado. Eu fui um pouco antes de você chegar ao açougue para comprá-lo. Nossa vizinha ao lado disse sobre ele... Seu marido James realmente ama quando... — Justin começou a ignorar os desaveio de sua esposa, e começou a tentar voltar para a calcinha um pouco molhada de sua filha.

Scarlett lutou contra ele. Empurrando a mão dele, mais e mais. Sua mão agarrou com força á sua coxa e ele puxou as pernas aberta. Scarlett parou de lutar, por duas razões. Ela não queria que ninguém notasse a pequena luta debaixo da mesa e… bem… Era bom e ela secretamente queria mais.

Ela abriu as pernas mais amplas do que antes, e ele sorriu para si mesmo enquanto ela se abriu para ele. Em uma comemoração interna.

Seu pai começou a falar com seu irmão e irmã sobre as provas semestrais e Scarlett sentiu o dedo dele circulando seu clitóris, esfregando suavemente. O anel gelado em seu dedo anelar fazendo fricção em seu clitóris exposto. Scarlett agarrou aos seus talheres, e depois tentou continuar comendo. Com todo o barulho da mesa, com os gêmeos gritando uns com os outros, e seu pai falar com a sua irmã e irmão, e sua mãe á conversar com eles, ela se sentiu gemer um pouco sob sua respiração enquanto empurrava um pedaço de carne na boca e começou a mastigar.

Cerrando seus dentes para não gemer mais. Ela empurrou outro pedaço em sua boca, esperando que com a sua boca cheia fosse impedida de gemer. Scarlett rezou para ninguém lhe pergunta nada, rezou para que ninguém sentisse o cheiro de seu sumo pingando na cadeira da sala de jantar. Ela rezou para que ela pudesse simplesmente fechar seus olhos e gemer tão alto quanto ela queria, por que seu pai seria quem a faria gozar. E ela nunca havia chegado ao orgasmo tão rápido. Ela não tinha certeza se ela poderia ficar quieta no auge do seu clímax.

Justin sentiu os quadris de sua filha elevando-se em direção á sua mão, ele deslizou seu dedo médio em seu clitóris, para baixo em sua boceta úmida de sua excitação. Seu pau pronto para rasgar através de sua calça, por que ela estava tão incrivelmente escorregadia. Ele nunca tinha estado tão animado, o tão ligado quanto agora, seus dedos sua filha debaixo da mesa da sala de jantar. Mesmo todas as vezes que ele fodeu sua esposa em público quando eram mais jovens, ou em algum banco traseiro de um carro qualquer, ele havia se sentido assim. Ele sabia que ela queria gozar, ele sabia que ela estava perto. Justin empurrou seus dedos mais a fundo dentro dela, tanto quanto podia nessa posição, e então começou a bombear seus dedos, apenas puxando-os para enquanto a fodia. Bastava empurrá-los dentro dela, sua boceta na imensidão de seus dedos, e ele viu seu rosto quando tomou á um gole de água e passou os dedos fora por seus lábios vaginais e de volta até seus clitóris esfregando-o para o orgasmo.

Scarlett sentiu a onda começar e endireitou-se, colocou uma mão sobre a mesa a outra segurando o lado de sua cadeira como ela veio. A boca fechada, lábios apertados, os olhos se fechando por um momento, e depois aberto olhando ao redor da mesa.

Ninguém percebeu que os dedos de seu pai haviam feito gozar na mesa da sala de jantar. Ela exalou em silencio e a última onde de orgasmo percorreu por seu corpo. Seus olhos correndo ao redor da mesa, cismada que alguém haveria de desconfiar de algo. Justin chupou seus dedos molhados, encharcados pelo recente orgasmo de sua filha e voltou a usar as duas mãos para o seu jantar.

— Melhor jantar que tivemos em um longo tempo, baby — ele disse á sua esposa — Melhor jantar..


Notas Finais




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