História Se tornou uma bela flor. - Capítulo 16


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Madara Uchiha, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tsunade Senju
Tags Naruto, Sakura, Sasuke, Sasusaku
Exibições 123
Palavras 1.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie gente ^-^ estão bem? Eu tenho dado falta dos comentários "/ Poxa, comentem sim, eu sei que eu to demorando pra atualizar mas é que é difícil pra mim também. Se estiver chato, podem falar. Irei me esforçar pra arrumar (denovo) um dia fixo de postagem, na semana, para essa fic. Prometo que vou então, não deixem de prestar o apoio de vcs, por favorzinho?

Boa leitura~

Capítulo 16 - Pernas pra que te quero.


Fanfic / Fanfiction Se tornou uma bela flor. - Capítulo 16 - Pernas pra que te quero.

Sem mais nem menos, avanço no loiro aguado que me irrita.

Quem vê de longe, poderia até lembrar da cena “hilariante” em que o Homer enforca o Bart.

Devo dizer que é mais engraçado ainda por em prática, no Naruto.

Em algum momento de descuido meu, o loiro agarrou meus ombros e começou a mexê-los freneticamente para que eu o soltasse.

O que não estava programado era eu me desequilibrar e cair por cima do loiro, enquanto ele abraçou minha cintura em uma forma desesperada para encontrar apoio.

Minhas pernas acabaram assim, uma no meio das pernas do imbecil e outra do lado do seu quadril.

Meus braços que serviram de salvação, para uma tragédia maior, estavam ambos de um lado e do outro, da cabeça do energúmeno.

Ofegante pelo susto, com os olhos esbugalhados pois Naruto de perto é pior que de longe, e vermelho de raiva.

Claro, que uma tarada que visse a cena, levaria para outro contexto.

Não levem, porra!

E como, provavelmente eu deva ter feito algum pacto sem querer com o lá de baixo.

Aquele mesmo grupo de senhoras safadas passou, enquanto faziam sua caminhada matinal, para cuidar das pelancas.

Soltaram gracejos como “Que brotinhos” e “Vocês não disseram que eram héteros?”.

Pois é, eu realmente não nasci com aquele negócio desconhecido que chamam de “sorte”.

Dignidade, eu já não tinha.

Levantei por puro saco cheio mesmo.

É errado eu querer deitar na calçada em posição fetal, esperar até chover para a correnteza me levar?

Foi o que eu pensei enquanto estava sentado na calçada de casa, depois de protagonizar a cena mais homossexual da minha vida.

Ouvi um pigarro vindo do encosto loiro da minha vida.

Minha cabeça quase virou 360º graus, e meu olhar de boneco assassino parece ter funcionado, pois o idiota pegou sua bolsa rapidamente e saiu correndo para longe de mim.

Voltei a minha reflexão sobre a vida, enquanto via as promoções do panfleto de supermercado, que caiu da caixa de correio.

Será que eles vendem veneno de rato?

Não que eu tenha pensado em matar um certo empecilho da minha vida, longe disso.

Ouço meu celular apitar, com uma nova mensagem.

“Eae...de novo, cara é difícil armar um óculos novo para você enquanto, tu não me responder”

Que?

Armar? Um óculos?

Demorei alguns segundos para processar as novas informações e cheguei a conclusão que, eu estava sem meus óculos.

Tatei minha face e constatei o óbvio.

To dizendo que imbecilidade pega.

E então um grande flashback do que aconteceu ontem passou pela minha cabeça.

Padaria, trem, ponto rosa, cachorro, tarado da escola, diretora com complexo de lolita, sala endemoniada, idiota loiro, loira que só fica no celular, um imbecil que quebrou meus óculos…

Eita!

É isso, eu dei meu número pro cara cabeludo.

Eu tenho problemas?!

Mas espera, pelo o que entendi é sobre ele pagar meus óculos.

Quer dizer que não é um psicopata?

E que o cabeludo não vai me fazer do seu nerdinho sonso?

Alá, até que eu não sou tão azarado.

Sorrio com o recente esclarecimento, quando ia responder a mensagem, bati meus olhos rapidamente no horário e… tá, eu retiro o que disse sobre a sorte.

Só sei dizer que depois de tanto correr pra chegar a tempo na escola. Eu consegui.

Talvez eu tenha parecido um paciente grave com asma mas consegui.

Fui direto a sala de aula, guiado mais pelo som de baderna do que pelo meu próprio entendimento.

Como eu já não era a novidade fresquinha, eu entrei sem ser encarado descaradamente.

E entrei só porque era o esquisitão dando aula, aquele que quer que eu sente no colo dele.

- Não se atrase mais, cordeirinho Uchiha.

Foi o que ele soprou em minha orelha.

Devo ressaltar que tudo o que há de buraco no meu corpo, fechou.

Interpretem como quiser.

Que alguma entidade divina me proteja.

Aos poucos fui recuperando a fadiga e dei um “Bom dia” pra Ino, enquanto passava no corredor e mostrei o dedo do meio pra Naruto, que evitava contato visual comigo.

Não pude deixar de notar que a cadeira que o ponto rosa senta, estava vazia e não havia nenhum material, então descartei a possibilidade de ela ter ido ao banheiro.

Que legal, o que é bom sempre some.

A aula se foi bem lentamente, tive que aturar um professor me assediando quase o horário inteiro.

No pouco tempo em que eu pude não temer pela minha virgindade, reparei que Ino não mexia no celular, apenas tinha a cabeça baixa e um semblante tristonho.

Já o infeliz loiro, olhava de tempos em tempos para a carteira vazia da rosada, com um misto de preocupação e tristeza no rosto.

Me pergunto o que deve ter acontecido?

A bateria do celular dela acabou?

A empresa que fornece o pão de queijo pra escola, não cumpriu o pedido?

Não é como se fosse da minha conta, mas para duas pessoas tão “alegres” os dois não parecem nada bem.

Será que aconteceu algo com o ponto rosa?

Isso eu posso imaginar com clareza, ela parece ser tão frágil a qualquer dano físico.

Espero que esteja bem, pontinho rosa.

O dia foi silencioso e sem grandes assuntos, na verdade nenhum de nós três nos pronunciamos além do “Bom dia” e “Tchau”.

É estranho porque parecia uma bad partilhada, eu fiquei mal por vê-los mal.

Tá, eu só os conheço à um dia e na maioria das vezes quero matar o Naruto.

Mas eu não nego que são pessoas legais.

Naruto e eu íamos andando de forma lenta.

Talvez eu queria que ele desabafasse comigo.

Por isso permaneci calado o trajeto inteiro, vendo ele chutar pedrinhas pelo caminho.

Tinha tudo pra ser o trajeto inteiro silencioso e harmônico.

Tinha…

Se o imbecil não tivesse chutado uma pedra média e acertado o retrovisor de um carro estacionado, que imediatamente soou o alarme.

O idiota ainda me olhou amedrontado, como se procurasse uma resposta do que fazer.

Talvez hoje tenha sido o dia da maratona são silvestre e ninguém me avisou, por quê só sei que quando eu vi uma senhora de bobs na cabeça e um rolo de macarrão na mão saindo em frente a casa, que o carro estava estacionado, eu empurrei o loiro pelos ombros e começamos a correr como se nossa vida dependesse disso.

E de certa forma era verdade, afinal a senhorinha correu atrás de nós dois.

Por pouco conseguimos despistá-la, vimos ela passar reto correndo raivosa com seu rolo de macarrão.

- Seus delinquentes!

Era o que ela gritava.

Só sei que depois de muito tomar fôlego, eu e o loiro nos olhamos por um tempo, até que ambos caímos na risada.

- Foi mal teme.

Naruto disse depois de quase rolamos no chão de tanto rir.

- Pelo o que?

Questiono, já que não estava entendendo.

- Ah...eu te meto em situações estranhas pra caramba, e olha que a gente se conheceu ontem

Suspiro arrumando a alça da minha mochila e bato no ombro do dobe.

- Acho que também te devo desculpas, descontei muita coisa em você. Foi mal, dobe.

Em resposta ele me dá um daqueles sorrisos de mongolóide. E me puxa para um abraço.

- Ae já forçou a amizade né.

Digo enquanto tento sair dos braços pegajosos do loiro.

- Você é gente boa, teme.

O loiro disse enquanto dava tapinhas no meu ombro e saia andando do beco em que tínhamos nos escondido.

Eu acabei chegando a tempo de ficar ao seu lado e o escutar murmurando.

- Espero que a Sakura-chan esteja bem.


Notas Finais


Adoro construir amizades nas histórias *-* é tão fofinho *-*
E ahhh, agora que o negócio começa entrar no suspense da coisa (haha) nem só de comédia e fofura é essa fic ;)


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