História Scream Queens: Para as vadias de plantão - Capítulo 18


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Categorias Scream Queens
Personagens Cathy Munsch, Chanel Oberlin, Grace Gardner, Hester "Neckbrace" Ulrich, Personagens Originais, Zayday Williams
Tags Drogas, Fox, Kappa House, Putas, Scream Queens, Series, Sexo, Vadias
Exibições 16
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - O primeiro assassino


Fanfic / Fanfiction Scream Queens: Para as vadias de plantão - Capítulo 18 - O primeiro assassino

Agora sim eles descobririam quem era o assassino maldito. Megan saiu do apartamento de Grace de cabeça erguida, e aquela morte não tinha afetado ela, Grace era chata demais pra fazer falta. Megan e Chanel tinham concordado em deixar a máscara com Gusta, pra que assim ele pudesse levar até algum laboratório. Voltaram pra Kappa Kappa Tau, e Chanel voltou com o pensamento de que dessa vez nenhum inocente tinha que sair com culpa, mesmo que ela odiasse a pessoa.  

_Enfim a justiça será feita! _ Megan suspirou, dizendo a mãe, que não tirava os olhos da estrada _ A senhora não acha isso bom? 

_Sim Megan, mas não vai ser tão fácil assim, nada é tão fácil quanto a gente pensa, ainda mais quando se trata de um serial killer. _ Os olhos de Chanel pareceram querer deixar as lágrimas escaparem, mas Chanel lutava contra isso. Ela queria provar a si mesma que era forte, e não a vadia que todos pensavam que ela era. 

O silêncio reinou entre mãe e filha, e pelo resto do caminho foi assim. Megan desceu do carro desanimada quando chegaram a KKT, mas percebeu que após ela ter descido a mãe ligou o carro de novo. 

_A senhora não vem? 

_Preciso resolver umas coisas, volto mais tarde. 

Nisso Chanel ligou o carro e saiu, e Megan, com passos largados e cabeça baixa entrou na Kappa house. Era triste vê-la daquele jeito, ela não desfilava mais, não parecia estar exibida como antes, apenas triste. Ela não era mais Megan Oberlin, era só Megan, só mais uma pessoa, uma pessoa cansada. 

_Ora, ora, ora. O que temos aqui? Um rostinho triste pra animar. Essa é minha especialidade! _ Megan se assustou quando a louca da "guarda oficial da KKT" chegou, dizendo essas coisas pra ela, e ao invés de um sorriso, Megan levantou uma das sobrancelhas, horrorizada. Depois, com seus passos desanimados caminhou até o sofá e se jogou, bufando em seguida, enquanto a policial se sentava em uma poltrona a sua frente. _ Vamos, diga o que tem de errado. Joyce Baily odeia ver pessoas tristes! 

_O que tem de errado? _ Nem agora a voz de Megan parecia ser ameaçadora _ O meu legado no campus vai ser de a pior presidente da Kappa Kappa Tau. Pessoas próximas morrem todos os dias, e a mínima esperança que eu tenho é pisoteada e jogada no lixo pela minha própria mãe. E eles ainda dizem "você tem que ser forte Megan", mais do que já sou? Eu não mereço isso! Por que tinha de acontecer logo comigo? Logo com essas pessoas? O que esse assassino tem contra mim?! 

_Você já ouviu falar que coisas ruins acontecem com pessoas boas? _ A voz da detetive Joyce agora soava mais calma, provavelmente ela estava tentando passar essa calma pra Megan _E você sabe por que? Porque essas pessoas são fortes, e o universo quer testar elas, e se a pessoa reprovar, ela será mastigada e cuspida pela natureza. O universo está te testando Megan, prove pra ele que você é capaz de passar nesse teste com nota 10! 

Megan já estava mais feliz que antes e dava pra perceber nos olhos dela. Ela se levantou com panca quando ouviu o celular tocando, e correu animada para atende-lo. Era Gusta.  

*Ligação on* 

_Gusta? Você já sabe quem é o assassino?! 

_Megan... Você não vai acreditar... 

_Diga, eu aguento. Quem é esse vagabundo que está matando minhas irmãs e irmãos dessa fraternidade?! 

_É muito estranho, e não posso nem afirmar que é mesmo, mas o sangue é de Cathy Munsch, a falecida reitora desse campus! 

*Ligação off* 

Como assim Cathy Munsch?! Quando Megan escutou isso deixou o celular cair. Era impossível, a reitora estava morta. Ela tinha visto Munsch morrendo, ela não podia estar viva! Megan, não aceitando aquela situação subiu feito louca até seu quarto. Entrou e bateu a porta atrás de si com força, e quando parou pra analisar quase caiu de costas. 

_O-o-o-o que... Você está morta! _ A reitora Munsch estava sentada na cama de Megan, lixando as unhas _ Como pôde matar tantas pessoas? Como pode ser tão má?! 

_Megan minha querida, eu já disse, Cathy Munsch é imortal, eu nunca morrerei... _ A reitora parecia tranquila de si mesma _ A pergunta é: por que não pensei nesse plano antes? Quer dizer, sempre odiei a Kappa Kappa Tau, de todas as casas do campus essa sempre foi a de meninas vadias como você. Então, você sabia que eu tenho um sobrinho? Pois é, meus irmãos morreram esse ano, e você sabe qual é o nome dele? Gusta. _ Megan estava em choque, não conseguia se mexer e nem falar nada _ E sabe o que mais? Ninguém vai acreditar se você disser que eu sou o assassino, eu estava presente quando Dean morreu, e estava com você quando descobrimos sobre Hester. Mas admito que tentar matar Grace não foi a melhor escolha, infelizmente meu alvo era bem mais difícil de matar do que eu imaginava, então mudei de última hora. 

_Espere... _ A voz de Megan falhava ao dizer, e ela queria chorar, desabar em lágrimas _  Quer dizer que Gusta também é um assassino? Não... Não pode ser... Ele não é... 

_Claro que não! _ Munsch pareceu se irritar quando escutou a insinuação de Megan _ Eu não levaria meu próprio sobrinho pra esse caminho! Admito que ele é bem idiota por estar se relacionando com uma puta como você... Mas eu não sou capaz de fazê-lo tão mal assim como eu. Mas escute Megan, tenho uma coisa a dizer: sim tem outro assassino, e você nem vai acreditar qual é o alvo desse meu amigo pra hoje... 

_Por favor Munsch _ a voz de Megan estava fraca, e os olhos lacrimejando _, não me mate... _ Megan pareceu com dúvida, mas depois se recuperou e voltou a dizer _ Você matou outro marido? Como assim? 

_Não _ agora Munsch é quem parecia querer chorar _, foi meu cúmplice quem o matou. Eu fui contra, e até fiquei feliz quando soube que você avisou Grace pra ter cuidado, mas ela não escutou. Tive tanta raiva dela que a matei. Aquela inútil. Mas admito que quem eu queria matar de verdade era Chanel. Sua mãe vadia! 

Naquele momento a ficha de Megan caiu, o alvo pro cúmplice de Munsch, seja lá quem era esse, era matar Chanel! Ela caiu de joelhos e colocou a cara sobre as mãos, chorando e rezando pra si mesma pra que não matassem sua mãe. Quando ela levantou o rosto novamente pra encarar Munsch, a "falecida reitora" não estava mais ali. Megan correu até a janela e olhou, nada ali também. Desde quando aquela mulher tinha tanta habilidade? E tanta frieza, maldade, crueldade a ponto de matar tantas pessoas? 



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