História Secret Life - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber
Personagens Demi Lovato, Justin Bieber
Tags Demi Lovato, Justin Bieber, Romance, Stripper
Exibições 205
Palavras 2.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores, olha quem resolveu aparecer!

Mas quem leu meu aviso sabe o que aconteceu. Então estou oficialmente de férias e agora terá um capítulo novo toda semana. Dependendo de vocês, posso postar dois ou mais, mas como eu disse, depende de vocês. Espero que gostem dessa capítulo, eu particularmente, adorei. Não se esqueçam de ler as notas finais.

Boa leitura amores <3

Capítulo 4 - 03. Bank


Fanfic / Fanfiction Secret Life - Capítulo 4 - 03. Bank

 

POINT OF VIEW — Demetria Lovato

​À noite passada foi a mais longa de toda a minha vida, apesar de não estar recebendo nenhuma notícia boa ultimamente, isso realmente tirou o meu chão, pois não há nada que eu possa fazer, e coisas que saem do meu controle me deixa nervosa e perdida. O problema do meu pai com o álcool, está sendo "resolvido" com a ajuda da clínica e o problema de saúde da minha mãe, com os tratamentos e medicamentos. Agora, perder nossa casa? Eu não tenho noção do que fazer. Temo pela minha família, onde todos nós vamos morar? Nossos familiares não moram aqui em LA. Eu já não sei. 

— Conseguiu dormir? — Ouço o doce som da voz de minha mãe ecoando pela sala.

— Não preguei os olhos.

— É... Eu também. — Ela se junta a mim se sentando ao meu lado no sofá.

— Para onde vamos, mãe? — Digo quebrando o silêncio que se estabelecia entre nós. 

— Eu não sei, querida, realmente não sei. Acho que deveríamos ir morar com seus avós e...

— Não. — Digo rapidamente. — Não podemos mãe, lá não vamos conseguir tratar sua doença, os hospitais são precários, você sabe muito bem disso. Tem o meu trabalho, minha... minha faculdade, a escola da Maddie e o papai, já gastamos dinheiro demais, não podemos tirá-lo de lá, ele não está bem ainda. — Boto tudo para fora não me importando em magoar os sentimentos dela, simplesmente não podemos ir morar com o vovô e a vovó.

— É a única solução, eu sinto muito.

— Tem que haver outra, mãe. — Levo minhas mãos até meu cabelo em frustração, por não conseguir pensar em algo melhor.

— Mas não tem. — Ela fala aos berros e se levanta do sofá a caminho da cozinha. 

Preciso pensar em algo, e rápido. Talvez a tia Elizabeth nos deixe ficar na casa dela, quem sabe minha mãe pode falar com ela, nem que seja por pouco tempo, até que encontremos um lugar para morar.

— Mãe! — Grito da sala para que ela possa me escutar.

— O que foi? — Ela diz rude. Não é forte dela me tratar dessa maneira, mas eu compreendo, pois nesse caso não há escapatória e se eu bem a conheço, ela deve estar se culpando por perdemos a casa. Por isso ela anda nervosa e alterada. 

— Você pode pedir a tia Elizabeth para ficarmos com ela, pelo menos durante um tempo. — Ela olha para mim e parece pensar na ideia.

— Eu não sei... — o seu tom de voz já estava mais calmo, para a minha sorte. 

— Vai ser por pouco tempo, até que a gente encontre outro lugar.

— Eu posso falar com ela, mas não sei, a casa dela é cheia e o Georgie volta daqui a duas semanas, e você sabe como ele é. — Esse realmente era um problema! Georgie é o marido da tia Elizabeth, ele não gostava muito de hóspedes em sua casa. Por mais que ele goste muito de todas nós, ele não ficaria nada contente em ter que abrir mão da sua privacidade.

— Pelo menos tente falar com ela. — Sorrio para ela e ela me retribui gentilmente.

— Eu vou... Você não está atrasada para ir ao trabalho? — Olho para o relógio no meu pulso e constato de que minha mãe tem razão. Pego minha bolsa no sofá e olho para ela.

— Você quer que eu leve a Madison? — Pergunto e ela balança a cabeça negando. — Ok, até mais tarde. — Me despeço dela e saio de casa.

Depois de passar mais de trinta minutos no ônibus, finalmente ele chega ao banco. Eu deveria ter começado a olhar alguma faculdade como havia combinado com o Sr. Carter, porém ontem eu não tinha cabeça para fazer isso. Entro no banco e me dirijo até o vestiário para me trocar, cumprimento algumas colegas que estava no local e me visto rapidamente para começar o trabalho. Pego meu carrinho com os produtos de limpeza, e vou para o salão de entrada do banco. Essa hora da manhã não há muitas pessoas aqui, por isso é mais fácil para limpar. Começo a limpar primeiramente os móveis, depois pego um saco de lixo para jogar fora, os lixos que se encontravam dentro das lixeiras, até que vejo cinco homens encapuçados entrarem no banco.

— Isso é um assalto, todos para o chão agora nesse caralho! — Um dos homens diz, disparando um tiro para o alto, o que me deixa apavorada. Eu corro e me escondo atrás do meu carrinho de limpeza.

— Quero todos encostados nessa parede. — Outro homem diz apontando para a parede a direita dos caixas.

Dois dos cinco homens, foram para os fundos do banco, provavelmente até a parte dos cofres, enquanto dois rendiam todos à frente do banco, e o outro pegava o dinheiro nos caixas e colocava em uma bolsa grande. Não havia muitas pessoas, mas todos que estavam apavorados. As pessoas já se encontravam na parede que o homem havia ordenado, eu fiquei parada aonde estava, na esperança de que nenhum deles tivesse me visto. Observei Brianna, uma das gerentes do banco, pegando seu telefone. Ela já ia começar a discar, mas o homem a interrompeu pegando seu celular e o jogando no chão, fazendo ele se despedaçar em mil pedaços.

— Você ia ligar para alguém, vadia? — Ela nega e o homem abaixa para ficar em sua altura, ele leva sua arma até a sua cabeça e o que eu já imaginava, acontece, ele atirou e o sangue dela se espalhou por todo lugar. Eu não me contive e gritei desesperadamente, chamando a atenção do homem que havia acabado de atirar em Brianna. Droga.

— Você é surda, porra? Eu mandei todos ficarem na parede. Você quer ser a próxima a ter seus neurônios explodidos por todo lugar? — Ele caminhou até mim e eu fechei os olhos já imaginando o que ia acontecer a seguir. Eu chorava muito, apenas pensava na minha família, o que seria da minha mãe, do meu pai e da minha irmã. Eu não poderia deixá-los.

— Não, por favor! — Eu implorava para que ele não fizesse nada, ele segurou meu braço com força e me levantou. Senti o cano da arma gélido contra minha testa, eu ia morrer, eu sentia a morte vindo me levar.

— Não cara, foco. — Um dos homens disse para o que me segurava. Eu tive a leve impressão de conhecer a voz dele, mas passou assim que o homem me soltou e me mandou ir para onde os outros estavam. Eu corri e fiquei agachada. Agradecendo aos céus por estar viva.

Os dois homens que estavam nos fundos, apareceram no salão com quatro bolsas cheias.

— O filho da puta do gerente acionou o alarme, a polícia deve estar aqui em 3 minutos, temos que dar o fora daqui. — Um deles disse ao homem que atirou em Brianna e que quase me matou a pouco.

— Mais que porra, você matou o desgraçado? — Olhei para o homem e o vi afirmando. Meu Deus, o Senhor Carter. Abaixei a cabeça e comecei a chorar baixinho, primeiro Brianna e agora o Sr. Carter, por que isso está acontecendo?

— Vamos sair daqui, agora. — Outro deles diz. Eles pegam as bolsas e caminham para os fundos, mas o atirador se aproxima de nós.

— Vocês duas, vem comigo. — Ele disse próximo a mim, mas eu fiquei parada fitando o chão, não era capaz de olhar para seu rosto. A mulher que está ao meu lado se levanta. — Ei, estou falando com você, vadia surda. — Levanto meu olhar e pela primeira vez o encaro. Eu apenas conseguia ver seus olhos, aqueles olhos acaramelados não me eram estranhos, mas não conseguia me lembrar de onde o conhecia. Ele me puxou para cima com brutalidade e outro homem segurou a outra mulher.

— O que vai fazer com elas? — Um deles disse enquanto caminhávamos para os fundos.

— Elas são nosso passe livre pra sair daqui. — O homem que me segurava disse a ele. Eles abriram um porta e todos saíram para fora, a tal porta dava saída para um beco escuro e frio, onde havia uma van estacionada. — Vamos entre!

— Por favor, nos deixe ir, não vimos nada, vocês podem ir embora, só deixe a gente ir, por favor! — Eu implorava para o homem que me segurava.

— Cala a boca, garota. Eu que mando nessa porra, se eu to mandando você entrar, apenas faça isso. — Ele disse nervoso e apontando sua arma novamente para mim. Eu voltava a chorar novamente, não conseguindo acreditar que isso está realmente acontecendo. — Anda. — Ele me empurra para dentro da van e eu acabo batendo a cabeça em algum lugar que não consegui ver ao certo.

— Deixa elas irem embora, mano. — Algum deles disse.

— Não, precisamos delas. — Eles entraram na van e logo ela começou a se movimentar.

Ouvi a sirene da polícia, eles praguejaram alguns palavrões e pegaram suas armas.

— Ei, você de cabelo curto, venha aqui. — O homem dos olhos cor de mel disse. Ele segurou em meu braço e abriu a porta da van.

— Por favor, não me mate! — disse imaginando que ele iria me jogar para fora. Na velocidade que a van está, eu não sobreviveria a queda.

— Já mandei calar a porra da boca. — Ele colocou a arma sobre meus ombros, e começou a atirar nos carros da polícia. Eu fechei meus olhos e comecei a gritar desesperadamente por conta dos tiros.

Ouvia tiro por toda parte e algumas explosões, acredito que seja os carros de policia, que se dividiam em mil pelos ares. Eles fecharam a porta da van, pelo jeito eles haviam acabado com todos os carros. E isso só me deixou ainda mais nervosa, se é que era possível, pois minha esperança de sair viva eram eles. O homem que me segurava me jogou no chão, e eu me arrastei até um canto.

A van parou depois de longos minutos andando para um lugar que eu não faço a mínima ideia. Eles abriram a porta, pegaram a mulher e eu, e caminharam conosco para fora. O lugar que estávamos era deserto e cercado de matos e arvores altas, era o lugar perfeito para que eles nos eliminassem. Eu estava apavorada, eu só queria poder me despedir da minha família. Eles conversavam em um canto, e nós estávamos em pé e um deles nos vigiava. Eu olhava para a mulher e ela parecia estar tão apavorada quanto eu. Não há conheço, mas acho que nenhuma de nós duas merecemos morrer aqui desse jeito.

— Não podemos arriscar, porra. — O homem dos olhos acaramelados diz e se aproxima de nós duas com sua arma em mãos.

— Por favor, eu tenho filhos, eu não vi nada, não vou dizer a ninguém, por favor. — A mulher disse desesperada.

— Olha, vadia, eu não me importo. — Ele disse soltando uma risada irônica, e um calafrio se estendeu por todo meu corpo. Não tinha escapatória, não havia formas de fugir dali. Se eu corresse eles poderia me alcançar, porém, eu precisava tentar, pela minha família.

Enquanto a atenção do homem estava voltada para a mulher, eu olhei para os lados e observei que havia um caminho no meio da mata. Passei meus olhos pelos homens uma última vez, respirei fundo e comecei a correr.

Eu corria o mais rápido que eu conseguia e um dos homens estava atrás de mim. De longe eu pude ver uma casa, eu gritava socorro na esperança que alguém me ouvisse e me ajudasse a escapar, mas o homem conseguiu me alcançar e no desespero, eu acabo caindo no chão, e o homem cai em cima de mim.

— Não fala nada. — Ele disse colocando sua mão na minha boca. Eu me debatia debaixo do homem, na tentativa de que ele saísse de cima de mim.

— Eu não vi nada, não me mata, por favor! Minha família precisa de mim, eles vão morrer sem mim, por favor. — Disse a ele com  um pouco de dificuldade. Eu já estava chorando outra vez, eu apenas queria que aquilo acabasse e que eu pudesse voltar para minha casa.

— Eu não vou te matar, se acalma. — Ele disse calmo, aquela voz de novo, ela não é estranha, eu conheço essa pessoa, tenho certeza.

— Christian? — Não pode ser ele, mas a voz era idêntica. Ele praguejou alguma coisa que eu não pude ouvir, então, ele olhou para mim e tirou o touca. Era ele.

— Corre e se esconde, eu vou dizer que você conseguiu fugir. — Não conseguia acreditar que o meu amigo, o Chris, um garoto que sempre foi doce, educado e carinhoso, tenha se transformado nesse monstro que rouba e mata pessoa por puro prazer. A família dele tinha condições de criá-lo muito bem, não entendo o por quê dele ter feito essa escolha para sua vida. Eu estava chocada, mas aliviada por saber que era ele, acho que ele não faria nada para me machucar.

— Aquela mulher... — Ele balançou a cabeça negativamente sabendo que eu iria entender.

— Anda, vai se esconder. — Ele se levantou e me ajudou a ficar de pé.

Olhei no fundo dos seus olhos e deixei um lágrima solitária escapar dos meus olhos. Me virei e comecei a correr a procura de um lugar para me esconder. Pensei em ir para a casa que havia visto, mas seria o primeiro lugar que eles iriam procurar. Vi uma árvore alta, e decidi subir nela e ficar ali em cima, até que eles fossem embora.

Estava anoitecendo, e eu estava cansada de ficar ali em cima. Me parece que já passou muito tempo, provavelmente eles já foram embora. Desci bem devagar, tomando cuidado para não escorregar e cair. Ao sentir meus pés em contato com o chão, eu caminhei em direção oposta à de onde vim.

Não sei por quanto tempo eu andei, mas finalmente havia chegado a uma estrada. Meu corpo estava mole, minhas pernas bambas, estava com fome e sede, muita sede. Estava fraca, não conseguia mais me movimentar ou ficar de pé. Senti meu corpo ir com tudo em direção ao asfalto, meus olhos pesaram e eu vejo tudo ficar escuro. 

 


Notas Finais


Eita que esse capitulo foi cheio de emoções, não é?

Para quem não se ligou, o homem de olhos acaramelados é o Justin, e quem salvou a Demi no banco de levar o tiro foi o Chris. Logo vocês vão entender o que eles realmente fazem. Não vão achando que será mais um daqueles clichês de fanfic criminal, ok? Pode até ter alguma coisa criminal e tal, mas esse não é o foco da fanfic!

Coitadinha da Demi. Só sofre essa menina, espero que as coisas melhorem para ela.

Quais são as dúvidas de vocês, querem me perguntar alguma coisa sobre a fanfic ou o futuro dos personagens? Fiquem à vontade para fazer qualquer tipo de pergunta, se não comprometer muito o enredo da estória, eu prometo que respondo com muito gosto.

Quero agradecer a TODOS os comentários no capítulo passado, vou responder a todos vocês ainda, mas já li todos e fiquei muito feliz com cada um de vocês. Fico tão feliz quando vocês comentam, me da ainda mais vontade de escrever e postar para vocês.

Estou muito feliz com todos os favoritos, apenas 3 capítulos postados e quase 300 favoritos, nem The Past chegou a essa marca quando comecei a escrever. Sou eternamente grata a todos vocês que me motivam a estar aqui e compartilhar com vocês minha estória. Obrigada amores, não seria nada sem vocês, que me apoiam comentando, favoritando e lendo cada capítulo. De coração, vocês são demais <3

Uma coisa que quero compartilhar com vocês, não sei se todos que leem a fanfic são fã da Demi e do Justin, mas estou tão feliz, eles foram indicados ao Grammy e eu estou na torcida pelos dois. A Demi está tão feliz com sua primeira indicação, e o JB arrasando como sempre com 4 indicações. Mas vamos combinar, né? Purpose é um hino atrás de outro, muito mais que merecido. Estou muito orgulhosa dos meus favs e espero que eles consigam levar esse prêmio tão importante para casa.

Enfim, estarei de volta em breve, espero que tenham gostado desse capítulo. Deixe seu comentário abaixo!

Beijos <3


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