História Sea Of Stars. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Exibições 46
Palavras 1.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores, eu tenho um pequeno aviso para dar a vocês:
Talvez, eu passe a escrever com a ajuda de uma amiga minha, a Helena, acho que estou com um pouco de dificuldade de descrever a Celeste. Se mudarmos algo nos capítulos avisamos a vocês.
Eu espero muito que me desculpem se o capítulo estiver ruim, estive doente esses dias e minha criatividade foi pro lixo.
Por favor comentem, eu preciso muito saber se está bom, isso me ajuda bastante.
Caso queiram perguntar algo sobre a fanfic eu estou disponível para responde-las, Ok?

Boa Leitura.

Capítulo 3 - Imperial Clarins.


Justin Bieber:

Os raios de sol iluminavam meu rosto, me despertando de meu sono. Meu corpo estava dolorido da noite passada e minhas mãos possuíam pequenos machucados ocasionados das bagagens dos hóspedes.

Levei a mão aos cabelos e os baguncei levemente. Depois de me levantar, fazer minhas higienes e colocar alguma roupa, me pus a ir até o quarto de Jaxon e acordá-lo. Ele dormia sereno e me deu pena em despertá-lo de seu sono. Sentei-me ao seu lado e acariciei seus cabelos loiros. Ele se remexeu, piscando os olhos.

—Bom dia Jaxon!

—Bom dia Justin, que horas são?

Lembrei-me de ter dado uma rápida olhada no relógio do corredor.

—Oito e meia da manhã, por quê?

—Hoje é a cerimônia de selecionados!

Ele disse com animação e saltou da cama. Segurei seu braço.

—Ei, ei, ei, onde pensa que vai? Você não pode se esforçar desse jeito, Jaxon!

Ele recuou e olhou para mim.

—Eu estou bem, em semanas eu me sinto bem de novo, me deixe ir lá fora assistir a cerimônia, por favor?

Franzi o cenho e o olhei de cima a baixo.

—Você precisa descansar.

Ele bufou e me olhou apertando os olhos.

—Eu dormi a noite inteira, estou bem disposto, eu prometo que não vou ficar me esforçando demais, por favor, Justin?!

Eu pensei por alguns segundos e me convenci de que ele estava perfeitamente bem.

—Tudo bem, pode ir.

Ele comemorou com pulinhos animados e correu para trocar de roupa.

—Espere!

Ele parou na metade do caminho e me olhou esperando que eu voltasse a falar.

—Por que você acha que essa cerimônia é tão importante? Para que toda essa animação?

Ele sorriu travesso e me olhou rindo.

—Além de eu querer conhecer a princesa, você pode ser um selecionado e eu quero ver as pessoas de novo.

O olhei apreensivo.

—Você sabe o que elas pensam sobre...

Ele abaixou a cabeça e me olhou novamente, com um sorriso mínimo no rosto.

—Eu não me importo mais, eu já me acostumei, te espero lá em baixo!

Ele se virou e voltou a caminhar, dando minha deixa para deixa-lo sozinho.

Saí de seu quarto e desci as escadas. Todos os garotos jovens entre quinze e dezoito anos são obrigados a participar da seleção e a morar no castelo para se dedicar somente a princesa Celeste. Como eu tenho dezesseis, automaticamente tenho a chance mínima de me escolherem e sinceramente? Não estou botando muita fé que eu seja um dos escolhidos mesmo, tenho que me dedicar somente em minha família agora.

Quando cheguei à sala de jantar, dei um beijo no rosto de minha mãe e de Jazzy, roubando um bolinho da mesa de café da manhã e recebi um tapa no braço, oferecido caridosamente por Jazzy. Depois de deseja-las um “Bom dia” e cumprimentar meu pai com tapinhas nas costas, sentei-me á mesa.

—Acordou seu irmão?

Assenti para minha mãe.

—Ele quer ir para a cerimônia de seleção.

Minha mãe franziu as sobrancelhas e fechou a expressão. Meu pai sorriu.

—Isso é ótimo!

Meu pai comemorou.

—Você sabe que eu penso sobre isso.

Ela disse para mim.

—É só por hoje, ele pensa que eu vou ser um dos selecionados e também, ele já ficou tempo o suficiente trancado em casa.

Ela suspirou, meu pai a olhou repreendendo seu ato.

—Ele fica por sua responsabilidade, estou contando com você!

Sorri e assenti. Jaxon desceu as escadas e cumprimentou a mamãe com um “Bom dia” e a irmã com um abraço, ele cumprimentou o papai e se sentou para comer.

—Jaxon, filho, seu irmão me disse que você quer ir para a praça, assistir a cerimônia, por quê?

Ele deu de ombros e mordeu um pedaço de maçã.

—Porque eu quero, ué!

Minha mãe não insistiu, apesar de serem mãe e filho eles eram bem afastados. Jaxon acha que sua doença atrapalha a nossa vida e ele pensa que a mamãe pensa do mesmo jeito, já que a mesma não gosta de conversar sobre isso. Eu me levantei e me despedi de todos presentes.

—Espere, onde vai?

Meu pai perguntou.

—Buscar Candice, ela quer ir conosco.

Meu pai fechou a expressão e mamãe sorriu. Eles são totalmente opostos, não sei como se casaram. Papai não gosta de Candice e já a mamãe a adora.

—Vá meu filho, nós te encontramos lá.

—Eu estou pensando em ficar em casa...

Minha mãe sorriu dócil e beliscou o braço de meu pai. Jazzy sorriu quando ele pronunciou um “Ai!” e acariciou o braço olhando para a esposa. Ri e acenei para todos, saindo da pensão.

Respirei o ar fresco e me senti disposto para começar mais um dia cheio. Pus-me a caminhar até a casa de Candice e quando cheguei ao meu destino, bati na porta de sua casa. Passos apressados foram ouvidos e logo deslumbrei o lindo rosto de Candice.

—Pensei que não vinha mais, vamos, estamos atrasados!

Ela selou nossos lábios rapidamente e me puxou pelo braço, não me dando a oportunidade de falar um simples “Olá”. Ela se apressava a cada minuto, com medo de não estarmos presentes durante a cerimônia de seleção, me arrancando rizadas. Passamos por alguns conhecidos e desejamos um “Bom dia” para os mesmos. Chegamos á praça e procurei meus pais, tomando a frente.

Levei Candice até minha família assim que os avistei. Como sempre, o rosto de meu pai se tornou uma expressão impassível e já o de minha mãe, um sorriso largo. Candice cumprimentou todos com um aceno de cabeça e se virou para mim, sussurrando baixinho.

—Por que seu pai não gosta de mim?

—Eu não sei, não se preocupe com isso, seus pais também não gostam de mim.

Brinquei, arrancando um sorriso de seus lábios. A praça central estava cheia, várias pessoas estavam com seus filhos ali, esperando para ouvir a princesa anunciar quais seriam os selecionados. Não era algo muito complicado, ninguém precisou fazer nada para participar da seleção, você é obrigado a participar. A única coisa que os pais interesseiros tiveram que fazer foi arrumar seus filhos com as melhores roupas que eles tinham.

Eu vigiava as expressões de Jaxon, vendo se ele se sentia cansado ou com sono. Jaxon olhava um ponto fixo, com tristeza nos olhos, segui seu olhar e apertei os olhos. Seus amiguinhos estavam ali, quando souberam que Jaxon estava doente, os pais de todos eles os proibiram de se aproximarem de Jaxon, com medo de ser uma doença contagiosa. Eu já tentei conversar com os pais de todos eles, mas, os mesmo não me deram ouvidos e preferiram não se arriscarem.

Jaxon nunca mais se aproximou deles, ele só ficava trancado em casa o dia todo e nunca queria sair, para não encontra-los de novo. A praça está lotada, gente se espremia na multidão, tentando ficar perto dos portões. Tudo isso é uma perda de tempo!

Atraindo minha atenção, os clarins imperiais soaram e todos se calaram. 


Notas Finais


Como eu disse nas notas iniciais, caso queiram me perguntar algo vão até a minha Ask:
Ask: http://ask.fm/Trixyne

Eu escrevi esse capítulo ouvindo Pacify her da Melanie Martinez.
Até o próximo capítulo.


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