História Se Um Dia Eu Fosse o Maxon - Capítulo 1


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Celeste Newsome, Gavril Fadaye, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, May Singer, Rainha Amberly, Rei Clarkson, Shalom Singer
Tags Alternativo, America Singer, Maxon Schreave, Selecao
Exibições 91
Palavras 3.260
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal! Estou trazendo está Fanfic da Plataforma do Wattpad, para o Spirit.

É um prazer, me chame de Natt.
Beju, boa leitura!

Capítulo 1 - Adorável Chefe


- Considere isto como um não! - gritou Maxon alto o suficiente, para que todo o prédio pudesse ouvir, jogando as planilhas na lata de lixo - Agora saía da minha sala! - lançando um olhar de desprezo a sua nova assistente, Kriss Ambers, que tremia violentamente da cabeça aos pés.

- Sim sen-... Senhor. - gaguejou ela.

Correndo até a maçaneta da porta, com a maior velocidade possível, sua tabua de salvação daquele lunático!

Ela sentou-se na sua cadeira, ainda com as pernas tremendo de medo, e principalmente, com muita raiva daquele cretino.

O pior, que ela não era a única ali, que o detestava. Na verdade, não havia ninguém que realmente gostasse de Maxon, o respeitavam, obviamente. Porque ele era o homem que pagava o salário de todos ali. E ninguém que tivesse o mínimo da noção possível, daria com a língua nos dentes, e falaria algo sobre a estressante e insuportável personalidade do adorável chefe.

- Nível de humor? - perguntou America, se aproximando de sua colega de trabalho, que havia acabado de sair da sala do chefe, Kriss.

- Pior que o frio no Polo Norte, se é que possível isso. - disse Kriss, ainda tremendo de medo, com um sorriso fraco.

Era assim que todos tratavam sobre ele. Sempre que alguém ia até sua sala, - e saía da sala com o rabo entre as pernas, - eles faziam questão de conhecer o nível de humor de Maxon.

- Não se preocupe, ele sempre é assim com os novatos. - tentou America reconfortar Kriss, dando um leve aperto no ombro. - Não desanima! - disse ela dando uma piscadela.

Assim, que Kriss estava prestes a dizer algo, o telefone que America segurava na mão, tocando.

- Só um minuto. Agora, é a minha vez de ir ao abatedouro! - dramatizou America zombando, o que fez Kriss sorrir nervosa, atendeu ao telefone - Sim, chefe!

- Agora! - ele respondeu do outro lado da linha.

- Sim, chefe! - respondeu ela, mas ele já havia desligado na sua cara. - Ótima educação, chefinho! - revirando os olhos, America caminhou ate a sala que a outra havia saído antes.

Respirou fundo diversas vezes. Se realmente era verdade, que o humor dele estava pior do que normalmente era, então, hoje seria um difícil de lidar, bem que seu horoscopo havia a alertado que era melhor ficar na cama hoje!

Eu deveria ouvir mais o meu horóscopo!

Mas que pena, que ela não podia lhe dar esse mimo, porque era uma assalariada, e como tal, tinha metas para bater, o pior mesmo, era que a edição estava em processo final, por ser final de semestre, então a setor de edição da revista estava uma loucura terrível!

Coragem America Singer, só é o homem mais controlador, obstinado, arrogante, irritante, que você poderia um dia ter conhecido!

Ela já trabalhava na revista há três anos, mas sempre que colocava a mão na maçaneta, se sentia como o primeiro dia ali, e - o último.

- America - ele mal esperou ela entrar - Ajeite as planilhas! - jogou ele uma pasta para suas mãos, e ela acenou - Demita aquela garota nova, ela é uma parede ambulante! - ele reclamou, e ela apenas deu de ombros.

- Sim, senhor. - Como se eu trabalhasse no RH.

- Marque uma reunião com o pessoal de RH, irei conversar pessoalmente com eles, sobre que tipo de pessoas eles têm contratado para a empresa. - ele continua falando, enquanto digitava freneticamente no notebook.

- Sim senhor.

- Refaça os cálculos que recebi mais cedo dos contadores, acredito que eles devam ter errado! Do jeito que são, talvez, eles acredite que irão me passar a perna! - ele continuou resmungando.

- Sim senhor. - Como se eu fosse melhor do que os contadores!

- Ah antes que vá, remarque a sessão de fotos da modelo, Marlee Tames. - ele prosseguia dando ordens, enquanto America anotava tudo em sua agenda. - Quero que você fique de olho, não quero que estraguem o vestido novo que iremos receber, neste próximo mês de março.

- Senhor... - ela disse, sem concordar com ele, recebendo um olhar de reprimenda com uma sobrancelha levantada como se dissesse "fale logo" - deve ter se esquecido, que entrarei de férias neste mês... - disse ela, não voe no pescoço dele America, suas férias estão chegando, acalme-se.

- Esqueça as férias, como ficaremos esse lugar sem você? - ele perguntou cético, como se ela fosse louca por pedir férias, quando era algo do direito dela.

Ela respirou fundo, tentando não pensar nas melhores formas de mata-lo.

- Senhor, eu não tiro férias já faz três anos... - diz ela tentando soar convincente, mas aos olhos dele era apenas uma desculpa.

- Agora não. - ele simplesmente respondeu, dando fim aquele assunto.

Ela respirou fundo, contou até cem em italiano.

- Irei me casar, e preciso destas férias... - ela continuou.

- Senhorita America Singer, espero que tenha entendido o que eu disse, se for necessário remarque o casamento, ou atrase sua lua-de-mel, mas é de sua responsabilidade o vestido. - ele disse, dando fim o assunto.

- Eu... - ela tentou novamente, mas o olhar dele foi mortal - Okay! - disse desistindo.

- Se eu fosse você desistia dessa ideia de casar - ele bufou - Não vê como o casamento deixa as pessoas mais amáveis? - zombou ele.

- Sempre vejo isso. - respondeu debochadamente.

- O que disse senhorita America? - arqueou a sobrancelha Maxon.

- Nada, senhor. - respondeu rapidamente - Bem, já vou senhor.

Saiu do escritório dele, com o rubor de raiva tomando seu rosto, ela não conseguia acreditar que aquele idiota tinha lhe dito aquilo.

Ela estava prestes a se casar em um mês, e ele simplesmente diz remarque?

- Eu vou mata-lo... - ela dizia baixinho, caminhando para seu escritório.

- E aí, America? - perguntou preocupada Mary, sua assistente de design. - O que houve dessa vez?

- Eu o odeio! - disse America quase estourando de raiva - Vai ter um dia que vou voar no pescoço dele!

- Acalme-se Ames... não se deixe levar, sempre é assim... - tentava Anne, a outra assistente de moda. America deu um sorriso amarelo.

- Ele teve a audácia de ordenar que eu remarque meu casamento!!! - disse ela, apoiando a cabeça nas mãos, e se debruçando sobre a mesa.

- WOW! - responderam as duas incrédulas.

- Ele surtou de vez mesmo! - disse Anne.

- Será que se eu mata-lo, eu seria presa por homicídio? - perguntou America com os olhos brilhando de expectativa, e ambas gargalharam de sua brincadeira.

- Nem pense nisso. - diz Mary ainda rindo.

- Pense bem - diz America dramatizando - Estaria fazendo um bem enorme para sociedade, talvez, até façam uma estatua em minha homenagem um dia! - disse America, já com o humor melhorado.

- Você é louca mesmo! - disse Anne rindo. - Mas confesso que é uma ideia brilhante, se você não fosse ser executada logo em seguida! - completou com uma piscadela.

Assim, que estava prestes a arquitetar ainda mais os planos malignos, o celular chamava novamente.

- Bem meninas, me perdoem... Mas tenho muita coisa pra resolver hoje! - disse ela, dando de ombros, com um sorriso radiante, assim que notou quem era a chamada, seu sorriso se expandiu ainda mais.

- Ate mais, e lembre-se de que nada de matar nosso amado chefe! - zombou Mary.

- Saía daqui antes que eu mate a você! - disse America rindo.

Ela encarou a tela do celular com um sorriso bobo crescente. E respirou fundo, nervosa demais para pensar no que dizer - Alô? O que posso ajuda-lo, senhor?

- Bom dia! Gostaria de falar com a mulher de sorte que me fará o homem mais feliz quando disser sim para mim? A senhorita conhece-a? - perguntou Aspen brincando, do outro lado da linha. Provocando uma risadinha de America, que com coração batia rapidamente.

- Hum... Deixa pensar... - disse America zombando-o - Ela com certeza é uma mulher inteligente, e muito bela... Ah! Já sei quem é! Só há uma mulher que se encaixa nesse departamento! É a senhora Diana Mars, mas acredito que a idade não seja muito favorável.

- Você não está se referindo aquela velhinha do almoxarifado, não é? - ele perguntou incrédulo.

- Dela mesmo. - ela respondeu segurando o riso.

- Argh! - Aspen respondeu, revirando os olhos, e suspirou feliz por poder ouvir finalmente a voz de America - Não! Não! A mulher que amo, ela está com um lindo suéter azul, e com um sorriso bobo nos lábios. - diz ele ainda no telefone.

America no mesmo tempo levantou a cabeça e procurou a Aspen, se escondia atrás da porta, e a vigiando pela fresta da porta, tentava não rir, mas era impossível.

A mulher da sua vida nunca estivera tão linda, como estava agora.

Ele nunca poderia imaginar que apenas a aparição dela seria o suficiente para tirá-lo o ar, e fazer seu sorriso se expandir tão rápido. Apenas ela era capaz.

- Onde você está? - perguntou ela rindo, sentindo uma dor terrível na garganta. - Fala Aspen! Odeio quando faz isso!

Ele desligou a ligação.

- Bem atrás de você. - disse ele ao pé do ouvido de America fazendo-a ter uma sensação de formigamento na ponta dos pés, e um sorriso de menina roubar seus lábios. - Com certeza, é a mulher mais bela que já vi! - diz ele, encarando-a penetrantemente.

- Aspen! - disse ela jogando os braços em torno dele, esquecendo se das pessoas ao redor, e principalmente, do local onde estava. Que o mundo exploda, mas que eu nunca perca esses braços que me seguram - Te odeio! Te odeio! Te odeio! - ela repetia sem parar, com as lágrimas escorrendo pelo rosto.

- Oh minha menina não chore. - disse ele secando as lágrimas com calma. - Estou aqui, não chore mais... Não lhe darei mais motivos para chorar nunca mais. - dando um beijo na sua testa, e fazendo carinho em seus cabelos.

- Você é um estupido! Eu te odeio! Eu vou mata-lo - continuo America, dando tapas no seu braço, - Por que você faz isso comigo?

- Eu também te amo muito, meu doce amor. - disse ele instalando um beijo em seus lábios trêmulos - Oh Meu Deus, não chore mulher! - disse ele, beijando suas lagrimas com ternura, e os olhos brilhando, de lágrimas ameaçadoras.

Ele estava prestes a chorar junto com ela, mas ele tinha que ser forte, não podia deixar a muralha de proteção ruinar, pois era isso que ele era para ela. Sempre foi assim, apenas os dois nesse mundo, um com o outro, e o mundo contra os dois. Nada iria detê-lo agora, nem que se o ameaçassem ele entregaria o motivo da sua existência novamente.

O exército ao mesmo tempo em que machucou bastante a ele, fez dele um homem ainda mais forte, para saber lidar com situações de caos. E era isso que significa para ele, um caos, ­- ver sua mulher daquela forma, - fazia seu coração bater de dor, ele agarrou com força seus ombros, e abraçou-a protegendo de todos os males.

Fazia juras de amor, prometia lhe dar o mundo se ela pedisse, enquanto tentava reconforta-la, até o choro chegar ao fim. Quando sem notar até suas lágrimas traidoras já haviam descido pelo seu rosto.

- Por favor, não vá mais! - ela dizia baixo, com a voz manhosa. - Não vou saber lidar com a saudade se tiver que lhe ver partir novamente... por favor não vá mais. Só fique comigo, hoje e sempre.

- É uma promessa, que farei questão de cumprir, senhora! - diz ele batendo continência, fazendo-a sorrir. - É assim que a quero... - disse ele apontando para seus lábios - sorrindo.

Ele colocou a mão em seus cabelos, e puxou sua boca com vontade para a sua, respirou fundo, e seus lábios tocaram os dela com calma, um beijo cheio de promessas, e amor, que fizeram as pernas dela tremerem, e uma comichão em seu estomago.

- Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Iremos nos casar! - ele beijava-a ainda mais.

Ela apenas ria, e se permitia ouvi-lo.

Fazia tanto tempo que ela não colocava seus braços em torno dele, mas ali estava ele, e nada no mundo faria o mundo dela desabar novamente. Nem mesmo seu maldito chefe. Nem mesmo seu maldito emprego. Nem mesmo sua lua-de-mel que foi arruinada... Espera aí? Argh!!!

- O que houve? Que olhar é esse? Não me diga que Maxon novamente te irritou?

- Me diga um dia que ele não me irrita? - disse ela cética, quase chorando novamente, só que dessa vez de pura raiva - Aquele maldito disse para cancelar minhas férias!

- WOW! - disse incrédulo Aspen - Vou mata-lo!

- Entre na fila. - disse ela.

- Eu vou esgana-lo com minhas próprias mãos! - disse Aspen, caminhando até a sala de Maxon.

- Não Aspen! - disse America, tentando controla-lo, segurando seu braço. - Aspen já disse que não! Já conversamos sobre isso! Não se meta em meus problemas de trabalho!

Aspen tentando se controlar se.

- America isso já passou dos limites! Mulher minha não precisa disso! - disse ele - Você não precisa passar por isso, se demita, ou se você quiser eu posso resolver isso.

- Não! Não. E não. E por ultimo, não.

- Meri...

- Se quer mesmo casar comigo, não se meta nisso... Irei resolver isso. - disse ela dando fim ao assunto, e ele deu um sorriso fraco cedendo aos poucos sua vontade.

- Você sabe que posso resolver isso em um piscar de olhos...

- Aspen... - disse America olhando ao redor, puxando para a escada de emergência. - Sei que você pode cuidar de mim... mas por favor deposite um pouco de confiança em mim.

Ele sorriu fraco, passou as mãos nos cabelos quase os arrancando.

- Quando você diz desse jeito me sinto o pior dos homens, por querer proteger a mulher que amo... sinto como se estivesse cortando suas asas... - diz ele dando de ombros rendido, e cansado.

- É por isso que lhe amo, porque sei que não importa o momento, o lugar, sei que você estará aqui quando eu precisar, por isso que lhe amo tanto. Mas não, por favor. Já é muito difícil lidar com isso. E se Maxon descobrir quem é você, será pior ainda...

- Eu sei meu amor, e respeito sua decisão, mas eu não gosto de pensar que você é humilhada por um homem como ele.

- Eu sei, eu sei... mas confie em mim. - disse ela, tocando-o rosto com carinho, ele sorriu, e sem notar, seu coração se acalma com o seu toque.

- Ah mulher, como eu te amo! - disse ele, e invadiu a boca dela tomando-a como sua, sem nenhuma recusa, ela apertou forte em seus braços, e se permitiu ser beijada pelo homem de sua vida.

- Você fica um charme fardado... - ela disse rindo baixo.

- Eu sei - ele respondeu com um sorriso galanteador - Mas, por isso que me tornei um soldado para as mulheres pensarem isso - disse com uma piscada. Ela deu lhe uma cotovelada em seu estomago com ciúmes - É claro, que é só há você, amor. - disse ele rindo.

O coração de uma mulher apaixonada é a muralha de uma cidade alta, que se ruir um pouco, tudo desmorona. E por isso, é importante que o homem que a conquista, saiba que precisa sempre colocar pedras grandes na muralha para que nunca caia. E nunca ruía.

Porque há sempre invasores.

Enquanto isso, do outro lado do prédio. Maxon encarava o email que havia recebido de seu advogado. Ele não conseguia acreditar que sua maldita ex-esposa, queria uma pensão as suas custas!

- Eu vou mata-la! - ele respirava fundo, tentando controlar seu péssimo humor.

E como se o demônio soubesse que era a dona de seus pensamentos, ela adentrou sua sala sem permissão.

- Como você entrou? - perguntou Maxon descrente, encarando a praga de sua mulher.

- Olá querido, sou a mulher do CEO! - disse ela debochando. - Também senti sua falta! - disse ela sentando-se.

- Saia da minha sala! AGORA! - ele gritou, mas isso só a fez rir.

- Faça-me um favor, seja menos amor meu. - disse Celeste, com um sorriso de canto, maldito sorriso que ele conhecia bem, o sorriso que fazia uma nação cair a seus pés.

Como ele havia se apaixonado por uma mulher tão maliciosa quanto ela? Era um dos milhares de perguntas que atormentavam sua mente.

- Pelo visto, seu advogado já entrou em contato com você. - disse ela apontando para o computador.

- Como você tem coragem de me olhar nos olhos, sua maldita! - disse Maxon, indo até ela, segurando seu braço com raiva. - Você não terá um tostão do meu dinheiro! - disse ele, abrindo a porta de sua sala, expulsando-a.

- Solte-me! - ela gritava com raiva - Eu vou te processar seu desgraçado! Você está me machucando. - ela gritava ainda mais alto, chamando a atenção de todos os funcionários.

- Chamem a segurança! - ele gritava com raiva.

O grito de Celeste aumentava, tentando chamar atenção de todos.

- Eu te odeio - disse ele cheio de rancor nos olhos. - Cale a boca!

Ouvindo os gritos histéricos de Celeste, Aspen e America se encararam simultaneamente.

- O que Celeste está fazendo aqui? - perguntou Aspen desorientado.

- Ela tem vindo com frequência - disse dando de ombros America, já acostumada a ver a maravilhosa encenação de Celeste - Não se preocupe, acho que ela não te viu. Desça por aqui, e não vá para o estacionamento até eu te ligar avisando. - disse America dando um selinho nos lábios de Aspen.

- Por que eu tenho que ir embora? - fez manha Aspen.

- Oh que menino manhoso...

- Poxa, mas eu voltei hoje depois de cinco meses... E é assim que sou recebido pela minha noiva? - bateu os cílios inocentemente Aspen, fazendo America sorrir.

- Você quer mesmo ter se encontrar com aquela aqui no prédio? - disse America, já convencendo ele.

Ele balançou a cabeça diversas vezes.

- Imaginei que não, então vá logo... - apressou-o.

Mas antes de ir, os lábios dele encontraram os dela, num beijo cheio de saudades.

- Vou sequestra-la.

- Espero mesmo que um dia você faça isso, mas não hoje! Agora vá.

- Até mais.

America caminhou abaixada até sua mesa, tentando se esquivar do olhar de Maxon, e de Celeste. Por favor, hoje não.

Não estrague meu dia que está perfeito, hoje não.

Mas já era tarde demais. Os olhos dele pairaram nela.

- America! Leve a Senhorita Celeste, até a recepção! E garanta que ela não volte a entrar nunca mais aqui! - ele gritou.

- Cale a boca Maxon. - gritou Celeste. - Sou sua mulher, e você não pode me tratar assim! Seu babaca! - ela lhe deu o dedo do meio, e caminhou poderosamente até o elevador.

America alternava o olhar entre os dois, tentando entender o que deveria fazer: ir até ela, ou ir até ele.

Foi quando ela se lembrou: Aspen, escada, Celeste, elevador. Saguão Principal. = ENRASCADA.



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