História Secret Kiss - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, V
Tags 2jung, Hopekook, Hopemin, Jihope, Jihopekook, Jikook, Jikookhope, Kookmin, Menção Vhope
Visualizações 198
Palavras 1.622
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem a demora, agora estamos perto do final >..<

Capítulo 10 - O que não se pode vencer


Fanfic / Fanfiction Secret Kiss - Capítulo 10 - O que não se pode vencer

– Só acho que você fez merda Kook -ah. – Jimin dizia enquanto andava de um lado pro outro dentro do apartamento que os dois dividiam. – Deixasse que ele confessasse quando achasse necessário. Ele parecia muito arrependido sabe? Nem sempre as pessoas traem porque são uma merda de ser humano. – o Park andava de um lado pro outro um tanto irritado. Nem ao menos entendia como se sentia, mas sabia que o outro não estava mentindo. Apesar dele e do seu namorado nutrirem uma paixão pelo Jung tinham de enxergar que o Kim realmente amava o ruivo e que aquilo parecia um erro, um erro que se chamava intromissão sem fundamento. 

– Vai defender o homem que tomou o hyung da a gente? Não estou te reconhecendo amor. – JungKook fez bico como uma criança birrenta e isso fez com que Jimin revirasse os olhos. 

– Não é isso amor, é que nós nem sabemos se esse nosso sentimento pelo hyung vai durar. Não sabemos de nada e nem podemos ficar alimentando um amor que nem sabemos se existe. Eu penso muito, muito mesmo nisso. E nossa Kook -ah, já se passou uma semana desde aquele dia. Um mês e você viu o hyung sair do apartamento ou algo assim? Ele nem nos manda mais mensagens e nem muito menos parece estar feliz? De que serviu isso mesmo? Só para destruirmos uma relação em prol de algo que nem ao menos sabemos se é verdade? 

– Porque diz isso agora hyung? – o mais novo se levantou do sofá em que estava e fez com que o namorado parasse de andar, lhe abraçando por trás pela cintura. – Não sente mais o que sentia por ele? Sabe que eu não me importo que você admita pra mim que ainda é apaixonado pelo seu primeiro amor. – Jimin suspirou pesarosamente. 

– Não é isso amor. Temos de reconhecer que não estamos sentindo por ele nada mais do que um sentimento sem fundamento. Paixão, amor. Paixão. Nos apaixonamos por aquele corpo e pelos beijos e toques. E nada mais. – se soltou com toda a gentileza do mundo do namorado e se deixou sentar no sofá. Estava cansado, não dormia a dias e mal comia ou tinha concentração em algo. Estava apenas pensando nisso e somente nisso. Estava se esgotando aos poucos e não sentia mais aquela graça na insistência que tinham em manter nas suas mentes aquela paixão. Estavam maltratando pessoas com ela. 

– Então o que é Jimin? – JungKook se sentou ao seu lado e lhe olhou no fundo dos olhos. 

– Precisamos tentar trazer a alegria do hyung de volta. Erramos meu amor, erramos. Assim como Kim TaeHyung. Vamos tentar acreditar dele, assim como eu acredito que precisamos repensar este sentimento. – disse com um ar pesado e se levantou, as olheiras ao redor dos olhos estavam fundas demais e ele ao menos queria saber o que era dormir em paz. – Sei que você tem o numero do Kim, eu vi quando você pegou naquele dia só para poder implicar com ele. Precisamos encontrar aquele garoto. 

 
 

 
 

 
 

[…] 

 
 

 
 

HoSeok não sabia o que era dormir e nem muito menos comer. Estava cansado e sonolento, mas não conseguia pregar um olho. Queria poder esquecer da existência do Kim e de todos os sentimentos que nutria por ele, mas tudo o que conseguia era ter mais vontade de chorar e sentir como se seu mundo estivesse ruindo aos poucos. Ele amava aquele garoto e ainda conseguia sentir a dor que fora ouvir o som da sua voz em meio a soluços no momento em que o mandou embora. Não podia continuar ao lado de um traidor, mas mesmo assim ainda o queria. Não se entendia mesmo.  

Estava acuado e naquele momento a única pessoa que queria ver era seu amigo Kim SeokJin, este que estava ao seu lado, mexendo nos seus fios desbotados enquanto cantava para si uma música a esmo. Com um doce tom na voz e um carinho a mais. Jin era um homem a se admirar, apesar de o tratar como a um filho, não era feminino e nem muito menos daqueles que não poderia ser chamado de menos másculo por gostar de homens, era completo ao ver do Jung. Seu melhor amigo.  

 
 

– Será que a culpa foi minha hyung? – HoSeok dizia enquanto abraçava o outro pela cintura depois de se virar para ele, encarando a barriga bonita do outro que estava coberta por uma blusa. – Eu o deixei ainda mais inseguro enquanto estava sendo amigo dos meninos. 

– Não pense nisso, por favor. – Jin dizia de forma branda. – Sabe muito bem que aquele garoto é assim, ele é inseguro. E por mais que você lhe dê todo o amor do mundo ele nunca vai entender. Só acho que você não deveria ficar assim. Não deveria se achar culpado e nem nada. Você poderia ser a melhor pessoa do mundo HoSeok. Quando uma pessoa quer lhe trair ela vai lhe trair, independente de você ser ou não uma boa pessoa. Saiba disso. Uma pessoa só trai a outra porque quer e não porque está confuso. Traições são escolhas iguais as que você faz quando quer vestir algo ou comer algo. – Jin disse seco. Ele não acreditava que as pessoas poderiam mudar e nem muito menos era dos que perdoava uma traição. 

– Eu entendi. – disse baixinho sem qualquer ânimo. Queria chorar mais um pouco, mas Jin não o deixaria fazer isso. Não quando dizia que o garoto não valia a pena e que era um vadio por não ter consideração ao relacionamento deles. Prometendo algo e fazendo outra coisa diferente. 

– Então não fique assim por causa dele, vamos sair um pouco. Eu quero te levar para me ajudar. E nem venha dizer que não pode, porque eu sei que não vai fazer nada e me prometeu Seokie. – o Jung iria resmungar e protestar, mas não podia, havia sim prometido ao mais velho e não lhe negaria nada. Respirou fundo e disse a si mesmo que precisava se recompor. 

– Vou apenas tomar um banho e já vamos. 

 
 

[…] 

 
 

 
 

– Como chegaram aqui? Que inferno. – TaeHyung dizia com um ar decepcionado enquanto observava Park Jimin e Jeon JungKook adentrando sua casa com toda uma intimidade que não tinham, fazendo com que o Kim revirasse os olhos e não quisesse fazer mais do que tentar assassinar aqueles dois. Estava longe do homem que amava e mesmo que não quisesse, culpava um pouco aquele casal que de casal não tinha nada ao seu ver.  

– Você é um bobão que deixa o localizador ligado. Fácil de achar. – JungKook disse com desdém enquanto se sentava no sofá alheio, sem ser convidado, somente para receber um tapa sem forças de Jimin na cabeça. Aquilo lhe preocupou, seu hyung tinha uma mão pesada apesar de fofa e aos poucos ele via o quanto aquela situação estava fazendo mal a Jimin. 

– Para com isso, por favor. Já deu. – disse o Park em tom baixo fazendo com que o mais novo ali se calasse. Não vieram mesmo para brigar ou procurar mais intriga com o dono do local. Queriam resolver as coisas e nada mais. 

– O que querem, sério? O que vieram fazer aqui? Se vieram rir de mim ou contar como estão fodendo e sendo fodidos pelo HoSeok hyung, podem ir embora. – Taehyung procurava coragem para dizer aquelas palavras, já que um bolo estava se formando em sua garganta e ele não queria chorar na frente daqueles dois. Não quando fora tão idiota com o homem que amava por insegurança. 

– Não é isso, desculpe meu namorado. – Jimin estava fraco e o Kim percebeu como ele estava tremulo e fez um gesto para que ele se sentasse no sofá e este assim o fez. – Viemos tentar te ajudar a voltar pro hyung. Sabemos que você o ama e que ele o ama de volta. Então é isso. – foi simples, não tinha porque ter rodeios ali. 

– Você acredita em mim? Acredita que eu não gosto e nem quero mais saber de ter outra boca na minha a não ser a dele? – Taehyung dizia em tom engasgado. 

– Eu acredito em você, mas confesso que eu na situação do hyung não perdoaria. Você tem que mostrar que está mudado. Que não vai mais fazer aquilo. E se o ama de verdade não o traia. Nem por toda a merda de insegurança do mundo. Ele não merece e bem, não é assim que se prova amor a uma pessoa. Não é preciso trair ela. 

– Eu entendo, não acham que eu não sei? – Jimin olhou no fundo dos olhos do outro, tão cansado quanto ele e mais abatido ainda. Estava a um mês sem ver e ele estava magro demais e seus cabelos estavam sem vida, assim como ele não parecia ter mais forças do que ele. O único que não estava nem ai para nada naquela sala era JungKook que brincava com um gato que apareceu do nada perto dos seus pés. – Eu tenho morrido dia a dia depois daquela cena ridícula. Tanto que quando os lábios daquele homem tocaram os meus eu comecei a sentir nojo e me odiar. Parei na hora e acredito que vocês me salvaram de ser estuprado. Por mais que eu achasse que merecia. 

– Não diga isso. – Jimin se pronunciou. – Ninguém merece uma coisa assim. Mas umas boas palmadas você merecia. Mas bem, – respirou fundo. – isso tem que ser passado. Vamos tentar juntos e juntos vamos conseguir. Você tem que trazer vida de volta para o hyung e ele precisa de você. 

TaeHyung fez que sim e procurou sorrir. Estavam em um clima fechado quando a barriga de Jimin roncou. Quase riram um do outro, mas estavam até sem clima até pra isso.  

– Querem almoçar comigo? Não como direito a dias, mas hoje pede uma boa refeição.


Notas Finais


Vocês perdoariam?


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