História Secret Love Song - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Little Mix, One Direction, Selena Gomez
Personagens Harry Styles, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Perrie Edwards, Selena Gomez
Tags Louis, Louis Tomlinson, Niall, Niall Horan, Nouis, Nouis Horanson
Exibições 22
Palavras 2.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Consegui postar, u.u
Tá uma graça esse capítulo, na minha opinião
Boa leitura

Capítulo 11 - I Need Your Love


Fanfic / Fanfiction Secret Love Song - Capítulo 11 - I Need Your Love

mas eu sei que um dia vai acabar doendo, vai ser difícil... e eu não vou mais conseguir fingir que está tudo bem.

Agora? Bom, agora eu estou jogado em minha cama me entupindo de comidas gordurosas esperando dar o horário pra ir pra escola. Faz uma semana que beijei Niall, uma semana que Karen chegou pra minha infelicidade, desde aquele dia não estou a conversar com Niall, eu não sei, mas sinto algo estranho, parecido com vergonha, aliás, depois de um beijo eu não iria agir normalmente perto dele como se nada tivesse acontecido, talvez esta seja a melhor opção, mas não sei como fazer isto. Criei amizade com Selena, particularmente, eu estou a achar ela uma ótima amiga. Durante esta última semana estivemos conversando bastante e isso me fez muito bem. 

Me levantei de minha querida e confortável cama e peguei minha mochila, desci a escada em passos rápidos, corri até a porta e a abri tendo em vista o quintal de casa. Forcei um sorriso, para não demonstrar tanta tristeza em meu olhar ou lábios. Levei uma mão até a alça de minha mochila a ajustando em meu ombro. Em alguns minutos lá estava eu na frente da escola, suspirei sem preparação alguma para aguentar criaturas insuportáveis, refiro - me a alguns alunos e muitos dos professores.

- Eu não tenho pena dele! - Karen praticamente berrou entrando na classe. Ela está estudando juntamente conosco, o que me tira cada vez mais a minha vontade de vir pra escola. 

- Ninguém tem pena de "viadinhos"! - Dessa vez foi Jade, o que me fez rolar meus olhos, eu já sabia que estavam a falar de mim.

Senti o olhar de Selena sobre mim, ela forçou um sorriso de canto pra mim, como se fosse uma motivação pra eu ter certeza de que tudo isso vai acabar, mesmo que leve longos tempos. Ela se sentou atrás de mim e com um lápis fazia movimentos circulares em meu cabelo, o que fazia nós dois rirmos juntos em uma perfeita sincronização. 

- Não basta ser gay e dizer que é apaixonado por Niall, tem que ser amiguinho da gorda! - Karen debochou de mim e Selena, ao pronunciar a última palavra percebi o suspiro de Jesy que estava ao seu lado. 

- Seremos todos gordos ao invés de ser Karen Nojenta. - Jesy exclamou rolando seus olhos, se sentou em seu devido lugar. 

- Não fique zangada, Little Jesminda! Um dia suas dobras irão sumir. Mas quem sabe, se você fizer uma dieta, não é? Aliás, não será em uma mágica que você vai emagrecer. - Karen disse olhando fixamente pra Mim, eu batucava uma caneta na mesa. Karen foi ignorada por Jesy, ouvi Selena rir baixo. 

O resto foi um silêncio bom, Selena continuou a mexer no meu cabelo com o lápis, Karen, Jade e Perrie murmuravam seus segredos que ninguém se importa com que seja no fundo da classe. Aos poucos a classe foi ficando cheia, mas nem sinal de vida de Niall. Suspirei estranhando este acontecido pelo simples fato de Niall sempre ser um dos primeiros a chegar. 

Me levantei de minha cadeira, joguei os materiais escolares dentro da mochila e corri a saída da escola antes que algum zelador ou professor me visse. Olhei Niall que pulava o muro, ri baixo. Ele estava pendurado balançando suas pequenas pernas, prestes a cair. Joguei minha mochila no chão, segurei seu pé direito o que lhe fez soltar um grito agudo de susto. 

- Posso te ajudar? - Perguntei rindo, Niall reconheceu minha voz e suspirou aliviado.

- Seria ótimo receber uma ajuda! - Niall respondeu - me, rindo junto a mim. 

Soltei seu pé, Niall ainda balançava suas pernas. Peguei minha mochila, subi o muro e em alguns segundos já me encontrava  sentado, puxei Niall  pelas mãos o ajudando a se sentar ao meu lado. 

- Desde quando você mata aula? - Perguntei olhando pra baixo, pulei o muro e senti um peso em mim, Niall havia jogado sua mochila em mim. - Folgado. - Resmunguei. 

- Desde que eu não estava com paciência alguma e vontade de olhar para o rosto cheio de rugas e aqueles olhos gigantes dos velhos óculos do professor de biologia. - Ele respondeu, pulou do muro após jogar a mochila em mim. 

- Está com olheiras profundas. - Comentei olhando nas pálpebras de seus olhos.

- Estive passando noites em claro estudando e tentando vaga em uma faculdade, não se esqueça que já está chegando o verão e vamos pra faculdade. 

- E quem disse que eu vou pra faculdade? O que eu quero fazer não precisa disso. - Dei de ombros fechando meus olhos. 

- Desculpa, grosso. - Disse Niall e revirei meus olhos. - Mas o que você quer fazer?

- Ser um vagabundo! - Respondi segurando a risada, Niall formou um O em seus lábios o que me fez rir escandalosamente. 

- Que ridículo! - Disse Niall indignado, eu ainda ria.

- Não me diga que nunca pensou em depender do dinheiro de alguém? Gostaria de casar com uma famosa só pra ter muito dinheiro. - Levei uma mão ao meu queixo enquanto dizia, o acariciei 

- E gostaria de casar com qual famosa? - Niall disse enquanto arrancou sua mochila de minhas mão.

- Katy Perry, ela é gostosa! - Respondi rindo - Ou com um famoso, mas não sei qual... - Continuei a rir.

- Louco! - Ele disse rolando seus olhos. 

- Isso não me afetará, Niall! 

- Não é pra te afetar! 

- Grosso! - Resmunguei começando a caminhar, Niall me seguia.

- Sou! - Retrucou Niall chacoalhando seus ombros.

- Que bom que sabes! - Movi meus lábios parando na frente dele.

- Saia da minha frente, não sou caminhão mas atropelo! - Niall exclamou estressado, uma mão dele foi colocada em meu peito direito me empurrando ferozmente.

- O que houve contigo? Fiz algo de errado? Do nada seu humor mudou - Niall voltou a caminhar, dessa vez mais rápido, seguia ele.

- Você tornou minha vida um inferno! Eu não converso com mais ninguém daquele inútil colégio por sua culpa, porque você se apaixonou por mim e eu por você, e você sabe o quão errado na visão deles é. Me desculpa, Louis. Nós não podemos mais ser amigos, teremos que nos afastar. Eu não aguento ouvir aquelas palavras que eles me disseram de um tempo pra cá... e tenho medo de meus pais não me aceitarem do jeito que eu sou. Desculpa... de verdade. - Disse Niall olhando pra baixo, ao o ouvir eu não sabia o que dizer, tentava mostrar felicidade por ouvir ele dizer que me amava, mas a tristeza por ele dizer que eu tornara sua vida um inferno e que teríamos de nos afastar me machucou muito - Eu te amo! - Essas foram as últimas palavras que ouvimos...

Fiquei por um tempo parado, olhando Niall sumir dentre as árvores e avenidas, eu estava simplesmente confuso. Ouvi passos se aproximarem, mais como barulhos de pés esmagando folhas secas. 

- Eu iria aparecer na sua frente e perguntar "Está bem, Tommo?", mas teria que levar tapas em meu rosto de você sem nem poder abrir a boca pra reclamar. - Disse Selena que se aproximava aos poucos, rimos juntos.......

Niall POV On:

- Eu te amo! - Murmurei essas palavras em tom de tristeza, mas que transmitiam um grande sentimento meu por Louis.

Tudo está em um estado péssimo, estive pensando em diversas coisas a fazer somente para eu não ter mais que passar por isso. Até em suicídio, mas isso seria dramático e não iria gostar de ser o comentado do bairro ou da escola após a morte. Passei o resto da manhã caminhando por várias avenidas, até que cheguei em casa. 

Corri ao meu quarto e abri meu notebook em minha cama, lá eu li um e - mail onde me informava que eu acabara de conseguir uma bolsa de estudos no Hawaii, suspirei. Não queria deixar Louis, mas teria que fazer isso. Lá havia inúmeras informações que eu teria que passar a eles, passei todas que eu consegui. Olhei no calendário, há meses esperava pelo verão, mas agora não estou mais tão animado.

- Dois dias, Niall. Dois dias para desistir da Inglaterra, dois dias para se livrar daquela maldita escola. - Resmunguei sozinho.

Me levantei respirando fundo, liguei a música no aleatório e dançava enquanto mexia nas minhas gavetas. Joguei inúmeras peças de roupas em minha cama e no chão. Fui até o sótão a procura de malas, lá era um ótimo lugar. Andei por uma grande extensão do local, fazia um barulho alto pelo fato de ser madeira. No fundo consegui enxergar uma cama em frente a janela, caminhei em longos passos até lá, me sentei na cama e abracei meus joelhos olhando a paisagem. Eu cantava baixo uma música qualquer, vi Louis chegar em sua casa acompanhado de Selena. Suspirei olhando pra baixo.

- Ele não ama! - Murmurei tristonho. 

Peguei algumas malas do sótão, em uma coloquei todas as roupas que não usava mais ou não gostava, em outras duas deixei as roupas que usaria no Hawaii e na última alguns itens importantes, fotografias pra deixar em meu quarto, coisas do tipo. Levei a mala de roupas que não usava mais e uma sacola de decorações do meu quarto até o sótão, deixei em um canto qualquer a mala e as decorações de meu quarto coloquei perto da cama. 

Novamente andei pelo local, cheguei em uma prateleira recheada de livros, diante de minha visão era maravilhoso. Olhei por todos os livros possíveis a ver, alguns tinham uma grande quantia de pó, outros nem sinal. Parecia até que alguém estivesse a viver aqui há um tempo, e sempre limpando.

Peguei um livro cujo nome era "A Casa do Céu", que pelo o que eu li dizia sobre uma jornalista que foi mantida em cativeiro por alguns terroristas e diariamente era espancada e estuprada. Não curto esse tipo de livro, mas esse satisfez meu gosto.

Voltei a olhar pela janela e vi Louis que andava no quintal de minha casa, parecia conversar sozinho. Ri baixo e desci a escada, abri a porta e sorri o olhando.

- O que está fazendo? - Perguntei escorando meu corpo no batente da porta enquanto sorria.

- É verdade que o amor dói? - Louis perguntou ignorando a minha pergunta. 

- Talvez, na maioria das vezes as pessoas se aventuram nesta brincadeiras e saem feridas dizendo que tudo foi ótimo...- Respondi olhando pra baixo. 

- Ele me assusta! Nós nascemos amando nossos pais, crescemos amando nossos amigos e vivemos sofrendo no amor de quem você sonha em ter um futuro. - As palavras foram ditas tão rápidas, como se fosse uma música que ele passou por dias ou semanas escutando somente para decorar. 

- Mas é a única coisa que nos mantém vivos... ou talvez não.- Ri ao pronunciar as palavras 

- Ninguém teve a doença amor. Mas o amor é uma doença. Uma doença grave! - Senti seu olhar preso em mim.

- E por que é que você acha que o amor é uma doença grave? Você não se sente bem amando? - Perguntei o olhando, deduzindo que ele afirme esta pergunta, Louis é tão frio que desde que o conheço tenho a sensação de que ele já se feriu no amor. 

- Porque muitos sofrem.Você se casa, acha que é feliz com a pessoa mas está sendo traído. Ou a pessoa está interessada no dinheiro. E aí que seu olhar volta ao passado e você se arrepende de ter deixado alguém pra trás. Você pensa em pedir pra voltar com a pessoa, percebe que é tarde demais. Ela está casada e feliz, então novamente você está sozinho, novamente... O tempo congela, mãos e pernas tremem, lábios abertos prontos pra dizer algo mas nada sai, olhos abertos como uma torneira aberta, mas dos olhos saem lágrimas, e não água...

- O amor não só machuca, o amor cura. Você está passando por um momento difícil familiar. Alguém pode curar seus ferimentos que foram feitos durante este conflito familiar, esse alguém pode te curar com o amor... - Suspirei pronunciando as palavras, pensando em cada coisa a falar. - Esse alguém poderia ser eu? - Meu olhar se mantinha abaixado, o levantei ao encontro do olhar de Louis. 

- Esse alguém só pode ser você. Tem que ser você. Eu preciso que seja você. Contanto que você nunca me abandone e me ame em todos os nossos momentos juntos, contanto que você se junte a mim e não tenha vergonha de ser quem é, eu serei feliz se você me amar, não importa de qual maneira seja. 

- E se meu amor por você não for o suficiente para te fazer feliz?

- Eu correrei atrás da felicidade.

- Você promete que não vai me abandonar? Promete que na luta que teremos pela frente, não irá soltar minha mão? Promete que estará mesmo sempre comigo?

- Eu prometo que não vou te abandonar, nem quando for necessário, eu vou dar um jeito. Prometo que vou segurar sua mão forte, da maneira em que nossas mãos se encaixem e nunca se soltem. - Louis andou até mim, pegou na minha mão direita e entrelaçou nossos dedos, ambos sorrimos - Prometo que vou sempre estar contigo. E você? Promete?

- Prometo. - Sussurrei em seu ouvido. Sorrimos juntos ficando um de frente ao outro.

- Posso te beijar? - Perguntou Louis rindo, afirmei com a cabeça.

Fechamos nossos olhos aos poucos em uma perfeita sincronização,uma mão de Louis foi levada até a minha bochecha enquanto a outra apertava minha cintura. Minhas mãos não sabiam onde parar. Um beijo calmo foi iniciado, puxei - o pra dentro de casa pela camisa rindo entre o beijo. Nossas línguas se movimentavam, uma a procura da outra, mas ao mesmo tempo em uma guerra. Quando me dei conta, já estávamos deitados no sofá, Louis encima de mim. Ouvi a porta se abrir, mas não me importei, Louis se importou e finalizou o beijo com uma mordida em meus lábios.

- Niall James Horan, o que é essa coisa nojenta na minha casa?


Notas Finais


Eu achei tão fofo o diálogo entre o Niall e o Louis, chorei corações -ke
Até o próximo, tchau


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