História Se eu tivesse... - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 58
Palavras 913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Ta bom. Essa "história" era uma one shot (não sei nem se é um poema), poreeem a ~Rafaela000 (Brigadão ai mona ❤) me deu a ideia de fazer tipo uns "flashback" de como elas se conheceram e tals. E saiu isso.
Me digam se gostaram ou não, se tiver sem salvação eu paro ta.
Espero que gostem.

Capítulo 2 - Capítulo um


Anna pov's

Eram 01:54 a última vez que olhei em meu celular.
Não vi mais a hora desde então. Não queria mais ver nada. Minha vida estava desmoronando em frente aos meus olhos e eu não podia fazer nada, não adiantaria chorar, ou gritar, nada.
Ele me usou. Que idiota eu sou não? Por que alguém como ele gostaria e alguém como eu? Patético. Eu sou patética.
Peguei ele e uma vadia qualquer na cama, ridículo não? Durante de todo esse tempo eu nunca havia suspeitado que estava sendo traída. Idiota.
Se fosse somente por isso ainda. Aquilo era o menor dos meus problemas, porém foi o limite, o estopim.
Entrei naquele bar sem pensar suas vezes e comecei minha noite de bebidas, música alta e lágrimas.

Beatriz pov's

Havia tido um dia de trabalho exaustivo, a única coisa que eu queria era ir para um bar e encher a cara, afinal a maravilhosa sexta-feira havia chegado. E com ela o cheiro de vadias na rua, as drogas, e tudo que esse mundo imundo tem.
Entrei no bar a música estava muito alta, poderia reclamar com o garçom  (não que ele ligasse ou baixaria o som, mas reclamar é uma opção), mas resolvi que hoje não. Eu só queria beber até esquecer meu nome.
Sentei-me em uma cadeira no balcão e pedi bebida para o barmam que conhecia minha preferência muito bem.
Ele me deu a garrafa e um copo.
- Não preciso disso - disse empurrando o copo um pouco para longe, pegando a garrafa e tomando direto nela.
Aquilo desceu queimando. Que delícia.
- Muito boa - disse a ele e o mesmo sorriu assentindo.
Virei-me e olhei para a pista; Nela havia uma louca podre de bêbada dançando sem ritmo algum enquanto alguns caras passavam a mão dela. Cara, aquilo é muito errado.
Continuei observando para ver se fariam alguma coisa a mais. Quando dei por mim já havia tomado a garrada toda.
- Mais uma, por favor - disse ao garçom que atendeu ao pedido me trazendo outra.
Odeio ser forte para bebidas.
Lá pela metade da terceira garrafa achei que o efeito da bebida finalmente estava me pegando porque eu poderia jurar que a louca da pista estava sendo arrastada por um cara para fora do bar.
Resolvi segui-los, aquilo parecia que ia dar merda.
Paguei ao barman e fui atrás deles.
Quando cheguei lá, ela estava no chão, por cima de alguns sacos de lixo e ele por cima, ela estava visivelmente assustada e querendo gritar, mas por causa do efeito da bebida não conseguia fazê-lo. O cara começava a desabotoar a calça, merda.
- Ei! Cara sai de cima dela! -falei em um tom bastante alto e ele levantou-se rapidamente.
Me analisando de cima abaixo como um predador analisa uma presa.
- Olá gatinha - disse chegando mais perto de mim. Não recuei. - você está atrapalhando minha foda, vai acabar pagando caro por isso gostosa. - disse já a poucos metros de mim.
- Ora cale a boca - saquei a arma que tinha em meu casaco, nunca saio desarmada - mais um passo e vou estourar seu cérebro com um tiro.
- Calma ai garota, estou só brincando -disse com as mãos um pouco acima do tórax como que para se proteger.
- Claro que está - disse - agora suma daqui seu lixo.
E ele foi. Correu para longe dali.
Agora estava somente eu e a louca da pista. Ótimo, muito bem Beatriz, continue salvando desconhecidos na rua.
Fui até perto da garota que nem sem moveu enquanto eu ameaçava o homem, ela estava jogada lá, parecia que estava morta, mas não estava, ela respirava ainda. Ela é muito bonita.
- Que merda de pensamento é esse Beatriz? - repreendi a mim mesma.
Tentei levanta-lá. Sem sucesso.
- É você vai ter que acordar bela adormecida, não consigo sozinha -disse a ela.
Balancei a garota forte até que ela abriu os olhos. Desnorteada.
- Olá - disse e ela sorriu - você vai ter que me ajudar a te levar para o carro para eu poder... - parei de falar pois ela já estava de quatro no chão vomitando. - ai que ótimo, quando terminar me chame. - disse e me afastei um pouco.
Uns 5 minutos depois vejo um movimento onde ela estava.
- Ei você - ela diz e eu a olho - você é MUITO gostosa - Ela diz a começa a rir como uma hiena.
Essa garota está MUITO bêbada isso sim.
- Se tem força pra me assediar tem força pra me ajudar a te levar para o carro - digo sorrindo.
Vou até ela, a levanto e passo um de seus braços em volta do meu pescoço.
- Vamos lá - digo a levando para o meu carro.
Quando chegamos lá, a coloco deitada nos bancos de trás e vou rapidamente para o volante.
Ligo o rádio. Ele me mostra que já eram 05:39 da manhã de sábado.
- Já é sábado - falo para mim mesma - não acredito que vou perder meu final de semana com uma bêbada desconhecida. - olho para trás para me certificar que a louca está bem, ela dormia como uma pedra - ai ai Beatriz você adora se foder na vida não é mesmo? - falei comigo mesma e dei partida no carro.
Apesar de ter bebido umas três garrafas daquela bebida forte, lá estava eu, praticamente sóbria. Que merda.


Notas Finais


É isso ai. Vão ter que descobrir quem é quem no decorrer da história ( acho que vocês já sabem, mais na cara impossível).
Tá bom.
Até logo.


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