História Schizophrenic Killer - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Slender
Personagens Jeff, Personagens Originais
Exibições 23
Palavras 490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Quando se diz que não pode piorar...


Olá pessoinhas, como vão? Hoje, mais do que nunca as vozes estão insuportáveis... Vou tentar contar resumidamente como sempre o que aconteceu após eu ter meu braço marcado.

Passados sete anos após aquilo, meu novo companheiro de quarto se chamava Rafael, menino infernal da porra! Fui obrigada há passar sete anos enfurnada no mesmo quarto que um menino idiota metido a besta. Ele também não parecia gostar de mim já que não parava de me infernizar.

[" Ou ele te ama, haha "]

(" Concordo, hihi ")

Ignorando elas, agora com dezessete anos eu estava louca pra tirar carta, mas aparentemente o destino tinha algo guardado pra mim. Tomei gosto pelos assaltos e espancamentos de madrugada, logico que às vezes eu levava uma surra, mas nada que me abalasse. De vez em quando via Jeff me olhar na madrugada.

Eu estava dando uma volta às cinco da tarde para talvez bater em alguém ou roubar, ou talvez só dar uma voltinha. Aquele dia estava frio e cara, aquilo não era normal estava no inverno, mas nunca ficara tão frio como naquele dia, mal sabia eu que o pior só estava vindo e vindo bem devagar.

Hoje eu vejo que fui bem burra, como dizem as vozes.

Estava andando pela calçada quando trombei com um cara de blusa preta com um capuz e pelo jeito com uma mascara, eu não fazia ideia de quem era. O cara riu cético e seco antes de pronunciar tais palavras.

— Eu te procurei bastante, vadia – Como eu não era trouxa e nem nada, sai correndo em direção ao orfanato, mas cara vocês sabem que eu nunca tive muita sorte na vida né? Então... –

Fogo. Fogo, logo, incêndio. Orfanato. Na hora não pude deixar de dar uma risadinha assustada, o lugar que sempre chamei de inferno estava queimando só que eu não podia ficar parada né? Tinha um maluco retardado me perseguindo ainda. Corri para o terreno do orfanato e adivinhem, saindo pela janela estava Rafael cheguei perto dele que por Deus não tinha nenhum machucado sequer. Como não queria ouvir a voz dele só o puxei pelo pulso até chegar nos fundos do lugar que ardia em chamas, pulei o muro esperando que ele pulasse também e assim ele o fez, continuamos correndo até chegar na primeira delegacia, tinha um único policial mas já era bem mais do que o suficiente, eu e Rafael falamos sobre o orfanato e sobre um cara nos perseguindo.

Só que deus não é lá muito justo comigo. O policial não tinha nos olhado nos olhos todo aquele tempo, entretanto quando ele ergueu o olhar eu vi em seus olhos a mesma marca do Slender e claro, sem falar mais nada peguei no braço de Rafael e sai puxando ele o mais rápido que eu podia o maluco já estava atrás da gente com uma arma e um cassetete.

Cara, Isso não pode ficar ainda pior.

([" Ah pode... "])


Notas Finais


hihihi demorei pra postar, mas é que eu fiquei um pouco ocupada com assuntos pessoais.
Se quiserem ficar um pouco a pár do que se passa, lei a minha história chamada "Letters for that Guy"

Não me julguem


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