História Scorbus - Jovem Amor - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Albus Potter, Alvo Potter, Amor, Gay, Harry Potter, Hogwarts, Mpreg, Romance, Scorbus, Scorpius Malfoy
Visualizações 1.201
Palavras 2.291
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Menos de um mês. Ehhhh! Consegui.
Obrigada, muito obrigada a ajuda de todos. Tudo anotadinho, capítulo prontinho.
Desfrutem!

Capítulo 7 - Torre de Astronomia


Scorpius andava sorrateiro e triste desde o dia em que ouviu Alvo confessar estar apaixonado por outro. Quem seria esse outro? Se sentia mal por ter ouvido aquelas palavras e voltaria no tempo se fosse possível, para ignorar os conselhos de Olin.

“Ainda pensando no outro?” Olin perguntou, se juntando a ele, caminhando para a floresta para a aula de trato das criaturas mágicas.

Scorpius deu de ombros.

“Eu ainda acho que você está se auto flagelando por caraminholas na sua própria cabeça. Por que não perguntou para ele quem era essa outra pessoa?

“E não olhar mais na cara dele por isso?” Scorpius perguntou, parando no caminho e sendo esbarrado por alunos que vinham atrás. “Nem dele e nem da pessoa que ele dissesse.”

Olin também parou, encarando o loiro com uma expressão quase risonha. “E se ele falasse que essa pessoa era você?”

“Olin,” Scorpius disse, olhando o outro com um ar irritadiço. “Vou crer que você acredita em papai Noel por tantas bobagens que você diz. Já parou para pensar que nada disso faz sentido?”

Olin negou com a cabeça. “Nada disso, eu não acredito em papai Noel, mas eu acredito no amor de vocês. Olhe para trás, Scorpius, lembre-se do que passaram juntos.”

“O problema é que a vida anda para frente, não é verdade, Olin?” O loiro se pôs a andar. “Odeio me atrasar para as aulas.”

**

“Deem as boas-vindas ao nosso colega que voltou para as aulas.” Hagrid anunciou, batendo palmas para simular o barulho de tambores. “Tan-tararam. Alvo Potter.”

Os alunos da Corvinal o aplaudiram com fortes palmas. Até Olin bateu palmas, mas foi interrompido por um loirinho que bateu em seu braço com uma cara feia. Elizabeth Summer correu para abraçar o moreno que já estava com o ombro totalmente recuperado.

Alguns amigos dele, que Scorpius lembrava bem, bagunçaram o cabelo dele (se é que era possível bagunçar ainda mais aquela madeixas) quando ele se juntou aos outros.

“Comemorações depois, comemorações depois.” Hagrid avisou quando alguns alunos começaram a cantarolar. “Hoje nós temos uma aula muito importante. Iniciaremos Testrálios. Quem aqui consegue os ver?” O homem perguntou, ao jogar um punhado de carne crua no chão, que desapareceu completamente rápido.

“Como assim? Eles não são invisíveis?” Scorpius perguntou, ficando abismado quando algumas mãos se levantaram, inclusive as mãos de Olin.

“Sim, Malfoy.” Hagrid respondeu, acariciando algo que não se podia ver. “Eles no todo são invisíveis pois só podem ser enxergados por aqueles que já presenciaram uma morte.”

Do outro canto, Alvo levantou a mão, ganhando a atenção de todos. Mas Scorpius não o olhou, encarava Olin, tentando descobrir como o garoto conseguia os enxergar.

“Sim, Potter.” Hagrid lhe deu a palavra.

“Eu já perdi alguns parentes na minha família e mesmo assim eu não consigo os ver.” O moreno jogou em jogo sua dúvida, confuso, que no fundo não parecia ser só uma dúvida sua.

“Você precisa presenciar o momento exato da morte e não só perder algum ente querido. Na verdade, qualquer morte presenciada já é o suficiente, até mesmo de um estranho.” Hagrid explicou ao menino. “Inclusive, todos que participaram da segunda guerra bruxa, conseguem visualizar testrálios.”

Alvo assentiu, dando a entender que tinha entendido.

“Peguem penas e pergaminhos e vamos começar a anotar.” Hagrid disse, batendo as mãos rapidamente, como forma de apressa-los. “Testrálios são cavalos alados...”

“Ei, professor, calma, nem peguei o pergaminho ainda.” Alvo informou, levando todos a gargalhadas e Scorpius revirou os olhos, já com a primeira frase anotada.

“Vamos, Potter, vamos.”

**

Já estava anoitecendo quando eles estavam saindo da Floresta Proibida. Scorpius propositalmente ficou para trás, queria conversar com Olin. Ainda sentiu os olhos de Alvo o fitar com impaciência e desejou não ter visto, pois Summer já estava grudada nele, com o ar contente, como se Potter fosse o melhor troféu que existisse.

Meneou a cabeça com o intuito de desfazer a cena da sua mente e focar no que realmente lhe interessava naquele momento. “Olin!” Ele chamou. Apesar de o menino estar do seu lado, sua mente e pensamentos pareciam estar longe. “Como você consegue enxergar testrálios?”

“Eu prefiro não falar sobre isso, Scorpius.” Olin pediu, abaixando a cabeça, tristonho.

“Você confia em mim?” Scorpius perguntou, colocando em check um sentimento que sabia que compartilhavam, a confiança.

“Isso envolve muito mais que confiança.” Olin afirmou, chacoalhando a cabeça. “Seria abrir feridas que eu demorei meses para cicatrizar... sozinho.”

“Eu te ajudo, Olin. Assim como você está me ajudando. Você se tornou uma pessoa importante na minha vida e eu queria ter o mesmo efeito na sua.”

“E você tem, acredite em mim.” Olin conclui, abraçando o outro. “Quando eu me sentir pronto, te contarei. Agora vamos apressar o passo, estou faminto.” Olin disse, puxando um loirinho que possuía um sorriso no canto da boca.

**

Scorpius já se preparava para dormir quando um coruja chegou até ele com uma carta presa a pata.

A abriu de imediato e visualizou a grafia típica de Alvo.

Me encontre na Torre de Astronomia, meia noite.

A.S.P.

Scorpius se deitou, ignorando o papel que possuía em mãos. Se cobriu e acabou pegando no sono minutos depois.

Quando se mexeu sob os lençóis, sentiu patas agarrarem seus dedos. Ao sentir a dor, abriu os olhos. Era a sua coruja, que carregava no bico a carta que ele amassou horas antes.

“Sai de cima de mim.” Ele ralhou com a coruja que não movimentou uma pena.

“Eu não vou, não vou.” Ele murmurou para a penosa.

Ela piou alto.

Scorpius olhou para o lado, com medo que seus companheiros de quarto terem acordado. Brian apenas se remexeu e Olin nem isso.

“Você vai acabar os acordando assim.” Ele brigou.

A coruja apenas o ignorou.

“Está bem, está bem, eu vou.” Ele cochichou, vendo que não teria como escapar daquela situação.

Se esgueirou do quarto até os corredores do castelo vestindo o moletom cinza e verde da Sonserina. Ouviu alguns ruídos e viu alguns alunos mais velhos, fedendo a álcool. Riam alto e depois baixo, quase tropeçando nos próprios pés.

A torre de astronomia parecia cada vez estar mais longe. Só respirou aliviado quando viu a escadaria. Ainda olhou para os lados antes de subir apressadamente. Abriu a porta e a trancou por dentro.

Em nenhum canto parecia estar o moreno.

“Eu sabia que ele não estaria aqui.” Bufou, fazendo uma mecha do seu cabelo tremular.

“Falando de mim?” Alvo perguntou, se revelando ao tirar uma capa prateada que estava sobre o seu corpo.

“Claro, minha coruja não me deixaria dormir até eu vim até aqui.” Ele reclamou. “O que você quer?”

“Conversar com você. Nunca mais conversamos.” O moreno comentou, fitando profundamente o outro de olhos acinzentados. “Não quero que essa situação entre a gente. Nós nos gostamos e se eu causei tudo isso eu quero desfazer. Fui infantil ao extremo, na verdade, extrapolei os extremos, mas não quero mais ficar nessa indecisão.”

Scorpius estava balançado pelas palavras do outro, não podia negar, não conseguia sequer disfarçar. “No dia em que você estava na ala hospitalar, confessou estar apaixonado por outro.” Ele soltou de um só suspiro.

“E esse outro está na minha frente agora.” O moreninho afirmou, pegando na mão do outro. “Era de você que eu falava, Scorpius. Não me importo que já tenha pagado boquete para o time da Sonserina ou dado para o Trigg. Eu posso superar isso.”

“Não! Nunca fiz essas coisas. É assim que você quer reatar? Ainda não confiando em mim?” Scorpius perguntou, irritado, se virando de costas para o outro.

Bateu na própria bunda, uma, duas, três vezes. “Por que não vem tirar a prova?”

Alvo colocou o outro contra a parede, ainda de costas, sugando de primeira o seu pescoço. “Eu imagino esse momento a muito tempo. Você quer ou só está brincando comigo?”

“Falo sério, já passamos do tempo de nos dar prazer.” O loirinho afirmou, agarrando os vastos cabelos pretos que ele tanto sentiu falta.

O beijo começou calmo, como se ambos estivessem revivendo e relembrando o gosto do outro. Mas com os segundos se passando, o beijo foi se intensificando, ficando mais quente, onde o que imperava era o desejo e só. As mãos de Alvo desceram e pousaram sobre a bunda do outro, que suspirava profundamente, quase gemendo. Tirou a blusa de Alvo com pressa e começou a morder a pele branca do outro, deixando marcas a cada chupada. O loirinho se jogava contra a parede, numa tentativa frustrada de fugir do prazer que o outro lhe proporcionava. O moreno conseguiu deixar Scorpius só de cueca e esse nem se recordava mais do frio que sentia. Achava até que o calor que irradiava do corpo dele derreteria qualquer neve.

Alvo começou a despir a própria roupa com rapidez. 

Scorpius imaginou a cena diversas vezes. Já havia acariciado o namorado por cima da roupa, mas vê propriamente ele nunca tinha visto. Um tremor bateu no seu corpo e ele mordeu os lábios em sinal de nervoso.

“Está com medo desse cabo de vassoura também?” Alvo perguntou, se acariciando, encarando os olhos cinzas alheio.

“Receoso.” O loirinho respondeu rapidamente. “Será que assim você acredita?”

“Não quero falar sobre isso. Me toca, Scorpius.” O moreno pediu, apoiando a mão na parede, cercando o loiro.

“Você lembra que sou eu aqui ou está fazendo isso por prazer próprio?” Scorpius perguntou, assustado. Alvo parecia possuído como ele nunca tinha visto antes.

Seus pênis começaram a se roçar e Scorpius esqueceu a própria pergunta. Começou a tocar devagar no pênis alheio, fazendo movimentos de cima para baixo com calma e cuidado, até Alvo começar a se movimentar com fulgor na mãos ossudas do outro.

O loirinho se ajoelhou e colocou com receio o membro do outro dentro da própria boca. Pensou que Alvo fosse o ajudar, o orientando, mas o moreno sequer auxilio, deixando Scorpius livre para fazer como quisesse. 

A única coisa que o moreno fez foi livrar o membro da boca do outro, para não gozar nele, apesar de imaginar que Scorpius ficaria perfeito com o seu gozo escorrendo pelo canto da boca. Melando o cabelo, o nariz, escorrendo pelo pescoço.

O loirinho sorriu para o outro. “É tão bom ter na boca o que Summer deseja a tempos.”

“E que a tempos espera você, meu loirinho, e só você.” Alvo disse, batendo de leve com o membro no rosto do outro, deixando suas bochechas vermelhas de pudor e prazer.

Scorpius levantou e se apoiou de costas para o outro, encarando as estrelas da parede. Sentiu o dedo de Alvo tentar penetra-lo primeiro e reclamou de dor.

“Eu esqueci o principal.” O moreno se lembrou, coçando a cabeça como sempre fazia quando ficava nervoso.

Scorpius se virou, encarando o outro ainda rígido. “E o que seria o principal?”

“O lubrificante, para não machucar você.” Alvo explicou, se ajoelhando para achar a varinha entre as vestes que estavam no chão.

Abriu a porta e empunhou a varinha.

“O que você está fazendo?” Scorpius perguntou, assustado.

“Vou lançar o feitiço de accio para pegar o lubrificante.” Alvo explicou.

“Ficou louco?” Scorpius perguntou, fechando a porta e o trinco com rapidez. “Imaginou um lubrificante passando a mil por Filch a essa hora da noite?”

“Então vou convoca-lo pela janela.” Alvo murmurou, começando a ficar irritado. “Accio lubrificante.”

Ambos esperaram um pouco mais de dois minutos, apreensivos, quando um vidrinho pequeno adentrou a janela.

“Não se escora na parede não.” Alvo pediu, segurando o outro que já se levantava. “Fica de quatro para mim.”

Scorpius cedeu assim que o outro piscou de modo sexy para ele, como nunca tinha feito antes.

Pegou a roupa de ambos e embolou, como se tivesse improvisando um travesseiro. Sentiu um liquido gelado escorrer pelo seu orifício e fechou o olho, sentindo o prazer que aquilo lhe proporcionava. Só começou a reclamar quando o dedo de Alvo começou a entrar novamente. Apesar de doer menos que antes, a pressão ainda era desconfortável.

Alvo começou a beijar as costas do outro, para relaxa-lo. Penetrou dois dedos, e começou a masturba-lo para frente e para trás. Ouviu os gemidos iniciais do outro, ainda abafado e baixo. Os três dedos entraram com mais dificuldades, mas Alvo não parou por aí, forçou e Scopius gritou em protesto.

“Quer parar?” Ele perguntou, aflito.

Scorpius negou com a cabeça. Aguentaria, aguentaria por ele mesmo, aguentaria pelos dois.

Alvo, quando sentiu o outro mais dilatado, tirou os dedos e se posicionou sobre o outro.

Scorpius sentiu o peso do moreno sobre si, mas relaxou ao sentir o outro lhe invadir por completo.

Apesar do grito inicial do loiro ter o assustado um pouco, Alvo, esperou, esperou o outro lhe autorizar para ele poder continuar.

Scorpius fervilhava por dentro, e senti o outro parado quando ele queria mais não estava ajudando muito. Os lábios de Alvo começaram a lhe tocar a orelha e ele se mexeu, avisando ao outro que estava pronto.

Alvo se posicionou novamente e começou a penetrar o outro. Aquela sensação foi diferente de tudo o que ele já tinha sentido na vida. Diferente até do garoto na sua frente que a minutos atrás tinha abocanhando seu membro. Até ele gemia de prazer junto ao seu loirinho. 

Foi o primeiro a gozar, e gozou dentro de Scorpius, vendo seu gozo escapulir quando retirou o pênis de dentro do outro.

O corpo de Scorpius cedeu de vez ao chão. O rostinho avermelhado e suado. A respiração ofegante, a boca entreaberta, arfando por ar, os olhos fechados. Tinha acabado de gozar. A boca de Alvo beijava seu corpo.

“Te amo, meu loirinho.” Alvo cochichou no ouvido dele, o fazendo arrepiar.

“Também te amo.” O loiro respondeu, sentido a língua do outro invadir sua boca.  


Notas Finais


Não sou de pedir comentário, sei que demorei para escrever e não sei se ainda estou acompanhando o ritmo da história. Verdade não dói, não mais que o meu dente, então falem o que tiver que falar.
Beijokitos.


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