História Secret Garden - HIATUS - Capítulo 2


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Angst, Drama, Flowerfell, Frans, Heyrits, Romance, Sans X Frisk, Underfell, Undertale
Exibições 41
Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei, bando de lindus. Desculpem o tempo, mas tava formulando o Enredo, para ficar topper.
Tem tema de personagem, mas só passarei os links quando a letra aparecer na historia, okay?
Obrigada pelos favoritos, e comentarios, amo vocês! Tentarei postar o mais rapido possivel! (Entrarei em ferias, então talvez, consiga postar muito mais.) Obrigada a todos, e boa leitura.

Capítulo 2 - Down To The Death, Kid.


Fanfic / Fanfiction Secret Garden - HIATUS - Capítulo 2 - Down To The Death, Kid.

Down To The Death, Kid.

Frisk│

— Ele passará pelos meus puzzles! Mas, não sobreviverá a nenhum. Pois eu, um dos mais forte da guarda real, irei mata-lo. – Soltando uma risada maligna, o grande esqueleto parecia não me ver através da lâmpada totalmente inconveniente.

Os seus passos pela neve, me fizeram relaxar um pouco, até que ouvi mais passos vindo em minha direção, e de Flowey.

— Saía daí antes que eu chame ele. – a voz rouca falou, fazendo, levantar, mostrando meu rosto assustado, o qual ele riu maleficamente.

— Você passará por maus bocados, garota. – desdenhou de mim novamente, tocando seu dedo esquelético em minha testa, onde havia uma flor.

— Como você pode ser tão cruel...? – retruquei olhando em seu rosto, onde o sorriso que mostrava seu dente de ouro sumiu.

— Eu já passei muita coisa que você nem imagina. – ele mudou seu tom de voz para um tristonho, me encarando severamente.

— Descul... – tentei me concertar mas fui interrompida com um chiado que o mesmo fez, ainda com um sorriso em seu rosto.

— Vá embora. – ele falou apontando para o norte, onde via um extenso corredor de avores, cobertas por gelo. – Snowdin é por ali. Você não durará nem 1 dia, humana.

[...]

— ARGH! – gritei vendo meu pé sendo perfurado por outro galho daquela floresta, e Flowey ficando novamente assustado com aquilo.

— Esses galhos, ele deixou de propósito! Por que eles mudaram tanto...? – Flowey perguntou furioso, vendo meu pé após retirar a bota, que saía sangue. – Não chore Frisk.

— É difícil... – falei embrulhando minha fala, abraçando minhas pernas, tentando me aquecer no frio. Como que isso poderia ter acontecido na minha vida?

— Mas temos que continuar! Não desista! – Flowey exclamou tentando me animar, mas eu nem sei como deveria reagir a tudo isso. – Frisk! – ele gritou ríspido, fazendo eu olhar para o mesmo. – Tenha coragem. Tenha...

— Determinação. – completei a frase deixando-o surpreso, mas um sorriso surgia no rosto de meu amigo. Peguei a meia jogada no chão anteriormente, colocando sobre o pé que estava ferido, e em seguida calçando a bota de couro. – Vamos!

Caminhando mais um pouco, encontrei os dois esqueletos novamente. O esqueleto maior usava uma roupa de batalha, tematizada com vermelho e preto, deixando-o ainda mais assustador.

— Sans. O humano que me contou? – ele apontou para mim, e senti rapidamente que meu corpo tremia de medo.

— Sim. – Sans falou.

— Então temos que nos apresentar... certo? – Um sorriso maléfico se tornou no rosto esquelético, me fazendo tremer ainda mais.

[...]

— Vamos lá humana, ou humano... – perguntou baixinho para o irmão, que respondeu rapidamente. – Não importa! Aqui é um labi...

— Labirinto. Onde eu devo passar, pelo orbe que você está segurando, me dará uma carga de energia pior do que uma tortura, então me dá a droga do orbe! – exclamei cansada da situação. Eles tem idéia de quantas vezes eu morri?

— Ele é esperto Sans! – Papyrus falou parecendo contente, enquanto o esqueleto menor continuava a me encarar estranhamente.

— Vamos! – uma voz infantil me chamou carinhosamente, olhei para flowey, mas ele continuava a encarar Papyrus.

— Claro...! – a voz infantil ficou mais alta, senti sangue escorrendo de meu nariz, limpei rapidamente, e tudo escureceu.

Quando percebi, eram apenas devaneios. Estava andando automaticamente, percorrendo o caminho que já havia decorado, pelo número grande de mortes anteriormente. Andei rapidamente, ignorando suas frases, apenas tentando alcançar mais longe.

Depois de muita neve, e encontros que deveria ter evitado, as flores começaram a incomodar. Não, dizendo que não incomodava antes, mas agora, era bem pior. Elas doíam, coçavam, e incomodavam bastante.

Mais à frente, encontrei uma espécie de spaghetti, mas estava completamente congelado, e estava acompanhado de um bilhete, nem um pouco amigável, de Papyrus. Olhei para Flowey apreensiva, aquilo realmente parecia apetitoso.

— Eu quero... – falei baixinho, e esticando a mão para apanhar o prato de spaghetti, mas Flowey utilizou suas vinhas, para bater na palma de minha mão. – Flowey!

— Ele não gosta de spaghetti. Ele odeia. Por que você acha que ele deixaria aqui, Frisk?! – Flowey exclamou, me deixando pensativa.

— Eu estou com tanta fome... – resmunguei baixinho, passando direto pelo prato, onde algo amarelo surgiu em minha frente. Sem hesitar, toquei.

Saber que, você rejeitou a comida, mesmo com fome, isso te enche de
DETERMINAÇÃO.

[...]

— Vamos! – uma voz fina e doce me chamou, me puxando em direção a um jardim.

Era um jardim muito bonito. Com um pequeno lago congelado ao meio, onde neve caía nas flores douradas que haviam no chão, qual eu tinha muito cuidado para não pisar nas pequenas e frágeis.

— Claro! – em forma de criança exclamei, com aquela forma, que me puxava.

— Que bela flor! – alguém pegou uma flor dourada, e em suas mãos, parece esboçar um sorriso. – feche os olhos! – sem hesitar, obedeci a ordem. – abra.

Havia tudo mudado. Era o mesmo jardim de antes, só que Sans me olhava profundamente. Seu olho estava em um tom de vermelho escarlate, e ele esboçava um sorriso amarelo, mostrando seu dente dourado.

[...]

— AH! – gritei sem pensar, chamando a atenção de Flowey, que me olhou estranhamente.

— Frisk, você se machucou? – Ele falou olhando para meu rosto. – Olhe seus pobres braços...

Atendendo a sugestão de meu amigo, estendi os braços, e abaixei a manga do suéter. Estavam cheios de flores. Bufei exausta com a situação.

— Droga. – praguejei me levantando, e segurando Flowey. – O que é isso...?

— Um jogo de logica. Se você pisar ali será... – interrompi Flowey, com um pequeno grunhido.

— Já entendi! – Pulei de uma peça para outra, quase derrubando Flowey de seu vaso. – Desculpe!

— Minha vida acabou de passar diante de meus olhos! E olha que ela nem era tão boa assim! – Resmungou, com mais um pulo, onde caí em direção a vários galhos.

— Snowdin. Chegamos. – Flowey falou baixinho, vendo a placa.

Meu corpo estava completamente húmido, pela neve que havia derretido dentro de minhas botas, que não estavam nem um pouco mais confortáveis. Entrei em uma loja e a atendente me olhou agressivamente.

— Você tem botas, ou alguma meia...? – perguntei gentilmente, e a coelha me fitou estreitamente, colocando as botas rapidamente em meus dedos na bancada, que me fez morder o lábio.

— Saía da minha loja, antes que eu arranque suas mãos, estranho. – estava doendo bastante.

— Mas eu tenho ouro... – falei chutando de leve na bota de Flowey, que levantou uma vinha com um pacote de moedas de ouro.

— Hm. – ela murmurou, retirando as botas pesadas de minhas mãos. – O que você quer forasteiro?

— Comida. Eu posso pagar. – falei esquentando minhas mãos umas nas outras. Precisava ficar aquecida. Ela fez um sinal de não com os dedos, e riu.

— No Grillby’s, tem forasteira. Mas, aqui olha. – ela jogou um pacote com um pedaço do que parecia um bolo, e tinha um cheiro muito familiar de canela. – Se tiver coragem experimente.

Olhei lentamente para o lado, onde Flowey dava de ombros com aquela situação. Acho que até ele queria experimentar um pouco. Abri o pacote, retirando um pequeno pedaço, e dando para Flowey.

— Obrigada moça! – mordi um pedaço do apetitoso bolo de canela. – Espere... Você não me envenenou, certo?!

— Não, forasteira. – ela tocou na flor na minha sobrancelha, pinicando um pouco. – Você parece com uma das crianças...

— Eu sou adulta! – resmunguei, fazendo arrancar uma risada dela. – Eu não estava tentando parecer engraçada! Só porque você é alta, não quer dizer que eu seja uma criança.

— Minha família não te atacará. Talvez algum, mas não todos. E voltando ao assunto da criança, a muito tempo, uma criança vinha aqui. Ela brincava com todos. Era muito alegre, mas não falava muito.

— Chara... – Flowey sussurrou, com poucas lagrimas saindo de seus olhos.

— Mas, isso foi antes de humanos atacarem, tentando fazer um extermínio. – ela mostrou as botas pesadas, e meias. – São 80R, e por dois birulitos, são 85R.

— Aqui. – pagando, peguei as botas, e saí da loja. – Obrigada!

[...]

— Quer um Flowey...? – ofereci um Birulito, qual ele puxou uma pequena vinha, e apanhou.

— Amanhã tentaremos chegar em Waterfall. – ele mordeu um pedaço do doce, e em seguida sorrindo. – Você mudou muitos monstros hoje.

— Eu vou tentar fazer isso. – suspirei retirando as botas, e colocando Flowey na cama. E em seguida me deitando. A hospedagem da irmã da dona da loja, era incrível. – Boa noite Flowey.

— Boa noite, Cha... Frisk. Boa noite Frisk. – desliguei as luzes, e fechei os olhos, tentando esquecer o quanto aquelas flores me incomodavam.

[...]

— Ha Ha Ha! – a mesma imagem de antes. Aquela espécie de coisa, brincava comigo em uma espécie que parecia um aquário. Ele batia no vidro, fazendo-me rir.

Ei! Não jogue água em meu rosto! – eu falei contra minha vontade, fazendo o alguém rir alegremente.

Vamos brincar de Esconde-Esconde! Você se esconde! – ele colocou as mãos nos olhos. – 1, 2...

Tudo havia mudado novamente. Ele estava na minha frente novamente. Ele tocava em meu ombro, e em seu rosto, ele tentava ser... fofo?!

Achei você. – Sans falou com uma voz dócil. Ele era realmente o Sans que me matou...? 

 

 

 


Notas Finais


Teorias, apenas teorias, pois essa fanfic tem um grande potencial. ~(˘▾˘~)
NÃO FLOPE PU FAVO. (ಥ﹏ಥ)
Deixem suas opiniões, criticas, elogios, sugestões, hate, nos comentários, para eu saber o que vocês pensam!
Espero que tenham gostado, e um abraço da IriHoo.

TCHAU! ༼ つ ◕_◕ ༽つ


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