História Secret Life - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber
Personagens Demi Lovato, Justin Bieber
Tags Demi Lovato, Justin Bieber, Romance, Stripper
Visualizações 411
Palavras 2.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores, olha só quem resolver aparecer!
Peço que leiam as notas finais, vou explicar tudo para vocês lá.

Boa leitura <3

Capítulo 2 - 01. The Club


Fanfic / Fanfiction Secret Life - Capítulo 2 - 01. The Club

​Sempre que as coisas ficam difíceis eu costumo vir até o mirante para colocar minhas ideias no lugar. Neste lugar é possível ver toda a grande Los Angeles de cima, e tudo se torna tão pequeno visto daqui. Vir até aqui me faz refletir no quanto todos nós somos insignificantes diante à esse imenso mundo. Que é capaz de ser muito cruel.

O dia hoje está nublado, denunciando que logo irá começar a chover. O vento gélido que bate em meu rosto me ajuda a pensar sobre tudo que anda acontecendo. Não tem sido nada fácil lidar com os vícios incuráveis do meu pai, confesso que tento manter meu pensamento positivo e fé de que ele algum dia ainda vai conseguir se livrar dos seus demônios, mas quem eu estou quero enganar? Afinal, é do meu pai que estamos falando. Ele afirma que está disposto a mudar pela Maddie, porém eu estou farta de acreditar nas falsas promessas dele.

Já a minha mãe tenta se manter forte diante disso tudo, no entanto eu sei que ela ainda sente dor, apesar da cirurgia ter ajudado ainda não conseguiram eliminar tudo. Toda noite eu a ouço abafar os seus gritos de dor com o travesseiro, ela realmente acredita que eu não consigo escutá-la, mas eu à ouço toda santa noite e vê-la sofrendo sem poder fazer nada para ajudá-la, acaba comigo.

A única coisa boa no meio de toda essa tempestade é a pequena Madison. Ela é o anjo mais adorável que já existiu. Com suas feições alegres e risadas a todo tempo, ela consegue a proeza de iluminar o dia de qualquer pessoa. Se não tivesse minha irmã comigo, eu provavelmente já teria enlouquecido. Isso me faz recordar que já está na hora de deixar meus pensamentos de lado, pois preciso me apresar para pegá-la na sua escola.

Me levanto do banco apressadamente e começo a descer o morro ao mesmo tempo que observo a bela paisagem de LA.

​— Demi?! — Escuto uma voz conhecida me chamar.

— Chris?! O meu Deus, eu não acredito que é você, faz tanto tempo, como você está? — Era o Christian, ou apenas, Chris. O meu melhor amigo de infância, nós éramos inseparáveis,  até que ele — infelizmente — teve que se mudar e desde então nós nunca mais nos vimos. Como ele está crescido, cheio de tatuagens e felizmente ele abandonou o seu velho cabelo de capacete, era como eu o apelidava, apesar dele odiar esse apelido bobo. Eu preciso reconhecer que ele virou um homem bastante atraente.

— Você cresceu, quer dizer... não muito, né? — É incrível como parece que nada mudou, pois ele ainda gosta de fazer piadas sobre a minha baixa estatura.

— E você continua o mesmo. — Ele solta uma risada nasalada — Está na cidade?

— Sim, me mudei para cá já faz um ano. Não sabia que ainda morava aqui, se eu soubesse tinha te procurado, pois achei que você tivesse se mudado para outra cidade. — Sinalizo para ele afirmando que estava tudo bem, pois ele não poderia adivinhar que eu ainda estava morando aqui. — Me lembro da conversa dos seus pais com os meus sobre em ir morar em São Francisco. — O sorriso que antes estava estampado no meu rosto acaba se desfazendo e ele parece notar a minha tristeza repentina.

— É... muitas coisas ocorreram desde que você se mudou, mas não acho que agora seja uma boa hora para te contar o que aconteceu, afinal, acabamos de nos encontrar, não é mesmo? — Tentei mostrar o meu melhor sorriso, só espero que tenha dado certo.

— Certo, podemos sair agora, o que acha? — Ele propõe com um tom voz animado.

— Desculpe, eu adoraria ir, mas tenho que buscar minha irmãzinha na escola. — Observo sua feição confusa e solto um riso baixo por conta da sua expressão engraçada.

— Jura? Você tem uma irmã agora? — Tem bastante coisa que você ainda não sabe sobre minha vida.

— Aham, ela tem cinco anos e é um amor. Podemos nós encontrar outra hora, o que acha? — Aprecio um pequeno sorriso surgir em seus lábios.

— Parece ótimo. — Ele pegou seu celular no bolso da sua calça e o estendeu em minha direção. — Coloque seu número aqui, vou te ligar depois para marcamos alguma coisa, tudo bem?

— Tudo bem. — Tomei a liberdade de pegar o celular de sua mão, salvei meu número em sua agenda e rapidamente devolvi o seu aparelho. — Tenho que ir, mas foi muito bom ver você. Eu vou esperar sua ligação, te vejo depois?

— Claro. — Chris se aproxima sorrateiramente e me envolve com um abraço apertado. — Foi ótimo ver você. — Desfaço nosso abraço um pouco sem jeito e me despeço. Olho as horas em meu relógio de pulso e apresso meu passo para chegar na escola de Madison o mais rápido possível.

Graças a Deus eu consegui chegar a tempo de pegá-la no horário. A Maddie costuma ficar emburrada se nós demoramos para buscá-la.

— Boa tarde, Sra. Codes, vim pegar minha irmãzinha! — Informo a professora que dá aula para ela.

— Boa tarde, Demi, ela já está vindo, mas como sua mãe está? — Ela questiona com um olhar doce.

— Ela está na mesma, mas está tudo sob controle agora. — Ela esboça um sorriso e ao fundo observo minha irmã se aproximando apressadamente com a mochila que é maior do que ela em suas costas.  — Oi, pequena. — Disse sorridente à pegando no colo.

— Hoje foi muito legal, Demi, uma princesa veio até nossa sala, você acredita? — Seu tom de voz era alto e animado que acabou me arrancando um riso baixinho por toda aquela empolgação. Maddie, tem uma paixão indescritível por princesas.

— É mesmo? Adoraria ter conhecido ela, mas aposto que ela não deve ser mais bonita do que essa princesa em minha frente. — Afirmo e acaricio seu pequeno rosto. — Se despeça da Sra. Codes, nós temos que ir.

Ela se despediu da professora enquanto eu chamava um táxi para irmos para casa. Durante todo o trajeto, Madison tagarelava contando tudo que aconteceu em seu dia. Ela é uma garota muita esperta, as vezes acho que ela é mais esperta que eu. Meus dias são sempre emocionantes ao seu lado, a sua visão ingênua do mundo me causa uma certa inveja, gostaria de poder não ter tantas preocupações como eu tenho hoje em dia.

O carro para na frente de casa , pago o valor da corrida ao taxista e vejo Madison sair correndo para entrar em casa.

— Mãe, chegamos. — Anunciei nossa chegada ao adentrar pela porta, coloquei minha bolsa e a mochila da Maddie no sofá.

— Mamãe. — Ela correu até as escadas ao encontro da minha mãe para lhe dar um abraço. — Você não acredita no que fiz hoje na escolinha!

— Estou ansiosa para saber. — Minha mãe disse me mandando um beijo e eu retribuir com um simples sorriso. — Você pode me contar a caminho do banho, o que acha? — Ela questiona pegando Madison no colo e a pequena assentiu sorridente a caminho do banheiro.

Eu tive um dia longo de trabalho, o banco estava lotado, o que me rendeu horas e mais horas passando esfregão na entrada. Estou tão cansada que se eu pudesse ficaria em casa para botar todo meu sono acumulado em dia, mas eu não posso me dar esse luxo, preciso ir para o clube. Tenho que conseguir dinheiro para pagar o prejuízo da clínica e lá é o único lugar que posso conseguir a quantidade de dinheiro que preciso.

Subo para o meu quarto para me arrumar para ir para a boate, ao entrar no meu quarto pego minha toalha que está pendurada atrás da porta e caminho até o banheiro. Removo toda a minha roupa e me coloco debaixo do chuveiro para tomar um banho rápido.

Depois de alguns minutos me banhando, desligo o registro e saio do banheiro para me trocar. Escolho um vestido solto na cor cinza e um tênis branco. Não passo nenhuma maquiagem, já que eu teria que fazer isso quando chegasse na boate. Desço as escadas avistando minha mãe e Maddie no sofá vendo televisão. Elas se divertiam muito, era até bom ver minha mãe rindo assim, só esse anjinho consegue causar esse efeito nela.

Preparo um sanduíche para mim na cozinha e pego um suco de laranja na geladeira para não ter que comer sem algo líquido para ajudar a descer mais rápido. Comi tudo rapidamente, pois eu tinha que sair logo.

— Mãe, estou indo tá? Até mais tarde meus amores. — Disse depositando vários beijos nas bochechas de ambas.

— Se cuida minha filha, espero que tenha uma boa aula. — Ela sorria e Maddie me dava tchau balançando suas pequenas mãozinhas.

Odeio ter que mentir para minha mãe dessa forma, mas ela não suportaria saber a verdade.

Havia chegado na boate e estava me arrumando para começar a noite, Pablo me informou que eu iria abrir o show hoje. Ele é quem cuida dos shows e de todas nós. Ele faz as nossas coreografias, comanda com quem cada garota vai ficar e como se comportar na frente de um cliente.

É a primeira vez que vou abrir o show, não posso explicar o quanto eu estou nervosa com essa apresentação. O show de abertura é o ponto alto de toda garota daqui. Por estarmos em destaque, chamamos a atenção da maioria dos homens, com isso conseguimos mais programas com preços mais altos, ou seja, mais grana para nós. Era exatamente do que eu estava precisando, por essa razão vou dar o melhor de mim naquele palco para conseguir o dinheiro para pagar a clínica.

— Demi, você está pronta? Já está na hora de começar o seu grande show. — Pablo disse adentrando no camarim.

— Estou pronta, baby. — Dei uma volta em sua frente para que ele olhasse o meu figurino e a maquiagem. Eu usava um vestido preto  revestido em pedras que brilhavam com a luz e franjas longas nas pontas. Ele era bem justo, destacando meus seios e realçando minhas curvas. A maquiagem estava marcava nos olhos e os lábios em um tom de vinho, bem convidativo.

— Ai se eu gostasse dessa fruta. — Ele disse me arrancando uma risada alta fazendo todas as outras meninas no camarim gargalharem.. — Pode subir gata, os homens te aguardam.

Sai do camarim um pouco nervosa e caminhei pelo corredor até chegar atrás do palco. O meu coração está quase saindo pela boca, ainda não sei se sou capaz de fazer isso, mas eu preciso fazer isso e pensar na minha família agora, é por eles que estou fazendo isso.

Subi os pequenos degraus e me posicionei no meio do palco apenas aguardando o meu sinal. A música começa a tocar e a cortina se abre. Caminho lentamente ao som da música que tocava até chegar ao pole dance, pouso minha mão na barra dando o tradicional fireman cruzado, um dos clássicos do pole dance.

Eu me movimento na barra deixando os homens loucos. Pretendo deixar todos daqui com desejo, quero provocá-los para conseguir bastante dinheiro essa noite.

[...]

— Meu Deus, Dems, você estava incrível no palco. — Hailey disse toda animada ao me ver descer as escadas do palco. Ela me estendeu um roupão para que eu cobrisse meus seios nus e rapidamente vesti aquela peça.

— Obrigada, espero conseguir bastante dinheiro com isso...

— Você já conseguiu, gata. — Pablo diz me interrompendo aos pulos.

— Como assim!? — Eu e Hailey nos entreolhamos sem entender nada.

— Há vários homens loucos por você garota, você estreou em grande estilo, meus parabéns. — Não consigo acreditar nisso, essa é a oportunidade na qual eu tanto precisava para pagar os prejuízos na clínica.

— Isso caiu do céu, obrigada por essa oportunidade, Pablo! — Agradeço envolvendo seu corpo com um abraço.

— Não precisa me agradecer criança. — Engraçado ele me chamar de criança, pois uma criança nunca faria o que eu faço. — Agora vista isso e vá para a suíte 104, o primeiro cliente da noite te aguarda e se prepare, a agenda está cheia hoje. Mais tarde a gente acerta os valores. — Ele me entregou uma lingerie na cor branca e se afastou juntamente com Hailey que não parava de sorrir. Ela parecia estar feliz por mim.

Quando entrei aqui todas me trataram mal, pois carne nova sempre faz sucesso e nenhuma gosta de perder cliente para a novata. Hailey foi a única que nunca ligou para isso, ela sempre ficou do meu lado nas brigas com a Kimberly, uma garota insuportável que me odeia sem motivo algum. Hoje eu me dou bem com o resto das meninas, exceto a Kimberly, mas nunca vou me esquecer da única pessoa que me apoiou quando precisei.

Me troquei o mais depressa que podia e subi as escadas que davam para o andar das suítes da boate. Havia os quartos normais e as suítes, elas eram para os clientes VIPs ou para aqueles que poderiam pagar.

Durante todo o meu trajeto até a suíte, eu implorava para não ser um cara muito velho. A maioria dos ricões que vem aqui são velhos e nojentos. Nós  não podemos escolher, eles pagam e temos que fazer o que eles querem sem reclamar. Paro na frente da porta, dei duas batidas e escuto uma voz masculina me pedindo para entrar. Não pude conter o pequeno espanto ao ver o homem que estava de pé na suíte, ele não era velho, parecia ter uns vinte e poucos anos. Seu cabelo estava raspado, seus olhos castanhos quase me comeram ao me observar passar pela porta.

— Boa noite... — Disse enquanto fechada e trancava a porta atrás de mim.

— Muito boa noite. — Ele diz quase em um sussurro. — Quando te vi dançando naquele palco, eu te juro que quase perdi a cabeça, estive a ponto de subir lá e te dominar ali mesmo. — Um homem selvagem, bom, parece que isso vai ser interessante.

— Você pode me dominar bem aqui. — Me sentei na beira da cama e bati a palma da minha mão no colchão para chamar sua atenção.

Ele se aproximou com rapidez e deitou o meu corpo na cama ficando por cima de mim. A sua boca ia de encontro ao meu pescoço com voracidade, droga, ele conseguiu atingir meu ponto fraco. Seus movimentos eram rápidos, ele sabia exatamente o que queria e não estava ali para enrolação.

Isso é um saco. Eu não queria ser apenas tratada como um objeto sexual, mas o que eu posso fazer? Eu sou uma stripper. Esse não é o lugar mais adequado para ter sentimentos e muito menos para encontrar um amor. Essa questão já deveria estar bem clara para mim. Não estou aqui porque é legal, na verdade, ninguém aqui está, mas é muito difícil ser tratada dessa forma e eu sei que ninguém vai dar valor a uma mulher que se presta a esse papel, pode ser machista da minha parte, mas é apenas a nossa realidade. Ninguém nunca vai entender os meus motivos. Não gosto de fazer sexo com desconhecidos por dinheiro, mas é isso que mantém a minha família viva.

— Vamos logo com isso gatinho, me possua de uma vez...


 


Notas Finais


Amores, eu sei, não me matem. Estou a mais de um mês sem atualizar SL, mas tem um motivo, ok? Quem acompanha minha outra fanfic, The Past, sabe que eu tive que dar um tempo para poder estudar para minhas provas na faculdade, porém, o meu notebook parou de funcionar do nada, levei por concerto e eles estão tentando concertar, e como eu já falei aqui, eu já tinha cerca de 10 capítulos prontos, mas com meu notebook estragado não deu para postar, agora estou usando o notebook do meu irmão e para não demorar mais, resolvi reescrever os capítulos, para vocês não ficarem mais no prejuízo. Como essa semana teve feriado, consegui reescrever dois e mais alguns de TP, vou postar mais essa semana, ok? Me desculpem, sério!

ATENÇÃO: Para ficar claro, esse não é o Bieber tá? Logo ele vai aparecer.

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Beijos.


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