História Secretaria - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Avenged Sevenfold, Linkin Park
Personagens Brad Delson, Chester Bennington, Dave Farrell, Joe Hahn, Mike Shinoda, Rob Bourdon, Synyster Gates, Zacky Vengeance
Tags Chester Bennington, Linkin Park, Mike Shinoda
Visualizações 29
Palavras 2.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capitulo 6 : desentendimentos e beijos ardentes


Fanfic / Fanfiction Secretaria - Capítulo 7 - Capitulo 6 : desentendimentos e beijos ardentes

Entramos na sala, e ela se senta, e eu me sento em minha cadeira.

 

 

 

-Bom dia a todos, vocês já conhecem a minha nova secretaria? - todos assentem, e Rob Bourdon  sorri para Julian e Juliana sorri de volta mas sem graça.

 

 

 

-Bom qual é o motivo da reunião?

 

 

 

-E que os exemplares da People estão caindo, e não sei, mas o que fazer, será que minhas ideias estão acabando com a credibilidade de antes?

 

 

 

-Juliana diga pra o Sr Bourdon  como resolveu o assunto.

 

 

 

-Que assunto? – Sr Bourdon  arregala os olhos para a Juli que fica alguns minutos em silencio, junta os dois braços em seu belo par de seios, meu Deus que visão, se inclina para ter a visão perfeita de Rob.

 

 

 

-Bem Sr Bourdon sua revista e ótima, se renova, e se torna mas interessante a cada dia que passa, sou fã da sua revista, mas sugeri que abaixassem os preços das assinaturas, e o material da revista fosse reciclável, sei o que o material e ótimo, assim diminui a poluição com seus produtos químicos.

 

 

 

-Nossa Juliana parabéns, amei a proposta, pelo menos assim não terá mas protestos na porta da empresa com reclamação de agredir o meio ambiente.

 

 

 

-Pois é discutimos o mesmo com o Joe Hahn, na filial, a Vogue está também do mesmo jeito.

 

 

 

-Sendo assim não tenho mais, o que discutir.

 

 

 

-Juliana tem algo a mais que queira, pôr em pauta? - mais uma vez Rob fica de boca aberta, e Juli fica sem graça.

 

 

 

-Não Sr. Shinoda - eu assinto

 

 

 

-Então reunião encerrada - me levanto e em seguida todos levantam, saio e Juli vem atrás.

 

 

 

 -Juliana posso falar com você? – Rob Bourdon há chama

 

 

 

-Claro, com licença Sr. Shinoda - eu assinto mas fico intrigado

 

 

 

 

 

Juliana P.O.V.

 

 

Caramba minha vontade nessas horas de ser um avestruz, se desse nem ia nessa reunião, mas Sr. Shinoda me pediu não podia recusar, mas falar para minha amiga o que fazer, me deixou sem jeito, ela é bem mais inteligente que eu, mas ainda bem que correu tudo bem.

 

 

 

-Meu Deus Juliana da para ver que Sr. Shinoda está apaixonado, ele nunca deu plenos poderes para sua secretaria, ainda mais no primeiro dia de trabalho - fico intrigada, e abaixo a cabeça então eu não sou capaz, poxa isso me magoou bastante.

 

 

 

-Sr. Bourdon se me de licença eu preciso ir - ele me olha intrigado

 

 

 

-Juliana o que houve aconteceu algo?

 

 

 

-Não está tudo ótimo.

 

 

 

- Me diz o que aconteceu?

 

 

 

-Nada Sr Bourdon, preciso ir - ele se aproxima de mim e me olha chateado.

 

 

 

-Juliana por favor me diz o que houve?

 

 

 

-Do jeito que você disse eu não sou competente o suficiente para ter boas ideias, e sim porque o patrão está apaixonado, você enlouqueceu a esse respeito, ele jamais vai olhar para uma funcionária, se me de licença tenho coisa pra fazer - abro a porta olho para trás e vejo May sem falas, é você me deixou chateada também, fecho a porta de sua sala e vou em direção aos elevadores, seguro meu choro.

 

 

 

As portas se abrem e um belo par de olhos negros me olham intrigado, meu coração fugiu e resolveu não voltar mais, nem pediu licença.

 

 

 

-Juli - vejo May sair do seu escritório, e entro no elevador rapidamente.

 

 

 

-Algum problema Juli?

 

 

 

-Não Sr. Shinoda eu estou bem - as portas se fecham.

 

 

 

-Você estava tão radiante hoje, e agora está seria demais.

 

 

 

-Posso fazer uma pergunta e por favor seja sincero?

 

 

 

-Sim Claro.

 

 

 

-Você contrataria uma funcionaria por esta atraído ou pelo sua capacidade e inteligência? - Ele engole seco e pigarreia

 

 

 

-E claro que pela competência, mas porque me fez essa pergunta?

 

 

 

-Não é só uma pergunta, não é nada.

 

 

 

-Juli se você fez uma pergunta, por que está interessada em algo

 

 

 

-Sei que sim Sr Shinoda, mas por favor não me faça, mas perguntas eu te peço.

 

 

 

-Tudo bem então, eu aguardo curioso e ansioso por sua resposta - espera aí ele está flertando comigo não é possível.

 

 

 

Chegamos no seu escritório e vou ao banheiro, não aguento e desabo, choro por alguns minutos, e ouço alguém bater na porta.

 

 

 

-Quem é?

 

 

 

-Juli sou eu, você está bem?

 

 

 

-Sim estou.

 

 

 

-Abra a porta Juli.

 

 

 

-Porque deveria?

 

 

 

-Abre já essa porta.

 

 

 

-Tudo bem calma - eu abro a porta e ficou de costas para ele, ele jamais vai me olhar desse jeito.

 

 

 

-Juli o que houve ?

 

 

 

-Já disse que não é nada - digo com a voz embargada

 

 

 

-Olha pra mim, porque estava chorando? - sua voz soa com ar de preocupado.

 

 

 

-Não, estou toda borrada.

 

 

 

-Olha para mim por favor - tento tirar o máximo de borrado do meu olho e me viro para ele.

 

 

 

-Porque me deu plenos poderes para fazer sua reunião sendo que nunca fez isso?

 

 

 

-Ah entendi o porquê da pergunta no elevador - eu nego com a cabeça

 

 

 

-Entendo, mas vou dizer o porquê de ter deixado conduzir a reunião, você e uma pessoa inteligente, competente e capaz, e ontem quando passou mal no elevador, você me disse que não tinha condições de assinar a revista, então eu pedi há você, porque você e uma leitora e entendia do assunto - eu assinto

 

 

 

-Obrigada.

 

 

 

-Por nada, você merece, seu currículo e ótimo, está certo, você é linda, mas te contratei por sua competência, mas agora deixa eu limpar isso.

 

 

 

-Não eu estou bem.

 

 

 

-Nada disso - ele pega o papel higiênico e passa em meu rosto, eu me encosto no lavatório, nossa que perfume é esse, parece ser afrodisíaco está me deixando embriagada, não vou aguentar muito tempo, olho sua boca e ele olha para mim, não resisto, me aproximo mas dele e o beijo, ele corresponde passa a mão na minha nuca e puxa meus cabelos, meu Deus que beijo, dou gemidos em sua boca, e sua língua me invade, puxo seus cabelos e ele geme também, ele me pega pela cintura e me põe em cima do lavatório, enlaço minhas pernas em sua cintura, e mais uma vez ele geme em minha boca, ele encosta sua ereção e começa a se esfregar em mim, já era minha calcinha, de repente me afasto dos seu beijos e saio do seu transe, tiro minhas pernas de sua cintura.

 

 

 

-Me Desculpe Sr. Shinoda eu não devia ter feito isso.

 

 

 

-Verdade, mas nós dois queríamos isso.

 

 

 

-Mas não podemos - saio de cima do lavatório, ainda bem que estou de short, parecia que ia gozar só com seus beijos.

 

 

 

-Com licença - meu Deus a porta estava aberta se alguém nos pegasse, ele olha para mim sem graça, e vai para seu escritório.

 

 

 

Volto para o banheiro, refaço minha maquiagem e volto para minha mesa, Sr. Shinoda está encostado nela.

 

 

 

-Sr. Shinoda precisa de algo? - ele olha para mim com os olhos escuros, parecendo um mar revolto, meu Deus mais uma vez fiquei perdida.

 

 

 

-Juli pode vir até meu escritório por favor?

 

 

 

-Claro - Ai caramba será que ele vai me mandar embora, to frita, ele vira a costas e entra em seu escritório e me espera entrar, ai meu papai já era, por que fui fazer isso, respiro fundo e entro, ele fecha a porta e tranca, puta que pariu e agora ficar trancada com esse Deus japa não dá.

 

 

 

-Juli - nossa quando eu ouço meu apelido em seus lábios eu me aqueço por dentro e me arrepio toda.

 

 

 

-Sim.

 

 

 

-Me desculpe pelo acontecido, mas eu quis isso desde que me esbarrei com você na porta entrada da empresa, você está em meus pensamentos desde então - caramba não consigo me mexer, ah se ele soubesse o quanto me afeta também, mas não devemos nos envolver.

 

 

 

-Mas não pode mais acontecer, ou então terei que ir embora.

 

 

 

-Jamais vou deixar você fazer isso, e não contratei você por que me sinto desse jeito, contratei porque antes de ver seu rosto,

 

eu achei o seu currículo o melhor de todos - ele se aproxima e fica atrás de mim, engulo seco e fecho meus olhos, me enlaça com seus braços e esfrega sua ereção na minha bunda, cheira meu cabelo e me tremo toda.

 

 

 

-Não podemos - sussurro.

 

 

 

-Nunca me envolvi com meus funcionários, mas você me deixa louco ruivinha -puta que pariu quase gozei com essa - ele me virar para ficar de frente para ele, e dessa vez ele que me beija, perco meus sentidos mais uma vez ,pego em sua nuca ele geme várias vezes que eu puxo seu cabelo, de tímido esse homem não tem nada, sua língua invade mais uma vez, me põe em sua mesa, entrelaço minhas pernas em sua cintura, meu Deus o que eu faço, mas uma vez minha consciência me cobra pelo meu descontrole.

 

 

 

-Não podemos, por favor não encista - ele me olha fixamente, ah não hipnose de novo não.

 

 

 

-Juli eu quero você.

 

 

 

-Eu também quero, mas não podemos, e se for casado? - Carraca olha o que eu acabei de dizer, ele sorri e acaricia meu rosto e eu fecho meus olhos

 

 

 

-E com isso que se preocupa, eu não sou casado - ele me dá um beijo casto nos lábio.

 

 

 

-Com monte de mulheres caindo aos seus pés, como um pedaço de mau caminho desse este solteiro - ele fica vermelho.

 

 

 

-Como eu disse sou tímido, mas você me deixa insano, atrevido, mas mesmo assim sou tímido com um simples elogio - ele olha sorri mas continua vermelho.

 

 

 

-Perco o ar quando fica desse jeito

 

- Ele sorri, e me beija novamente.

 

 

 

-Que bom que gosta da minha timidez - ele é um anjo quando fica desse jeito.

 

 

 

-Mas não podemos, nos envolver Sr. Shinoda.

 

 

 

-Podemos sim, mas ninguém precisa saber.

 

 

 

-Vai me contratar mesmo nos envolvendo, porque não quero que me contrate por esta se envolvendo comigo.

 

 

 

-Traga sua carteira amanhã, vou assinar de uma vez, mas não estou contratando você por esta me envolvendo, como eu disse há você é muito competente, precisava de uma pessoa também para viajar comigo, para representar a revista de falar outras línguas, inclusive onde você aprendeu o português?

 

 

 

-No Brasil, meus avós são brasileiros, mas meus pais nasceram aqui em Nova York, minha avó estava gravida de 5 meses quando veio para cá, meu avô queria que minha mãe nascesse no Brasil, meus pais sempre que podiam visitavam meus avós no Brasil - ele sorri

 

 

 

-Então será uma ótima ideia viajamos para o Brasil mês que vem?

 

 

 

-Serio poderei ver meus avós, poxa vai ser ótimo - ele sorri para mim e solto sua cintura

 

 

 

-Que bom que você está melhor.

 

 

 

-Bom vou para minha mesa - ele me solta e alguém bate na porta.

 

 

 

-Sr Shinoda o que vamos fazer agora? - Arregalo os olhos para e ele e penso - já sei vou falar que a fechadura emperra toda hora - eu sussurro e ele sorri.

 

 

 

-Já vou mamãe - arrumo meu cabelo e desço da mesa, pegou seu tablet ele digita a senha ponho em cima do sofá e abro a porta, olho para ele e ele sorri,

 

olho para Michelle e ela sorri.

 

 

 

-A porta emperrou, já chamei o chaveiro, com licença Sr. Shinoda, licença Michelle - pego o tablet e coloco em sua mesa e saio.

 

 

 

Meus Deus, será que estou corada, vou ate o banheiro, sim estou corada, retoco a minha maquiagem passo um batom ainda bem que não tinha passado se não ele ia ficar todo borrado, será que estou fazendo algo errado, meu Deus tenho que tentar sair dessa.

 

 

 

Volto a minha mesa, e Michelle está a minha espera eu sorrio e ela retribui.

 

 

 

-Bom dia Michelle em que posso ser útil?

 

 

 

 -Não se faça de inocente, sei que algo aconteceu entre vocês naquela sala, me conta.

 

 

 

-Primeiro quero saber se contou para Sr. Shinoda que eu vou ao jantar.

 

 

 

-Me esqueci, ia contar para ele, mas quando vi você corada esqueci o que ia falar com ele, e comecei a interroga- lo.

 

 

 

-Ok não conte há ele que eu vou, e não aconteceu, nada sou dei um esbarrão na mesa, e o Sr. Shinoda me segurou só que eu fiquei sem graça do jeito que ele me pegou, seu filho é lindo Michelle que mulher não seria atraída por ele?

 

 

 

-Sei que sim, mas meu filho está diferente, está mais otimista, e a maioria das mulheres só enxergam seu status e riqueza, e você é diferente, sinto que enxerga através dele, como se sente, ele gosta de você ,e sei que você também gosta dele.

 

 

 

-Sim, mas isso não vai funcionar, ele não se envolvi com funcionários vou ser falada aqui dentro, e eu sairei com a mão na frente outra atrás melhor não me envolver.

 

 

 

-Entendo, mas não concordo,

 

Jamais o Mike vai demitir você por esta se envolvendo, ele não mistura sentimentos com profissão, na profissão ele é muito rígido, e sei que se ele te escolheu e porque tem potencial - sorrio para ela e ela retribui.

 

 

 

-Obrigada, mas ainda não sei o que ele sente, então vou ficar na minha ok?

 

 

 

-Tudo bem, posso te pedir uma coisa?

 

 

 

-Claro o que quiser.

 

 

 

- Almoça comigo?

 

 

 

-Claro será um prazer – Sr Shinoda abre a porta.

 

 

 

-Mamãe não atrapalhe a Juli - olho para ele e aceno em negativa

 

 

 

-Deixa de ser ranzinza, sou estou pedindo que Juli almoce comigo.

 

 

 

-Mãe por favor não fica alugando a Juli igual você faz com a Vanuza - olho pro chão para não demonstrar meu ciúme, sim eu estou cheia de ciúme

 

 

 

-Não vou alugar ninguém, Mike só quero conversar com ela, gostei da Juli, Jade era nojenta não gostava dela.

 

 

 

-Mamãe - Mike a repreende.

 

 

 

-Eu vou sim, será um prazer - ela sorri para mim e eu pisco para ela.

 

 

 

-Tá passo para te pegar ao meio - dia.

 

 

 

-Ok, bom agora deixa eu voltar para meu lugar se não o patrão me demiti - olho pra ele que sorri.

 

 

 

-E ruim em meu filho Mike jamais vai encontrar funcionaria igual a você.

 

 

 

-Encontra sim, tem várias mulheres competentes por ai - ele olha para pra mim intrigado.

 

 

 

-Verdade, bem vou indo, até Juli.

 

 

 

-Ate Michelle - ela sai e Eduardo se aproxima.

 

 

 

-Porque disse aquilo?

 

 

 

-Disse o que?

 

 

 

-Que tem várias mulheres competentes, quero só você Juliana.

 

 

 

-Será mesmo Sr. Shinoda? - ele olha para mim intrigado.

 

 

 

-O que houve, porque diz isso?

 

 

 

-Quem e Sissi? - ele sorri para mim, safado está se divertindo, as minha custas

 

 

 

-Sissi é minha empregada, um dia vai conhece-la, está com ciúmes Juliana?

 

 

 

-Está caçoando de mim Sr. Shinoda, com licença vou trabalhar - o telefone toca.

 

 

 

-Escritório do Sr. Shinoda, Juliana bom dia.

 

 

 

-Bom dia eu sou Maria irmã do Mike soube que vai almoçar com minha, mãe, posso ir junto?

 

 

 

-Oba clube da Luluzinha, claro que sim, não sabia que o Sr. Shinoda tinha uma irmã, mas espera ai você apareceu com ele na edição 150 da People os queridinhos de Nova York.

 

 

 

-Exato amei aquela foto, então ate lá

 

 

 

-Ate - ela desliga o telefone e Mike olha para mim.

 

 

 

-Clube da Luluzinha né?

 

 

 

-Pois é a Maria também quer ir.

 

 

 

-Isso é um complô.

 

 

 

-Não e só uma conversa.

 

 

 

-Entendi.

 

 

 

-Mas você vai ao jantar comigo hoje?

 

 

 

-Melhor não, pelo menos por enquanto.

 

 

 

-Tudo bem

 

 

 

Já faltam dez para o meio dia - dia e aviso a Mike que estou saindo ele sai de sua cadeira, se aproxima e me beija , mas um beijo necessitado, estranho.

 

 

 

-Ei o que houve? - Pergunto.

 

 

 

-Sentindo sua falta só isso

 

 

 

-Eu estou aqui, não fugi.

 

 

 

-Tudo bem então.

 

 

 

-Agora Sr. Shinoda por favor preciso ir.

 

 

 

-Ok mas volte logo, preciso de você - ele sorri maliciosamente.

 

 

 

-Safado - ele sorri maliciosamente

 

 

 

-Só para você consigo ser desse jeito.

 

 

 

-Acho bom Mike - ops errei

 

 

 

-Me desculpe Sr. Shinoda.

 

 

 

-Ah para com isso, me chame de Mike - eu sorrio para ele.

 

 

 

-Ok fora daqui te chamo de Mike ta bom ?

 

 

 

-Tudo bem aqui agiremos com profissionais que somos.

 

 

 

-Bom Sr. Shinoda vou indo, se não Michelle me mata.

 

 

 

-Mata nada, se não ela vai deixar o filho viúvo antes da hora.

 

 

 

-Minha mãe dizia que viúvo e quem morre, vou indo gostoso.

 

 

 

-Hum adoro ruivinha gostosa, não rebola assim não, porque se não, nao deixo você sair.

 

 

 

-Ok Sr. Shinoda - jogo um beijo para ele e ele pega no ar e põe no coração, estamos parecendo dois adolescentes.

 


Notas Finais


Bom meus queridos leitores estou para agradecer o carinho de todos, daqui a pouco tem mais já já bjus e mais comentários por favor. Espero que tenham gostado (estou amando esse lado safdo do Mike)Ate o proximo cap.


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