História Scars - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias James Bay
Personagens James Bay
Tags Andy, Gerry, Jack, Jamesbay, Musica, Romance, Rosslewis, Sexo, Teambay, Thomas
Exibições 32
Palavras 2.203
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei com o 7º capítulo.
Será que Amanda vai mesmo casar com Dylan? E se ela o fizer, será que vai esquecer James?
Espero que gostem. Deixem review por favor.
Bjs

Capítulo 7 - Restart


Fanfic / Fanfiction Scars - Capítulo 7 - Restart

- Tens a certeza do que vais fazer? – perguntou Rick sentado num dos sofás.

- Pára de me perguntar isso! – Amanda disse ligeiramente irritada.

- Ainda não me respondeste… Quando o fizeres eu paro.

           

Amanda voltou-se e encarou o irmão com ar de zangada.

 

- Mas porque insistes em achar que não tenho a certeza?

- Porque tu não o amas? – perguntou Rick colocando-se de pé. – Amanda eu entendo que tens de seguir em frente. Eu próprio te disse para o fazeres. Mas seguir em frente, não significa casar com alguém que não amas! Seguir em frente significa relacionares-te com outras pessoas e talvez te apaixones e aí estás a seguir em frente. Mas casar com alguém que não amas?... Isso é de doidos.

- Mas quem disse que não o amo? – perguntou Amanda chateada.

- Agora vais mentir? – perguntou Rick levantando ligeiramente o tom de voz.

 

Amanda ficou parada a olhar para o irmão. Ele tinha razão, ela não amava Dylan.

 

- Eu até posso não o amar, mas gosto muito dele, e isso é suficiente.

- Não é não Amanda. Ninguém deve casar se não estiver completamente apaixonada pela outra pessoa.

- Mas eu não o amo a ele, nem vou amar nenhum outro… - disse ela com tristeza. – Por isso vai ter de chegar o que sinto.

- Não te vou fazer mudar de ideias, pois não?

- Não! – disse ela com determinação voltando-se para o espelho e dando um jeito ao vestido.

           

******

 

Os meses passaram e Amanda vivia feliz com Dylan. Embora não o amasse, ela gostava dele… Gostava de passar tempo com ele, eles tinham vários gostos em comum, e ele realmente amava-a. No momento isso chegava. Era mais do que ela alguma vez tinha tido, e ela estava feliz com a decisão que havia tomado. Na realidade ela estava feliz com as decisões que havia tomado. Após o seu casamento, Amanda recebeu uma proposta para trabalhar para a CNN. No momento ela fazia todo o tipo de reportagem, mas tinha também decidido fazer um curso para ser repórter de guerra, e neste momento esse curso estava a chegar ao fim, pelo que ela esperava ser enviada para um dos muitos cenários de guerra existentes no mundo.

James pela sua parte continuara a gravar o seu novo álbum, que tinha lançamento marcado para o mês seguinte.

Naquela tarde, ela encontrava-se a fazer uma reportagem numa escola sobre um dos alunos mais brilhantes do país, quando o seu telemóvel tocou.

 

- Amanda Clark. – disse ela ao atender.

- Ross Lewis, deste lado. – disse ele a rir.

- Ross? – perguntou ela com um sorriso. – Como estás? Há quanto tempo não falamos.

- Verdade. Estou em Los Angeles e gostava de te ver. Achas que podemos almoçar ou jantar um dia destes?

- Jantar parece-me bem. – disse ela.

 

Eles marcaram encontrar-se no Water Grill, um restaurante situado no centro de Los Angeles, e á hora marcada Ross já lá estava. Amanda chegou um pouco depois. Ross não pode deixar de a olhar á medida que ela se aproximava da mesa, e pensar que ela era linda e elegante.

 

- Ross! – disse ela abraçando-o. – Como estás?

- Optimo. E tu?

- Também está tudo bem.

- Que estilo é este? – perguntou ele a olhá-la de cima a baixo, enquanto ela ria.

 

Ela usava uns jeans brancos rasgados, com uma t-shirt branca com o desenho de uma caveira em preto, um blusão de couro branco, uns saltos altos pretos, e completava o conjunto com uma mala preta e branca.

Após pedirem o que desejavam ao empregado, a conversa continuou animada, até que Ross reparou na aliança e no anel no dedo dela.

 

- Isso não é o que estou a pensar, pois não? – perguntou ele.

 

Ela olhou para a mão e por momentos não disse nada. Depois levantou os olhos para Ross e disse:

 

- Se estás a pensar que casei, então é verdade.

 

Ross ficou a olhá-la um pouco sem reacção. Amanda tinha casado… Ele estava com a cabeça á roda. Sempre pensou que ela e James ficariam juntos.

 

- Com quem? Quando? Como é que isso aconteceu?

- Casei há meio ano atrás. O Dylan, o meu marido, é médico e trabalha com a minha irmã…

- E o James? – perguntou Ross.

- O que tem o James?

- Desculpa, sei que não tenho nada a ver com isso, mas sempre pensei que vocês os dois um dia se acertariam. Embora nenhum dos dois o tenha dito abertamente, sempre foi óbvio que vocês estavam apaixonados um pelo outro.

 

Ela sorriu.

 

- Não digas que não é verdade.

- Sim eu gostava do James, mas as nossas vidas não permitiram um relacionamento entre nós. Havia a enorme distância a separar-nos.

- Mas isso podia ser resolvido…

- Talvez pudesse, mas nunca aconteceu, e a vida continua. E falando em a vida continuar, agora trabalho na CNN.

- CNN? A sério? Isso é fantástico!

- Sim, é. Daqui por duas semanas parto para o Sudão do Sul, para fazer uma reportagem sobre o conflito.

- Sudão? Não é perigoso? – perguntou Ross preocupado.

- Tal como todas as zonas de guerra. – disse ela seriamente. – Mas estou preparada. Tive uma excelente formação, e agora eu e a equipa que vai comigo estamos a ter formação com os militares. Estamos a aprender algumas técnicas de combate e de defesa. Vai correr tudo bem. Vou com uma excelente equipa e lá vamos ter apoio dos locais.

- Toma cuidado por favor.

- Sempre.

             

O jantar terminou e eles despediram-se com a promessa de que Amanda ligaria a Ross assim que voltasse do Sudão.

 

******

 

Ross saiu do elevador e caminhou pelo longo corredor até ao seu quarto. Entrou, mas logo voltou a sair e caminhou até ao quarto de James. Ainda hesitou mas acabou por bater á porta.

 

- Ross. – disse James com um sorriso assim que abriu a porta. – Está tudo bem? Como correu o jantar com o teu amigo?

- Preciso te dizer uma coisa.

- Que se passa? Estas a assustar-me. Parece que viste um fantasma. Passa-se alguma coisa com a entrevista de amanhã?

- Não. Está tudo bem. O que tenho para te dizer é sobre um assunto pessoal…

- Ok. – James ficou de pé a olhar para o amigo.

- Eu não fui jantar com um amigo. – disse Ross olhando para James e tentando perceber o que ele estava a pensar. – Fui jantar com a Amanda.

- Ok. Mas porque achaste que havia necessidade de me mentir? Tu és livre de jantar com quem queres. Não é porque eu não a quero ver que não podes estar com ela.

- Apenas não quis estar a falar dela. Sei que vocês se afastaram, e da última vez que falamos sobre ela, disseste que não querias ouvir mais o nome dela, e quis apenas respeitar.

- Então porque me estás a dizer agora? – James não estava a entender.

- Porque há algo que te preciso dizer…

- Diz.

- Isto não é fácil. – disse Ross tirando os óculos e esfregando a cara. James olhava-o seriamente.

- Andas com ela? – perguntou James por fim.

- Não! Claro que não! – disse Ross colocando os óculos de novo e olhando para James como se ele estivesse louco. – Como é que achas isso? Como se alguma vez ela tivesse esse tipo de sentimentos por mim.

- Eu sei que todos vocês a acham o máximo… podia ter acontecido.

- Claro que não. Além do mais, eu nunca te faria isso.

- Me farias isso?

- Sim, envolver-me com ela, sabendo que és apaixonado por ela. E não negues! – disse ele vendo que James se preparava para o desmentir.

- Ross…

- James, não negues. Eu não nasci ontem e não sou nem cego, nem burro. Tu és louco por ela. E por isso é que me custa dizer-te isto.

- Diz de uma vez.

- Ela casou.

 

James sentiu-se como se alguém o estivesse a pontapear no peito.

 

- Diz alguma coisa. – disse Ross ao fim de alguns minutos.

- O que queres que diga? Não há nada a dizer.

- James…

- Ela casou! Fantástico! Espero que seja muito feliz.

- James…

- Vais gastar-me o nome. – disse ele tentando sorrir.

- Porque reages assim? Caramba, eu sou teu amigo… fala comigo!

- Para dizer o quê? – James berrou. – Que a amo e que ela não sente o mesmo? Ou para dizer que ela disse no passado que me amava, mas que não queria um relacionamento comigo devido á distância que nos separa? Que ela nem sequer quis tentar fazer com que resultasse? Diz-me o que queres que te diga? Porque nada me parece importante! O importante é que ela me mandou seguir em frente, e ela sem dúvida que o fez. Até casou! Pronto, está tudo dito! Feliz?

- Não… - disse Ross com pena do amigo. – Eu sempre soube que vocês tinham sentimentos um pelo outro, mas nunca soube que ela pensava assim. E na verdade quando a questionei durante o jantar, ela falou na distância.

- Lembraste quando viemos a L.A para eu actuar em programas de televisão, e eu vim mais cedo para ir á festa de Natal da Pink? – Ross acenou positivamente com a cabeça. – Nós passamos esse fim-de-semana juntos… Mas depois ela não quis que eu contasse a ninguém porque de acordo com ela, tinha sido apenas um fim-de-semana, nunca iria ser mais do que isso devido á distância. Foi o melhor fim-de-semana da minha vida… Nunca me tinha sentido assim. E depois disso eu tentei… eu tentei várias vezes e ela disse sempre o mesmo… Pronto. Casou, Que seja feliz. Agora se não te importas eu quero ir dormir ok?

- Desculpa, eu não queria fazer-te sentir mal, apenas achei que devias saber a verdade.

- Agradeço-te.

- Outra coisa… - disse Ross já no corredor. – Ela agora trabalha na CNN e dentro de duas semanas parte para o Sudão para cobrir os acontecimentos.

           

James ficou a olhar para Ross sem dizer nada. Ele entendia o que o amigo lhe estava a tentar dizer. Ela ia para um teatro de guerra, e era perigoso.

 

- Ok. Obrigada por me dizeres. Boa noite.

- Boa noite.

 

******

 

- Pai não precisavas ter vindo. – disse Amanda abraçando o pai.

- Claro que precisava. Vais para um local perigoso e tenho o direito de me vir despedir de ti.

- Ok. Até parece que vou desaparecer… - disse ela a rir. - Daqui por uns meses estou de volta.

- Nem que fossem dois dias… não deixa de ser perigoso.

- Ok, ok.

- O Dylan? – perguntou o pai de Amanda olhando em volta.

- O Dylan está a trabalhar.

- Não se vem despedir de ti?

- Não pai. Nós despedimo-nos em casa.

 

Amanda despediu-se do pai e do irmão e entrou juntamente com a sua equipa no avião. Ela achava que eles estavam a exagerar com tanta conversa sobre ser perigoso, mas não podia deixar de se sentir algo preocupada. Apesar da preparação que tivera, nada igualava o estar no meio de uma guerra. Pelo menos era o que ela achava.

           

******

 

As semanas foram passando e James continuava com a promoção do seu álbum. Ele já havia regressado a Londres e aquele dia tinha sido complicado. Muitas entrevistas em rádios, viajar desde New York para Londres… ele estava exausto. Caiu na cama e adormeceu.

Ele abriu os olhos e pegou no telemóvel. Cinco e trinta e dois… Ele podia estar louco, mas alguém tinha tocado á campainha de sua casa. Achando que estava a sonhar, James deixou-se ficar na cama, mas a campainha soou de novo. Muito ensonado ele levantou-se e caminhou até á porta de casa. Ficou surpreso ao ver Jack do lado de fora.

 

- Sabes que horas são? – perguntou James quase sem abrir os olhos.

- Sei. Desculpa, mas precisei vir.

- Que se passa?

- Já acordaste? Completamente?

- Já… Fala.

- Não conseguia dormir e fui até á sala, agarrei numas bolachas e sentei-me a ver televisão. Aconteceu uma coisa…

- O quê? – perguntou James já mais alerta e começando a ficar preocupado. Para Jack lhe vir bater á porta às cinco e meia da manhã, algo grave tinha acontecido.

- Houve uma situação em África… - disse Jack lentamente.

           

James ficou a olhar para ele. Ele tinha percebido automaticamente que envolvia Amanda.

 

- Ela está bem? – perguntou ele olhando nos olhos do amigo. Ele não queria demonstrar, mas naquele momento estava aterrorizado. A ideia de algo ter acontecido a Amanda paralisava-o.

 

- Ela foi raptada. – disse Jack. – Um dos colegas dela foi baleado e não resistiu. Ela e um cameraman foram levados pelas tropas.

 

James caminhou até á sala, ligou a televisão e sentou-se no sofá com o comando na mão.

 

- Está a dar na CNN.

- Eu sei. – disse James sem olhar para o amigo. – Ela trabalha lá.

 

A foto de Amanda estava no ecrã, e James não se conseguiu controlar. Atirou com o comando contra a parede enquanto berrava. Os entendidos na matéria diziam que normalmente quem era raptado naquela zona não tinha muitas hipóteses de ser resgatado com vida. 


Notas Finais


Será que Amanda vai ser resgatada?
Mesmo que o seja, ela agora está casada com Dylan...
Volto em breve com mais um capítulo.
Bjs


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