História Se Você Souber Que Eu Te Amo - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Alexandra Garcia, Aomine Daiki, Furihata Koki, Himuro Tatsuya, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Takao Kazunari
Tags Akafuri, Aokuro, Gay, Kagakuro (de Leve), Midotaka, Muita Viadagem, Nada De Pwp, Nash Gold Jr, Romance, Sexo, Silver, Yaoi
Visualizações 36
Palavras 2.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada Pelos Os Favoritos Aproveitem!!!

Capítulo 2 - Capítulo Dois - Passagens, Chocolates e Gayzomêtros


Fanfic / Fanfiction Se Você Souber Que Eu Te Amo - Capítulo 2 - Capítulo Dois - Passagens, Chocolates e Gayzomêtros

#Capítulo II

*Kuroko Tetsuya*

   Eu estava correndo tão rápido que pensei que de repente estava na velocidade da luz. E ainda para piorar, o vizinho está fazendo uma “Friday Night”, o que significa que eu não vou dormir hoje. Deixando isto de lado, meu coração está titubeando tanto, cada vez que me lembro de alguns minutos atrás, quando cheguei a minha casa corri para o quarto e me joguei na cama fazendo Nigou se assustar um pouco, enterrei meu rosto no travesseiro logo percebendo que ainda estava molhado da chuva.

   A imagem do rosto surpreso de Aomine revela tudo, com certeza ele deve estar com nojo de mim, não por eu ser gay (isso está meio obvio), mas, porque eu O BEIJEI NA BOCA. Kuroko seu estúpido! Agora seu “plano” foi por água abaixo! Estou com vontade de chorar de raiva de mim mesmo! Não acredito que sou tão idiota!

- Tetsuya, telefone para você! – Saltei da cama e sai do quarto correndo escada abaixo, minha mãe estava na sala com seus rotineiros documentos enquanto segurava o telefone fixo na mão. – É o Kagami-San.

  Peguei rapidamente o telefone e voltei para meu castelo.

- Kagami-Kun! – Gritei feliz quando escutei a voz grossa falar alguma coisa. Deu uma saudade imensa de Kagami neste momento.

- Kuroko! Como vai? – Eu iria perguntar por que está me ligando pelo o fixo, mas logo me lembrei de que Kagami perdeu o seu celular no shopping. Confirmado, Kagami Taiga é um idiota.

- E-Estou bem – Gaguejei. Por que eu gaguejei? – Conseguiu um tempo de descanso?

- Ah, sim. Na verdade... Eu quero falar com você sobre uma coisa. – Responde. Eu percebi que tinha algumas vozes/cochichos de fundo.

- Fala.

- Você quer vim para os Estados Unidos? – Afastei o telefone do meu ouvido ao escutar os gritos e também pela a surpresa pelo o Kagami me sugeriu, escutei palavras sem nexo, mas no mínimo um “finalmente” ou “já vai tarde Kagami”. – Kuroko?

- Obrigado pela a proposta. Mas preciso da autorização dá minha mãe e da Seirin, sabe? Na época de primavera os estudos ficam avançados. – Digo acariciando Nigou. Não é uma mentira, eu quero sim conhecer América e conhecendo minha mãe, ela não vai me deixar “sair do ninho”.

- Acabei de falar com ela. A Alex foi comprar outro celular e podemos esclarecer tudo.

- Mas...

- Já paguei duas passagens. Pode trazes mais alguém. Não vai negar né? – Abafei um grito no travesseiro mais próximo, imaginando como deve ser conhecer um cidade que não seja do Japão. Kagami salvando vidas mais uma vez! – Sua mãe talvez! Ele deve querer visitar USA também.

- Não sei – Contrario - Ela não gosta muito de viagens. Mas vou falar com ela.

- Obrigado! – Eu consigo distinguir o tom de sua voz, é o mesmo tom quando estava jogando basquete comigo, com nós. – Fico muito feliz que aceitou. – Sorri e me joguei para trás afundando-me novamente no travesseiro.

XXXXXXX

    Passei a tarde toda falando com Kagami, e olha, ele falou mais da minha viagem para lá do que basquete. Fico feliz que ele esteja bem, me disse que os companheiros da sua escola são legais, mais ainda sente (muita) saudade daqui, da Seirin... De mim. Eu também, aliás, passei um ano inteiro ao lado de Kagami, jogamos juntos, saíamos juntos... Como não ter saudades? Quando desliguei o telefone já eram 8 horas da noite, o que indica que minha mãe já está no trabalho e parece que minha avó não vem hoje. Ou seja, solitário, um sonho de todo adolescente... FICAR COM A CASA TODA PARA VOCÊ, sem ninguém para incomodar.

    Ou foi isto que eu pensei quando estava no sofá comendo um pedaço de bolo e assistindo um jogo transmitido da NBA AO VIVO, numa bela chuva de primavera (?) e um ser quase arromba a porta da minha casa a batidas, e esse “ser” é ninguém mais, ninguém menos que Aomine Daiki. POR QUÊ?! DROGA!  Agora ele ‘tá lá encima TOMANDO BANHO em MEU banheiro vê se pode produção! Bem, é por causa da chuva, e ele disse que minha casa era a mais próxima. Descarado, depois do que aconteceu ainda tem a audácia de vim na minha casa TOMAR BANHO.

- Tetsu – Dei um pequeno pulo no sofá. – Você não tem nenhuma roupa que caiba em mim? – Assim que virei meu rosto para responder, quase tive um ataque do coração e meu “gayzômetro” (como diz Momoi) explodiu, quando vi Aomine somente de toalha, com aquele peitoral amostra. Olha, se eu não tivesse com tanto vergonha com certeza pularia em Aomine e... – Tetsu!

- Ah, a roupa, eh... – Deixei meu bolo de lado e fui para o meu quarto sendo seguido por Aomine (deus grego). Tentei ignorar a presença enquanto procurava uma roupa que Kagami havia deixado aqui, e eu nunca devolvi, por que ele nunca veio buscar.

- Tetsu, eu... Não vim apenas por que sua casa é mais próxima. – Diz ficando ao meu lado, encontrei a camisa e o shorts, virei para Aomine e parei no mesmo momento. Eu queria tocar o rosto molhado dele, os lábios, queria passas as mãos pelo o corpo esbelto e negro. Queria tantas coisas... Queria principalmente que ele sentisse o mesmo que eu. – Vim conversar sobre o que aconteceu...

*Aomine Daiki*

- Me desculpe pelo o que eu fiz, eu... Eu... Eu sei que não gosta de mim assim... Mas que juro que vou esquecer Aomine-Kun, eu prometo! – Kuroko gaguejava enquanto falava e seus olhos, seu rosto ameaçava que a tristeza viria á tona e as lágrimas caíram rapidamente e antes que ele saísse da minha frente, puxei-o pelo o braço e o envolvi.

- Tetsu, você não deixou que eu falasse algo – Digo quase num sussurro. Sinto o corpo de Tetsu encolher entre meus braços, eu sentia que ele estava hesitando em sair, e nem vai, por que eu não vou deixar que ele sumisse da minha vida novamente. – Não deixou que eu... Falasse o quanto gosto de você... O quanto guardei este sentimento...

  Eu podia não ser um homem romântico, mas minha palavras são sinceras, do coração. Pensar em como Kuroko ficou triste por minha culpa (pela a terceira vez) só me fez querer enfiar minha cabeça num buraco e ficar ali até morrer sem respirar, tamanha estupidez que sou eu. Sinto os braços de Kuroko envolver minha cintura, a respiração dele contra meu peito é uma das sensações mais maravilhosas que já senti.

- Então... Quer dizer... Que você gosta de mim? Do mesmo jeito que eu? – Pergunta separando seu rosto do meu peitoral e olhando para mim, achei fofo o seu nariz e sua orelhas avermelhadas. Não tinha a mínima ideia de como responder, então levei minhas mãos até a nuca de Tetsu e aproximei-me, colando nossos lábios, sentia um calor subir em mim, mas era um calor bom.

- Desculpa por tudo o que eu te fiz. – Kuroko sorri e me abraça novamente, os braços finos ali me apertando era tão gostoso que minha vontade de me separar é zero.

- Eu gosto tanto de você, Aomine-Kun! Você não tem ideia. – Ah eu tenho, e como tenho, continuei a olhar aquelas órbitas azuis, parecia que eu estava me afundando em um mar, um mar de sensações que nem mesmo eu posso explicar.

- Preciso me trocar.

   Tetsu meneia e pega o celular saindo do quarto, e assim que a porta fechou-se me deixei cair na cama, abrindo um sorriso bobo. O dia não podia ficar melhor! Eu havia me confessado para Tetsu! Oh meu Deus! Lembrei-me do beijo de alguns segundos e senti o rosto esquentar. Quem diria, Aomine Daiki, envergonhado, apaixonado e ainda por cima bobo pele seu antigo parceiro!

*Kuroko Tetsuya*

      Assim que saí do quarto, simulei um grito enquanto descia as escadas. Só pode ser um sonho, Aomine gosta de mim! Isso foi algo que sempre quis algo que sempre sonhei em ter. O recíproco de Aomine. Sei que meu rosto deve estar vermelho até agora, aliás, ele me beijou há alguns segundos e não foi um beijo qualquer, foi um beijo de felicidade!

    Quando cheguei à sala, me joguei no sofá e aumentei o volume da televisão, peguei meu celular e vi uma mensagem de Kagami, o número era um novo. O que me lembra que eu precisava agradecer á Kise por ter me ajudado a fazer ciúmes em Aomine, não posso esquecer.

Kagami Taiga: Kuroko, o avião sai amanhã ás cinco! Eu não sabia! 20:16

Kagami Taiga: A Alex acabou de falar com o diretor da Seirin, ele vai abrir uma exceção de uma semana :) 20:19

Kagami Taiga: Comece a arrumar suas malas! 20:19

   Ao terminar de ler, sorri. Kagami está MUITO ansioso para me ver! Com certeza deve estar com MUITAS saudades de jogar basquete comigo, isto me deixa lisonjeado.

Kuroko Tetsuya: Agradeça á Alex. E também muito obrigado por me dar esta chance! 20:19

Kagami Taiga: Não tem nada, fico muito feliz que venha! 20:20

Kuroko Tetsuya: Eu também. 20:20

Kagami Taiga: Já sabe quem vai vim com você? 20:20

  Levantei-me bruscamente e fiquei pensando em quem gostaria de ir comigo para a América, quando Aomine desceu as escadas e sorriu para mim, juro que derreti nesta hora. É ISSO!

- Aomine-Kun – Ele olhou para mim e cruzou as pernas, estava usando somente o samba-canção vermelho, sério, veste uma blusa se não eu desmaio. – Você... Gostaria de ir para a América comigo?

- Oque?! Como?! Quando?!

- Amanhã – Respondo. – Kagami-Kun comprou duas passagens.

- Kagami? – O nome de Kagami saiu com tanto desgosto da boca de Aomine que me afastei inconscientemente.

- É. Ele queria que fosse somente eu, mas pediu para alguém me acompanhar.

- Eu vou. – Sorri e me deitei novamente colocando minhas pernas sobre as de Aomine, ele assistia o jogo atentamente.

Kuroko Tetsuya: O Aomine-Kun. 20:22

Kagami Taiga: WHAT?! 20:23

Kuroko Tetsuya: Ele aceitou vim comigo. 20:23

Kagami Taiga: Pensei que não falava por telefone com ele. 20:23

Kuroko Tetsuya: Não é por telefone, ele está aqui em casa. [Mensagem Enviada, 20:24]

   Larguei meu celular na mesa de centro e me apoiei na almofada para tentar assistir o jogo melhor, mas logo senti uma mão acariciar minhas pernas e subir até a minha coxa. Virei-me e dei de cara com Aomine, ele sorriu de lado e se deitou encima de mim, e quando me beijou (não me acostumei ainda), senti meu rosto esquentar. A sua mão acariciava e apertava minha coxa, a sua língua passou pelo os meus lábios e tocou a minha, fazendo movimentos circulares. Nunca havia beijado assim, e com Aomine, é tão bom, tão perfeito, parece que estou em nuvens.

XKuroko TetsuyaX

   Aomine subiu suas mãos lentamente até a barra da camisa de Kuroko adentrando-a e arranhando levemente o peitoral mesmo. Sua mente estava em branco, e não sabia o que fazer, além de tatear aquele corpo. Sentia todo seu sangue descer para seu membro, separou as bocas respirando ofegante, Kuroko rodeou com os braços o pescoço do moreno, e deu um breve gemido assim que sentiu Aomine beliscar o seu mamilo.

- Aomine... Kun. – Daiki baixou seu corpo um momento e roçou os pênis, simulou estocada enquanto lambia o pescoço de Kuroko.

- Tetsu... – Com as duas mãos, Aomine beliscou os mamilos, contornava os botões durinhos, e se impressionava como Kuroko era tão sensível nesta parte, desceu um das mãos e acariciou o membro do menor, estava pulsando e parecia tão sufocado quanto o seu debaixo das roupas.

- Tetsuya?! Pode me explicar o que está acontecendo aqui?! – Aomine saiu rapidamente de cima do menor quando ouviu uma voz feminina. Kuroko concertou seu short que já estava quase nos joelhos, sentou-se e baixou a cabeça.

- Mãe... Você voltou.

- É eu voltei sim, e bem cedo pelo visto. – Responde deixando a bolsa em cima do criado mudo e caminhando até os dois com os braços cruzados. Tanto Kuroko quanto Aomine tinham a cabeça baixa sentindo vergonha dos olhos azuis da mulher á sua frente.

- Mãe eu... Eu iria te contar. – Diz o azulado sentindo a mão de Aomine entrelaçar na sua por debaixo da almofada.

- Você sabe que não precisa se preocupar – Ela solta um suspiro sentando-se do lado do filho. – Eu posso apoiar esse namoro, contando que o Daiki-Kun cuide muito bem de você meu filho. – O olhar da mãe de Kuroko agora furava Aomine com força, o que fez o mesmo se encolher. Agora sabia o porquê que Kuroko respeitava tanto a mãe.

- Eu prometo que irei cuidar dele. – Aomine sorri ao ver as orelhas de Kuroko tomar um tom avermelhado.

- Ótimo. Filho, Kagami mandou um correio para você.

   Kuroko saltou do sofá logo depois que percebeu uma pequena caixa perto da televisão. Aomine observava o brilho nos olhos do menor quando a mãe falou da Kagami e enfureceu por dentro, ele sabia que aquele ciúme era algo bobo, mas não podia deixar de pensar em como Tetsuya ficava feliz ao falar do ex-companheiro.

- O que ele mandou? – Pergunta a mulher saindo da sala de jantar e indo em direção ao filho.

- Eu não sei. Aomine segura isso para mim. – Pede Kuroko esticando o braço e entregando uma carta com nome Tetsuya escrito em inglês, Daiki abriu o envelope e tirou de dentro um origami de flor, franziu o cenho e a desfez de qualquer jeito, quase tendo um ataque quando leu aquilo.

Kuroko, espero que a entrega tenha chegado á salvo, realmente deu um pouco de trabalho para manda-lo, as passagens estão dentro da caixa junto com os chocolates, eles são uma especialidade daqui da América, espero que goste, estou com saudades. P.S Queria que viesse sozinho para cá, mas você ainda é menor de idade, bem novamente, espero que goste dos chocolates.”

- Mãe, coloca a caixa na geladeira, por favor? – Kuroko entrega os chocolates para a mãe que sorrir de canto e olha maldosa para Aomine que entendeu aquele sorriso e franziu o cenho, a mãe do menor já havia saído deixando os dois sozinhos na sala, Aomine ainda não acreditava naquela carta. “Com certeza tem segundas intenções” pensou tremelicando as pernas chamando a atenção de Kuroko, que quase perde a voz de tanto gritar o nome do outro. – Aomine-Kun?!

- Hm?

- Escutou o que eu disse? – O moreno balança a cabeça negativamente. – Precisa ir para sua casa arrumar as malas, saímos do aeroporto ás cinco.

- Ok, eu posso vim aqui ás quatro certo? – Kuroko meneia levando Aomine até a porta, antes que sorrisse e fechasse a porta para gritar aos quatro ventos, Aomine puxou-o pelo o braço e beijo-o rapidamente. – Nos vemos mais tarde.

- Certo. – Responde o azulado observando o moreno sair correndo já que ainda pingava. Ao fechar a porta, despenca no chão soltando um suspiro.

- Espero que essa viaje seja turbulenta. – Tetsuya se vira para olhar a mãe sorridente.

- Normalmente as mães desejam o contrario.

   Kuroko sobe as escadas pegando o cachorro que estava deitado no fim da subida e entrando no quarto, deixando-o do seu lado ao se jogar na cama e sorrir bobo com a imagem de Aomine em sua mente.

   Se a viajem fosse turbulenta. Que Aomine possa acalma-la com sua presença.


Notas Finais


espero que esteja do seu agradoooo :)


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