História Scorbus - Jovem Amor - Capítulo 20


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Albus Potter, Alvo Potter, Amor, Gay, Harry Potter, Hogwarts, Mpreg, Romance, Scorbus, Scorpius Malfoy
Exibições 354
Palavras 1.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ei, você que leu o bebê do Malfoy, viu que Draco encontrou o filho ensanguentado no quarto. Vamos saber o que aconteceu?
Desculpa pelos erros, acabei de acabar de escrever e estou com muito sono.

Capítulo 20 - St. Mungus


Alvo não sabia direito o que tinha acontecido no quarto. Acordou com um forte clarão e um barulho estrondoso. Olhou para a cama do meio, mas Krum não estava lá. Estava escuro e ele pegou a varinha para iluminar o quarto, mas assim que ele gritou “Lumus!”, Scorpius gritou, segurando com força a barriga. Draco apareceu poucos minutos depois e quando ele se deu conta, seu padrasto estava apertando o seu pescoço um pouco depois de tê-lo derrubado no chão. Ron apareceu e tirou Draco de cima dela. Em seguida, dois garotos nus, tirando o fato de estarem vestidos apenas com uma cueca e um deles ser o seu irmão, adentraram o quarto nervosos, mas tinham muitas pessoas ali, chorando, gritando, brigando.

Agora estava tudo mais calmo na salinha do hospital St. Mungus. Ele podia respirar e tentar entender onde tinha errado. Draco o acusou de ter matado os dois por ter usado magia quando sabia que não podia, mas ele estava assustado demais para se lembrar desse pequeno detalhe.

James e Olin também estavam na salinha com ele. Agora ele já sabia que os dois tinham um caso, na verdade, todos sabiam. Seu irmão o encarava e Olin tentava acalma-lo com beijos na nuca.

Harry, seu pai, apareceu na sala minutos depois. Tinha um semblante triste e cansado. E se acomodou ao lado do filho de olhos verdes.

“Como ele está?” Olin perguntou.

Alvo queria ter perguntado, mas ele sentia uma dor tão forte no peito e um nó se apertando na garganta que nenhuma palavra saia de sua boca.

“Foi feito um parto às pressas.” Harry respondeu, repousando a cabeça no sofá. “O bebê está numa incubadora, é prematuro, só tinha oito meses de gestação.”

“Scorpius?” Sua voz saiu, arranhando a garganta e quase inaudível, mas saiu.

Harry olhou para o filho. Seus olhos tinham um misto de acusação e compaixão. “Ele está em... coma.”

James levou as mãos a boca.

Alvo agarrou a blusa do pai e escondeu seu rosto no pescoço dele.

“Pai, desculpa pai.” Seu choro soluçado tomava conta do ambiente. “Eu não queria, eu tinha esquecido.”

“Filho, não adianta chorar agora.” Harry disse, batendo de leve nas costas do filho, tentando acalma-lo.

“Por favor, pai. Me ajuda! Seu marido vai me matar.”

“Ah, Draco.” Harry exclamou, se lembrando de algo. “Olin, Draco está te esperando na UTI.”

“Eu vou com você.” James avisou.

“Não, filho.” Harry impediu, puxando o filho mais velho para perto de si. “Deixe-o ir sozinho.”

Olin depositou um beijo suave nos lábios de James antes de ir.

“Pai, sobre Olin e eu...” James iniciou, constrangido pela forma como tudo foi revelado.

Ele e Olin estavam no jardim atrás da casa. Ele só se lembrava do corpo de Olin ter caído sobre o seu depois dos dois terem gozado e em seguida aconteceu aquela explosão.

“Não precisa falar sobre isso se não quiser. Ele é seu namorado, certo? É normal.” Harry avisou, acariciando o rosto do mais velho enquanto o do meio ainda chorava em seu pescoço.

“Pai, eu usei a varinha...” Alvo murmurou em tom de lamento. “Pai, eu quero morrer...”

“Sem falar besteira, Alvo.” Harry o repreendeu em tom suave, acariciando os cabelos do filho. “Eu estou aqui e vou te ajudar como puder. Eu vou descobrir o que foi aquela explosão. A culpa não é cem por cento sua, até eu quase derrubei Ciça da cama no susto. Você só foi desatento e Draco vai te condenar muito por isso.”

**

Olin avistou Draco no corredor da UTI esperando por ele. Seu rosto estava colado sobre um vidro que embaçava com a sua respiração. Uma gotícula d’água já escorria por ele e também pelo rosto do loiro.

“Me chamou, tio Draco?” O búlgaro perguntou, tirando Draco dos seus pensamentos.

O homem secou as próprias lagrimas enquanto confirmava a pergunta do garoto com a cabeça.

Draco abriu e fechou as mãos, o chamando.

Olin se aproximou do vidro, contemplando exatamente o berço para o qual Draco apontava.

Um bebê, bem miúdo, estava dentro de um berço de vidro totalmente fechado, isolado de tudo. Seu corpo estava coberto apenas por uma fralda e ele chorava enquanto uma mulher, através de uma luva, colava um aparelhinho em seu peito minúsculo.

“Leo.” Draco sussurrou, suas lágrimas escorrendo novamente.

Olin observou bem o bebê. O rosto cheio e redondo, os cabelos negros e cacheados, como os de Harry, como os de Alvo. Os olhinhos ainda estavam muito longe para se ter total certeza, mas Olin percebeu que eles eram azuis acinzentados, como os de Draco, como os de Scorpius.

“Ele é muito pequeno.” Foi a única coisa que o garoto conseguiu dizer.

“Sim, ele vai ficar ali até os pulmões ficarem mais fortinhos e ganhar peso.” Draco se limitou ao explicar.

“E Scorpius?” Olin perguntou, se lembrando do que Harry havia dito. “Podemos vê-lo?”

Draco assentiu e pegou nas nãos do garoto. Subiram um lance de escada e adentraram um quarto de número 502.

Ele empurrou a porta devagar, vislumbrando o amigo dormir tranquilamente sobre a cama. Uma máscara de oxigênio cobria seu rosto, e tinham algumas agulhas espetadas sob sua pele. 

“Ele está realmente em coma?” Olin perguntou.

“Os medibruxos afirmaram ser coma induzido. Aquela peste daquele garoto usou a varinha quando sabia que não...”

“Ele está mal mesmo, eu vi, está desolado, chorando muito.” Olin afirmou para Draco.

“Mal eu também estou, isso não diminui a culpa dele.” Draco avisou, colocando a mão sobre a testa do filho.

“Ele vai ficar quanto tempo assim?” Olin perguntou, segurando as mãos do amigo.

“Não se sabe ao certo. Ele pode acordar amanhã, em uma semana, um mês... Não se sabe, Olin.”

Assim que Draco se calou, um medibruxo adentrou o quarto. “Senhor Malfoy, estava procurando o senhor. Já conseguiu uma segunda pessoa para ficar com ele quando não puder?”

“Tem que ter mais de dezesseis anos, não é?” Draco perguntou. “Olin só tem quinze e eu nem tive tempo de perguntar se ele ficaria aqui com Scorpius.”

“Ei, tio Draco. Eu fiz dezesseis anos ontem.” Olin comunicou.

“Sério isso? Não sabia! Parabéns atrasado.”

“Não, eu não quis contar.”

“Mesmo assim, você está namorando James, não pode perder dias aqui com Scorpius.”

“Ele é meu melhor amigo, tio, e você sabe disso. De verdade, eu passaria anos aqui por ele.” Olin informou, esfregando as mãos de Scorpius as suas.

“Então?” O medibruxo perguntou.

“Está bem, pode colocar o nome de Olin no prontuário.”


Notas Finais


Acho que meu coração vai explodir de agonia.
Se eu conseguisse escrever na mesma velocidade e com a riqueza de detalhes que tem na minha mente, eu ficaria feliz, mas nao sou tão eficaz.
Entretanto, na minha mente... Sem spoilers ou vocês me matarão.


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