História Se essa carta fosse minha - Interativa - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Aventura, Harry Potter, Hogwarts, Magia
Exibições 17
Palavras 1.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Escolar, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - O expresso de hogwarts parte 1


Cap 4 

Parte da Alice


 

        Fumaça, bruxos em capas pretas, pios de corujas, cachecóis vermelhos, verdes, azuis, amarelos, pessoas exibindo suas vassouras e sorrindo. E um gigantesco trem vermelho soltando aquela fumaça clara. Eu olhei  em volta. Sorri. Mas sabia que não deveria sorrir. Emma estava para trás. Presa no mundo trouxa para sempre…Eu sentia como se tivesse deixado algo muito importante, crucial, como o estômago, ou as costelas…

            Embarquei no trem,  levando minha mala. Eu nem precisava entregar o ticket, não havia ninguém para ver quem entrava e saia do trem, apesar de eu ter certeza de que havia uma magia forte fazendo que os pais, por exemplo, não pudessem embarcar. Fui procurando uma cabine, olhando de porta em porta, procurando alguém novato como eu, para fazer companhia.

      Eu sabia que as pessoas que  encontrava no trem poderiam ser os meus amigos para sempre. Sabia também das casas de hogwarts pois havia perguntado tudo para Dumbledore, e ele gentilmente respondera.

        Abri a porta de uma cabine, onde eu tinha visto uma menina de cabelos claros até os ombros, com mais ou menos minha idade.

-Posso?

-Claro, claro-disse a menina- Mas meus amigos vão chegar, não sou uma das chatinha que procuram  amigos.

-Hum- Resmunguei.

Coloquei  a mala e a gaiola de Veren no bagageiro embaixo do banco.

-Doces? Tortinhas de abóbora? Feijõezinhos de todos os sa…? Algum problema querida?- A moça dos doces, que passava por ali, viu o olhar congelante da menina loira sentada à minha frente.

-Você não devia passar vendendo doces quando o trem começasse a andar? Não percebe que o trem ainda não partiu?-Perguntou minha companheira contrafeita.

-Oh, sim querida, mas comecei mais cedo hoje...- Falou a senhora.

-Ah, e é assim? Você pode atrapalhar os estudantes quando eles nem se acomodaram?-Disse ríspida a menina.

-Desculpa…

-Rayneth. Meu nome é Rayneth, caso você queira complementar meu nome as suas desculpas esfarrapadas.

A bruxa forçou um sorriso.

Eu interrompi a tensão.

-E seu nome?-Disse tentando ser gentil com a senhora dos doces.

Mas minha gentileza não agradou. Rayneth logo me olhou incrédula como se perguntasse que diabo eu estava fazendo. Eu tinha cometido algum erro? Estava só sendo gentil!

-Meu?-perguntou a senhora.

Assenti com a cabeça.

-Faz muito muito tempo que alguém me pergunta isso……...- Ela franze as sobrancelhas-muito. Meu nome é Margaret. Dona Margaret.

Rayneth cerra os punhos.

-Você poderia nos dar licença?-Diz secamente minha companheira que está se tornando indesejada.

Dona Margaret assente com a cabeça, dá um tchauzinho para mim e sai com seus doces passando pelas outras cabines, onde ela e os seus são muito bem vindos.

-Você não gosta de doces?-Perguntei a Rayneth o mais inocente possível tentando afastar da minha mente a ideia de que a menina era simplesmente arrogante e mal educada.

Ela bufa.

-Óbvio que gosto.

Rayneth não precisou dizer mais nada para eu concluir que precisava sair daquela cabine rápido.

Apareceram à porta outros garotos e garotas.

Rayneth ergueu os olhos.

-Ah, finalmente.-Ela exclamou-Achei que iria ficar aqui para sempre com…

-Alice-Eu disse, percebendo só agora que ela não perguntara meu nome.

Todos, que nem são muitos, olham para mim dá porta.

-Eu… Acho que vou indo, não vai caber todos aqui-Eu disse achando essa desculpa para sair.

Peguei minha mala e a empurrei para fora da cabine, indo logo atrás.

-Mas ainda cabe...-Disse a menina que parecia mais amigável daquele grupo, logo sendo calada por mais um olhar gélido de Rayneth.

 

Eu saí, mas logo o trem deu um solavanco e eu tropecei e dei de cara com o chão do trem, agora em movimento.

 

Uma porta abriu, e de lá saiu a cabeça de uma menina. Ela ergueu a mão.

-Ajuda?-Perguntou.

Eu sorri e agarrei sua mão para me levantar.

-Tem lugar aqui-Ela disse.- Somos só eu, Boonie, Irene, Die… e… -Ela franziu a testa- Ah, Frank. Aliás meu nome é Madalene. Você levou um tombo hein?

 

       Eu sorri e  sentei. Conversamos. Eu era a mais tímida depois de Frank, que não falara nada até então a não ser um “Oi” tímido.

Madeleine tinha cabelos castanhos, morena e olhos verdes, era animada,   e tentava me enturmar da melhor maneira possível. Sua mãe era bruxa e seu pai era um trouxa, mas que conhecia tudo sobre… “nós”? Ainda é estranho usar essa palavra, eu não me considero como bruxa. Quando eu falo “nós” penso automaticamente na Emma, preciso me desacostumar.

      Irene era pacífica, tinha um cabelo castanho claro curtinho e usava um macacão jeans.dava de vez em quando sorrisos brilhantes e adicionava algumas coisas a nossa conversa, ela parecia que conhecia já Madalene, mas era mais o estilo de Bonnie. Bonnie era ruiva, e seu visual era perfeitamente arrumado, tagarelava sobre as aulas, e mostrando todos os feitiços que ela conseguia fazer. Mas não era arrogante, apesar de não esconder sua inteligência. Todos eram gentis acima de tudo. Havia também Die  Seus olhos eram puxados com um verde acastanhado . Seus lábios rosados. Tinha cabelos longos e pretos que caiam como uma cascata nas suas costas.

Ela falava muito de um tal de Dylan que estava na cabine ao nosso lado. E dava piscadinhas para ele pelas costas o que fazia nós cairmos na gargalhada.

   Uma dessas horas que estávamos rindo, ou pela Madeleine ou pela Maddie, Dylan abriu a porta do nosso vagão, era um garoto alto, moreno com cabelos castanhos e olhos verdes e dentes hiper-brancos. Era muito parecido com Madalene. Ele já conhecia Madalene e Irene, eles eram do mesmo bairro.

-Qual a  graça miladys?-Ele disse.

Maddie ficou séria imediatamente e começou a estalar os dedos.

-Nenhuma-Disse Madalene.

Dylan passou os olhos por todos que estavam no vagão. Olhou Frank.

-Oi cara, quer ir no nosso vagão? Lá tem o Will, um tal de  Evan…

Bonnie comprimiu os lábios.  

Frank levantou imediatamente, pegou a mala, deu um aceno com a cabeça para nós,  e entrou em nossa cabine. Dylan deu um sorriso brilhante e saiu junto com ele.

-Nós somos tão ruins assim? - Perguntou Irene rindo.

Nós a acompanhamos.

 

Nós estávamos chegando na estranha escola que havia mudado minha vida. O motorista avisara que faltava 20 minutos, eu já estava com as vestes negras de hogwarts.

  Irene estava acariciando sua coruja e me perguntou:

-Você tem uma dessas?

-Tenho-Eu disse

-Onde?-falou ela.

Eu virei a cabeça a procura de Veren.

Dei um tapa na minha testa. Eu o tinha deixado na cabine  de Rayneth! Saí correndo da nossa cabine sem explicações, tentando alcançar a minha coruja Emma Veren.

 


Notas Finais


Aproveitem! Mande seu personagem no formato da ficha que tem no primeiro cap!


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