História Se O Amor Tiver Lugar - Capítulo 5


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Categorias Originais
Visualizações 11
Palavras 1.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora amores, voltei a estudar, aí já viu...
Boa leitura!

Capítulo 5 - Novas Amizades, Antigas Lembranças


Fanfic / Fanfiction Se O Amor Tiver Lugar - Capítulo 5 - Novas Amizades, Antigas Lembranças

Precisava ficar sozinha, não foi fácil escutar tudo aquilo do Taylor. Continuei andando – pensando no que tinha acontecido – quando voltei à realidade, notei que estava perto de uma espécie de praça, com alguns brinquedos e algumas crianças com seus pais. Resolvi ocupar minha mente ali.

Sentei em um banco. Sorria timidamente observando as crianças e me lembrando de momentos como aquele. Foi então que uma garotinha muito fofa se aproximou, toda envergonhada com uma flor em mãos.

- Que gracinha, obrigada. Qual é o nome dessa princesinha? – Perguntei enquanto ela colocava a flor em meu cabelo.

- Rebecca e você? – Ela perguntou prestando muita atenção no que estava fazendo.

- Sou Emilly, é um prazer conhecer uma garotinha tão bonita. – Falei e ela riu.

- Pronto! Ficou linda! – Rebecca estava com um brilho encantador nos olhos.

- Obrigada princesa. Será que você poderia me esperar por um minutinho? – Ela concordou com a cabeça, logo depois fui ao canteiro de flores e montei uma espécie de coroa, que por sinal ficou até apresentável.

- Aqui está, Becky. A senhorita me daria as honras? – Perguntei me ajoelhando em sua frente, ela não disse nada, apenas sorria como se não houvesse amanhã.

- Obrigada Lily! – Ela falou pulando em meus braços.

- Não foi nada, amor. – Falei rindo enquanto ela me abraçava.

- Eu não posso me afastar um minuto e você já some Rebecca? – Ouvi uma voz masculina vindo atrás de nós e instantaneamente me virei com Bebeca nos braços – O que conversamos sobre falar com estranhos?

- Me desculpe maninho, a Lily não é estranha, ela é minha amiga. – Ela respondeu olhando para mim e eu sorri.

- Lily? – Ele perguntou confuso.

- Prazer, Emilly. – Me apresentei, colocando Becky no chão – Ele tem razão, você não deve conversar com estranhos.

Ela concordou sorrindo, me abraçou novamente e saiu correndo em direção aos amigos.

- Ah, prazer. Pode me chamar de Wes. – Ele falou sorrindo, meio envergonhado – Obrigada por ter cuidado dessa pequena.

- Imagina, ela é um amor. É bom ter uma amiga por aqui... – Respondi quando nos sentamos.

- Você é nova por aqui? – Wes perguntou.

- Sim, cheguei há poucos dias por sinal. – Respondi.

Conversamos por um bom tempo, ele me contava suas histórias e eu as minhas, rimos de algumas coisas e observávamos o movimento. Até que senti meu celular vibrar, olhei no visor, era John, preferi não atender, porém isso não foi motivo para ele desistir de ligar.

- Não vai atender? – Wes perguntou me fazendo desviar a atenção para ele.

- Ah, não, não estou com cabeça para isso. – Falei guardando o celular.

- Entendi. – Ele falou se levantando – E cabeça para conhecer alguns lugares?

- Como? – O olhei confusa.

- Bom, você é nova por aqui e aparentemente está evitando alguém, por que não damos uma volta?

- Meus pais falam que eu não posso sair com pessoas desconhecidas... – Falei reclinando no banco.

- Qual é, passamos horas conversando, acho que já deu para sacar que eu não sou nenhum criminoso psicopata que seqüestra garotas. – Ele falou estendendo a mão – Vamos?

- Por que não? – Falei pegando em sua mão.

Wes pegou a Becky nos braços que no meio do caminho acabou adormecendo. Pouco tempo depois lá estava eu, bebendo água na casa de uma pessoa que tinha acabado de conhecer.

- E então? – Wes chegou por trás e quase tive um infarto – Está com medo?

- Deveria? – Perguntei entregando-lhe o copo.

- Não sei... – Ele respondeu se retirando.

- Como é? – Perguntei meio escandalosa e ele riu.

[...]

Paramos em frente a uma espécie de fliperama, olhei para o Wes com uma cara de “sério?”.

- Dá uma chance vai, com certeza você vai se divertir – Ele falou abrindo a porta.

Jogamos diversos jogos, porém eu já estava ficando frustrada, enquanto Wes acumulava suas fichas, se eu tivesse no máximo dez delas, era muito. Por fim, decidimos ir embora, mas antes Wes queria trocar as fichas, eu acabei dando as minhas para ele, afinal não daria nem para ganhar um saco de doces com aquilo, resolvi esperá-lo fora do estabelecimento, para poupar constrangimento, que ultimamente tem sido muito ativo na minha vida, diga-se de passagem.

Foi quando senti alguém me tocando e instantaneamente me virei para ver quem era. E lá estava Wes, com um urso enorme de pelúcia.

- Que gracinha.

- Acho que depois de hoje, já pode me considerar um amigo... – Ele falou estendendo o ursinho em minha direção.

- É para mim? – Perguntei surpresa, mas com uma enorme felicidade, Wes concordou com a cabeça e na mesma hora o peguei – Obrigada, obrigada de verdade!

Estava tão feliz que sem pensar acabei abraçando Wes, que na mesma hora retribuiu, apesar de ter ficado um pouco surpreso com a minha reação. Estava parecendo uma criança com tanta alegria.

- Não por isso... – Ele falou quando nos soltamos, nossos olhares se cruzaram, tornando a situação um pouco constrangedora – É... Acho melhor te levar para casa, seus pais devem estar preocupados.

- Ah sim...

Passamos o caminho de volta basicamente em silêncio, às vezes nos olhávamos, mas não trocávamos uma palavra se quer.

- Obrigado por hoje. Você é uma ótima companhia – Ele falou ao chegarmos perto de casa.

- Eu que agradeço. – Ergi o ursinho fazendo-o sorrir com minha “infantilidade” – Foi um dia bem legal, precisava disso.

- Pois é... – Ele aparentemente tinha ficado sem mais palavras.

- Bom, vou nessa, obrigada novamente. – Falei sorrindo abraçada ao ursinho – Até qualquer hora meu guia turístico particular.

- Até mais Emilly... – Ele acenou sorrindo, logo depois deu meia volta e eu subi as escadas - Espera, você está livre sábado?

- Ahn, acho que sim, sabe como é, acabei de me mudar, não conheço ninguém, então... – Respondi sorrindo.

- Então me liga para podermos marcar algo, adoraria te ver novamente. – Ele falou vindo até mim, me entregando um papel.

- Eu também, até mais. – O abracei novamente, logo depois ele seguiu para sua casa e eu entrei para minha.

- Onde você estava?! – Taylor me interrogou ao colocar os pés dentro de casa.

O ignorei completamente e segui para o meu quarto.

- Posso entrar? – John apareceu assim que me joguei na cama, concordei com a cabeça e ele se sentou ao meu lado – Eu sei que ele falou coisas que não devia, mas tentar olhar para o lado dele, Taylor não fez por mal, ele se preocupa com você.

- Ótimo jeito de demonstrar, não? – Ironizei.

- Você sabe que ele não é famoso por ter paciência com as coisas, ele sofreu junto com você na época do Anthony, ele mais que qualquer um esteve ao seu lado, não importa em qual sentido. Ele só quer te ver feliz, nada mais. – John continuou.

- Me ver feliz jogando na minha cara assuntos que até hoje me machucam? Na boa, não estou com cabeça para conversar, pode me deixar sozinha? Quanto ao Taylor, pode falar que eu não quero conversar. – Respondi indo ao banheiro – Quando sair feche a porta, por favor.

Liguei o chuveiro para que ele fosse embora, e quando ouvi o som da porta fechando desabei em lágrimas, por alguma razão era como se estivesse vivendo o passado novamente, depois de tudo que aconteceu com o Taylor, as lembranças fizeram questão de surgir, me fazendo chorar ainda mais.

Ouvi a porta abrir, mas continuei ali, por um bom tempo, aparentemente quem entrou entendeu o recado de que não era a hora, afinal saiu pouco depois.


Notas Finais


Espero que gostem! Kisses, até o próximo! 😘


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