História Second Chance - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Colegial, Jihope, Jikook, Namjin, Vhope, Yaoi
Exibições 25
Palavras 1.672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Peço milhões de desculpas a vocês, por não ter postado ontem! :( . Demorei porque não queria postar algo incompleto ou mal feito para minhas/meus amoras/amoros <3. E muitooo obrigada aos favoritos e as visualizações, vocês não sabem o quanto isso me inspirou!
Enfim.. vou parar de enrolação e ir direto ao que interessa:

Capítulo 2 - Capítulo 1.2


Fanfic / Fanfiction Second Chance - Capítulo 2 - Capítulo 1.2

Mal amanheceu o dia, e já posso ouvir o barulho de pratos, sendo quebrados, vindo do primeiro andar de minha casa.  

Provavelmente meu pai chegou, nesse exato momento, repleto de marcas vermelhas pelo pescoço e batom na gola de sua camisa. Por conta disso, minha mãe o encheu de perguntas, como: "Onde você estava?", "Que marcas são essas?". E tentando fugir da obrigação de responder, ele acaba xingando-a e quebrado o que vê pela frente. 

Ações típicas de todos os dias!

Senti lágrimas escorrerem pelo meu rosto enquanto tentava abafar os gritos de minha mãe com o travesseiro.

Eu odiava me sentir desse modo, tão frágil e amedrontado, como uma criança.

Sempre tentei convencer o meu ego, de que sou uma esperança para as pessoas, mas agora, nem sei o que significa este sentimento! Até que lembrei de minha mãe, e de seu sorriso no rosto quando a vejo pela manhã... Ela precisaria de meu conforto e "eu te amo", quando meu pai fosse, mais uma vez, trai-la!

Eu deveria suportar a minha tristeza, para cuidar da dela!

Ao notar que não haviam mais gritos ou barulhos no andar de baixo, resolvi levantar e me arrumar para escola, mesmo faltando quase duas horas para que os horários de aula começassem.

Segui até o banheiro, me despi e entrei no boxe espelhado, com o desejo de que aquela ducha lavasse tanto meu corpo quanto minha alma. E em poucos minutos, todo meu medo esvaiu-se pelo local, me fazendo sentir cada gotícula fria de água que se atrevia a deslizar pelo meu corpo! Nunca me senti tão calmo e renovado, como agora!

Pouco tempo depois, troquei a toalha por uma peça íntima e o uniforme do colégio. Passei as mãos, novamente, em meu cabelo úmido e sai de meu quarto, com a intenção de passar a uma hora que me sobrava com minha mãe.

A procurei pelo corredor e pelos outros quartos, mas não a achei! Porém, ao descer as escadas, pude ver sua silhueta deitada no sofá, toda encolhida. Olhei aos arredores e pelo visto, meu pai não estava, comum da parte dele, deixar minha mãe chorando e sair em direção à qualquer lugar que seja longe de casa.

Deixei a mochila na poltrona, e segui em sua direção para levá-la ao seu quarto. Carreguei-a até o mesmo com calma, e quando chegamos no cômodo, a posicionei em sua cama, cobrindo-a e logo depois, depositando um beijo em sua testa. Estava pronto para abrir a porta quando uma voz calma e doce me interrompe:

– Meu Hoseok... Minha esperança! Eu te amo!

Ao olhar para trás, pude ver o rosto de minha mãe, que mesmo inchado consegue ser o mais belo que já vi.

– Eu a amo muito mais! – disse me direcionando, novamente, a ela. – Não se preocupe, pois eu serei sua esperança até o último segundo de minha vida!

Quando terminei minha fala, ela lançou-me um sorriso, fechou os olhos e se aconchegou para dormir. Sai de seu quarto com os olhos marejados. Minha mãe é tão única, eu não a deixaria sofrer, mais!

Ao chegar na sala, chequei o relógio de parede, o qual indicava ser 7:15 da manhã. Ainda me restavam 45 minutos para estar dentro da classe. Sendo assim, decidi aproveitar esse tempo e tomar meu café da manhã na padaria ao lado do colégio, a qual não visitava há muito tempo. Peguei minha mochila e sai de casa, trancando a porta.

Andei algumas quadras até enxergar uma construção simples com alguns alunos dentro e fora da mesma. Já em frente, pude ver meu amigo, Min Yoongi, escorado no balcão observando a bebida presente em uma xícara, provavelmente, pensando se deveria mesmo ter ido à aula ou ficado em casa. Ele é um ótimo amigo e hyung, consegue ser brincalhão quando preciso e maduro se necessário. Tirando o fato de possuir um estilo natural, junto de seus cabelos meio avermelhados.

Cheguei por trás do mesmo e apertei seus ombros, o fazendo se assustar e virar para mim.

– Oi Hoseokie, bom dia! – disse com voz calma e levemente animada, o que me estranhou no mesmo instante.

– Uau... Bom dia, hyung. Percebo que acordou animado hoje! – disse, sentando-me ao seu lado. –Como foi o fim de semana? – pergunto com pouco interesse, já imaginando a resposta. Logo chamo a doce senhora que ali trabalhava, pedindo a ela um café.

– Se eu te disser que foi legal, você vai se assustar? – disse encolhendo-se, fazendo com que suas bochechas brancas tomassem um tom avermelhado.

Antes de pegar o copo de café, trago pela senhora, arregalei os olhos. Yoongi estava muito diferente hoje! Não que eu não tenha ficado feliz por essa mudança de humor, pelo contrário, só queria saber o motivo da mesma!

– Hyung, você está bem? Porque... Olha... – fiz uma pausa para escolher as palavras certas e beber um gole do café. – Você sempre disse que os fins de semanas eram chatos e monótonos... E agora, afirma que um deles foi legal?! – levantei a sobrancelha esquerda.

– É... – disse com indiferença, balançando os ombros, o que me fez bufar. – Ok! Eu conheci uma garota nesses dois dias, nós conversamos muito e acho que estou sentindo algo por ela! Mas eu só...

Não vi a hora que o interrompi e nem quando comecei a pular e bater em seu braço. Eu apostei que não ouviria isso tão cedo!

– Eu não acredito! Quem roubou o coração do meu hyung? – disse quase berrando.

– Shh! Primeiro ninguém roubou nada. E segundo, eu só acho que gosto dela. – ele estava, pela primeira vez, envergonhado, e eu muito feliz!

– Ela estuda no nosso colégio? – pergunto ainda um pouco eufórico e Yoongi apenas assente com a cabeça, bebendo o resto do líquido de sua xícara.

– Em qual das salas de terceiro? – pergunto, novamente.

– Em nenhuma. – respondeu-me, se levantando e preparando para sair da padaria.

– Mas, como assim?! – disse, bebendo rápido o que restava de meu café, e correndo até ele. – Quer dizer que ela... – pausei, tentando recuperar o fôlego. – É mais nova!?

– Sim. – ele disse e eu fiquei com os olhos vidrados. – Não faça uma tempestade em copo d'água! São só dois anos de diferença, e mesmo assim, gostar de alguém mais novo não é errado! – disse enquanto passávamos pelo portão de entrada do colégio.

– Claro que não, senhor hyung! – disse fazendo uma reverência – Então, ela é do segundo ano?!

– Isso! Da mesma sala daquele garoto bonitinho, o de cabelo meio lilás, roxo, sei lá. – disse Yoongi, não se importando muito com a fisionomia do garoto. Logo depois me fez sentar ao seu lado, em um banco no gramado da entrada.

– Ah... – disse franzindo o cenho, tentando me recordar se eu já havia visto esse garoto ou não.

Até que Yoongi grita, um pouco alto:

– Ali! – apontando para um garoto de cabelos negros, sentado na grama.

– O quê? – perguntei assustado. O que aquele garoto tinha a ver com o assunto?!

– O garoto do segundo ano, o qual usei como "ponto de referência". – disse. 

– Ué, mas ele não tinha cabelo lilás, hyung? – perguntei confuso.

– Não, meu caro! É o que esta do lado dele. Veja por esse ângulo. – disse e logo me puxou, brutalmente, para próximo de si.

Segundos depois de me acalmar do puxão, pude notar o rosto do bendito garoto, o qual estava coberto pela luz do Sol, fazendo o mesmo ficar tão bonito e... Conhecido!?

Franzi o cenho e então me lembrei, eu já esbarrei nele pelos corredores do colégio, algumas vezes. Porém, antes de me desculpar ele sempre saia correndo. Nunca tive a oportunidade de observar calmamente seu rosto, não como agora. Ele estava tão relaxado, inspirado... Tão perfeito!

Fiquei atordoado e hipnotizado pelo sorriso quadrado e trejeitos do garoto, que não percebi as mãos de Yoongi passando em frente aos meus olhos.

– Meu Deus, sai desse transe que não te pertence! – disse ele, fingindo me benzer.

– Aish, hyung. Para! – digo em meio à risos. – E... É, realmente, o "garoto roxo" é bonitinho!

– Eu sei o quão você achou ele bonito, Jung Hoseok! – disse com um sorriso malicioso nos lábios.

Eu tinha certeza de que eu já estava pra lá de corado, mas não poderia deixar Yoongi ter a certeza de que me perdi na beleza do jovem! E tentando concertar a história, disse:

– Vamos para classe logo! – me levantei pegando em seguida minha mochila.

– Se você prefere fugir e não me contar o que foi que te deu agora há pouco... Tudo bem! – disse se virando em minha direção, como se estivesse prestes a chorar.

Ele conseguia o que quisesse quando fazia isso, e, obviamente, comigo não seria diferente!

– Quando sairmos do colégio, a gente conversa! – aumentei o prazo, para contar algo que nem eu mesmo sabia o que era, na esperança de que Yoongi esquecesse o assunto. E adentrei a parte interior do colégio.

– Você vai prometer, agora, para o seu hyung que vai contar a ele quando formos embora! – disse e puxou meu braço. Pude ver em seus olhos, o quanto ele estava ansioso para saber o que era e, até mesmo, concretizar suas próprias conclusões. 

– Que hyung curioso esse meu, nossa! – disse com um tom brincalhão e acabei recebendo um tapa em meu ombro. – Tá, tá. Eu prometo, Yoongi-hyung! – e assim o mesmo sorriu, se dando por vencido, passando em minha frente.

– Mas! – disse em um tom mais alto, chamando sua atenção. – Você vai me falar, detalhadamente, como foi o fim de semana!

Ele se virou com os olhos cerrados, aproximou-se e apertou minha mão, dizendo:

– Como quiser, Hoseok-ah!

Seguimos para nossa classe, agora, em silêncio. Meu querido amigo, havia pego o celular e começado a mexer no mesmo, enquanto eu, tentava entender, mentalmente, a explicação para a minha hipnose ao ver o garoto mais novo agora há pouco !

Eu sentia algo por ele ou só gostei de observa-lo e embriagar-me com a perfeição de seu rosto?

Bufei e passei a mão em meus cabelos, tentando espantar esses pensamentos.

Mas, eu tinha certeza de que esse assunto me traria dores de cabeça mais tarde!


Notas Finais


Então, esse é o capitulo de hoje e eu espero muito que tenham gostado!
Beijos de Paçoca!


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