História Scorbus - Jovem Amor - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Albus Potter, Alvo Potter, Amor, Gay, Harry Potter, Hogwarts, Mpreg, Romance, Scorbus, Scorpius Malfoy
Exibições 413
Palavras 1.667
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu ia postar sobre isso amanhã, mas um ser humaninho pespicaz de nick CacatuaDoRon descobriu tudo (nao se engane, adoro você!) Por isso, foi inevitável, de verdade.
Então, hoje é Black Saturday, leia dois em um só dia. Mil beijos de sorvete de dálmata (também chamado de flocos).

Capítulo 19 - Não é Rose


A família parecia debater os assuntos a respeito da ida repentina de Harry e Hermione para o Ministério no andar debaixo, mas Scorpius não esquentou a cabeça. Quem esquentaria quando se está ganhando uma massagem relaxante nos pés.

“Olin, você tem mãos de fada!” Ele brincou com o amigo que fazia uma massagem nos seus pés.

“Nossa!” Olin respondeu no mesmo tom animado. “Espero que seja um elogio.”

“E é, eu acho.” Scorpius riu, sendo acompanhado pelo búlgaro. “Ei, feliz aniversário!”

“Obrigado.” Olin disse, abaixando a cabeça.

“Antes de eu descobrir que estava esperando um bebê você ia me contar da morte da sua mãe, mas não quis no fim, disse que era uma ferida recente. Se não quiser contar agora sobre isso, eu vou entender, está bem?”

“Eu posso falar que minha mãe morreu no meu aniversário de quatro anos. Foi tão triste e por uma bobagem. Ela subiu numa escada para trocar as lâmpadas da casa por lâmpadas coloridas para a festa e acabou levando uma forte descarga elétrica.” Olin falou de modo rápido, uma palavra quase atropelando a outra.

“Eu, eu sinto muito...” Scorpius disse.

“Tudo bem, faz muito tempo, as vezes eu acho que vou ficar mal, mas...”

“Ei, meninos!” Rose interrompeu Olin, adentrando o quarto de modo autoritário em companhia de James, Hugo, Lily e Alvo que fez cara feia ao vê-lo massagear os pés de Scorpius. “Que tal jogarmos Monopoly?”

“Jogar o que?” Scorpius perguntou, se sentando como o peso da barriga permitia.

“E um jogo de tabuleiro trouxa, camaradinha.” James explicou, se jogando na cama do meio, a de Olin.

“Meus avós maternos me deram de presente.” Ela comentou. “Mas não é difícil de jogar.”

Ela colocou o tabuleiro sobre a cama e tirou umas peças estranhas de dentro e umas falsas notas de dinheiro também. “Tem o de cartão de crédito, mas eu preferi esse para poder jogar com vocês.”

“Eu vou ser o cachorro.” Lily gritou.

“Eu vou ser o carrinho.” Hugo a acompanhou.

“Eu posso ser a bota.” James disse, dando de ombros.

“Eu posso ser o notebook.” Rose informou. “Você vai ser o que, Al? Já informo que só sobrou o navio. Vai querer que eu transfigure ele?”

“Nada, não vou jogar esse jogo ridículo.” Alvo resmungou.

“Não joga.” Rose respondeu. “E você, Scorpius?”

“Eu prefiro ficar sentadinho assistindo. Leo hoje está muito agitado.” Scorpius disse, acariciando a barriga.

“Então, Olin, você será o navio.” Rose informou, entregando nas mãos dele uma pecinha prateada em formato de navio.

Os cinco ficaram jogando, mas Lily desistiu depois de perder a primeira partida, desceu, alegando que brincar com Pansy e Narcisa era melhor.

Alvo estava com um fone gigante na orelha ouvindo música. 

Quando a noite caiu, o jogo já estava jogado num canto e eles conversavam sobre coisas banais como bandas famosas. Rose cantava algumas músicas trouxas para eles ouvirem, mas pareciam não se entusiasmar com nenhuma.

De repente, Lily apareceu na porta do quarto. “Ei, tio Draco está chamando para jantar. E papai e tia Hermione já chegaram.”

Alvo foi o primeiro a sumir do quarto, seguido por Hugo e Olin. Logo atrás foi James e quando Rose ia saindo, Scorpius a segurou.

“Ei, Rose, eu preciso falar com você?”

“Comigo? Algo importante?” Ela perguntou, parando para dar atenção ao loirinho.

“É sobre Olin.”

“O que tem o Krum?”

“O que você acha dele?” Scorpius perguntou, receoso pelo amigo. 

“Ah, sei lá... Bacana?” Ela respondeu, confusa.

“E você ficaria com ele?”

“Ei, Scorp, seu amigo está ficando com Jay.” Ela falou, rindo da cara de paspalho que Scorpius fez. “Vai dizer que não sabia de nada? Você é o melhor amigo dele.”

Mas ela não ficou para ver Scorpius menear a cabeça negativamente... e de boca aberta.

Ele estava olhando para Rose... Scorpius tinha certeza... Apesar de que Rose estava muito próxima de James no jardim de manhã. Mas, e a história dela ser mais velha, filha da Ministra, rejeitar ele?

“Ei, Scorp, vem, vamos!” Olin disse, adentrando o quarto para chamar o loirinho.

“Olin Krum, que história é essa que você está ficando com James Potter?” Scorpius falou alto, batendo no braço do apanhador.

Olin arregalou os olhos assustado. “Do que você está falando?”

“Não adianta mentir... hoje de manhã no jardim.” Ele falou, tentando refrescar a memória do búlgaro.

“Eu estava olhando para Rose, lembra?”

“Não, não estava. Inclusive, foi ela que me falou do relacionamento de vocês, ainda a pouco.” Scorpius bradou, batendo o pé irritado. “Como pode me deixar saber por terceiros?”

“Desculpa, mas Jay pediu para eu não contar nada. Fingir neutralidade na frente dos outros. Nem para você ele permitiu, mesmo Rose falando para ele que em você podíamos confiar. E cedo, no jardim, quando você notou que eu olhava para alguém, mas não percebeu que era ele, eu só te dei corda, para você não descobrir que a verdade.”

“Eu fiz papel de bobo, eu perguntei a Rose o que ela achava de você, achei que poderia juntar os dois.”  Ele esbravejou, querendo esganar Olin.

“Desculpa, e não se estressa, olha o meu afilhado.”

“Afilhado... por isso James não esquentou quando eu escolhi você como padrinho e não ele.”

Quando Olin ia se desculpar pela nonagésima vez, alguém bateu na porta. “Olin, está aí?”

Era a voz de James.

Scorpius colocou o indicador sobre os próprios lábios e pediu silencio. “Eu vou me esconder atrás da estátua de dragão, por favor, não diga que eu estou aqui.” Sussurrou quase inaudível para Olin.

Quando o loirinho se escondeu, ele abriu a porta.

“Olin, não vai descer para jantar?” James perguntou, sua cabeça mirando o quarto.

“Eu já estava indo.” Olin respondeu.

“E Scorpius?”

Olin prensou os lábios e sacudiu os ombros.

“Será que está lavando as mãos?”

“Não sei responder a essa pergunta.” Olin falou.

Scorpius estava começando a ter dúvidas se eles eram realmente um casal pelo modo formal como se tratavam.

Ouviu passos indo em direção a porta.

“Ei, onde vai?” Olin perguntou quando Scorpius levantou a sobrancelha em sinal de dúvida para ele.

“Verificar se nem ele nem ninguém está vindo.”

Scorpius ouviu um barulho de trinco.

“Estava com saudades de você, príncipe.” Ele ouviu a voz de James num tom manhoso.

Em seguida, observou as mãos do Potter pendurar no pescoço de Olin.

Depois tudo o que ouviu foram barulhos de bocas se grudando e línguas se tocando.

Scorpius viu as mãos de Olin deslizarem para baixo, até alcançarem as nadegas de James e por ali repousarem.

“Feliz aniversário, meu amor!” James sussurrou alto. “Meu amor, meu, meu, meu... Seu presente vem mais tarde.”

“Eu já falei que não precisa ser no meu aniversário. Eu não vou te trocar por ninguém por causa disso, eu vou esperar você se sentir pronto.”

“O problema é que eu já me sinto pronto, eu quero, amor, eu quero que a minha primeira vez seja um presente para nós dois. E o meu presente para você, vai ser você ser o primeiro da primeira vida. Já que você já comeu aquelas putas trouxas.” A última frase não foi num tom doce, não mesmo.

Scorpius ficou tão impressionado que levou a mão a boca, e seu cotovelo acabou esbarrando na estátua de quase dois metros. O que chamou atenção dos dois.

“Scorpius?” James perguntou, se desvencilhando dos braços de Olin rapidamente. “O que faz aqui?”

“Será que vocês podiam me ajudar a desentalar antes de eu responder?” Scorpius perguntou, vendo que a asa do Dragão tinha prensado sua barriga contra a parede.

“Olin, puxa a estátua que eu puxo ele.” James informou.

Olin correu para segurar a estátua.

“No três. Um, dois, três!”

E Scorpius escapou ileso daquela desagradável situação.

“Agora responda, o que está fazendo aqui?” James replicou.

“Ei, não precisa ficar assim, eu não vou contar para ninguém sobre vocês.” Ele respondeu, vendo James ficar vermelho de vergonha. “Olin é meu melhor amigo, não trairia a confiança dele.”

“Olin, você contou para ele? Eu confiei em você.” James lamentou.

“Não foi ele, foi sua prima, Rose.” Scorpius se adiantou.

“Príncipe, não adianta negar.” Olin murmurou para o outro.

“Está bem, mas Scorpius, você tem que me prometer que não vai falar para ninguém, nem para Alvo.” James pediu, as mãos juntas implorando.

“Eu não vou contar nada, nem estou falando com seu irmão direito e mesmo que tivesse. Confia em mim.” Scorpius avisou. “Sério, vocês formam um casal muito lindo. Como começou isso tudo?”

“Quando você sumiu, você e Alvo. Bem, eu era seu amigo, ele irmão do Alvo e ficávamos a maior parte do tempo confabulando onde vocês poderiam estar, até tio Draco aparecer e nos contar a verdade. Depois disso, sempre arranjávamos um tempo para ficar juntos. Como acha que eu passei em Runas Antigas.”

“James te ajudou? Isso é tão romântico.” Scorpius disse, sorrindo pelo fato de James ter escondido o rosto na curva do pescoço de Olin.

“E muito.” Olin informou.

“James, você não vai ficar com ciúmes da minha amizade com ele não, ou vai?” Scorpius perguntou, intrigado com a nova duvida que veio com a situação.

“Claro que não, no começo eu tinha porque Alvo era possessivo com vocês dois, mas depois percebi que meu irmão é babaca mesmo.”

“Por isso você não ligou quando a menina trouxa te deu um fora.” Scorpius disse, se lembrando de alguns detalhes que tinha deixado escapar.

“Ah, não! Nada de falar dessa menina.” James se mostrou irritado.

“Eu só tenho olhos para você, meu príncipe.” Olin disse, beijando o pescoço do outro.

Scorpius viu o James ficar arrepiado ao toque e se sentiu um pouco triste. Não entendia porque a relação dele com Alvo nunca pode ser assim, uma continua passividade.

“Vamos, vamos descer antes que alguém suba para nos procurar.” James disse, depositando um último beijo nos lábios de Olin.

Scorpius assentiu, sorrindo forçadamente. Não era fácil ser natural depois de lembrar de Alvo e de tudo que podiam ter passado juntos nesses últimos meses.  


Notas Finais


Awwwwwwwwnnnnnn
Vomitando sabonete de arco-íris preto e branco.


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