História Secret Life - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Justin Bieber
Personagens Demi Lovato, Justin Bieber
Tags Demi Lovato, Justin Bieber, Romance, Stripper
Visualizações 299
Palavras 2.660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores, olha quem resolveu aparecer!

Mas quem leu meu aviso sabe o que aconteceu. Então estou oficialmente de férias e agora terá um capítulo novo toda semana. Dependendo de vocês, posso postar dois ou mais, mas como eu disse, depende de vocês. Espero que gostem dessa capítulo, eu particularmente, adorei. Não se esqueçam de ler as notas finais.

Boa leitura amores <3

Capítulo 4 - 03. Bank


Fanfic / Fanfiction Secret Life - Capítulo 4 - 03. Bank

POINT OF VIEW — Demetria Lovato

CA, Los Angeles:. 07:00 AM

​À noite passada foi a mais longa de toda a minha vida, mesmo não recebendo nenhuma notícia boa ultimamente, saber que vamos perder nossa casa realmente tirou o meu chão, pois não há nada que eu possa fazer, e coisas que saem do meu controle me deixam nervosa e perdida. O problema do meu pai com o álcool, está sendo "resolvido" com a ajuda da clínica e o problema de saúde da minha mãe, com os tratamentos e medicamentos. Agora, a nossa casa? Eu não tenho noção do que fazer. Temo pela minha família, onde todos nós vamos morar? Nossos familiares não moram aqui em LA.

— Conseguiu dormir? — Ouço o doce som da voz de minha mãe ecoando pela sala.

— Não preguei os olhos. — A respondo fechando meus olhos para que ela não perceba que eu estava chorando a alguns minutos atrás. Eu tenho que me manter forte por ela e pela Maddie, elas só poderiam contar comigo agora.

— É... Eu também. — Ela se junta a mim se sentando ao meu lado no sofá.

— Para onde vamos, mãe? — Digo quebrando o silêncio avassalador que se estabelecia entre nós.

— Eu não sei, querida, realmente não sei. Acho que deveríamos ir morar com seus avós e...

— Não. — Digo rapidamente a interrompendo. — Não podemos mãe, lá não vamos conseguir tratar sua doença, os hospitais são precários, você sabe muito bem disso. Tem o meu trabalho, minha... minha faculdade, a escola da Maddie e o papai, já gastamos dinheiro demais, não podemos tirá-lo de lá, ele não está bem ainda. — Boto tudo pra fora não me importando de soltar todas aquelas preocupações em seu colo, mas nós não podemos ir morar com o vovô ea vovó.

— É a única solução, eu sinto muito. — Ela diz com o tom de voz baixo.

— Tem que haver outra, mãe. — Levo minhas mãos até meu cabelo em frustração, por não conseguir pensar em algo melhor.

— Mas não tem. — Ela fala aos berros e se levanta irritada do sofá a caminho da cozinha.

Preciso pensar em algo, e rápido. Talvez a tia Eliza nos deixe ficar na casa dela, quem sabe minha mãe pode falar com ela, nem que seja por pouco tempo, até que encontremos um lugar para morar.

— Mãe! — Grito da sala para que ela possa me escutar.

— O que foi? — Ela diz rude. Não é forte dela me tratar dessa maneira, mas eu compreendo, pois nesse caso não há escapatória e se eu bem a conheço, ela deve estar se culpando por perdemos a casa. Por conta disto ela anda nervosa e alterada.

— Você pode pedir a tia Elizabeth para ficarmos com ela, pelo menos durante um tempo. — Ela olha para mim com uma expressão duvidosa e parece pensar na ideia.

— Eu não sei... — O seu tom de voz já estava mais calmo, para a minha sorte.

— Vai ser por pouco tempo, até que a gente encontre outro lugar. — Comentei para tentar convencê-la.

— Eu posso falar com ela, mas não sei, a casa dela é cheia e o Georgie volta daqui a duas semanas, e você sabe como ele é. — Esse realmente era um problema. Georgie é o marido da tia Elizabeth, ele é bem fechado e não gostava muito de hóspedes em sua casa, pois preza pela sua privacidade. E por mais que ele goste muito de todas nós, ele não ficaria nada contente em ter nós três morando em sua casa.

— Pelo menos tente falar com ela. — Sorri para ela que me retribuiu gentilmente.

— Eu vou... Você não está atrasada para ir ao trabalho? — Olho para o relógio no meu pulso e constato de que minha mãe tem razão. Pego minha bolsa no sofá e a encaro.

— Você quer que eu leve a Maddie? — Pergunto e ela balança a cabeça negando. — Ok, até mais tarde. — Me despeço dela e saio de casa.

Depois de passar mais de trinta minutos no ônibus, finalmente ele chega ao banco. Eu deveria ter começado a olhar alguma faculdade como havia combinado com o Sr. Carter, porém ontem eu não tinha cabeça para fazer isso.

Entro no banco e me dirijo até o vestiário para me trocar. Cumprimento algumas colegas que estava no local e me visto rapidamente para começar o trabalho. Pego meu carrinho com os produtos de limpeza, e vou para o salão de entrada do banco. A essa hora da manhã não há muitas pessoas aqui, por isso é mais fácil para limpar.

Começo a limpeza retirando o excesso de poeira nos móveis do local, depois pego um saco de lixo para jogar fora os lixos que se encontravam dentro das lixeiras, até que avisto cinco homens encapuzados entrarem no banco.

— Isso é um assalto, todos para o chão agora nesse caralho! — Um dos homens grita disparando um tiro para o alto, o que me deixa apavorada. Eu corro e me escondo atrás do meu carrinho de limpeza em um canto da entrada.

— Quero todos encostados na parede. — Outro homem diz apontando para a parede à direita dos caixas.

Dois deles vão para os fundos do banco, provavelmente até a parte dos cofres enquanto dois vigiam as pessoas à frente do banco, e um outro homem pega o dinheiro nos caixas e coloca em uma bolsa grande. Não havia muitas pessoas no banco, mas todos aparentam estar apavorados.

As pessoas já se encontravam na parede que o homem havia ordenado, eu fiquei parada onde estava, na esperança de que nenhum deles tivesse me visto. Eu estou com tanto medo. Observo Brianna, uma das gerentes do banco, pegar o seu celular. Ela começa a mexer no seu aparelho para ligar para alguém, mas um dos homens percebe e pega o seu telefone o jogando no chão, fazendo ele se despedaçar por inteiro.

— Você ia ligar para alguém, vadia? — Ela nega desesperada e o homem se abaixa para ficar na sua altura. Ele coloca o cano de sua arma na cabeça dela, e o que eu já esperava acaba de acontecer. Ele atira e o sangue dela se espalha por todo lugar. Eu não consigo me conter e grito desesperadamente. Sem querer acabo chamando a atenção do homem que havia acabado de atirar em Brianna. Droga.

— Você é surda, porra? Eu mandei todos ficarem na parede. Você quer ser a próxima a ter seus neurônios explodidos por todo lugar? — Ele caminha até mim e eu fecho os olhos já imaginando que ia acontecer a mesma coisa comigo. Eu deixei com que as lágrimas saíssem, nessa hora só me passou pela cabeça a minha família, o que seria da minha mãe, do meu pai e da minha irmã sem mim. Eu não posso deixá-los.

— Não, por favor! — Eu implorei para que ele não fizesse nada. Ele puxa o meu braço com força me forçando a ficar de pé em sua frente. Senti o cano gelado da arma contra minha testa, eu ia morrer, eu sentia a morte vindo me levar.

— Não cara, foco. — Um deles diz para o homem que me segura com bastante força. Tive a leve impressão de conhecer o dono daquela voz, mas me aliviei quando senti ele me soltar e me mandar ir para onde o restante do pessoal estava. Eu corri o mais rápido que pude e me agachei,  agradecendo aos céus por estar viva.

Alguns minutos depois, os homens que estavam nos fundos, apareceram no salão com quatro bolsas cheias.

— O filho da puta do gerente acionou o alarme, a polícia deve estar aqui em três minutos, temos que dar o fora daqui. — Um deles informa ao homem que atirou em Brianna e que quase me matou à pouco.

— Mais que porra, você matou o desgraçado, né? — Levanto um pouco a cabeça e encaro o homem afirmando que havia mesmo atirado. Meu Deus, o Senhor Carter! Abaixo a cabeça novamente e começo a chorar baixinho. Primeiro a Brianna e agora o Sr. Carter, por quê isso está acontecendo?

— Vamos sair daqui, agora. — Outro deles afirma. Eles colocam as bolsas em suas costas e vão em direção aos fundos do banco, mas o atirador se aproxima.

— Vocês duas, vem comigo. — Ele ordena próximo a mim, mas eu fico parada fitando o chão branco em minha frente. Eu não era capaz de olhar para seu rosto. Percebo que a mulher que está ao meu lado se levanta. — Ei, estou falando com você, vadia surda. — Levanto meu olhar notando que ele falava comigo e pela primeira vez o observo. Consegui ver apenas os seus olhos castanhos com tons de mel. Esses olhos caramelados não são estranhos, tenho que certeza que eu já vi esse homem em algum lugar, mas eu não me recordo de onde, talvez seja pelo medo que estou sentindo no momento. Ele me puxa para cima com brutalidade e um outro homem segura a mulher ao meu lado.

— O que vai fazer com elas, dude? — Um deles questiona enquanto caminhávamos juntos para os fundos.

— Elas são nosso passe livre pra sair daqui. — O homem que me segura diz a ele confiante. Eles abrem um porta e todos saem para fora. A porta dava saída para um beco escuro e frio, onde havia uma van preta estacionada. — Vamos entre!

— Por favor, nos deixe ir, não vimos nada, vocês podem ir embora, só deixe a gente ir, por favor! — Eu implorei para o homem que me segurava com força.

— Cala a boca, garota. Eu que mando nessa porra, se eu to mandando você entrar, apenas faça isso. — Ele diz nervoso e aponta sua arma novamente para mim. E logo as lágrimas insistem em cair de novo, eu não consigo acreditar que isso está realmente acontecendo. — Anda. — Ele me empurra para dentro da van e eu acabo batendo a cabeça em algum lugar que não consigo ver ao certo.

— Deixa elas irem embora, mano. — Algum deles deles diz.

— Não, nós precisamos delas. — Eles entram na van e logo sinto ela começar a se movimentar.

Ouvi a sirene da polícia. Eles praguejam alguns palavrões e pegam suas armas.

— Ei, você de cabelo curto, venha aqui. — O homem dos olhos caramelados diz pra mim. Como pode o dono desses lindos olhos ser tão cruel? Ele segura firme em meu braço e a porta da van se abre.

— Por favor, não me mate! — Disse aos berros imaginando que ele iria me jogar para fora. Na velocidade que a van está, eu não vou sobreviver a queda.

— Já mandei calar a porra da boca. — Ele coloca uma arma grande sob meus ombros, e começa a atirar nos carros de polícia que nos perseguia . Eu fecho meus olhos e começo a gritar desesperadamente com medo de ser atingida por alguma bala.

Era tiro por toda parte. Ouvi algumas explosões, acredito ser os carros de polícia, que se dividem em mil pelos ares. Eles fecham a porta da van depois que os tiros cessam, pelo jeito eles conseguiram se livrar da polícia. E isso só me deixou ainda mais nervosa, se é que é possível ficar ainda mais, pois a minha esperança de sair viva daqui era caso a polícia conseguisse pegar eles, mas agora eu não vejo escapatória. O homem que me segurava me joga no chão cruelmente, e eu me arrasto até um canto para ficar longe dele.

Não sei ao certo por quanto tempo andamos, mas a van finalmente pára em algum lugar que eu não faço a mínima ideia de onde seja. Eles abrem a porta, pegam nós duas e nos arrastam para fora. O lugar que estávamos era deserto, cercado de matos e árvores altas, era o lugar perfeito para que eles nos eliminasse. Eu estava apavorada e não conseguia esconder isso, eu só queria poder me despedir da minha família.

Eles conversavam em um canto um pouco afastados, e nós estávamos em pé enquanto um deles nos vigiava. Eu observo a mulher ao lado que parece estar tão apavorada quanto eu. Não há conheço, mas acho que nenhuma de nós duas merece morrer aqui desse jeito.

— Não podemos arriscar, porra. — O homem dos olhos caramelados diz aparentemente nervoso e se aproxima de nós duas com sua arma em mãos.

— Por favor, eu tenho filhos, eu não vi nada, não vou dizer a ninguém, por favor. — A mulher diz desesperada.

— Olha, vadia, eu não me importo. — Ele diz soltando uma risada irônica e diabólica, e um calafrio se estende por todo meu corpo. Não tinha escapatória, não havia formas de fugir dali. Se eu corresse eles poderia me alcançar, porém, eu precisava tentar, pela minha família.

Enquanto a atenção do homem estava voltada para a mulher, eu olhei para todos os lados e notei que havia um caminho no meio da mata. Observei os homens uma última vez, respirei fundo para tomar um fôlego e comecei a correr com velocidade para dentro da mata.

Eu corria o mais rápido que minhas pernas conseguiam, me limitei a olhar rapidamente para trás e vi que um dos homens estava atrás de mim. De longe eu  avisto uma casa, eu gritava socorro na esperança que alguém que morasse ali me ouvisse e me ajudasse a escapar, mas o homem consegue me alcançar e no desespero, eu acabo caindo no chão, e o homem cai em cima de mim.

— Não fala nada. — Ele diz colocando sua mão na minha boca. Eu me debatia debaixo dele, na tentativa de que ele saísse de cima de mim, mas nada acontecia, ele permaneceu com sua mão em minha boca.

— Eu não vi nada, não me mata, por favor! Minha família precisa de mim, eles vão morrer sem mim, por favor. — Disse a ele com  um pouco de dificuldade, já que sua mão atrapalhava a minha fala. Eu só consegui chorar e pedir a Deus para que aquilo acabasse, e que eu pudesse enfim voltar para minha casa.

— Eu não vou te matar, se acalma. — Ele diz calmo, aquela voz de novo, ela não é estranha, eu conheço o dono dessa voz. Mas...

— Christian? — Não pode ser ele, mas a voz é muito parecida. Ele praguejou alguma coisa que eu não pude ouvir, então, ele olhou para mim e tirou a touca preta que estava em seu rosto. Era ele.

— Corre e se esconde, eu vou dizer que você conseguiu fugir. — Não consegui acreditar que o meu amigo, o Chris, um garoto que sempre foi doce, educado e carinhoso, tenha se transformado nesse monstro que rouba e mata pessoa por puro prazer. A família dele tinha condições de criá-lo muito bem, não entendo o por quê dele ter feito essa escolha para sua vida. Eu estava chocada, mas aliviada por saber que era ele, acho que ele não faria nada para me machucar.

— Aquela mulher... — Ele balança a cabeça negativamente sabendo que eu iria compreender.

— Anda, vai se esconder. — Ele se levanta rapidamente e me ajuda a ficar de pé.

Olhei no fundo dos seus olhos e deixei uma lágrima solitária escapar dos meus olhos. Me virei e sem olhar para atrás eu corro à procura de um lugar para me esconder. Pensei em ir para a casa que havia visto, mas será o primeiro lugar que eles vão me procurar. Avisto uma árvore bastante alta, decido subir e ficar ali em cima até que eles irem embora.

Estava anoitecendo, e eu estava cansada de ficar ali em cima. Me parece que já passou muito tempo, provavelmente eles já foram embora. Desço bem devagar me segurando nos troncos, tomando cuidado para não escorregar e cair. Ao sentir meus pés em contato com o chão, eu caminho em direção oposta à de onde eu vim.

Não sei por quanto tempo eu andei, mas finalmente chego na estrada. Meu corpo estava mole, minhas pernas bambas, estava com muita fome e sede, meu Deus, que sede. Eu estou fraca, não consigo mais me movimentar ou me manter ainda de pé. Sinto meu corpo ir com tudo em direção ao asfalto, meus olhos pesam e tudo fica escuro.


 


Notas Finais


Eita que esse capitulo foi cheio de emoções, não é?

Para quem não se ligou, o homem de olhos caramelados é o Justin, e quem salvou a Demi no banco de levar o tiro foi o Chris. Logo vocês vão entender o que eles realmente fazem. Não vão achando que será mais um daqueles clichês de fanfic criminal, ok? Pode até ter alguma coisa criminal e tal, mas esse não é o foco da fanfic!

Coitadinha da Demi. Só sofre essa menina, espero que as coisas melhorem para ela.

Quais são as dúvidas de vocês, querem me perguntar alguma coisa sobre a fanfic ou o futuro dos personagens? Fiquem à vontade para fazer qualquer tipo de pergunta, se não comprometer muito o enredo da estória, eu prometo que respondo com muito gosto.

Quero agradecer a TODOS os comentários no capítulo passado, vou responder a todos vocês ainda, mas já li todos e fiquei muito feliz com cada um de vocês. Fico tão feliz quando vocês comentam, me da ainda mais vontade de escrever e postar para vocês.

Estou muito feliz com todos os favoritos, apenas 3 capítulos postados e quase 300 favoritos, nem The Past chegou a essa marca quando comecei a escrever. Sou eternamente grata a todos vocês que me motivam a estar aqui e compartilhar com vocês minha estória. Obrigada amores, não seria nada sem vocês, que me apoiam comentando, favoritando e lendo cada capítulo. De coração, vocês são demais <3

Uma coisa que quero compartilhar com vocês, não sei se todos que leem a fanfic são fã da Demi e do Justin, mas estou tão feliz, eles foram indicados ao Grammy e eu estou na torcida pelos dois. A Demi está tão feliz com sua primeira indicação, e o JB arrasando como sempre com 4 indicações. Mas vamos combinar, né? Purpose é um hino atrás de outro, muito mais que merecido. Estou muito orgulhosa dos meus favs e espero que eles consigam levar esse prêmio tão importante para casa.

Enfim, estarei de volta em breve, espero que tenham gostado desse capítulo. Deixe seu comentário abaixo!

Beijos <3


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