História Se Eu Ficar - Capítulo 8


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Categorias Amor Doce, Eldarya
Personagens Castiel, Ezarel, Jamon, Kentin, Keroshane, Leiftan, Lysandre, Mery, Miiko, Nathaniel, Nevra, Valkyon
Tags Amor Doce, Castiel, Eldarya, Ezarel, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Nevra, Valkyon
Exibições 83
Palavras 968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


volteeeeeeeeeeeei e com um título cheio de suspense rs



boa leitura!!!!!!

Capítulo 8 - Guarda Absinto


Balancei a cabeça e voltei para a biblioteca, sem pensar muito no meu encontro com o rapaz estranho. Provavelmente, Keroshane seria o mais próximo de “normal” que eu encontraria naquele mundo, mesmo que ele fosse um cara com chifre de unicórnio na testa.

Quando Kero entrou na biblioteca, me pediu para sentar em uma cadeira e escutá-lo atentamente. Ele me explicou que Miiko tinha mandando que ele fizesse um teste comigo, para que eu pudesse entrar em uma das guardas e o líder da guarda que eu entrasse seria o meu responsável. Com isso, acabei concluindo que a última coisa que Miiko queria era ficar responsável por mim.

Depois de fazer um teste estranho, com perguntas estranhas e opções de respostas ainda mais estranhas, acabei entrando na Guarda Absinto. Kero me explicou sobre a função da guarda e dos seus membros, ressaltando que o líder era o Ezarel e que eu deveria obedecê-lo, sempre fazendo o que ele pedisse e evitando ao máximo contestá-lo, já que agora eu seria sua subordinada e era essencial que as guardas e seus membros permanecessem unidos, sem qualquer tipo de discussão ou discórdia.

Eu não queria entrar em uma guarda ou permanecer naquele mundo, mas a minha única opção era concordar e torcer para que ninguém mudasse de ideia em relação a mim e resolvesse me jogar novamente naquela cela escura. 

Eu ia encontrar alguma forma de fugir e ir embora daquele lugar, mas até lá, teria que fingir que concordava com tudo e agir normalmente.

Kero me levou até a sala de Alquimia e disse que lá era onde Ezarel passava a maior parte do tempo, quando não estava fazendo missões ou infernizando alguém por ai. Ele entrou na sala primeiro e eu entrei depois, mesmo que não quisesse fazer isso nem por um milhão de reais.

Kero contou a novidade para o garoto de cabelo azul e depois saiu, dizendo que talvez eu estivesse em boas mãos. Engoli em seco quando percebi o tom de dúvida que o seu “talvez” tinha.

– Então quer dizer que eu ganhei uma escrava humana? – disse Ezarel, depois que Keroshane fechou a porta e saiu pelo corredor.

– Nossa, como você é engraçado – disse, com a minha melhor expressão de desprezo no rosto.

– Eu tento – ele piscou.

Depois de me analisar de cima a baixo, o garoto foi até um armário no fundo da sala e voltou com roupas estranhas na mão.

– Não tenho nada contra o senso de moda humano, mas é melhor que você vista isso aqui e não me faça passar vergonha – disse ele, quase jogando as roupas em mim.

Foi depois disso que eu percebi que ainda estava de pijama e descalça. Sorri sem graça e peguei as roupas, deixando a vergonha tomar conta de mim.

– Onde posso trocar de roupa?

– Vá em frente – disse ele, apontando para o canto da sala.

– Você ta de brincadeira, né? – perguntei incrédula.

Ele colou a mão na barriga e começou a rir sem parar. Revirei os olhos com toda a maturidade que exalava daquele cara.

Minutos depois, quando ele conseguiu se controlar e parar de rir feito uma hiena, ele saiu da sala e eu entendi isso como um “se veste logo ai”. Suspirando, fui até um canto da sala e troquei de roupa, colocando o uniforme que ele tinha me dado. Era verde e azul e de uma forma bem estranha, combina com as roupas que ele usava. 

Quando terminei de me vestir, sentei em um dos bancos perto da mesa para observar melhor o lugar. A sala era grande, cheia de vidros e livros e tudo estava muito bem organizado. A mesa suspensa tinha algumas poções prontas e vidros vazios, além de ter um livro enorme no centro. Nenhum dos livros parecia ter um grão de poeira, o que me fazia questionar se Ezarel lia tudo aquilo com muita frequência ou era muito bom em limpeza.

Quando a porta se abriu, vi Ezarel entrando com um par de botas na mão. Ele jogou os sapatos no chão e se sentou em um dos bancos perto de mim, enquanto me observava com o seu olhar julgador de sempre.

Hesitei mas acabei calçando as botas e fazendo uma expressão surpresa quando percebi que era exatamente o meu número. Quando ergui a cabeça, vi que o garoto de cabelo azul tinha um leve sorriso no rosto.

– E então, está pronta para limpar o meu quarto?

Depois de encarar minha cara de indignação por longos minutos, Ezarel decidiu que eu não seria sua faxineira particular, mas teria que buscar alguns produtos para ele fazer uma poção que Miiko tinha pedido. 

Eu não queria fazer nada para ninguém, ainda mais para ele, mas não é como se eu tivesse escolha, então apenas sai da sala e torci para encontrar o Kero em algum lugar.

Andava pelo corredor bufando, porque tinha uma lista de coisas para procurar em mãos, mas nem sabia onde deveria procurar e Ezarel não teve nem a decência de me ajudar.

Quando vi uma porta entre aberta, quase no final do corredor, resolvi parar e dar uma olhada. Eu sempre fui uma criança curiosa e agora, mesmo sendo uma adolescente, não tinha abandonado essa mania. Quando ouvi vozes abafadas, resolvi que seria melhor não entrar e apenas escutar de onde estava mesmo.

– Você precisa vigiar a humana, entendeu? Isso é uma ordem do nosso superior – um voz masculina falou, mas eu não consegui reconhecer.

– Por que eu tenho que fazer isso? O que ela tem de especial? – uma voz feminina muito abafada perguntou.

– Ela apareceu na sala do Grande Cristal, quer motivo melhor que esse? – a voz masculina assumiu um tom de irritação evidente.

– Nesse ponto você tem razão, é melhor vigiá-la. Não se preocupe, eu farei isso com a melhor descrição possível.

– Assim espero.


Notas Finais


OLAAAAAAAAA
Esclarecimentos: to um pouco perdida na história, sem saber o que fazer com algumas coisas, mas com o tempo eu to arrumando tudo e vamo lá

e muuuuuuuuito obrigada por todos os favoritos, eu não to nem acreditando que já tem 91 e <3


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