História Se comportem! (Imagine Joshua) - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Personagens Originais
Tags Joshua, Nãosecomportem, Titi, Você
Visualizações 246
Palavras 2.481
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou continuando a postar os imagines da antiga fic. "13 imagines mais um só sentimento". Espero que gostem.
Aproveitei pra corrigir algumas coisas, rsrsrsrs.

Capítulo 1 - Psicologia reversa- Joshua


Fanfic / Fanfiction Se comportem! (Imagine Joshua) - Capítulo 1 - Psicologia reversa- Joshua

Imagine Joshua

 

Já estou ficando irritada já tem duas horas que estou tentando fazer as posições de yoga que o médico recomendou, mais não estou tendo muitos progressos. Estou na posição do guerreiro II, fico apoiada em uma perna e estico a outra perna pra trás, e os braços pra frentes, alinhados e bla bla bla. Como pode parecia tão simples!

Estou mais concentrada, já tem 15 segundos que estou nessa posição. Aí que orgulho! Só mais um pouquinho...

-- (SEU NOME). Vem atender ao telefone, estou ocupada!  - me desequilibrei e nem preciso dizer que caí, bati a testa na beirada da cama, dói doí e muito. Saí do quarto correndo pra atender e com um pouquinho de dor atendi. (obs: porque eu estava tão perto da cama?)

-- Alô?

-- Vó você está bem? – ouço uma voz preocupada, deve ser parente da Titi.

-- Ela está sim, no momento ela está ocupada deseja deixar um recado? – digo passando a mão na testa.

-- Eu gostaria de falar com ela pode ser?

-- Olha moço eu poderia tentar mais ela está bordando e da ultima vez que interrompi não foi muito legal. – ouvi uma risada ao fundo. Será que está rindo de mim ou pra outra pessoa?

-- Okay só diga que Joshua está indo passar um tempo aí com ela, obrigado. – disse ainda rindo e logo desligou.

Fui á busca da minha avó pela casa, encontrei na varanda.

-- Querida quem era?

-- Titi era Joshua disse que vai vim passa um tempo aqui com a senhora. Ele lhe chamo de vó. É seu neto Titi?

-- Sim é sim, e faz tempo que não o vejo, será muito bom ele vir pra cá, assim vocês se conhecem.

-- Já que vc diz. – sorri pra ela.

-- Porque sua testa está assim?

-- Assim como Titi?

-- Roxa e com um galo. – por fim riu. Lembrei, era de se esperar, bati a cabeça na beirada da cama um roxo seria o mínimo a acontecer. Até eu mesma ri, afinal foi burrice minha.

-- Titi bati a cabeça na cama foi isso.

-- Querida como você fez isso? Não estava brincando de voar em cima da mesa de novo estava. – não acredito que ela lembrou-se disso, faz tanto tempo.

-- Titi já tem muito tempo que não faço isso. – fiz bico. Mas Titi apertou minhas bochechas.

-- Estava fazendo yoga Titi.

-- Querida você estava tentando né? Rsrsrsrs.

-- Titi! – voltei pro quarto e lá fiquei até que desse a hora de visitar Vovô Park. Antes de descer notei que a Titi falava com alguém. Peguei minha bolsa e desci.

-- Titi, já vou indo, okay?

-- Querida vem aqui na cozinha. -  Assim fiz. Mais me deparei com um garoto sentado á mesa enquanto Titi fazia as panquecas esse deve ser o Joshua. Sorri.

-- Você deve ser o Joshua sou a (seu nome), bem vindo quanto tempo vai passar aqui? – disse rápido demais, fazendo Titi rir e deixar o garoto com cara de “não entendi” senti minha bochecha queimar então as tapei com a mão e esperei a resposta.

-- Ah sim, não sei bem ainda, tempo indeterminado, prazer em conhecê-la.- disse puxando uma de minhas mãos e deixando um beijo rápido. Entrei em estado de correr ou desmaiar, preferi correr!

-- Tchau gente vejo vocês mais tarde! – peguei o ônibus e logo já estava na porta do hospital.

As recepcionistas logo me identificaram, subi, apenas poderia ficar uma hora não era muito mais já me deixava contente, afinal por mais que já estivessem acostumadas com essa rotina do vovô, mesmo assim era difícil logo estaríamos todos em casa.

-- Como estão as coisas em casa? – disse pegando a minha mão.

-- Estão bem, um neto da Titi vai passar um tempo conosco, o nome dele é Joshua.  – notei meu rosto esquentando, tentei soar natural.

-- Fico aliviado em saber que tem uma figura masculina na casa enquanto não estou lá, há pessoas mal intencionas. – concordei com um gesto de cabeça, alisei aonde ele depositou o beijo, suspirei involuntariamente.

-- Ele é bonito? – que pergunta é essa vô? Parei pra pensar, ser sincera ou neutra?

-- Talvez Vovô Park. – ele riu passando a mão na minha cabeça.

-- Que história terá hoje?

-- Ah sim, a lenda do Guaraná. – e pus-me a contar.

“Um casal de índios queria muito ter filhos mais não podiam ter, desesperados pediram ajuda a Tupã, logo foram abençoados com um filho, esse que era a alegria de todos. Bondoso, alegre e educado, todos gostavam dele. Um espirito ruim da floresta ficou com inveja e resolveu fazer mal ao garoto. Certa vez ele estava sozinho na floresta brincando e o espirito mal se transformou em uma serpente e o picou, o garoto logo morreu, o veneno foi demais pro seu corpinho de criança, quando foi encontrado, todos lamentaram, até Tupã estava triste, mas este mandou um recado á mãe dizendo que era para plantar os olhos do menino, e assim fizeram. E no lugar que foi plantado nasceu uma linda plantinha, o guaraná, com o fruto vermelho e que por dentro pareciam os olhos do menino.”

-- Gostou Vovô Park?

-- Sim, uma bela história. Mas já está tarde vá pra casa.

-- Sim. – despedi com um longo abraço, o caminho foi rápido.

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-- Titi! Cheguei! – gritei assim que entrei.

-- Shhhhh! – olhei ao lado, era Joshua no sofá, me aproximei.

-- Ela já está dormindo, sente-se vamos ver um filme.

Apenas disse um ah inaudível e sentei, não muito próximo e nem tão longe.

-- Vai passar A princesa e o sapo daqui uns minutos, quer assistir? – ele gosta de desenho? Contos de fada, melhor assim eu odiaria se escolhesse um filme de terror, torci o nariz pra ideia.

-- O que? Não posso gostar desse filme? – quando fui olha-lo ele estava próximo demais. Corei. A boca dele tão chamativa aos meus olhos.

-- C-laro! V-ou arrebentar pipoca e ver algo pra gente beber. – e rapidamente fui pra cozinha, aí senhor é pecado querer aquela boca? Cadê a minha inocência? Melhor nem procurar a resposta.

Voltei com as coisas para a sala colocando tudo na mesinha do centro.

-- Já vai começa. – disse vidrado na tv.

-- Tinha refrigerante ainda e a pipoca tá ali. – o filme começo, obriguei meus olhos a olharem apenas a tv. Silêncio e algumas risadas pelo filme, até que chegou o comercial e ele virou pra mim, a sala estava escura só com a luz da tv.

-- Minha vó conto como é a vida de vocês, você cuida bem dela. Obrigado.

-- A não tem pelo que agradece ela também cuida de mim.

-- Mais mesmo assim gostaria de estar mais com ela, mais meu trabalho não ajuda muito.

-- A mais não se culpe. – sorri tentando não demonstra o nervosismo de estar falando com ele, mais ele chegou mais perto, olhando diretamente pra mim, senti o coração aumentar as batidas.

-- E sua vida? Como é? Além de cuidar deles? – respirei fundo, o aroma dele está bagunçando meus sentidos.

-- Bem, de manhã faço curso, da tarde pra frente só aqui em casa mesmo e claro ás vezes no hospital.

-- Você não sai com seus amigos?

-- Não sou muito de sair. – sorri.

-- Nem com o namorado?

Assustei um pouco com a pergunta, namorado? Só beijei uma vez e já faz tempo. Morro de vergonha desses episódios ate hoje. Não estava conseguindo encara-lo, apenas disse com a mão que não.

-- (Seu nome) você já beijou? – foi impossível não olhar pra ele. Senti seu hálito perto do meu rosto, olhando dentro dos meus olhos, seu polegar estava passeando pelo meu lábio inferior.

-- Sim ou não? – e mais uma vez sem palavras apenas acenei um sim.

-- Muitas vezes? – disse arqueando uma sobrancelha.  Acenei em negativo desta vez. Senti o corpo dele chegando mais perto.

-- Posso beijar a sua boca? – meus olhos se abriram mais um pouco. E num fio de coragem, acenei que sim.

Primeiro foi um toque leve, sua mão foi até meu cabelo, puxando mais pra perto dele, senti a língua dele abrindo espaço entrando na minha boca, tímida acabei tocando na dele, senti um aperto na cintura em resposta, coloquei minha mão em sua nuca e outra em sua barriga, o senti colocando seu corpo por cima do meu, fazendo meu corpo ir deitando no sofá, houve um contato entre nossas intimidades, pela sensação nova gemi alto em sua boca o beijo foi ficando cada vez mais rápido mordidas foram adicionadas, fricciono seu quadril no meu, acabei esticando a perna e derrubei um copo o quebrando, Joshua se assustou, levantou com tudo.

-- Desculpa. – e saiu correndo pros quartos. Deixando-me lá com a respiração fala, e pela primeira vez em toda minha vida de inocência senti vontade de transar com alguém, minha amiga safada sentiria orgulho. Arrumei a bagunça e fui dormir.

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Como era segunda tinha curso, levantei mais a casa estava silenciosa os outros dormiam. Passei a manhã concentrada, mais quando eu via um casal, logo pensava em Joshua, e minha mente ia para futura, minha mente vagou até no assunto filhos. Estou indo rápido demais isso me preocupa. Hora de ir pra casa, quando Jae me chamou.

Joshua on

Levantei e fui direto pro quarto dela, mais ela não estava, eu tinha que conversar com ela. Afinal eu corri, pensei que fosse minha vó, sabe não estava nos meus planos beija-la, mas a voz doce, a inocência a timidez e a fofura, me fizeram ter um puta tesão nela, que eu seja perdoado por isso. Desci e encontrei a mesa do café posta, e vó sentada bebericando seu chá. Também sentei e peguei bolo e suco.

-- Vó cadê a (Seu nome)? – perguntei como quem não quer nada.

-- Esta no curso. – ela disse e eu esqueci.

-- Tem algo que gostaria de dizer? – engoli o bolo desceu rasgando na garganta.

-- Não vó.

-- Sabe a (Seu nome) está solteira, sabe eu tive um sonho com vocês dois, estavam se casando, foram feitos um pro outro! Quando vai agarra ela? – dessa vez engasguei.

-- Vó!

-- O que? Se você não tomar iniciativa ela não vai. Ela não tem contato com muitos meninos.

-- Mais vó, somos quase parentes. – vamos fingir inocência, ela é bipolar se eu falo “já beijei e adorei o sabor dos lábios dela” é capaz de me matar.

-- Se toca garoto! Aliás, seria o casal mais fofo. Por que você não vai busca-la, assim você já monstra quem é que manda!

Pensando por esse lado é uma ótima oportunidade.

-- Okay vó.

-- Uruuuul, mais quando conhece o vô dela cuidado ele é bem ciumento.

Minha avó não é normal. Depois de passar um tempo fazendo nada, estava na hora de busca-la, confesso que um frio percorreu meu corpo, estou ansioso.

Chego antes do termino, quando á vejo distraída. Sorri ela está tão linda. Mas vejo algo que faz meus músculos enrijecer, um garoto a pega pelo braço, claro que segui os dois, será que é ele que a beijou? Estou tenso, será que é comprometida? Não minha vó saberia. Vejo os dois próximos, próximos demais, meu estomago embrulha e saio correndo não aguentaria ver.

Off

-- Que foi Jae?

-- Chega perto ninguém pode ouvir! – assim fiz.

-- Miga o Boy aceitou e me pegou nos braços e nossa noite foi... – olhei e vi Joshua com uma cara chateada ele correu, ele deve estar pensando bobeiras de mim e do Jae. Tenho que concertar isso.

-- Jae depois você conta. – corri pra casa, mais quando entrei fui recebida com gritos.

-- SE TÁ LOUCA! ERA PRA VOCÊ PERGAR O JOSHUA! NÃO ESSE GAROTO.

-- Mais Titi...

-- CALA A BOCA!

-- Deixa-me fala. – já ia começa a chora não gosto que gritem comigo.

-- Fala fala...

-- O garoto era o Jae...

-- HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAAHA. – Titi ria sem parar, ela sabia que Jae era gay. Veio me abraçar.

-- Vai lá conta pra ele, tá no seu quarto e am vou passar alguns dias com seu avô comportem se.- disse rindo.

-- Porque eu tenho impressão que ela não quer que nos comportemos. – subi com receio será que ele está muito bravo? Entrei e o vi deitado. Sentou e bateu a mão para sentar ao seu lado.

-- Eu ouvi a conversa, mais porque ela ria tanto?

-- Porque o cara que você ficou com ciúmes na verdade é gay. – e mais uma vez gargalhadas, mais essa era de alivio. Ganhei um abraço do príncipe.

-- Ei não era ciúmes.

-- Okay.

Almoçamos e fizemos diversas atividades, até quebra cabeça, estava um calor de matar.

-- Aish, não aguento mais esse calor. – ele disse mais logo tirou a blusa. Que pele.

-- Poe a blusa! – falei tapando os olhos. Ele riu, retirando minhas mãos dos olhos mais continuei com eles fechados. Ele pegou minha mão e começou passa-la pelo seu corpo, senti o ambiente esquenta mais. Pois a minha mão em cima do seu membro tirando um gemido dele, me fazendo abrir os olhos, corada e excitada.

-- Seja minha? Hoje e sempre? O que me diz. – perguntou puxando pro seu colo. O beijei em resposta. Subimos pro quarto. Mais ele foi tirando as roupas até ficar nu, o segui, pegou na minha mão e fomos ao banheiro. Colocamos a banheira pra encher.

-- Você é tão linda... – disse se aproximando e beijando meus lábios, percorri minhas unhas pelas suas costas o senti curvar a coluna.

-- Abra as pernas. – pediu rente aos meus ouvindo arrepiando tudo, assim fiz. O senti passando seu membro por toda extensão da minha intimidade, aí que sensação é essa tentei segurar um gemido enquanto ele me masturbava com seu membro. Mais foi em vão.

-- Não segure, preciso saber se está gostando. – fiz o que pediu, ficamos um tempo assim, os dois gemendo pela fricção feita pelo maior. Sem avisar a penetrou, foi um desconforto que logo passou. Uma perna minha foi erguida, estocadas continuas me levavam e traziam de volta ao céu. Arranhei os braços dele, na intenção de aliviar, ele dizia coisas desconectas e eu não estava tão bem, gemia na sua pele pra não fazer tanto barulho, nossos corpos se chocando. Apertamo-nos em um abraço, cheguei ao meu ápice, não demorou muito e ele chegou ao dele, me apoiei em seu corpo, fomos pra banheira.

-- Está cansada? – acenei que sim.

-- Você gosta de acenar né. – disse rindo. Pegou a esponja e começou a me dar banho quando chegou lá e nos seios, senti um revertress.

-- Amorr... – acabei soltado, fiquei vermelhinha.

-- Relaxa, não vamos fazer de novo não por hoje, seu amor só está lhe lavando.

Senti um alivio, mais se ele insistisse não ia negar fogo.   


Notas Finais


Comentem e acompanhe as outras.


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