História Second Chance - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Maxon Calix Schreave
Tags A Seleção, America Singer, Maxon Schreave, Romance, The Selection
Visualizações 292
Palavras 2.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Okay, okay, fui uma idiota por não postar durante todos esses dias.
Como sempre, espero que gostem desse capítulo porque tem o tão queridinho hentai.
SIM, EU ESCREVI O HENTAI!
SIM, ESPERO QUE NÃO TENHA FICADO UMA BOSTA!
Mais uma coisinha: estou planejando uma nova fanfic! E é de A Seleção!
A sinopse e o link para ver a capa estarão nas notas finais! Sério, realmente acho que vocês vão amar.
Ps. Sim, estou bem chateada com apenas nove comentários no capítulo anterior e foi isso que me desmotivou, mas espero não ter refletido isso na escrita.

Capítulo 12 - Das nossas vidas


No almoço daquele dia realmente não havia papel algum sobre a mesa, mas Maxon também não estava lá. A sala de jantar estava mudada, agora com apenas uma mesa para que todos sentássemos juntos em volta dela para fazermos as refeições.

Passei a tarde em meu quarto, experimentando os novos instrumentos que foram levados para lá e organizando roupas, acessórios e objetos pessoais com minhas criadas.

— Senhorita, deixe isso conosco, por favor — implorou Mary mais uma vez quando coloquei um vestido azul em um cabide, com um pouco de dificuldade, e o pendurei.

— Já disse que gosto de fazer e ocupa meu tempo, não se preocupe — contestei, já com um pouco de irritação na voz.

— Mas sua mão...

Meu olhar irritado calou Mary antes que terminasse a frase.

Depois que tudo estava limpo e organizado tentei tocar algumas músicas lentas no piano, mas o fato de poder usar apenas uma mão estava me atrapalhando tanto que a irritação aumentou e desisti de continuar.

Quando Mary, Lucy e Paige notaram minha chateação com tudo, começaram a tentar me animar com piadas e brincadeiras, que me fizeram rir por um curto período, mas logo eu já estava pensando o quão humilhante não ter nada para fazer, enquanto Maxon não podia almoçar por ter tantas coisas o ocupando.

— Já sei! — Lucy exclamou enquanto saía correndo do quarto como se estivesse com uma ideia brilhante na cabeça.

Eu e as outras meninas nos entreolhamos sem entender, mas tudo foi esclarecido quando Lucy voltou, empurrando uma arara de roupas, que tinha um vestido completamente coberto pendurado. Mary e Paige assumiram a mesma expressão de Lucy e correram para ajuda-la a desencobrir o vestido.

Meu queixo caiu completamente, senti meus olhos queimarem e as lágrimas começarem a cair copiosamente sobre meu rosto. Meu vestido de casamento estava diante de mim, quase pronto.

— Vocês são maravilhosas! — falei, correndo para abraça-las.

Quando me afastei, continuei observando aquela obra de arte. Nem em meus melhores sonhos conseguiria imaginar algo tão perfeito. Era completamente branco, coberto de detalhes de renda, com detalhes de fundo transparente nos braços e uma calda enorme. Não era muito rodado, exatamente como eu gostava. Sempre imaginei que meu casamento seria apenas uma comemoração com pouca comida e bebida para meus parentes e do meu noivo, que eu usaria um dos meus melhores vestidos de apresentações e isso tudo parecia o máximo que eu teria. Aquele vestido parecia tornar tudo mais real: eu me casaria com Maxon Schreave, o rei de Illéa e o homem que amo.

— É melhor que experimente apenas amanhã, temos alguns detalhes para arrumar durante essa madrugada — explicou Lucy.

— A ideia é toda de Anne. Achamos o desenho no meio dos outros e ficamos encantadas — disse Mary, com a voz embargada.

Apenas agradeci com o olhar e meu coração começou a apertar quando meus pensamentos se voltaram para Anne. Tentei não chorar mais ainda, mas parecia impossível. Limpei as lágrimas e depois de alguns minutos encarando o vestido, maravilhada, ajudei as meninas a cobri-lo novamente.

Mary e Lucy foram juntas colocar a arara de volta no ateliê e eu e Paige sentamos na cama. Levei alguns minutos para notar que ela segurava um papel em suas mãos.

— Esse é o desenho — disse, me entregando o papel. — Não conheci ela direito, mas parecia uma ótima pessoa. Muito talentosa, por sinal.

Apenas assenti e encarei o papel em minhas mãos. Ela fizera questão de colorir os cabelos da mulher no desenho da mesma cor dos meus. Os traços de Anne eram delicados e tão reais que eu poderia acreditar que era uma foto do vestido que estava no quarto alguns minutos atrás. Ela não desenhara um véu, apenas tinha uma coroa extremamente delicada que destacava os cabelos ruivos no desenho.

 

Naquela noite, atravessei as portas da sala de jantar apreensiva. Se Maxon não estivesse ali, eu seria capaz de ir até seu escritório e leva-lo para o jantar pelos cabelos. Mas ele estava e um sorriso cansado, mas sincero, se abriu em seu rosto ao me ver.

Cheguei um pouco atrasada, todos já estavam servidos, incluindo Marlee e Carter. Minha melhor amiga sorria para mim e sorri de volta ao vê-la ao lado de May, que provavelmente falava sobre garotos nos ouvidos de Marlee.

Parei ao lado de minha mãe ao notar que James e Kenna não estavam presentes.

— Aconteceu alguma coisa? — perguntei, preocupada. — Kenna e James não estão... — expliquei ao notar que ela não entendeu minha preocupação.

— Ah, Astra está um pouco enjoada hoje, acho que está estranhando o ambiente — respondeu.

Respirei aliviada e lhe dei um beijo na bochecha. Ela sorriu para mim em resposta como poucas vezes fizera. Minha mãe estava claramente muito mais feliz do que quando vivíamos em Carolina e não poupava sorrisos e elogios. Acho que papai não a reconheceria se a visse nesse exato momento.

Sentei no lugar vago perto de Maxon e ele segurou minha mão, passando levemente o polegar sobre as costas da mesma. Sorri para ele, que fez o mesmo.

— Boa noite, querida — disse após me encarar por alguns segundos.

Toda minha chateação foi embora ao ouvir sua voz.

— Boa noite, meu amor — falei com um tom de voz mais apaixonado do que desejava.

— Me desculpe por não aparecer após o café, mas o dia hoje foi bem pesado — se desculpou.

— Não precisa se desculpar, eu entendo.

Desviei o olhar para tentar não mostrar que estava chateada, mas Maxon pareceu notar, pois apertou mais firme minha mão, fazendo com que eu o olhasse novamente.

— Precisamos conversas sobre algumas coisas — disse, baixando o tom de voz.

Ele parecia mais sério, então olhei ao redor e todos na mesa conversavam mais alto do que o normal, o que fez com que Maxon continuasse a falar:

— Você deve ter notado que não teve entrevista alguma no Jornal Oficial de ontem, certo? — perguntou e eu assenti, mesmo que não tivesse notado coisa alguma. — Tivemos problemas com pessoas tentando invadir nosso sistema de transmissão e outras coisas importantes devem ser resolvidas o mais rápido possível. Por isso, a coroação e o casamento terão que ser adiantados.

As pessoas sentadas à mesa começaram a notar minha expressão de preocupação e o silêncio tomou conta do local.

— America, tudo bem? — perguntou Carter, quebrando o silêncio.

Assenti com a cabeça e comecei a servir um pouco da comida no prato em minha frente. Nos minutos que se seguiram, Maxon não tirou os olhos de mim o tempo todo, assim como também não parei de encará-lo sem entender a situação. Quando todos voltaram a falar e rir com as palhaçadas de Gerad, que contava sobre como acertara a cabeça de um guarda com sua bola de futebol, Maxon tentou se aproximar de mim o mais discreto possível para voltar ao assunto.

— Tudo terá que ser feito em dois dias. É importante que em três dias eu já esteja anunciando a dissolução da casta oito, antes que meus conselheiros explodam meu escritório de raiva. Eles não entendem e acham tudo um absurdo, preciso que seja feito antes que realmente pirem com a ideia — disparou Maxon o mais rápido e quase inaudível possível.

— Vocês já sabem quem anda tentando invadir os sistemas? — perguntei, tentando parecer calma, assim como ele estava e já falara tantas vezes que eu precisaria aprender a ser também.

— Eles desconfiam que seja atitude dos rebeldes, mas duvido que os nortistas fariam isso conosco e os sulistas não têm meios para invadir um sistema tão seguro como o nosso. Temos poucos computadores em Illéa e os que temos custam muito caro — explicou. — Desconfiamos da Nova Ásia, eles começaram a atacar mais violentamente no último dia e eles têm uma tecnologia bem avançada por lá.

— Você sabe se tentaram invadir o sistema daquele computador que você mostrou para mim?

— Foi verificado e nada pareceu alterado. Fiquei extremamente aliviado quando disseram.

— Você entrou em contado com August?

Maxon ajeitou a postura com uma expressão incômoda ao ouvir o nome de August. O encarei confusa e ele fez um sinal com a mão, indicando que esse assunto ficaria pra depois.

Desviei minha atenção para o prato, que ainda estava intacto. Tentei comer algumas garfadas, mas parecia impossível. Marlee, que estava sentada duas cadeiras depois da minha, me olhou preocupada e tentei sorrir para ela, com uma falsa indicação de que estava tudo bem, mas ela não acreditou.

Desviei o olhar para minha mãe, já que não conseguiria aguentar a pressão do olhar de Marlee me encarando. Amberly conversava com minha mãe como se fossem velhas amigas e mais uma vez fiquei feliz em vê-las sem qualquer melancolia no olhar.

Agora Gerad parecia entediado por ter esvaziado seu estoque de piadas para fazer todos rirem, então Carter tentou fazer algumas para animá-lo.

— Você sabe quem é o rei dos queijos, Marlee? — perguntou para a esposa.

Marlee negou com a cabeça, já rindo do que viria a seguir.

— O reiqueijão! — exclamou Carter.

Tentei segurar a risada, mas não consegui. A piada era tão ruim que se tornava hilária, ainda mais com a expressão infantil no rosto de Carter. Gerad estava com os dois braços sobre a barriga e gargalhava alto. Até mesmo Amberly estava rindo e Carter pareceu orgulhoso por isso.

— Você é péssimo com isso — disse Marlee, dando um soco de leve em seu braço.

Olhei para Maxon e ele tinha apenas um pequeno sorriso em seu rosto. Suspirei chateada em vê-lo tão mal.

 

Depois do jantar, Maxon voltou para seu escritório e Marlee me acompanhou até meu quarto. Dispensei as criadas e nós duas sentamos nos pés da cama para conversar.

— Desembuche — mandou quando Mary fechou a porta atrás de si.

Repeti tudo o que Maxon dissera e Marlee assumiu a expressão de preocupação e nervosismo que tentei evitar quando ele explicou tudo.

— Oh, meu Deus! Achei que isso acabaria quando Maxon assumisse o trono.

— Ele ainda não assumiu oficialmente. Talvez estejam se esforçando para acabar com seu reinado antes que isso aconteça — eu disse, tentando continuar calma.

— Por isso que tudo precisa ser feito tão rápido! Dois dias, America! — exclamou nervosa.

Levantei e caminhei até o enorme guarda-roupas do outro lado do quarto. Abri uma porta e peguei entre algumas roupas o desenho de Anne que as meninas permitiram que eu guardasse comigo, desde que fosse bem escondido de Maxon. Esperava que distraísse Marlee, assim como fizera comigo. 

Quando Marlee o segurou em suas mãos, seu queixo caiu. As lágrimas encheram seus olhos e, assim como acontecera comigo, ela caiu no choro e me abraçou.

— É lindo! Estou tão feliz por você, America — disse entre os soluços.

— Ele está quase pronto. Você vai estar lá para me apoiar, não vai? — perguntei, já com os olhos marejados.

— E você ainda pergunta? Claro que sim!

Após nos afastarmos, encarei o rosto de Marlee e ela tinha o mesmo olhar de sempre: fiel, confiante e sempre positivo; mas seu rosto mudara, tinha uma expressão mais madura. Depois de tudo o que passara, Marlee nunca perdera sua bondade, sua fé nas pessoas. Ela estava ali, disposta a me dar todo o apoio e ser a amiga que sempre mostrara ser. Eu amava Marlee com todas as minhas forças.

Depois de tanta emoção, tentamos desviar os acontecimentos recentes e ruins de nossas mentes com planos para o casamento.

Falamos sobre como seria o vestido dela, sobre os meus votos de casamento, sobre Aspen me acompanhar até o altar. Tudo o que Maxon não precisaria opinar também foi conversado. Quando nossos olhos já estavam caindo e os bocejos atrapalhavam o que dizíamos, Marlee se despediu, desejou boa noite, e foi para o seu quarto. Quando olhei para o relógio, ele indicou que já passara de meia noite.

Fiquei longos minutos na banheira, tentando pensar em como ajudaria Maxon com tudo o que estava acontecendo e meus pensamentos foram interrompidos por batidas na porta.

— America? — a voz de Maxon soou do outro lado da porta.

— Sim? — perguntei com a voz falha.

— É que... — sua voz também falhou ao falar.

Dei um tapa na minha própria testa ao perceber a situação em que estava. Lembrei da conversa que tive com Marlee e o quanto eu deveria mudar como tratava minha intimidade com Maxon. Nos casaríamos em dois dias!

— Você pode entrar, se quiser — assegurei.

Ele abriu a porta com calma e sorriu ao me ver imersa na água.

“Não fique envergonhada!” repreendi a mim mesma mentalmente.

— Então, você vai ter que voltar para trabalho? — perguntei ao ver que ainda vestia seu terno. Ele negou com a cabeça, sem tirar os olhos de mim. — O que você acha de me ajudar com isso aqui? — perguntei com o máximo de confiança que consegui.

Indiquei a esponja sobre a borda da banheira, ajeitei minha postura e tirei os cabelos das costas para deixa-la à mostra.

— Tudo bem — concordou com um sorriso malicioso no rosto.

Maxon tirou o paletó e a gravata, ficando mais confortável. Arremangou sua camisa, pegou a esponja que indiquei e virei as costas para ele, que começou a passar a esponja no local. Fiquei de joelhos na banheira para que ele pudesse alcançar a parte inferior das costas com mais facilidade. Quando terminou, senti sua respiração se aproximar do meu pescoço e senti um arrepio percorrer meu corpo.

— Você acha justo que eu esteja completamente vestido e você completamente despida? — perguntou ao pé do meu ouvido.

Virei para ele, que encarou meus seios e mordeu o lábio inferior sem qualquer cerimônia.

— Mas precisamos conver...

Maxon me interrompeu com um beijo. Cada movimento que as nossas línguas faziam, cada mordida que ele dava em meu lábio fazia meu corpo esquentar ainda mais. Logo eu já estava rasgando sua camisa e ele se quer pareceu ligar para isso.

Após ele despir suas roupas por completo, encarei seu membro com ainda menos discrição do que ele fizera. Maxon entrou na banheira, fazendo o nível de água subir e transbordar um pouco, e assim como eu, ficou de joelhos. Voltamos a nos beijar com ainda mais intensidade e senti suas mãos percorrerem minhas costas. Ele aproximou meu corpo do dele e foi me empurrando contra o mármore da banheira. Mordi o lábio ao sentir o volume do seu pênis contra meu corpo.

Tentei manter o gesso fora d´água, mas simplesmente era difícil demais me concentrar nisso enquanto meu corpo queimava de prazer. Uma das mãos de Maxon apertou minha coxa e logo foi em direção ao meu clitóris, massageando o local e me fazendo arfar de prazer.

— Ah, Maxon... — sussurrei em seu ouvido e o ouvi suspirar prazerosamente no meu.

Minha respiração estava completamente descompassada e eu só sentia vontade de gemer coisas para ele, sem a menor noção do que dizia, enquanto ele movia ainda mais rápido seus dedos. Maxon começou a me beijar, interrompendo meus gemidos. Eu completamente sem ar e ele parecendo se aproveitar da situação.

Depois de longos minutos, senti um arrepio percorrer todo meu corpo, minhas costas se arquearam instantaneamente e levei minha mão até as costas de Maxon, arranhando-o com força. A sensação de prazer foi consumindo todo meu corpo e seus gemidos em meu ouvido me faziam querer gritar ainda mais. Ele tentou abafar meu grito com um beijo, o que funcionou, mas em poucos segundos eu já estava completamente sem ar e o interrompi.

Maxon afastou deus dedos do meu clitóris, usando uma mão para se apoiar contra a banheira e a outra pairou no meu quadril. Eu estava com os olhos fechados e por alguns segundos os únicos sons que ecoavam no banheiro eram nossas respirações ofegantes.

— Eu te amo — ele disse com a voz um pouco rouca.

Levei minha mão até sua nuca e aproximei seu rosto do meu.

— Eu amo você, Maxon — falei antes de beijá-lo.

Seu corpo se aproximou ainda mais do meu e senti ele me penetrar aos poucos. A ardência e dor foram tomando aos poucos o lugar do prazer que eu estava sentindo e tentei abafar qualquer som que indicasse isso.

Ele começou com investidas calmas e à medida que seus movimentos aceleravam, a dor parecia ir embora.Tentei me concentrar nos gemidos de Maxon perto do meu ouvido e aos poucos a sensação da ardência foi passando, mas continuava sendo muito incômodo. Ele levou novamente sua mão até meu clitóris e isso ajudou para que a sensação de prazer voltasse a aquecer meu corpo. Não foi como antes, mas Maxon parecia fazer de tudo para que eu estivesse confortável. Depois de alguns minutos, muito menos do que demorou comigo, senti o mesmo prazer que tomou conta de mim, tomar o corpo dele. Ele parou bruscamente com os movimentos e seu corpo se arrepiou por inteiro. Seus gemidos me excitavam ainda mais e quando o silêncio tomou conta do banheiro, ele deixou seu corpo cair sobre o meu, assim a agitação da água da banheira foi se acalmando aos poucos.

Ficamos assim por algum tempo, ouvindo nossas respirações ofegantes, enquanto eu passava minha mão por suas costas, sentindo meus dedos tocarem suas cicatrizes. Eu amava Maxon e cada parte do seu corpo e essa com certeza se tornaria uma das melhores noites da minha vida. Das nossas vidas.


Notas Finais


Tentei fazer algo bem romântico para a primeira vez deles. Gostaram?????

Sinopse:
America Singer é uma adolescente de dezessete anos e nunca saiu da linha. Sempre teve as melhores notas da escola, passava longe das festas da cidade e repudiava qualquer atitude promíscua. Mas ao ser obrigada à estudar em Lovelace, a melhor e mais cara escola de Carolina, a garota se torna tudo aquilo que antes desprezava. E é claro que Maxon Schreave e seu grupo de amigos estariam envolvidos em toda essa metamorfose em sua vida.
Link para a capa: https://uploaddeimagens.com.br/images/001/033/418/full/metamorfose_%281%29.png?1502251324
Não esqueçam de falar o que acharam do capítulo e se gostaram da ideia da nova fanfic <3


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