História Se Gaji Sarang (Amor à Três) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kwon Seulgi, Triângulo Amoroso
Exibições 7
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiro: PESSOAL HOJE É ANIVERSÁRIO DO BIAS!!!!! FELIZ ANIVERSÁRIO CHANYEOL!!!!
*Obs.: O Channie só está na foto de capa de capítulo porque eu quero panfletar o aniversário dele, pra quem não conhece EXO (um pouco difícil, mas, sempre têm alguns), recomendo que vão no YouTube e conheçam!

Segundo: Imagino que tenham visto as notícias desoladoras de ontem, com o 2NE1 e o Namtae. Estou muito triste com isso, até ia postar ontem, mas essas notícias não me deixaram no clima.

Terceiro: Perdão pelo tempo demasiado longo! Tive problemas com a discussão de mãe e filha!

Espero que gostem!

Capítulo 9 - Como assim?!


Fanfic / Fanfiction Se Gaji Sarang (Amor à Três) - Capítulo 9 - Como assim?!

Mesmo sem saber o horário de chegada do vôo de sua mãe, Seulgi já estava a caminho do aeroporto.


Numa manhã nublada e fria de domingo. Trabalharia meio período hoje e estava mais aliviada por isso; teria tempo para esclarecer as dúvidas que se formaram em sua mente.


Desceu do táxi após pagar e entrou como um furacão no aeroporto de Incheon. As pessoas até poderiam julgá-la como uma pessoa que está desesperada, e corre para que alguém não parta sem antes ouvir suas últimas palavras e confissões. Mas, era totalmente o contrário. Sim, ela estava desesperada, mas não para que alguém não parta, e sim, chegue.


Parou em frente ao balcão e encarou a atendente; uma chinesa de traços delicados e olhar concentrado no que digitava no teclado do computador.


– Com licença? Eu gostaria de uma informação. – pronunciou baixo.


– Claro! Com o que posso te ajudar? – soora simpática.


– O vôo de Ilsan. A que horas ele chega?


– Têm um próximo. Daqui a alguns minutos ele já deve estar pousando. – sorriu novamente.


– Muito obrigada! – respondeu formal, se curvando em seguida.


Sentou-se numa das cadeiras de espera e ficou a encarar os ponteiros de seu relógio. Nunca esteve tão ansiosa para ver sua mãe.


De acordo com tempo passando, Seulgi se sentia incomodada com a demora. Não seria em poucos minutos a aterrissagem?


Olhou novamente para seu relógio e notou só ter se passado sete minutos. Sua ansiedade para saber a verdade e jogar fora aquela dúvida era tamanha, que mal se dava conta de que o tempo estava passando devagar.


– Seulgi-ah? – ela olhou para trás, em total expectativa. Essa que foi morrendo aos poucos ao ver um desconhecido em sua frente.


– Eu? – ela apontou para si, para confirmar de que se tratava dela.


– Sim. Há quanto tempo! – ele comentou alegre e ela franziu o cenho – Não se lembra de mim? – sua felicidade morreu um pouco ali.


– Não, sinto muito. – e ela realmente sentia. Era boa lembrando do rosto das pessoas; o que alguns chamam de memória fotográfica.


– Sou Anh JaeHo! O garoto que te derrotou na esgrima, no taekwondo, no vôlei, no basquete, no… – e ele iria continuar se Seulgi não tivesse lembrado e levantado, tapando a boca dele com sua mão.


– Eu já entendi! Você me derrotou em quase todos os esportes. – ela revirou os olhos, levemente desgostosa com a situação, e soltou o garoto.


Ele riu. – Você mudou um pouco. Não é mais uma miniatura. – caçoou bagunçando o cabelo dela, que resmungou e arrumou rapidamente os fios desajeitados.


– Como pode ver, eu realmente cresci. Tenho mais que 167cm! – sorriu orgulhosa.


– Aish! – ele resmungou a olhando, logo voltando ao “normal” – Quantos centímetros tem agora?


– 171cm! – respondeu firme.


– Não deixa de ser uma miniatura comparada aos garotos. – ele riu.


– Ah, você é impossível! – reclamou – O que está fazendo aqui?


– Que pergunta invasiva. – ele repreendeu a mais nova, que pediu desculpa baixinho – Eu estou voltando de viagem! Estava morando fora, mas agora irei ficar aqui. De qualquer jeito eu teria que voltar mais tarde! – suspirou e ela o olhou curiosa – O exército coreano. Vou me alistar no meio do ano que vem. – explicou.


– Ah, sim!


– E você?


– Eu o quê? Não tenho interesse no exército.


– O que está fazendo aqui? – ele revirou os olhos.


– Ah! Estou esperando a minha mãe. Talvez ela venha no vôo de Ilsan. – respondeu vagamente.


– Talvez? – ele riu.


– É. Eu não sei que horas ela chega! – confessou, descontente consigo mesma por não ter ligado.


– Eu vou esperar com você. – disse se sentando onde antes ela estava.


– Não precisa oppa! – ela balançou as mãos na frente do corpo, em forma negativa.


– Não estou perguntando, nem pedindo sua opinião. Apenas sente-se aí ou vá buscar minhas malas. – disse a puxando pelo braço para que se sentasse.


Ela apenas aceitou.


Jaeho era dois anos mais velho que Seulgi. Não eram amigos íntimos, tão pouco amigos eram. Mas se entendiam, e não tinham nenhum sentimento negativo um pelo outro. Quer dizer, Seulgi bem que gostaria de matar aquele garoto de cabelos castanho escuro de vez em quando, mas se controlava bem.


– E a suas malas? – ela perguntou depois de um tempo.


– Depois eu pego!


E novamente o silêncio.


Se passou mais alguns minutos e a aterrissagem do vôo de Ilsan havia sido anunciada. Seulgi animou-se mais, o que não passou despercebido pelos olhos de Jaeho.


Ela estava próxima da saída de desembarque, por isso, continuou sentada.


Os passageiros saiam pouco a pouco. Não parecia ter muita gente.


Ela esperou pacientemente até que pareceu que ninguém mais sairia, dias mulheres cruzaram aquela porta, conversavam. Provavelmente a senhora Jieun reclamava de algo; era típico dela.


– Ei, mãe?! – Seulgi disse um pouco mais alto, acenando.


A senhora Jieun a olhou e respirou fundo, ignorando por ora, sua discussão com a outra mulher.


– Kwon Seulgi! – disse séria, e parecia levemente impaciente.


– Mãe! – ela se curvou, em sinal de respeito.


– Quem é ele? – perguntou se dirigindo à Jaeho.


– Ah, ele é um colega da escola. Por coincidência acabei encontrando ele aqui.


– Anh Jaeho! – se apresentou. Ela havia entendido a mão, mas ao lembrar-se que estava no seu país natal, se curvou como Seulgi.


– Humm. Que seja, vamos Seulgi!


Ela proferiu irritada e saiu andando até o local indicado para pegar as malas desembarcadas.


– Me desculpe por ela. – ela juntou as mãos na frente do corpo e ele apenas riu.


– Está tudo bem! Esqueceu que eu sou arrogante, estúpido, grosseiro, irri… – ela tapou a boca dele novamente.


– Aqueles xingamentos foram no calor do momento. – ela deu uma pausa, tirando sua mão da boca de Jaeho – Mas, não quer dizer que não sejam verdade! – o sorriso sapeca se fez presente na face da mais nova.


Ele riu.


Seulgi ouviu seu nome sendo chamado ao fundo. Sua mãe a apressava.


Ela se despediu de Jaeho, mas não antes de ele insistir que deviam trocar números para se comunicar.


– Você quer ajuda? – Seulgi perguntou apontando para as malas de sua mãe.


– Apenas vá andando na frente. – ela parecia mais calma.


As duas saíram do aeroporto e pegaram um táxi. Até a chegada no apartamento de Seulgi, as duas não trocaram uma palavra sequer.


A altona abriu a porta e deixou que sua mãe entrasse.


– Humm. Está limpo! – observou olhando com receio para o local antes de entrar.


– Eu não tenho tempo para bagunçar! – revirou os olhos enquanto fechava a porta.


– Irei embora amanhã! – alertou e entrou no corredor do médio apartamento. Sem ao menos pedir licença ou permissão à dona da casa, que bufou irritada.


– Será que podemos conversar? – Jieun a olhou – Quem é Park Junyoung? E por que ele acha que eu sou filha dele? – a mais velha arregalou os olhos com a última afirmação.


– O que?


– Eu não vou repetir!


– Ah, Seulgi! Me deixe em paz um momento, depois te contarei! – disse irritada, se trancando no banheiro em seguida.


– Mãe! Saia daí! Precisamos conversar!


Jieun se sentou no chão, encostada a porta e respirou fundo. Que direito Junyoung tinha de falar aquilo para Seulgi? Ele não sabia se ela era realmente filha dele.


– Mãe?! – Seulgi bateu suas mãos na porta. Frustrada, saiu dali. Ainda tinha que ir trabalhar, querendo ou não.



Passado algum tempo, Jieun percebeu a quietude do local. Se levantou e saiu do banheiro. Começou a caminhar pelo corredor, constando que a garota realmente não estava em casa. Suspirou cansada.


Olhou nos porta retratos espalhados pela sala, fotos de paisagens naturais. Poucas de Seulgi, mas essas, junto com Seokjin.


Suspirou novamente. Como foi que, depois de tanto tempo, aquilo veio a tona e causou aquela confusão, que pioraria cada vez mais.


– Como foi que ela descobriu? – perguntou a si mesma. Tentando descobrir algo que mostrasse onde ela havia falhado.


Mas nada! Simplesmente nada vinha em sua mente. Quais eram as possibilidades de Junyoung ainda estar na Coréia, depois de tanto tento?


Como enfrentaria a verdade agora? Com certeza Seulgi faria questão de saber cada detalhe dessa história.


Passou longas horas pensando em que falar para sua filha. Se mentiria, ou, se falaria a verdade.


Já havia escurecido e Jieun não conseguia pensar em alguma mentira coerente para contar.


Ouviu o som de chaves na porta e encarou-a, vendo Seulgi entrar em seguida. A mais nova fechou a porta e ficou ali, parada, olhando para Jieun, que suspirou e assentiu.


– Você não é a filha dele! – começou pesarosa.


– Nossa, me sinto bem melhor agora. – ironizou.


– Eu quero que se sente, a conversa vai ser longa. – Seulgi assentiu e se sentou no chão, encostada a parede.


– Vá em frente! – Jieun resolveu ignorar a atitude da filha e suspirou, pensando nas palavras certas para começar aquela conversa difícil.


– Quando eu era mais nova, há uns vinte anos atrás, eu me apaixonei por um rapaz de condições financeiras bem diferentes da minha. Nós mantivemos um relacionamento sem o conhecimento de nossos pais. Eu fui imprudente, me deixei levar e acabei sendo irresponsável o suficiente para ter relações íntimas sem uma proteção. Eu fiquei grávida, o pai dele descobriu que estávamos juntos. Junyoung não pode mais ir contra as ordens do pai e teve que me deixar. – ela deu uma pausa, enxugando as lágrimas que começaram a cair e respirou fundo, continuando – Eu estava assustada, sozinha e era jovem. Meus não aceitariam isso, eles são muito antiquados. Então, eu disse que iria passar um tempo em Ilsan, na casa de uma amiga, para poder estudar mais. Passei nove meses lá, sendo sustentada pelo dinheiro que meus pais me mandavam e o pouco que eu consegui trabalhando até que a barriga começou a aparecer. Quando o bebê nasceu – novamente ela deu uma pausa, as palavras pareciam estar presas. Seulgi a olhava esperando, ela não tinha uma expressão na face. Estava neutra, e era isso que mais assustava Jieun –, eu deixei ele num orfanato! – soltou rápido, observando a expressão de Seulgi, que rapidamente mudou para assustada.


– Você me deixou em um orfanato? – perguntou magoada e levemente indignada.


– Não, Seulgi. Eu não te deixei em um orfanato.


– Mas você acabou de dizer que… – foi interrompida.


– O meu bebê não era você!


– Você teve outro filho, antes de mim?


– Na verdade, eu só tive um filho. – a expressão confusa de Seulgi e a falta de palavras da mais nova, a fez continuar – Você não é a minha filha biológica!


Notas Finais


Jaeho=futuro causador de discórdia é intrigas!

O que acharam? Não deixem de me avisar se algo falta, os, quaisquer erros. Terei prazer em esclarecer qualquer dúvida também!


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