História Secrets - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 51
Palavras 1.072
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Revenge


Fanfic / Fanfiction Secrets - Capítulo 23 - Revenge

  Soltei o cabelo do mesmo com brutalidade enquanto ria - Você sabe o que é perder a única coisa que lhe é importante? Não não sabe, não quando nem eu mesma sabia que me era importante até vê-la morrer em meus braços, me salvando, que ironia não - agora eu gargalhava, a loucura tomou conta não só do meu corpo como de minha mente, meus punhos cerrados foram de encontro com o rosto duro daquele monstro, minha mão doía mas não importa, a única coisa que me importa é que era libertador - sabe o que é uma pena? Eu não poder fazer o que eu quero com você, não quando eu te vendi - meu rosto se transformou com um sorriso psicótico ao ver os olhos arregalados - mas fique tranquilo eu só te vendi por algumas horas. Aliás o que achou do porão? Olha as modificações que eu mandei fazer em um mês? Gostou? Claro que não tem tudo o que eu quero aqui ainda e esqueci de comprar uns itens de minha lista.
  - Você está completamente maluca - começou a esbravejar enquanto seu rosto sangrava.
  - Eu nunca estive tão sã - comecei a dar giros erguendo meus braços na altura dos ombros - aliás eu preciso de um favor seu - falei olhando para Jimin que estava, assustado?
  - C-claro.
  - Vá ao meu quarto, primeira porta a direita e pegue uma lista que está em cima do criado mudo, la tem um número, providencie tudo que está na lista - ele assentiu e foi, eu olhei para Jungkook - você fique com ele, eu vou fazer umas ligações e ver como Jin está afinal eu ainda não entendo como ele foi ferido estando de colete.
  - Ele não estava..
  - Como não? - cortei
  - Ele deve ter tirado deve ter pensado que o assassino não era uma ameaça.
  - Entendo, pois bem, eu irei resolver o resto - eu estava saindo quando parei e o olhei - não ouça o que ele diz, aliás vou fazer melhor - fui ate ele e coloquei a gravata em sua boca novamente e sai dali.
  Fui para meu quarto e comecei as ligações, primeiro terminei de acertar o valor pelo qual vendi meu pai e é claro que eu fiz questão de arrumar alguém que o odiasse, segundo liguei para Yoongi e ele me disse que Jin estava bem, daqui um dia ele receberia alta da clínica clandestina e que já estava tudo queimando, sim, a mansão de meu pai/monstro estava queimando. Ótimo. Depois de lhe passar o endereço de onde estamos desliguei.
  Desci para a sala e Jimin já estava lá - E então já está tudo certo?
  - Sim, dois rapazes estão lá embaixo com o Jungkook e já estão fazendo as alterações que você pediu, deixei lá embaixo também os itens que me pediu.
  - Como se sente? - perguntei a ele.
  - Não entendi.
  - Como se sente sabendo que está com alguém no porão e que se conseguir escapar você será morto, como se sente se talvez os homens que você contatou esteja lá embaixo ajudando-no a fugir?
Ele arregalou os pequenos olhos e eu ri - Você não faria isso.
  - Não, não faria porém deveria ver seu rosto. Aliás você deveria ser mais corajoso pra alguém que faz o que faz.
  - Estou cansado do que faço.
  - E então por que faz?
  - Quando você entre não tem como sair - ele então me encarou - você não deveria querer entrar.
  - Eu já entrei nisso a muito tempo, eu já faço isso desde que me entendo por gente.
  - Então você entende como é?!
  - Mais do que o necessário.
  Os homens saíram do porão - Já está tudo pronto como o combinado chefe - eu apenas assenti.
  - Chefe? O que eu perdi? - perguntou Jimin vendo os rapazes se afastar.
  - Eu disse que já estou nesse meio a muito tempo.
    Fui até o porão e lá estava diferente de antes uma barra de ferro atravessava as paredes com correntes onde meu pai estava preso, ele estava apenas com uma cueca, uma bancada com vários itens muitos aos quais não estavam em minha lista, sorri com isso, Jimin sabia escolher esse tipo de coisa.
  - Por que está sorrindo? - me virei e vi Kook
  - Estava pensando o quão bem Jimin sabe escolher esse tipo de coisa respondi passando a mão pelos itens.
  - É principalmente quando ele e o Yoongi curte essas coisas.
  Me virei surpresa pra ele - Sério? - perguntei sorrindo.
  - Sério mas não gostei desse seu sorrisinho ao saber disso.
  - Hum - foi a única resposta que dei seguida do meu dar de ombros.
  - E então o que você vai fazer com ele?
  - Como eu disse nada, pelo menos por enquanto, eu o vendi por algumas horas pra um inimigo dele homossexual e ainda é sadista.
  - Você fez o que?
  - Isso mesmo que ouviu - mal terminei de falar e Kook começou a rir, esconde esses dentinhos de coelho se não não respondo por mim, omg, que ta acontecendo comigo?!
  - Mas então e depois?
  - Depois eu acabarei de uma vez por todas com ele.
  - E por que não faz isso agora?
  - Porque eu quero que ele pelo menos uma vez sinta na pele o que eu senti, quero que ele sofra tanto que deseje a morte, quero que ele implore para que eu acabe com a existência medíocre dele.
  - É justo, confesso que vou adorar assistir tudo isso, principalmente pelo que ele fez a minha mãe e irmã.
  - entendo - falei sem demonstrar minhas emoções, deve ser bom ter alguem que se importe consigo, pena que eu sou só alguém que desejam a morte.
  - Você pensa em assumir o império ilegal de seu pai?
  - Eu não penso pois já assumi.
  - Assumiu? Desde quando?
  - Desde antes de  pegarmos, fiz algumas alianças as quais o traíram pode não parecer mas sou bem persuasiva.
  - Realmente você é - concordou ele.
 



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