História Se ninguém souber, não é errado - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT 127, NCT U
Personagens Jaehyun, Taeyong
Tags Jaetae, Jaeyong
Exibições 139
Palavras 1.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi. Eu me segurei bastante pra postar logo esse capítulo, mas não rendeu muito tempo e eu acabei soltando antes da hora lol

Eu tentei formatar de um novo jeito mas eu ainda tô postando pelo telefone e quem sabe fique uma porcaria, btw, tô torcendo pra que fique bom hauahauah;;;;

Espero que gostem, vou deixar umas palavrinhas lá em baixo. ❤︎

Capítulo 1 - O início de uma longa semana.


Capítulo Um: O início de uma longa semana.

 

             Os rapazes estavam devidamente sentados sobre o primeiro banco da igreja. Jaehyun batia com os pés no piso de madeira enquanto brincava distraído com a ponta da gravata de cor rosa que usava; Estava decidido a ignorar qualquer palavra que o mais novo irmão pudesse direcionar a si. Se foi fácil ignorá-lo no colégio, em sua percepção, seria fácil ignorá-lo naquela igreja também. E até que tivesse idade o suficiente para ir embora de casa, quem sabe.

              Taeyong estava pronto para resmungar algo para o irmão mais novo, até que a música alta começou a ecoar por toda a igreja e as portas de entrada se abriram. Julgou que estava na hora que todos sentados naqueles bancos estavam aguardando; O Lee suspirou e virou a cabeça para encarar a mulher de branco arrastando os pés por aquele tapete vermelho enquanto estava com os braços cruzados juntos dos de um homem mais velho. Sua mãe estava realmente bonita, o que até fez com que um sorriso acabasse por aparecer no canto de seus lábios. A mulher continuou a andar, até chegar no altar e parar o corpo na frente do mais novo marido.

              Jaehyun suspirou desanimado. Não gostou muito da idéia de ver seu pai casando mais uma vez, principalmente após descobrir que a mulher tinha um filho de sua idade. O desânimo só aumentou quando o rapaz sentou-se no banco duro daquela igreja, ao lado de Lee Taeyong, o rapaz que mais o atormentou com piadinhas sem graça durante todo o período colegial. Jaehyun tentou forçar um sorriso ao ver seu pai segurando nas mãos da mulher, mas continuou com a cara emburrada e braços cruzados.

              Sentiu o braço direito ser cutucado algumas vezes e resolveu virar o rosto para o lado rapidamente, encarando o filho dos Lee; O mesmo tinha um enorme sorriso no rosto, o que assustou rapidamente o Jung. Não estava acostumado a vê-lo sorrir, já que, na escola, o rapaz costumava manter uma carranca inexpressiva e olhares sérios. Analisando bem, seu sorriso era até bonito. Uma pena que o rapaz em si não era tão bonito, não por dentro.

              — Seu pai está completamente apaixonado pela minha mãe, olha! – sorriu mais uma vez, apontando o dedo para ambos enquanto apertava o braço do irmão.

              — Apontar é feio. – puxou o braço do rapaz, revirando os olhos e voltando a observar o altar. Seu pai parecia realmente feliz, Jaehyun sentiu-se um ingrato por não conseguir sorrir nem um pouquinho diante daquela situação.

              havia visto o pai casar exatas três vezes, mas aquela era, de longe, a vez em que o homem, já de idade, parecia feliz. Ele segurava as mãos da mãe de Taeyong e encarava-a nos olhos de uma forma visivelmente intensa. Jaehyun queria subir naquele altar e abraçar ambos; Nunca havia visto o pai tão feliz em uma situação daquelas.

              — Pensei que seu plano era me ignorar durante todo o casório. – Taeyong resmungou, fazendo com que os lábios do Jung formassem um biquinho; De fato, estivera planejando não falar com o Lee desde que entrou na igreja, mas percebeu que o plano havia ido por água abaixo a partir do momento em que elogiou o sorriso de Taeyong mentalmente. Que mal faria conversar com ele um pouco, então?

              Iria sim responder Taeyong, mas foi interrompido pelo dito final do padre e por todos os seus parentes e amigos de seu pai, que ergueram-se dos bancos de madeira e começaram a bater palmas descontroladamente. Os dois jovens encararam-se assustados e logo também levantaram-se, acompanhando as pessoas ali presentes com palmas e assobios.

 

◇◈◇

 

              Ouviu duas batidas na porta antes que a mesma fosse aberta, estava pronto para resmungar algum palavrão e aquela vontade só aumentou depois que viu que quem havia entrado em seu quarto não era nem seu pai e nem sua nova mãe, era Taeyong. Seu novo irmão.

              Encarou-o por longos segundos, esperando que o rapaz explicasse aquela visita repentina. Não iria se acostumar tão cedo com o fato de morar na mesma casa que o rapaz que mais lhe rendeu estresse durante o ensino fundamental. Observou-o durante a festa de casamento, torcendo para que o rapaz tivesse mudado tanto quanto aparentava, mas dentro de si algo insistia em dizer que Taeyong ainda não era confiável.

              — O pai pediu para você descer, ele quer se despedir antes de ir para a lua de mel. – resmungou, apoiando o corpo na batente da porta. Jaehyun confirmou com a cabeça e ergueu-se da cama de casal fofinha que agora era sua. Andou para fora do corredor, sem esperar pela companhia do irmão; Afinal, não estava com muita animação para falar com ele.

              Desceu as escadas da nova casa depressa, encontrando seu pai sentado no sofá, junto da esposa. Andou até ambos e sorriu verdadeiramente ao notar o quão felizes ambos pareciam juntos; Quem sabe aquele casamento não fosse tão ruim quanto parecia, não é mesmo?

              — Ah, Yunoh! Eu espero que fique bem no período em que eu e seu pai iremos passar fora, hm? Se Taeyong fizer algo para te deixar mal, você tem total direito de me comunicar! – a mulher de cabelos castanhos disse, levantando-se do sofá para abraçar o Jung.

              Taeyong parou ao lado de ambos, cruzando os braços e bufando em irritação. Não gostava de quando insinuavam coisas sobre quem ele era; Taeyong havia mudado muito desde os quinze anos de idade e aquilo orgulhava a si mesmo ao extremo. Cutucou as costas da mãe, que se afastou do filho de seu marido naquele exato momento, apenas para virar-se e enxergar seu filho com uma feição emburrada.

              Era incrível como Taeyong havia recém completo seus vinte anos de idade e ainda parecia uma criança birrenta; O fato fez com que a mulher desse uma risada divertida e apertasse as bochechas do rapaz, beijando-lhe a testa com carinho.

              — Não fique com ciúmes, seu bobinho! Mamãe ama você. – beijou-lhe as bochechas, também. Taeyong podia jurar que explodiria de tanta vergonha alheia e deu graças a Deus por seu padrasto ter puxado a mulher para perto. Ambos juntaram as malas nas mãos e observaram os filhos pela última vez naquela semana.

              — Yunoh, espero que se comporte. Não traga ninguém para casa, tudo bem? – apesar do sorriso nos lábios do pai, Jaehyun sabia do que ele falava; Suspirou e moveu a cabeça em concordância, acompanhando os dois até a porta. — Até semana que vem, crianças.

              Taeyong resmungou algo em tom baixo e esperou que o irmão, que havia ido acompanhar os pais até o carro, voltasse para dentro de casa. Quando Jaehyun adentrou o cômodo principal, Taeyong fechou a porta com força e encostou-se na mesma, estalando a língua com o intuito de chamar a atenção do Jung, que parou de andar no mesmo instante e virou-se de frente para o irmão, encarando-o atenciosamente.

              — Vai ser uma semana divertida, você não acha, irmãozinho?


Notas Finais


❥ eu tentei mudar muito a forma de escrever e eu realmente gostei, entao eu espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu.

hmmmm, está visível que eles não são irmãos de verdade, né? eu to ansiosa pra trabalhar muito nessa historinha e nesse romancezinho bobo e açucarado hihi

até o próximo capítulo! ❥


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