História Secrets - Capítulo 4


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Grimmjow Jaegerjaquez, Ichigo Kurosaki, Nemu Kurotsuchi (Nemuri Nanagou), Orihime Inoue, Renji Abarai, Rukia Kuchiki
Tags Ichiruki, Riverkarin
Exibições 290
Palavras 1.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Rá! Voltei cedinho porque pensei melhor sabe gente, domingo é dia da preguiça então sábado é mais adequado pra postar, bom dia pra quem já acordou tomou café e arrumou a casa (eu!) e pra quem ainda dorme, bora acordar não é Lana del rey!? O mais, o capítulo está delicioso em, até lá baixo!

Capítulo 4 - Acertem os relógios, Rukia voltou


Fanfic / Fanfiction Secrets - Capítulo 4 - Acertem os relógios, Rukia voltou

Acertem os relógios, Rukia voltou

A bela morena de pele aveludada contornava o desfilar da paisagem natural habitualmente fustigada pela janela do Shinkansen em alta velocidade mais 300 km/h que havia saído de Kyoto e estava quase chegando no coração de Tokyo, sua poltrona era bastante confortável e espaçosa era o tipo de viagem que ela apreciava fazer. A rede ferroviária cruzava o país de cima a baixo, pelos cálculos da morena, de ônibus seriam quase 8 horas, de avião, apesar do voo ser curto levaria mais o tempo de check in, desembarque, e.t.c Rukia optou por usar esse tempo a mais que gastaria,  para viajar de trem bala e aproveitar sua cidade natal um pouquinho mais, cidade que ela não punha os pés há exatos dois anos, toda aquela nerdice da engenharia moderna era de fato interessante para ela.

Quem diria que depois de dois anos longe de tudo seus pais a trariam de volta para casa? No final das contas, eles estavam verdadeiramente convencidos de sua recuperação. Ela ajeitou casualmente uma mecha de cabelo que pendia e escorregava insistente por seu rosto de linhas tão delicadas com um pré-sorriso nos lábios. Cabelos negros, olhos violetas e o mesmo sorriso contagiante, quando Rukia sorria usava os olhos. Um sorriso magnético do tipo, dá pra parar de olhar pra mim? Ali, naquele vagão, em que quase todos os passageiros dormiam ou olhava vagamente com olhos vazios,  Rukia divagava sobre estar de volta. A bela morena vinha de uma família tradicional bastante rígida, todos eles eram altos — exceto Rukia — morenos e super elegantes, eles não perdem a elegância por nada, especialmente ela. Rukia é o que chamamos de garota modelo que todas as garotas querem copiar. Rukia era mais femme-fatale do que se possa imaginar, ela não bancaria a garota má porque seria óbvio demais, seduzir para obter algo que não ganharia livremente é, de fato, mais divertido para ela.  Ela também não via a hora de poder reencontrar Nemuri Nanagou, sua melhor amiga a que sempre usava mini saias metalizadas plus size tamanho 40’ e acessórios cools que a deixavam com um ar de gatinha meio peruinha meio piranhinha. Elas duas sabiam se divertir como garotas,  Rukia bebia uma coca cereja de limão enquanto que Nemuri preparava sonhos transformados em tirinhas grossas de pó sobre a penteadeira espelhada, cocaína, só de lingerie assistindo a filmes da Marilyn Monroe como "Quanto mais quente melhor” elas ficavam bem loucas. Mas também, reencontrar seu namorado Renji. Eles namoravam desde o jardim, e quando Rukia partiu dois anos atrás ele chorou, contudo eles prometeram amor eterno e que só transariam quando ela completasse dezoito mês que vem, depois eles iriam se casar em uma cerimônia para poucos e se amariam para a vida toda.

O trem finalmente já estava parando depois de quase duas horas de trajeto contínuo, Rukia  não aguentava mais esperar e não via a hora de saltar na estação encontrar seu namorado pular em seus braços e dizer o quanto estava transbordando de felicidade, ela estava contando os minutos. Mas ao descer do trem Rukia teria uma enorme surpresa também pois Renji seu namorado estaria esperando por ela com a tão sonhada caixinha vermelha de veludo e anel de ouro e faria o pedido oficial, afinal, eles namoram e iriam casar não é mesmo? Rukia tinhas mil e uma espectativas. Mês que vem ela faria dezoito e eles fariam sexo. Foi o que ela desejou. Rukia se depara com alguém inesperado que em nada parece com seu namorado que é cheio de tatuagens tribais sotaque meio alemão meio japonês e cabeleira presa. Ela era capaz de reconhecer aquele perfil em qualquer lugar: Maxilar, muito acentuado um ar jovial. Cabelos de um ruivo acobreado que quase não se via por aquelas bandas; a não ser que estivéssemos falando de um delinquente, mas aqueles trajes eram distintos demais para qualquer pé rapado poder pagar. Cabelo impecavelmente cortados que emolduram uma testa grande e larga. Não restava dúvidas, aquele definitivamente não era o namorado tão esperado da nossa querida Rukia.

— Ichigo Kurosaki, o que você faz aqui? onde está o Renji? — Perguntou a bela Rukia  para o ruivo pouco mais distante,  ela ainda tinha aquele cheio encorpado de amêndoas que o fascinava, mas afinal,  onde estaria seu noivo se não à sua espera com um buquê de flores?  Orquídeas. Por quê orquídeas são as suas preferidas. O quê Renji estaria fazendo de mais importante se não  esperando por ela? A vida de Rukia dera uma guinada. Ichigo deu de ombros,  lábios bem cheios que se abriam sobre dentes perfeitos.

— Rukia Kuchiki, quanto tempo… também estou muito feliz em  rever você.  Mas, vem cá, você por um acaso está me achando parecido com a cara do Renji? Não. Então,  vamos! — Muito se percebe a impaciência do jovem rapaz, ele faz um sinal de mão sutil para a morena lhe acompanhar mas ela porém cruza os braços sobre o peito e bate o pé no chão. Ela usava botas surradas de cano longo que resolveu pôr de última hora pois já estava muito estava atrasada.

— Se você já está aqui não custa levar as minhas malas, ruivão. — A morena lança um sorriso quando  saiu a  misturar-se ao  intenso  tráfego  de  pessoas na estação. Ouviu-se a chamada para a próxima saída. “O próximo trem sairá em 5 minutos!” — Anda! Não vá ficar parado aí! — Vociferou a bela Rukia se esgueirando por entre o fluxo de pessoas,  assim  como  seu  olhar selvagem e cheio de vida,   o  seu sorriso  era  autêntico. Ela não imaginava como aquela postura autoritária e de deboche irritava Ichigo Kurosaki. Mesmo contra gosto o rqpaz pôs-se a carregar suas malas.

 

• • •
 

— Eu sabia que o senhor não estava me esperando, Byakuya. — Comentou o jovem Ichigo em um tom confidencial ao ser recebido pelos Kuchikis na mansão deles, todos estavam em festa pois a bela Rukia estava por enfim de volta. — Espero que não tenha problemas eu ter trago sua filha Rukia. Meu amigo, o Renji, está bastante ocupado com os jogos de inverno e não pôde buscá-la e eu me prontifiquei de ir. — Ichigo enfatizou para não passar por deselegante aos olhos dos Kuchikis, eles eram conhecidíssimos bretudo por terem bons modos e etiqueta afiada, tentando amenizar as linhas assustadoras que se formavam gradativamente no rosto do pai de Rukia com seu olhos azuis de ferro e expressão ameaçadora, Ichigo tentou ser o mais transparente possível,  a sua filha namorava outro rapaz em outra ocasião aquela atitude não seria vista com bons olhos por Byakuya Kuchiki.

— Não claro que não. Não há problema. Não se preocupe está tudo ótimo nós agradecemos sua disponibilidade. — Tagarelou Yachiro Unohana a mãe de Rukia com a voz límpida beijando as bochechas encovadas da filha a abraçando ternamente passando o braço pela cintura delgada a apertando deste modo. — A propósito, como está minha querida amiga Masaki? Não pudemos comparecer ao jantar na sua casa estávamos viajando e ainda não falei com ela pessoalmente apenas por telefone. — Ela olha para o marido buscando cumplicidade,  Ichigo sacudiu a cabeça como um “não foi nada demais” e entregou seu casaco de couro para Isane, a empregada. Deu uma risadinha olhando de volta, ele tinha aquele charme simplesmente irresistível, Ichigo já estava habituado àquela antipatia acirrada de Byakuya Kuchiki e da espontaneidade perspicaz de sua esposa, eles têm um casamento formidável. Ela usava um corte de cabelo maior na parte da frente algo pontudo e afiado, e mais curto na parte de trás liso escorrido com efeito molhado, algo sexy aos olhos de Ichigo. Ichigo e Rukia foram criados frequentando os mesmos tipos de festas e os mesmos encontros de família, se conheciam da vida inteira aquelas pessoas eram como o lar para Ichigo.

— E como você anda em relação aos estudos rapaz? — Pela primeira vez o pai de Rukia dirigiu a palavra a Ichigo oferecendo-lhe um lugar ao sofá enquanto as mulheres subiram para o andar de cima conversando alegremente sobre a viagem e um sujeito de fios louros muito bonito que Rukia tivera por acaso flertado no vagão, o jovem Ichigo notavelmente adorava se gabar e isso não passou despercebido aos olhos do pai da Rukia que detestava exibicionismo desnecessário, de um currículo invejável e medalhas em diferentes modalidades esportivas o adolescente também era de fato problemático: adorava farras e mulheres, um galinha completo. O pai da Rukia sabia disso e por isso queria vê-lo bem longe de sua filha, via em Ichigo um filho que nunca tivera mas  esse comportamento exacerbado o incomodava profundamente embora em nada ele se metia.

— Estou indo muito bem senhor. —  Afirmou o jovem, o pai de Rukia convencido assentiu recostando-se no sofá. — Como está seu pai? Soube que ele têm investido mal no mercado financeiro. — Perguntou o chefe da família abotoando o terceiro botão de seu blazer o que isso significava dizer que aquela conversa usual estava tomando um rumo desagradável para Ichigo, ter que conviver com a realidade de um pai arruinado em nada o agradava.

— Papai fez as suas escolhas, senhor Byakuya. Acredito que em algum momento ele vai conseguir se estabilizar nessa nova vida que ele tem por escolha própria. — Respondeu com objetividade.

— Muito bem. Ishin é um homem extremamente inteligente vai conseguir reerguer-se em breve.

Ichigo pôs-se de pé, o jovem de pele rosada achava que já era hora de ir embora pois estava se demorando demais e despediu-se do nobre homem a seu lado, será que o senhor Kuchiki tinha falado algo que o incomodou? Provavelmente, sim. Por um momento entretido ali com toda aquela euforia na casa dos Kuchikis o jovem Ichigo até já havia esquecido do júri que teria de enfrentar dali em dois dias, daquele modo, jogando assim a última pá de terra naquela presepada de divórcio que há tanto já vinha torrando sua paciência. Era hora de resolver mais uma pendência, e encarar  a realidade de frente.



 

 



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