História Scream Nights - Interativa (HIATUS) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Scream (Série)
Personagens Personagens Originais
Tags Assassino, Interativa, Mortes, Scream, Suspense, Terror
Exibições 55
Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Ecchi, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oieee
Eu estou muito entusiasmada para começar a fic
Este na capa é o aluno novo, interpretado pelo meu marido Dominic Sherwood
Em cada cap, irei colocar esses poemas
Saibam que eles não são meus, mas eu os requisitei e fui autorizada à usá-los
Vamos lá

Boa Leitura <3

Capítulo 4 - Second Chap - The New Student


Fanfic / Fanfiction Scream Nights - Interativa (HIATUS) - Capítulo 4 - Second Chap - The New Student

 

Dissestes que se a tua voz tivesse força igual à imensa dor que sentes, teu grito acordaria não só a minha casa, mas a vizinhança inteira.

 

Aquele sinal estrindente soou. Todos entraram em suas classes, mesmo que alguns muito lentamente. Conversas aleatórias, o barulho de todos em suas carteiras, as mesmas carteiras para o resto do ano. Sorte para aquela turma, o Terceiro Ano A, o ano seria puxado, mas seria o último.

Uma das que estavam feliz com o final de tal ano é Cordélia. Queria se formar como uma das melhores alunas, o que ela foi, afinal, o que seria desse colégio sem alguém para comandá-los? Mas todos já suspeitavam de quem seria o título de oradora, a pouco conhecida Sarah, com as melhores notas entre os Terceiros Anos.

Sarah, sem nenhum amigo, quebrou uma parte importante do trono de Cordélia, e ela sabia disso. Cordélia infenizava a vida da mesma, fazendo o possível para ela se desfocar, se perder do rumo, não que isso desse tão certo, já que a garota as ignorava facilmente. Mas, justo aquele dia, Cordélia simplesmente não tinha vontade de prestar atenção em outros, quando tinha muitos assuntos para por em dia com Liz; Como 'aquele' dia:

"Um dia após o assassinato da jovem Lorrane (acontecimento que, apenas depois de uma conversa com um policial, fez com que a garota soubesse da morte), Cordélia que na noite me questão havia brigado com seu pai. Se hospedou no hotel mais chique da cidade, o 'Hotel de Paris'. Chegando na sua suite a garota foi surpreendida por uma garota loira com uma máscara de boneca, que a amarrou e colocou uma maçã em sua boca. Mas isso não foi o pior, o pior foi quando um ser com um sobretudo preto e fora de moda, com uma máscara horrível chegou para a garota e escreveu com uma faca o numero '8' em suas costas e a deixou viva. Felizmente, a garota conseguiu fugir após a saída daquela coisa da suite e correu para delegacia, sangrando. A policia não se sabe o significado do numero oito, talvez seja o numero de vitimas que o assassino quer ter em sua coleção"

Essa noite ainda pertubava a Cordélia, e fez com que Liz tivesse arrepios, afinal, 1) Ela nem sequer sabia da morte de Lorrane e, 2) Ter um psicopáta solto pelas ruas não é uma coisa muito boa de saber, o que fez Liz ficar preocupada com suas amigas, as quais ela tanto cuida (ela é a quem é mais responsável entre as três, e cuida das mesmas com muito carinho). Após dar o primeiro sinal para a troca de professor, dando o intervalo de 10 minutos para ir até os armários e trocar os livros para a próxima matéria, encontraram Sam no andar de baixo, onde ficavam as classes dos Segundos Anos, tomando seu típico copo de café. Contaram para ela, além de conversarem de outros assuntos, mas decidiram contar o resto no intervalo permanente.

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Alycia estava entendiada, ninguém aguentava ouvir a sra.Joanne, professora de física, falar sobre esse negócio distorçido que era a física. Então pegou seus fones de ouvido, ligou sua música no último volume, e tratou de se distrair, desenhando na apostila inútil de física (pelo menos para ela, que nunca escreve na mesma). Começou a pensar em assuntos aleatórios, como o café que tomou antes de vir ao colégio. Se distrair era algo tão fácil como respirar para ela, seu TDAH a levava para o própio mundinho dela em segundos. 

Ela estava ótima, sem nada com que se aborrecer, isso até sentir alguém a cutucando, susurrando seu nome. Se virou para trás, de onde vinha a dedo que cutucava seu ombro, com uma feição irritada. Sua paciência, que já era pouca, havia se esgotado. 

-O quê? - Perguntou ela, fitando aqueles olhos castanhos. Era Bryan, que sempre sentava atrás dela. menino inteligente, já ajudou ela algumas vezes, mas não é como se fossem amigos.

-Eu acho que você não vai querer começar o ano com zero em física, ou vai? - Respondeu, com outra pergunta. Apontou para a carteira da menina, onde estava uma folha; "PROVA".

-PROVA?! - Alyia falou, praticamente gritando - Quem passa prova no primeiro dia de aula?!

-Ah, sei lá - Disse Bryan, tão surpreso quanto Aly - Você sabe como a sra.Joanne é... - Explicou ele, gesticulando o dedo na cabeça. Sim, ela sabe como Joanne é: Definitivamente e completamente LOUCA.

A classe inteira do Segundo Ano D, teve de aguentar uma prova pequena (era só uma folha), mas com cada pergunta que eles nunca viram na vida.

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Depois de  três aulas inúteis, Dylan e Ethan caminhavam até o campus, o lugar favorito deles. Lá, já se encontrava Aly, sentada debaixo deuma àrvore, com a sombra perfeita. Ela sorriu ao vê-los.

-Vocês tem sorte de não serem do Segundo Ano - Disse ela, imaginando como seria bem melhor estudar com eles - Não tem a profeesora louca de física, e, ainda por cima, vão sair desse inferno ano que vem

-Somos sortudos mesmo, agora pare de reclamar, Aly - Disse Dylan, não querendo ouvir os problemas da amiga.

-Isso mesmo - Concordou Ethan, sentando ao lado dela, enquanto Dyaln apenas se escorou na àrvore - Pense pelo lado positivo, única "abelinha" que você tem que aguentar é a Samantha, e ela é bem menos irritante que a Cordélia

-Ainda sim, ela irrita - Falou Alycia.

-Ethan falou a verdade, apenas disse que ela é menos irritante que a "abelinha suprema" - Disse Dylan.

-Essas "abelinhas", sempre previsíves - Os três riram com o comentário da garota. Ela lembrou de quando conheceu os dois, no seu primeiro dia na escola. Eles apresentaram os grupinhos da escola, e todos,mesmo tendo diferenças, são todos iguais: Abelhas naquela colméia idiota, comandados pela abelha rainha, Cordélia. Daí, o apelido "abelinha". Eles são melhores amigos, desde sempre.

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Na quarta aula, Sam teve uma surpresa meio pertubadora. Seu celular vibrou no meio da aula do sr.Hanphston, o professor de Francês querido de todos. Ela, disfarçando o máximo possível, conferiu  a notificação. Era uma mensagem, de um número desconhecido:

"Abelhas picam, mas são tão pequenas quanto uma migalha de pão. São vulneráveis aos animais grandes. Eu posso ser invisível, mas, acredite, sou mais forte que vocês, inocentes abelinhas" 

Tentou localizar a fonte da mensagem, por um aplicativo própio para isso; ele indicou um lugar ao oeste da cidade, era grande, mas, pelo satélite, não pode identificar o que era. Decidiu ignorar tal mensagem, elaera popular, todos querem afetá-la, Cordélia a ensinou isso à um bom tempo, e ela sabia que não poderiam fazer mal algum para ela.

No mesmo momento que bloqueou seu celular, e a tela do mesmo apagou, um garoto entrou na sala. Tinha cabelos loiros, olhos diferentes (um azul e o outro castanho), e um corpo atlético. Estava sem fôlego, e a mochila pendurada em seu ombro direito.

-Parece que alguém está "levemente" atrasado, não é, sr.Kay? - Disse o professor, com um tom irônico, fazendo a classe rir - Sente-se, e tente não se atrasar novamente, o Parker Maine é bem rígido

-Desculpa... - Falou, baixinho. Abaixou a cabeça e andou até a única carteira vazia do local: bem atrás da Sam. Ela só virou e olhou para ele, que ergueu o olhar brevemente, apenas para perceber que ela estava fitando-o, e logo abaixou denovo. Ele ficou assim o dia inteiro, quando ela lhava para trás, ele baixava a cabeça. Ela achou isso divertido, tanto medo que ele tinha dela, mesmo ela sendo gentil. Ela iria ter ele como amigo, e, com a beleza dele, talvez até mais...


Notas Finais




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