História School XOXO - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Aikimsoo, Chanbaek, Chanbaekabo, Colegial, Hanhun, Hanhunabo, Hunhan, Kadi, Kaido, Kaisoo, Kaisooabo, Kristao, Kristaoabo, Sulay, Sulayabo, Taoris, Xiuchen, Xiuchenabo, Yaoi
Visualizações 1.049
Palavras 3.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CHEGUEI COM MAIS UM CAPÍTULO!
To postando tarde, porque dormi a tarde toda e minha amiga tá aqui ahhaha
Boa leitura!

Capítulo 35 - Reunião


School XOXO

 

 

-Suho On-

 

Tinha acabado de chegar em casa após sair com Lay. Eu sabia que deveria ter ficado trancado no meu lar, afinal, eu estava "viajando" com Tao para o interior, mas a necessidade de aproveitar cada oportunidade de ficar próximo ao Lay era única.

Ele tinha me ligado depois do almoço me chamando para ajudá-lo a escolher o presente de aniversário da mãe dele. Eu não consegui recusar o convite e acabei indo. Eu já vinha percebendo todas as sensações malucas que Xing me causava, mas eu não conseguia simplesmente ficar longe delas.

Só que eu estava desnorteado. Eu não esperava que na hora que fôssemos nos despedir na rua, para seguirmos nossos caminhos, - porque não quisemos usar motoristas e sim andar a pé e de ônibus -, Xing fosse unir nossos lábios. Era para ser um abraço, mas Xing segurou meu rosto em suas mãos e selou minha boca.

Eu não tive reação. Meu coração parou, meus olhos arregalaram, minha respiração ficou presa e borboletas tomaram conta do meu estômago. Não aprofundamos aquele ósculo e por isso, quando nos separamos, ficamos vermelhos e calados. Eu me perguntava qual era o problema dele e qual era o meu.

Nós éramos alfas.

Alfas.

O certo era alfa e ômega ou alfa e beta, não alfa e alfa. Qual era o nosso problema? Por que meu lobo pareceu ficar tão feliz ao ter recebido aquele beijo? Qual era o problema do Xing de fazer aquilo? A gente não podia! Antes que eu pudesse gritar com ele ou até mesmo chorar de frustração, saí correndo.

Agora eu estava sentado no sofá da minha casa e me sentindo totalmente culpado por tudo. Eu não podia ter saído e muito menos ter beijado o Lay. EU NÃO PODIA TER GOSTADO! Eu deveria repudiar, eu não podia sentir como se aquilo fosse o certo. Era errado, era impossível...

-Filho? - ouvi a voz do meu pai e me sobressaltei. - Desculpe, não queria assustar.

-Tudo bem. - murmurei e ele veio sentar de frente para mim. - Aconteceu alguma coisa?

-Você tem alguma coisa marcada pra amanhã? - ele perguntou e eu neguei. - Você poderia ligar pro Tao e pedir a ele pra pedir a algum amigo pra buscá-lo?

-Por que não podemos ir? - indaguei, deixando de lado todos os meus pensamentos sobre Zhang Yixing.

-Preciso que você me acompanhe em uma reunião importante amanhã. - respondeu e eu suspirei pesamente. Meu pai queria me enfiar no ramo da advocacia não importava o jeito.

-Não posso ficar em casa? - perguntei e ele negou. - Não queria ir em uma reunião dia de domingo.

-É algo muito sério, filho. Fomos convocados e não podemos deixar de ir. Eles chamaram nossa família, entende? É até bom o Tao não estar, porque ele podia se sentir deslocado.

-Por que não me adianta o assunto?

-Amanhã você descobre. - decretou e me deixou sozinho na sala.

Naquela noite, tive a pior insônia da minha vida. A consciência pesada tomava conta de mim com muita pressão. Eu tinha ligado para Tao e descoberto tudo. Eu me sentia culpado por ter feito Kris descobrir da nossa mentira por culpa do meu egoísmo. Pedi tantas desculpas, que Tao precisou desligar na minha cara para que eu parasse de me desculpar.

Mas o que mais eu poderia fazer? Eu tinha causado problemas ao meu primo e tinha beijado um alfa. Eu gostava do Xing, não tinha como contestar isso, mas ele não podia gostar de mim de volta. Era errado, éramos dois errados. Por que não podíamos ser normais e gostar de um ômega ou um beta?

Peguei meu celular e senti meus olhos marejarem mais uma vez ao ler a mensagem berrante ali.

"Myeonnie, eu queria poder me desculpar pelo beijo, mas seria somente da boca pra fora. Eu gostei de te beijar, eu gostei de sair com você. Tudo que te envolva, eu gosto. Me desculpe - sim, estou pedindo desculpas -, por te trazer pra um universo problemático.

Eu estou apaixonado por você, Junmyeon. Gosto realmente de você e tentei lutar contra isso com todas as minhas forças, mas até meu lobo parece precisar do seu.

Não sei se você me corresponde, na verdade, uma parte de mim quer que você corresponda e outra não. O que sinto é errado e se você sentir o mesmo, seremos dois errados juntos. Eu sei que você é tão certinho quanto eu e por isso as coisas parecem ser piores pra nós dois.

Mas eu não aguento mais, Myeon. Se eu tiver que ser errado e você me corresponder, irei ser feliz da mesma forma. Eu vou fazer de tudo pra nos proteger.

Por isso:

Você também gosta de mim?"

E eu já tinha escrito várias vezes "Sim, gosto muito", mas em todas elas, apaguei todas. Se eu cedesse, seria o começo de grandes problemas e eu precisava pensar. Eu não podia agir por impulso, eu precisava de tempo. Pedi para que Buda me guiasse tantas vezes na noite, que em algumas delas devo ter conseguido - finalmente - pegar no sono.

.

.

.

Acordei com o despertador tocando. Levantei com muito custo, mas consegui levantar. Vi que minha mãe já tinha separado minha roupa e suspirei com pesar. Eu me sentia um hipócrita indo em uma reunião de advogados, sendo que eu nem mesmo estava seguindo a lei de relacionamentos. Por Buda, eu beijei um alfa no dia anterior!

Desisti de ficar pensando muito e fui me banhar. Não demorei muito, porque eu sabia que não podíamos atrasar para um evento desse porte. Meu pai explicou que seria um café-da-manhã com pessoas importantes, então tudo o que fiz foi me apressar a ficar pronto.

Olhei meu celular na cama e suspirei com pesar. Eu não tinha respondido ao Xing e sabia que isso deveria estar corroendo-o por dentro, mas eu não sabia o que responder. Eu queria dizer que sim, que eu gostava dele, mas e depois? Ficaríamos juntos? Tudo era tão complicado.

-Filho, já está pronto? - minha mãe perguntou ao bater na porta do meu quarto.

-Estou sim, omma! - respondi e abri a mesma. - Vamos?

-Meu filhote é tão lindo. Alfa mais lindo do mundo, só não conta pro seu pai, porque ele chora. - ela segredou e eu ri.

-Eu ouvi isso! - meu appa apareceu no corredor. - Pensei que só tivesse olhos pra mim, querida.

-E eu tenho, meu amor. - ela respondeu doce e eu sorri feliz. - Mas só porque o Junnie é meu filho, caso contrário, meus olhos seriam dele.

-Tudo bem, tudo bem... Se é pra ser o segundo e o meu filho o primeiro, posso aceitar isso. - meu appa declarou e olhou para mim, arregalando seus olhos. - Ual! Realmente, se o Junnie não fosse nosso filhote, mesmo que eu fosse alfa e ele também, me renderia totalmente.

-Junnie é um príncipe! Todos ficamos aos seus pés. - mas eu não ouvia mais os elogios dos meus pais.

Meu appa tinha dito sobre a possível relação de alfa e alfa, será que ele era a favor ou só disse aquilo para me elogiar? Meus pais sempre gostavam de me exaltar e me colocar em um pedestal, mas daí a aceitarem um relacionamento "anormal"... Será? Eu queria perguntar, queria muito, mas se eu fizesse isso... Eu... Acabaria me entregando?

-Vamos família? - meu appa chamou e eu apenas concordei, sem abrir minha boca.

Não demoramos a entrar no carro e como eu sentei no banco de trás, voltei a olhar a mensagem de Lay. Ele sabia que eu já tinha visto e deveria estar se lamuriando tanto por eu ter, simplesmente, ignorado que eu não sabia o que fazer.

"Sim, eu gosto de você!" digitei e apaguei. "Não! Eu estou com ódio de você por ter me beijado sem minha permissão!" e novamente apaguei. "Xing... Eu não sei o que fazer...

-Chegamos. - meu pai anunciou e estacionou o carro

E aquilo me sobressaltou, acarretando no meu dedo apertando enviar. Tentei excluir a porcaria da mensagem antes que fosse, mas era tarde demais. Céus! Eu respondi ao Xing e eu nem mesmo sabia o que responder! Aquilo era para ser apagado! APAGADO!

-Está sentindo alguma coisa, filhote? - minha omma perguntou com sua doce voz. Ela aguardava meu appa abrir a porta para si, como um perfeito cavalheiro.

-Estou bem, omma. - respondi a tranquilizando.

Meu appa abriu a porta do carro e colocou a mão na parte alta da porta, pois preocupava-se que minha mãe pudesse vir a bater com a cabeça. Eles sempre foram assim, me sentia vendo um conto de fadas e sonhei em viver um relacionamento desta forma com meu/minha futuro/futura conjugue. Infelizmente, as coisas pareciam não ser tão simples para mim.

Saí do carro e me deparei com um lugar enorme. Fiquei confuso, porque eu conhecia aquele lugar, mas ao mesmo tempo desconhecia. Puxei na memória onde o tinha visto e então lembrei. Aquele lugar estupidamente enorme era - nada mais e nada menos - que o lugar onde os problemas do país eram resolvidos. Eu estava entrando para tomar café-da-manhã com o presidente.

-Appa... Por que não disse que era o presidente? Eu poderia ter me vestido melhor, eu...

-Você está lindo, filho. - meu pai interrompeu e sorriu. - E eu não disse antes, porque você não deve abaixar a cabeça pra ele.

-Como não, appa? É o presidente e...

-Ele é seu tio, Junmyeon e se depender de mim, você é o futuro presidente. - e com aquelas palavras percebi que realmente eu não sabia o que fazer.

"Xing... Eu realmente não sei o que será de mim" enviei aquela mensagem e entrei, tornando-me completamente pesaroso sobre o que eu tinha ido fazer ali.

-x-

 

-Do Kyungsoo On-

 

Eu estava sonolento e um pouco preocupado com o que a assembleia tinha resolvido sobre quem seria o presidente. Eu já estava sentado à mesa com meu appa e minha omma, enquanto eu via Jongin sentado de frente para mim e ao seu lado sua omma, enquanto seu appa ficava na ponta da mesa. Aguardávamos apenas a família do Xiumin-hyung e a desse terceiro sucessor, porque todos os executivos envolvidos já encontravam-se ali.

Inclusive os Kang.

Aquele nojento do primogênito dos Kang me encarava o tempo inteiro e eu sabia que ele estava com uma expressão debochada. Eu procurava não encará-lo de volta, mas eu sentia o peso do seu olhar.

-Está tenso, filho? - meu appa perguntou, percebendo que eu estava rígido.

-Um pouco. - respondi com sinceridade e vi que Jongin me olhou preocupado. Ele estava ouvindo nossa conversa, pois estava atento a mim o tempo todo.

-Eu sinto muito por isso. Não queria que meu pai tivesse te colocado em uma situação ruim. - meu appa se desculpou e sua voz era tão carregada de tristeza, que eu sabia que ele se culpava.

-Não se preocupe, appa. - tentei tranquilizá-lo e vi quando Baekhyun voltou do banheiro, sendo seguido de Chanyeol.

Os Byun também encontravam-se presentes, porque eram da linhagem lúpus e faziam parte das decisões do país. Chanyeol só tinha ido junto, porque seria o futuro marido de Baekhyun e precisaria estar por dentro das coisas, mesmo que nunca fosse ser capaz de fazer seu voto valer, se não fosse por intermédio do Baekkie. Ali, naquela disputa de grandões, Baekkie era quem tinha a voz e Chanyeol apenas concordava silenciosamente.

A inquietude tomava conta de mim cada vez mais e então a porta de entrada se abriu, dando passagem ao...

-Suho-hyung? - arquejei surpreso e Jongin olhou para trás, já que estava de costas para entrada. Atrás dele vinha um homem e uma mulher, que deduzi ser seus pais, e logo em seguida Xiumin com Chen.

-Parece que meu querido sobrinho resolveu, finalmente, dar as caras. - a voz do presidente Kim soou com autoridade.

-Suho... - Jongin estava tão confuso quanto eu, mas ao mesmo tempo fazia sentido. Suho era lúpus, ele já tinha falado, só não disse o nome de sua família.

-Agora que todos estão aqui, podemos dar início ao que já sabemos? - um homem, beta, falou. - Estamos aguardando para saber quem é o terceiro sucessor e o noivo do Minseok.

-E quem disse que será Minseok o presidente? - outro indagou. - Kim Jongin é o sucessor do trono.

-Antes de Kim Jongin, vem Kim Junmyeon, querido colega. - uma mulher se manifestou.

-Silêncio, por favor? - o presidente pediu e todos se calaram. - Do Kyungsoo, apresente-se. - e eu me desesperei.

Olhei para meus pais e ambos sorriram tristes, pois não queriam que eu passasse por nada daquilo. Olhei para Jongin e o mesmo sorriu mais alegre, como se quisesse me incentivar. Deixei Baekhyun e Chanyeol para olhar no final e os dois levantaram os dedos polegares e balbuciaram um "fighting!".

Mas eu não esqueci do Suho-hyung. Ele estava mais pálido do que o normal, dava para perceber seu desconforto e toda sua confusão interna. Eu tinha certeza que o hyung não sabia de nada até aquele momento, assim como eu e nossos amigos. Pelos céus, eu nem lembrava que ele era lúpus!

Respirei fundo e criei coragem para ficar de pé, já que o presidente tinha pedido e eu não tinha feito movimento algum mesmo se passando uns 2 minutos.

-Bom dia a todos, sou Do Kyungsoo, o futuro noivo do presidente. - tentei soar firme e vi que Jongin sorriu para mim, então assumi que eu tinha conseguido.

-Um indeterminado? Tem quantos anos, garoto? - o beta de antes questionou e eu fiquei rígido, porque estava prestes a sentar.

-16... - respondi, um pouco incerto e inseguro com a pergunta.

-E ainda é indeterminado? Que decadência dos companheiros desse país. - debochou e eu me encolhi. Eu nunca me senti tão pequeno como naquele momento.

-Então o senhor acaba de declarar que ser beta é uma decadência? - a voz de Jongin soou tão clara e firme, que eu não sabia se me sentava ou ficava em pé. Sua expressão estava muito séria e até mesmo madura.

-Eu disse isso em algum momento? - o beta indagou.

-Já ouviu dizer que para um bom entendedor, meia palavra basta? - Jongin retrucou. - O senhor disse que é uma decadência não ser determinado aos 16 anos, sendo que o senhor é um beta e ficou sendo um indeterminado até perceber que não teria cio algum. - Jongin tinha sido duro, mas me senti um pouco melhor com o que ele dissera. Eu não gostava de ser um indeterminado, queria logo ser classificado, independente de beta, alfa ou ômega.

-Pode sentar, senhor Do. - o presidente avisou e assim eu fiz. - Então vamos direto ao ponto? Vocês querem quem pra presidência?

-Antes que possam declarar, eu gostaria de fazer um comunicado. - a voz de Xiumin-hyung se propagou pelo local e ele se colocou de pé. - Não posso assumir a presidência. - declarou e todos ficaram em um silêncio absoluto por 10 segundos, porque logo em seguida todo o falatório deu início.

-Como não?

-Eu sabia que ele não era confiável!

-Exijo uma explicação!

Burburinhos tamanhos eram manifestados por todos os lados. Vi que o pai de Xiumin - idêntico ao presidente - discutia com o filho mais velho e Chen tentava se manter firme, apenas ouvindo tudo.

-SILÊNCIO! - Jongin se manifestou e todos calaram-se. - Antes que as senhoras e os senhores tomem seus partidos, podemos ouvir a razão que o levou a tal decisão? Hyung, por favor. - passou a palavra para o mais velho.

-Obrigado, primo. - Xiumin agradeceu. - Eu não posso ser o presidente, porque para ser o presidente, é necessário casar-se com o Do e eu não posso. Estou atado a um ômega. - esclareceu.

-Não seja por isso. - o pai de Xiumin se meteu. - Você é o primogênito e o preferido a ser o presidente, então você pode ter mais um companheiro. O Do ainda não é classificado, mas após estudá-lo, percebi que tem um grande potencial pra ser um alfa e se isso se concretizar, vocês teriam que encontrar um ômega. - argumentou e eu me desesperei.

-Ninguém encosta no meu ômega! - Xiumin grunhiu e puxou Chen para si. - Não aceito dividir meu ômega com ninguém!

-Então isso acarretaria na sua morte, na morte do seu ômega e na morte do Do. - seu pai pontuou e eu senti minha mãe pegar na minha mão.

-Ainda nem foi escolhido que seu filho é o sucessor! Não cante vitória antes disso, irmão. Sugiro que a reunião de hoje seja suspensa, para que todos possam repensar. - o alfa, que parecia ser pai do Suho, falou. - Afinal, se o seu filho sair da sucessão, o meu que irá casar-se com o Do. Garanto que meu filho não iria atar-se a ninguém sabendo do seu dever. - alfinetou.

-Creio estar muito equivocado, irmão. - o presidente ficou de pé. - Quero declarar que sim, essa reunião está suspensa, e que meu filho tem um laço muito forte com o seu futuro noivo. Vivemos em um país que todos gostam de viver em harmonia, então acredito que não iriam querer separar um casal, afinal, o amor deles está nas mãos dos senhores. Tenham um bom dia. - senhor Kim declarou e se retirou da sala.

Olhei para Jongin e vi que o mesmo estava tão surpreso quanto eu, visto que, não esperávamos que o presidente expusesse nossos sentimentos particulares. Mais do Jongin do que meus, já que o presidente conhecia os sentimentos do filho com relação a mim.

E no meio de tantos burburinhos, confusões e discussões, vi Suho sair da sala de reuniões totalmente desnorteado, enquanto seus pais apresentavam-se aos outros. Vi também Chen ficar agarrado em Xiumin, pois estava triste que seu plano de se atarem tenha dado errado. Tanto os hyungs quanto eu, não queríamos separar ninguém de ninguém, mas parecia que nada dava certo.

Eu me encontrava desolado, precisava assumir. Senti uma mão apertar meu ombro e ergui a cabeça, me deparando com Jongin me encarando. Não quis pensar muito e nem medir minhas ações, apenas me coloquei de pé rapidamente e abracei o moreno.

-Jongin, e agora? - sussurrei, mesmo sabendo que meus pais escutariam.

-Vai dar tudo certo. Eu não vou deixar você ir pra longe, justo agora que te tenho tão perto. - ele me segredou e deixou um beijo no topo da minha cabeça, já que eu estava com o rosto enfiado em seu pescoço.

E eu respirei fundo, porque queria me acalmar. Eu respirei fundo, não esperando sentir algum cheiro em especial, uma vez que não sou classificado, mas... Eu respirei fundo e senti o cheiro de chocolate, madeira e mais algumas coisas. Eu tinha identificado o cheiro de Jongin, quando antes eu só sabia dizer se o cheiro dos classificados eram doces ou florestais.

Respirei fundo novamente e mais uma vez eu identifiquei cada cheirinho característico da essência singular de Jongin.

-Soo, por favor, pare de respirar fundo. Isso está me causando...

-Jongin, eu senti seu cheiro. - sussurrei e na mesma hora senti seus braços me apertarem com possessão. Eu sabia que ele tinha entendido. - Seu cheiro é amadeirado, misturado com cacau e couro.

-Precisamos sair daqui. - ditou nervoso e saiu me puxando consigo para longe.                        


Notas Finais


Gente, desculpa pela betagem bosta. Eu só passei o olho rápido, então perdoe os erros.
SULAY TEVE KISS! COMASSIM?
A REUNIÃO REVELOU O TERCEIRO SUCESSOR
SOCORRO
QUANTA TRETA
QUANTO TIRO

Por falar em tiros, aqui está minha fic nova: Superando Pré-conceitos https://spiritfanfics.com/historia/superando-pre-conceitos-9912599


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