História Scorbus - Jovem Amor - Capítulo 17


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Albus Potter, Alvo Potter, Amor, Gay, Harry Potter, Hogwarts, Mpreg, Romance, Scorbus, Scorpius Malfoy
Exibições 420
Palavras 1.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Obrigada por todas as dicas que me deram, em especial a dica da SrtaMolko que iluminou muito bem a minha tortuosa visão.
Sim, terá segunda temporada lá no bebê do Malfoy, sim elas andarão lado a lado, mas terão focos diferentes. E sim, outro capítulo para vocês.
Ps: hoje mesmo continuarei bebê do Malfoy

Capítulo 17 - Lua ou bola


Alvo se distraia contado repetidamente os dedos das mãos, apesar de já saber por dedução que todos juntos somavam dez. Aquele só foi o meio encontrado por ele para evitar o olhar raivoso de Draco. Era difícil ser corajoso quando não tinha nem Scorpius nem o pai para o defender do loiro.

“Por que você está fazendo isso?” Draco perguntou de uma vez, segurando o queixo do garoto com a mão. O fazendo olhar em seus olhos.

“Eu não estou fazendo nada, estou?” Alvo perguntou, um tom inocente na voz.

“Não me faça perder a paciência, Potter.” Draco esbravejou. “Sabe muito bem do que falo. Da sua relação com o meu filho. Desde que entraram em Hogwarts, você e só você começou a implicar com ele. Depois começaram um namorinho que eu reprovei, mas deixei passar porque Harry falou que era uma coisa passageira. Então fico sabendo por ele através de uma carta que você não quis assumir o relacionamento publicamente. Scorpius, bobo como é aceitou a sua ideia grotesca de namorar escondido e então a última carta sobre o relacionamento de vocês me vem endereçada pela diretora falando sobre a gravidez dele. Depois de tudo isso você ainda faz ele sofrer mais? Qual é o seu problema?”

“Eu não fiz ele sofrer mais, só que... eu não assumi o relacionamento com medo pelo que os outros iam falar. E sobre a gravidez, eu só tenho quinze anos, não queria ter que ficar preso a ele por causa de uma maldição, muito menos por causa de um filho.”

“Ele não tem culpa de ter engravidado.” Draco afirmou, se segurando para não pular no pescoço do menor.

“E nem eu, eu não sabia que ele podia engravidar e... droga! Ainda tem essa maldição que me prende a ele.”

“É uma profecia, moleque.”

“Para você e para o meu pai, porque para mim é uma maldição.” Ele gritou.

“Eu vou conversar com a sua tia Hermione e vou ver se essa profecia deixa alguma brecha, mas escuta bem, se tiver um meio para eu livrar você do meu filho, eu vou fazer, mas eu não quero que você chegue perto dele nem para ver o bebê, eu não vou querer você perto dele para nada, entendeu bem?”

Alvo deu de ombros. Sentiu seu coração se comprimir, mas não expressou isso fisicamente. “Você sabe que tem uma brecha, não sabe?”

“Sei.” Draco murmurou.

A dois anos, ele e Harry, lendo o livro de veelas, descobriram que a profecia possuía uma curta e pequena falha que podia separar qualquer casal preso pela mesma. Porém, decidiu que ele e Harry não a fariam, até porque Draco precisaria engravidar de novo, e Pansy e Narcisa já davam trabalho demais para ele.

“As meninas.” Draco se lembrou, conjurando um relógio.  “Te deixarei na Toca e de lá vou para a casa da sua tia buscar as meninas.”

“Draco, eu não quero ficar com a minha mãe, não agora que tio Collin morreu. Eu quero ficar com vocês, na Mansão.”

Draco mediu o garoto de cima abaixo. Era franzino, assim com Harry na adolescência, a única coisa que os diferenciava era a falta dos óculos em Alvo.

“Então iremos direto para a casa de Hermione.” Draco conclui, apertando os lábios com amargo e aparatando com o menino logo em seguida.

**

“Papai!” Pansy gritou, se jogando nos braços do loiro. “Al? O que Al está fazendo aqui?”

“Aaaaal” Narcisa gritou, se jogando em cima do irmão. “Cadê papai Harry?”

“Papai Harry está em casa com Scorpius.” Alvo respondeu, tirando os cachinhos pretos da irmã do rosto.

“Scorp? O que engoliu a lua?” Narcisa perguntou, confusa.

“Não é a lua, Ciça, ele engoliu a bola.” Pansy disse, gesticulando com as mãos para a irmã. “Fala para ela papai Dray, fala que Scorp engoliu a bola.”

“Que tal chegarmos em casa e perguntamos a ele o que ele engoliu.” Draco disse, vendo um sorriso satisfeito no rosto da loirinha em seu colo. “Obrigado por cuidar delas para mim, Hermione.”

“Que nada, Draco!” Hermione disse, entregando uma malinha de roupa nas mãos dele. “Sempre que precisarem, eu podendo ficar, eu fico.”

“Obrigado.” Ele agradeceu novamente.

“E você rapaz, não vai falar com a sua tia?” Hermione perguntou, colocando a mão na cintura e batendo o pé de forma insistente no chão.

“Desculpa, tia.” Ele disse, andando com Narcisa no colo até a mulher.

“Juízo, pequeno.” Ela disse, depositando um beijo na testa do garoto.

Ele assentiu com a cabeça, enquanto Narcisa apertava seu nariz.

“Ah, Draco, a noite na Toca, não se esqueça.” Hermione o lembrou assim que ele entrou na lareira. 

Ele acenou para ela com a cabeça e aparatou para a Mansão Malfoy.

Quando chegou em casa, encontrou Scorpius deitado com a cabeça no colo de Olin.

“Cadê Harry?” Draco perguntou.

“Ministério.” Scorpius respondeu.

Nem deu tempo para fazer outra pergunta pois Pansy pulou do seu colo e foi direto na direção da barriga de Scorpius.

“Você engoliu uma bola mesmo!” A loirinha exclamou, apontando para a barriga de Scorpius.

O loirinho se sentou, rindo da situação e sendo acompanhado por Olin.

Alvo apareceu segundos depois com Narcisa no colo enquanto chamas verdes incandescentes sumiam lentamente.

“É uma lua, é uma lua.” Narcisa, mais birrenta, gritou para a irmã, como se tivesse razão.

“Oi para as duas.” Scorpius disse, vendo que sua barriga era mais interessante que a sua presença.

“Scorp, fala para ela que é uma bola.” Pansy pediu com uma voz cansadinha.

“Eu já falei que é uma lua, deixa de ser chata, Pan.” Narcisa chiou.

“Não é nem uma bola nem uma lua.” Scorpius disse, alisando a barriga.

“Não?” Pansy perguntou, atônita.

“O que é então?” Narcisa foi mais precisa.

“É um bebê.” Scorpius respondeu, contente pela cara de espanto que as gêmeas fizeram.

“Um bebê? Dentro da sua barriga?” Pansy perguntou, tocando a barriga do irmão como se fosse a coisa mais estranha do mundo.

“Sim, um bebê dentro da minha barriga.”

“E como ele foi parar aí dentro? Ele tá vivo? Qual é o nome dele?” Narcisa disparou em fazer perguntas.

“O nome dele é Leo, ele está vivo sim e foi Alvo que colocou ele aqui dentro.” Scorpius respondeu observando uma olhar para a outra com uma carinha travessa.

Alvo que estava em pé, olhando o jardim da mansão pela janela, se assustou quando duas menininhas se aproximaram dele com falas sobrepostas. “Al, coloca um bebê em mim também?” “É, eu também quero.” “Por favor, você colocou em Scorp.” Al, não diga não, a gente também quer ficar com a barriga grande.”

“As duas, já para o quarto que papai vai lá para dar banho em vocês.” Draco gritou, e até Narcisa, parou de falar e correu para o quarto com a irmã atrás de si.

“Os três, aproveitando que não desfizeram as malas, quero que vão já para a Toca.”


Notas Finais


Eita, sapecas.
Amo essa família do babado


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