História Second Chance - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grey's Anatomy
Personagens Addison Montgomery-Shepherd, Alexander "Alex" Karev
Exibições 15
Palavras 1.980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


hey peoples!

sim, essa é uma fancic Addiex, pq eu amo pra caramba esse "casal" (quero aproveitar e deixar bem claro meu ódio pela Shondanás, que me fez shippar esses dois e depois destruir meu coração e me deixar iludida o suficiente para escrever essa história). bem, queria já deixar claro que, eu sou a pessoa mais preguiçosa desse mundo e se por um acaso, vocês encontrarem erros -grotescos ou não- ignorem, pq essa sou eu de madrugada escrevendo e tentando corrigir! enfim, se por um acaso gostarem da fic, agradeçam a pessoa maravilhosa - que tem uma fic também maravilhosa, assim como ela e eu estou esperando a continuação- que é a Carol/justbreath_ que me disse para postar.

e pelo amor de deus, leiam a fic dela, sério, eu leio e releio ela todos os dias de tão maravilhosa. o nome da fic é "Will there be a second chance for us?"

beijos no core e até o próximo!

Capítulo 1 - Aquela da chegada


Fanfic / Fanfiction Second Chance - Capítulo 1 - Aquela da chegada

                                                                                                             Seattle

 

 

 

 

 

                                                                                                Addison Montgomery

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Estava correndo pelas ruas de Seattle. Os únicos barulhos que meus ouvidos conseguiam distinguir eram dos meus saltos batendo contra o asfalto e as buzinas-que não conseguia saber se era um tipo de "elogio" ou pelo fato atravessar no sinal verde.

  Começar o dia atrasada não seria nada bom-não que Webber fosse me julgar, crucificar ou qualquer outra merda que fosse. Só que, é melhor chegar antes e não ter aqueles boatos idiotas, do tipo “ela é protegida”, e bem, não estou com muito saco para essas fofocas de internos/enfermeiras.

  Em poucos passos eu já estaria de frente ao hospital e começaria meu dia, com pé direito, se tudo der certo. Acelerei mais um pouco e já me encontrava adentrando o local. Comecei a caminhar, olhando tudo em volta e pensando na cara do Derek quando me vir por aqui. Claro, não seria uma nada, nada boa!

 

  -Addison Montgomery! -ouvi uma voz conhecida, e que já fazia um bom tempo que não escutava.

 

  -Preston Burke! -coloquei minha bolsa em uma cadeira da espera e abracei Burke com força. Pelo menos um rosto conhecido nesse amontoado de coisas!

 

  -Meu Deus, quanto tempo, Addie! Nem acredito que está por aqui! -ele sorriu e retribui na mesma intensidade. -Falando nisso, o que faz aqui no hospital?

 

  -Webber! -ele pareceu compreender só pelo nome. -Disse que precisava de "uma cirurgiã renomada. Com muitos estudos e que poderia ter um grande cargo por aqui. Além de que, uma grande população masculina procuraria por tratamento (para suas mulheres) se houvesse uma mulher ruiva, alta, magra e bonita!" -rimos. -respondido?

 

  Burke gargalhou e me deu mais um abraço.

 

  -Bom te ver por aqui, Montgomery! Mas tenho que ir, parece que temos uma emergência e uma grávida com problemas cardíacos! -olhei para ele com um sorriso maior que meu rosto. -Sim, sim. Você pode me acompanhar com o caso!

 

  -Montgomery? -outra voz que eu conhecia muito bem.

 

  -MIRANDA! -sorri para ela e estiquei os braços para abraçá-la. O que era um pouco difícil se considerarmos a diferença de tamanho entre Bailey e eu,  pude ouvir a risada abafada do Burke. -Agora, tenho certeza que te biparam, assim como esse cara aqui atrás. Vamos?

 

  Corremos os três para a emergência, Burke e eu fomos para a sala de trauma três, Bailey foi para fora esperando por outra ambulância.

 

  -Relatório! -Disse ao mesmo tempo que Burke e rimos.

 

  -Claire Simon, 26 anos, grávida de seis meses. Sofreu um acidente de carro e foi arremessada pelo para brisa. O coração apresenta Regurgitação áortica. Ela deve ter essa doença faz algum tempo, por isso o acidente! -uma interna dizia tudo ao Burke e ele sorria para ela. Ai tem coisa!

 

  -O bebê, como está? -olhei para ela, que me olhou de volta e curvou os lábios como um "sorriso" -Estável, até então!

 

  -Certo, Addison nós  vamos para a cirurgia e você vai acompanhar caso o bebê tenha algum problema!

 

  Saímos do trauma em direção a uma sala de cirurgia. Sim, eu estava com medo do bebê não aguentar e ter uma falência respiratória por conta da cirurgia ou até mesmo a mãe entrar em trabalho de parto. Bem, não era medo exatamente, mas sim, ansiedade de voltar a fazer minhas cirurgias.

 

  -Certo, seu nome é? -olhei para a interna que acompanhava Burke.

 

  -Yang, Cristina Yang! -ela curvou os lábios da mesma forma de antes, como um sorriso.

 

  -Tem como bipar algum outro interno pra mim? -ela balançou a cabeça e disse que iria chamar o Karev, acho que era esse o nome. -Obrigada!

 

  Já estávamos nos preparando para a cirurgia quando entra o tal Karev, e meu Deus. Posso dizer que perdi o ar ao olhar aquele deus entrando na sala de cirurgia para me auxiliar?

 

  Aos deuses da obstetria, não preciso de um orgasmo só de olhar para um cara!

 

  -Me bipou, Yang? - o homem chamou a interna e ela apenas apontou com a cabeça para minha direção. -Ah, claro! -ele encolheu-se ao perceber que talvez não participasse da cirurgia cardíaca. O que tanto esses internos tem contra obstetria? Que merda!

 

  -Olha, eu não teria chamado se não precisasse! -ele ergueu o olhar para o meu e fixou os castanhos profundos em meus olhos. -Só quero que fique comigo caso precise fazer uma cesariana. -Karev me olhou inconformado, mas não disse nada.

 

  Burke e Yang faziam um belo trabalho, o feto estava estável, até uma sutura romper. Karev me olhou curioso.

 

  -Olha aqui... –chamei -se quiser pode fazer a cesariana, mas terá que ser rápido, fazer apenas o que digo e não dar uma de interno sem noção! Esse bebê me parece que terá problemas daqui para frente e você será um dos responsáveis por ele. -pontuei.

 

  -Olha dra. não é porque é bonita e está com um cargo bem acima do meu que você vai discutir sobre meus procedimentos, sou tão médico/cirurgião quanto você! -meus olhos se abriram involuntariamente.

 

  -Vai querer fazer essa merda ou sair da cirurgia? -olhei para ele mais séria. Não seria um internozinho que me faria perder o foco. -E se abusar mais uma vez, consigo te deixar meses sem vem uma cirurgia. Nem mesmo pela galeria! -sorri para ele e dei dois tapinhas em seu rosto.

 

  -Sim, senhorita” eu que mando porque sou melhor e a mais bonita nessa droga”! -ele resmungou baixo, porém, não tão baixo a ponto que eu não escutasse.

 

  -SAI! -aumentei minha voz algumas oitavas. -ANDA, SAI DAQUI!

 

  -Mas eu não iria fazer o procedimento? –ele me olhou assustado. Mas é pedir demais ser bonito e obediente? –Eu não vou sair, me biparam e eu vou fazer essa merda de cirurgia, se é que podemos chamar isso de cirurgia!

 

  -QUAL A PARTE DO”SAI DAQUI” VOCÊ NÃO ENTENDEU, MERDA? -o anestesista puxou o interno pra fora antes que eu desse um ataque, respirei fundo e comecei a me preparar para a retirada do feto.

 

  -Montgomery? -Burke me chamou e eu apenas fiz um sinal de que estava tudo bem.

 

 

 

 

 

 

 

(...)

 

 

 

 

 

 

 

 

  A cirurgia foi sossegada e o parto foi bem. Mas algo me dizia que eu ainda teria problemas com o bebê e o tal Karev.

  Fui pegar o prontuário da paciente e passar as visitas.

  Estava tudo indo tão bem, por que comigo sempre acontece algo? Para mostrar que eu não sou feliz como queria ser? Olhei para cima como se alguém pudesse me responder, respirei de novo sabendo que não viria resposta alguma.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                     Alex Karev

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  -Quem ela pensa que é? -sai gritando pelo corredor. -Izzie, você tinha que ver, ela praticamente me enxotou de lá! -a loira riu.

 

  -Claro, olha o que você quer resmungar, idiota! -revirei os olhos. Izzie era o mais próximo de uma amizade que eu consegui por aqui, fora Meredith e digamos que a Yang.

  Quando entrei naquela sala e vi aquela ruiva, meus olhos desceram por seu corpo e apenas voltei a realidade quando lembrei que Yang me bipou. Foi difícil me concentrar quando ela veio falar comigo, mas ver que ela era cirurgiã neonatal, sabe, fiquei um tanto desapontado!

  Mas ela estava disposta a deixar com que eu fizesse a cirurgia e bem, deveria ter calado a boca!

 

  -Nada contra, Karev! -Stevens riu. -Mas acho que ela esta vindo nessa direção! - Izzie correu e eu fiquei parado no corredor. Aquela mulher era uma puta mulher!

  Fiquei tão distraído que nem percebi ela chegando perto e derrubando todos os prontuários no chão e fomos os dois para o mesmo e ela por cima de mim, xingando com todos os palavrões que eu –e provavelmente ela- conhecia.

 

   -Caralho! -ela gritou mais um palavrão. Fiquei tão focado quando ela arrumou uma mecha solta do cabelo para trás da orelha. Era trágico como ela ficava ainda mais linda emputecida! -Merda, Karev! Você não sai do caminho? Aqui é um hospital caso não saiba. Você tem que prestar atenção! -ela estava ajoelhada limpando a sujeira da roupa e juntando os papéis.

 

  -Foi mal, Montgomery! -ela sorriu forçado e ajudei a mesma se levantar. Ao pisar no chão, ela desequilibrou e se apoiou em mim. Minhas mãos correram para sua cintura e ali ficaram.

 

  -Porra, torci meu pé! -ela praguejava cada vez mais e a única coisa que eu fazia era segura-la e olhar cada vez mais em sua boca. -Karev! -ela gritou. -Dá para me responder e parar de olhar na minha boca! -senti meu rosto ruborizar. Por que, exatamente, eu comecei a ficar assim perto dela? Ela é linda, não vou negar, mas eu já estive na presença de mulheres tão bonitas quanto e isso nunca me afetou.

 

  -Não estava, é, fazendo isso! -ela riu fraco.

 

  -Chama alguém pra me ajudar, torci meu pé e ainda preciso passar a visita. -ela me encarou com um ar mais leve.

 

  -Eu dou um jeito! -disse. -Fiquei um tempo na ortopedia, acho que sei cuidar de uma torção.

 

  -Karev eu não consigo nem andar, como você vai... –peguei-a no colo e coloquei em uma maca próxima. Felizmente, a Dra. era leve e fez com que meu trabalho fosse, como posso dizer, fácil? -Karev, o que você está fazendo? -ela arregalou os olhos enquanto carregava ela.

 

  -Colocando-a numa maca? -ela revirou os olhos e respirou o mais fundo que conseguia. -Olha, eu sei o que estou fazendo, okay? Você é obstetra e eu sou um interno que roda essa hospital e passa por todas as especializações! -ela riu de leve e suspirou.

 

  -Tudo bem! -ela ergueu a perna para que pudesse analisar o tornozelo. Mas o que eu fiz? Analisei cada mínimo detalhe das pernas dela. O que fez ambos ficarmos constrangidos. -Então, Karev? -ela iniciou uma conversa. Sabe alívio? Respirar de novo? Pois é, assim que me senti quando ela puxou assunto. -O que você quer fazer? Quero dizer, qual especialidade seguir, sabe?

 

  -Plástica! -ouvi a Montgomery rir. Melhor, gargalhar. -Por quê?

 

  -Ah, jura Karev? Esperava mais de você! -riu mais uma vez. Apliquei uma injeção na torção e viu ela morder os lábios de maneira nada sutil. -Vai com calma, eu só estava brincando. A plástica é legal, to pensando até em colocar umas próteses, o que acha? -ela sorriu sarcástica e forcei mais a faixa em volta do tornozelo.

 

  -Quer mesmo que eu responda? -ela levantou uma sobrancelha e afirmou com a cabeça. -Deveria corrigir o lábio, ele tem uma diferença notável. E umas próteses na bunda? Seria ótimo, mas o que ficaria bom também seria retirar essas linhas de expressão da sua cara! -ela riu, mas ainda sim, sua cara era de, acha que chamaria de assustada. -daqui algum tempo seu tornozelo vai estar bom e já vai poder voltar a correr para lá e para cá, além de mandar internos saírem da sua sala! –a Dra. gargalhou e fez um sacudiu os ombros como se não se importasse. De fato, não deveria mesmo, aquela mulher sabia que era um dos pecados capitais -se houvesse uma possibilidade disso, claro.

 

  Addison levantou-se da maca e foi caminhando pelo corredor. Foi lindo ver o quadril dela balançar de um lado para o outro- mesmo que um pouco desajeitado-, e aquela saia fazia com que a bunda dela ficasse ainda mais nítida. Fiquei feliz em ver que não fui o único a ficar babando. Fora os enfermeiros e atendentes, o pessoal do trauma, todos estavam todos olhando.

  Foi cômico ver a reação dela quando disse das mudanças com plástica e tal. Só que fiz isso por implicância, a mulher foi esculpida por Deus! Jamais mudaria algo nela. Puta que pariu, ela não poderia existir!

 

  -Alex, fecha a boca. Você tá babando! -Lexie bateu com o cotovelo e sussurrou pra mim. Apenas levantei um dedo pra ela, que riu e depois se virou para algum lugar que eu não estava nem ai.

 

 

  Encostei a cabeça na parede e respirei fundo. Aquela mulher iria fuder com a minha vida!


Notas Finais


caso não saibam o que seja uma Regurgitação aórtica: a grosso modo, quando a válvula aórtica não se encerra apropriadamente permitindo o fluído de sangue para o ventrículo esquerdo, ou seja, volte para trás.


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