História Secret Garden - HIATUS - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Angst, Drama, Flowerfell, Frans, Heyrits, Romance, Sans X Frisk, Underfell, Undertale
Exibições 35
Palavras 1.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Capitulo novo. Está """Topper""", então gostaria de antes, elogiar todos os leitores fantasmas, e quem acompanham a fanfic, eu amo vocês.
Sem zoeira. Está maravilhoso. Espero que gostem. E também da previa que está incrível.

Capítulo 3 - I Find You


Fanfic / Fanfiction Secret Garden - HIATUS - Capítulo 3 - I Find You

I Find You.

Sans│

— Papyrus provavelmente foi atrás do humano... – falei baixinho, tentando arrumar meus pensamentos, ainda deitado no colchão.

Era uma das poucas vezes que eu tinha arrumado a cama. Apenas colocando um pano vermelho e preto por cima, apenas deixando mais apresentável. Mesmo sendo que ninguém nunca entrou, ou entrará em meu quarto.

Provavelmente a patrulha estará nas mãos dos cães da guarda real hoje. Mas, como minha vida não podia ser mais monótona, tenho que trabalhar, antes que meu irmão venha reclamar, que não tenho problemas, que sou um idiota, blá, blá, e mais blá.

Bati a porta bruscamente, fazendo os quadros que estavam na parede virar. Lentamente, fui analisando cada um que colocava na parede, percebendo sua imperfeições. E entre das assinaturas daquele quadro, encontrei uma que não queria me recordar.

Fui jogado em um quarto escuro, fazendo meu braço se machucar, e me recolhendo ao canto. De longe, uma sombra surgia, com aparência agressiva, pronta para tentar me atacar, ou agredir.

— Por favor não! – gritei contra o monstro, que mostrou uma espécie de arma, avançando. – O que eu fiz de errado?!

Balancei minha cabeça, tentando tirar aquele espasmo de pensamento. Colocando os quadros, um a um, desci para o andar interior da casa, onde analisei todos os elementos presentes, que pareciam tão fúteis.

Coloquei meu capuz felpudo e suspirei. Mais um outro dia.

Saindo da casa fui em direção ao Grillby’s. Café da manhã, ou qualquer desculpa para ficar em um lugar, onde pelo menos alguém não tentasse me matar. Vendo mais a frente, o que parecia ser uma criança, brigava com Grillby.

— Ei fogo! Só dá o que ela está pedindo. – Uma tal de flor falante exclamou, fazendo-me levantar uma sobrancelha.

— São forasteiros, e ainda estão dando problemas. Só o que faltava. – resmunguei baixinho, tocando no ombro da humana, que tentou me bater. – Ei! Tenha modos, sua...

Ela me olhava estranhamente. Me dava arrepios. Ela parecia analisar minha alma em qualquer resquício. O que estava acontecendo comigo? Tenha atitude!

— Você vem comigo. – puxei pela gola do suéter úmido, levando-a para fora de Grillby’s.

— Ei me solta! – ela ainda agarrava a maldita flor junto com a bota, que habitava.

— O que você quer...? – perguntou me olhando estreitamente. Aquelas flores eram esquisitas em seu rosto. Nenhum humano que vi tinha isso no rosto. – Se fosse para me encarar, teria ficado lá dentro sabe, cabeça dura.

— Olha o respeito, humana... – grunhi, fazendo-a ficar mais séria, e apresentável. – É apenas um aviso. Se você tentar, ficar a pacifica do Underground, você vai passar por um tempo ótimo.

— Tempos bons...? Claro! Eu vou ajudar todo mundo, assim, vou ficar muito bem! – ela desdenhou, colocando seu dedo indicador em minha testa, tentando me empurrar.

— Você é burra, ou só tapada, garota? Se você continuar, vou fazer chá dessa maldita flor, que está a segurar! – ameacei, e ela ficou quieta. Menos o histérico afeminado.

— Repete o que ia fazer! Vai! Repete!

— Você é uma flor de um grão de mostarda, que não serve para nada, além de um delicioso chá que irei preparar. E vai ser com você vivo. Gostou de eu ter repetido?!

— VOCÊ VAI PAGAR POR ISSO, DO PIOR JEITO POSSIVEL! – a flor gritava, e a garota o segurava, tentando de impedir fazer algo. – MORRA! – ele jogou espécie de balinhas brancas em minha direção, que fez apenas eu me sentir mais disposto. – Droga...! – babaca.

— Olha... Acho que isso não funcionou não. Florzinha. Quer saber... Será mais divertido matar vocês depois. E como avisei, é melhor que não tente fazer nada de estupido.

— Você que pensa! Eu não irei me esconder! – a sua ultima frase me fez tremer. Como isso era possível? Pare de bobagens Sans Skeleton. É apenas um devaneio.

Saí com passos pesados, me jogando na neve, como que eles poderiam me afetar? Não é possível. Apenas não. Analisando o céu branco. Fechei meus olhos durante um momento. Paz.

E me afundei em um sonho novamente.

[.]

Estou na espécie de quarto novamente. É muito sombrio aqui. Me levantei estava bastante escorregadio. No chão havia alguns desenhos, feitos a mão, com alguns giz de cera que haviam ali.

“Sans” Sou eu? Sim. Era um desenho de o que parecia um esqueleto com roupas chiques, dançando, e se divertindo. “Um monstro SANSacional.” Eu usava esses trocadilhos fúteis? Que nojo de mim mesmo.

Mas eu nem sei se era real. É apenas um sonho, seu idiota. Fique quieto.

De repente vi um reflexo meu. Rosto ferido, brincando com um simples carrinho. Ele parecia muito, mas muito fraco. Seus olhos não esboçavam qualquer emoção. Parecia completamente... Vazio.

A porta foi aberta bruscamente, acompanhada de uma grande sombra, com um objeto que parecia ameaçador. Eu simplesmente me encolhi ao chão, me sentindo fraco, imponente, ou qualquer palavra que significasse angustia.

— O que eu fiz?! Eu não fiz nada de errado! – O pequeno Sans ao meu lado gritava, e eu me sentia mal por não poder impedir.

— Pare. Ele não fez nada de errado. – Falei seriamente, mas ele não parava de vir atrás de nós. – PARE! O QUE ELE FEZ PARA VOCÊ?! – gritei com toda força que me restava, mas ele simplesmente esboçou um sorriso.

— DESGRAÇADO! – corri em sua direção, mas apenas o atravessei. – Não. Não toque nele! Por favor...!

[.]

Olhei para meu próprio corpo, era criança novamente. Eu estava me sentindo terrível. Estava completamente cheio de hematomas. Eu nem conseguia respirar direito, ele havia me espancado novamente.

— Olá...? – Uma voz que não conseguia identificar apareceu no ambiente. Não. Ele não...

Me recolhi para o fundo do ambiente, abraçando os joelhos, tentando não respirar, sem fazer algum barulho.

— Não olhe! Estou me escondendo... – a mesma voz gargalhou, me fazendo levantar, tremendo de medo.

[...]

— Deveríamos acorda-lo? – algo cutucou em minha testa, me fazendo acordar lentamente, com os olhos entreabertos, percebi que havia algo em cima de mim.

— Sei lá. Bate nele...

— Flowey!

— Ah Frisk! Não se finja de santa! Ele te xingou! – Flowey reclamou com Frisk...? Jurava que ela tinha outro nome. “Idiotisk”. Por que diabos estou fazendo esses trocadilhos?

— Ele não tem culpa Flowey! Ele falou que passou por muita coisa ruim! – abri os olhos lentamente, mostrando que ela ainda me encarava, mas não se assustou. – Ele acordou. Bom dia!

— Por que está a me tratar, como se não tivesse me visto hoje? – retirei o capuz, levantando rapidamente, encarando os dois. – Quer saber? Do jeito que é fútil, deve ter esquecido, achando que falar comigo assim, deveria ser educação.

— Não pode falar mais com você? Grosso, e bruto! – ela saiu em disparada em direção a floresta.

Eu apenas quero te dizer isso.                  

— Ei humana. Ei! Pare! – peguei em seu suéter, a qual a mesma parou, levantando uma das mãos, que estava desocupada não segurando a bota, e direcionou em meu rosto. A qual falhou miseravelmente, a eu pegar em sua mão, e impedir.

Eu nunca usaria força bruta contra você.

— Você nem sabe o que eu, iria te dizer certo...? – dobrei a manga de seu suéter lentamente, e puxei para trás, a qual mostrava um relógio, qual o topo estava coberto de neve. Com um misero assopro, arranquei toda a neve. – Você acabou com seu dia discutindo com outras pessoas certo? Deveria ter me deixado dormir no chão. Já é de noite.

Por que você me lembra meu passado?

O que está fazendo...? – ela perguntou, ainda olhando para meus olhos, que a esse ponto já deveriam estar vermelhos. Sua visão alternava de meus olhos, para o céu, que estava estrelado. – Você não vai me matar certo..? Por favor não! 

11:58 P.M.  – falei pensativo, tentando demonstrar um sorriso, o qual devo ter feito com charme. A qual que eu não tentava a muito tempo. – A hora que eu achei você.

Secret Garden
              ​Prévia.

[—  Eu não lembro de você. - olhei em seus olhos, tentando entender a pergunta, e ele gargalhou.

— Acha que sou bobo, ou algo assim?  - Sans suspirou francamente, pegando o grande pote de mostarda, e colocando o condimento em sua comida. - Pare de mentir para mim. Isso machuca até o pior monstro, Idiotrisk. 

[Você não é uma ilusão certo? E mesmo se fosse uma... 

Eu ainda te amaria.]

 

 

 


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
FRANS CAMBADA. AGORA DESCUBRAM TUDO. Deixo na mão de vocês seus lindos. Mas, como só como eu fui boazinha, deixei a previa para ajudar nas teorias.
Espero que tenham gostado! Se tem algo para dizer, comentem! É muito bom!
Tchau, beijo da IriHoo


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